











Hoje, o presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP) e vereador de Gravatá, Léo do Ar, oficializou sua pré-candidatura a deputado estadual pela Federação União Progressista. O anúncio ocorreu ao lado do presidente da federação, o deputado federal Eduardo da Fonte, e do vice-presidente do Partido Progressistas, o deputado federal Lula da Fonte.
Vereador mais votado de Gravatá por três eleições consecutivas e atual presidente da UVP, Léo do Ar reforça o compromisso de fortalecer o trabalho dos vereadores e vereadoras na Assembleia Legislativa de Pernambuco. O deputado Eduardo da Fonte destacou a importância do nome de Léo do Ar para o fortalecimento do grupo político no estado. “Léo do Ar tem experiência, representatividade e compromisso com o municipalismo. Sua pré-candidatura fortalece a voz dos vereadores de Pernambuco”, afirmou.
Senhora governadora,
A reunião realizada em 20 de março com o Secretário da Casa Civil abriu um caminho concreto para a solução dos passivos do Governo com o Fisco Estadual, especialmente a paridade remuneratória e a correta aplicação do teto constitucional.
Ficou demonstrado – e bem compreendido pelo Secretário – que a medida não gera impacto na conta única do Estado. Trata-se de providência de custo zero, uma vez que os recursos já existem no fundo próprio da Fazenda. Além disso, não há necessidade de projetos de lei, decretos ou qualquer desgaste político.
Leia maisO encaminhamento depende apenas de uma determinação de Vossa Excelência ao Secretário da Fazenda e à Secretária de Administração para adoção dos procedimentos administrativos necessários.
Com essa decisão, o Governo encerra um impasse desgastante, sinaliza valorização da categoria responsável pela arrecadação estadual e fortalece o ambiente de cooperação institucional em favor do equilíbrio fiscal de Pernambuco.
O Sindifisco-PE reafirma sua disposição para contribuir com a construção dessa solução e para o avanço do diálogo institucional.
SINDIFISCO-PE
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Um dos aspectos que mais encanta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Geraldo Alckmin, seu vice, é a sua discrição. Na avaliação de Lula, Alckmin nunca fala mais do que devia. O auxilia mantendo sempre o seu jeitão discreto de paulista do interior, de “Pinda”, como chama sua cidade, Pindamonhangaba.
Alckmin fechou-se em copas. Mesmo as pessoas próximas dele afirmam que não sabem o que ele irá fazer. Mas há outra característica de Alckmin que encanta Lula: a sua lealdade. O presidente comenta que não esperava que um antigo adversário pudesse se tornar aliado tão fiel. Somando, assim, as duas características, quem conhece Alckmin aposta que ele será mesmo candidato a senador em São Paulo.
Leia maisA candidatura de Alckmin ao Senado é o desejo de Lula. Quem conhece Alckmin considera que seria muito difícil ele ficar na vice-presidência contrariando o presidente. De qualquer modo, a definição agora não irá demorar muito. O prazo de desincompatibilização termina no dia 4 de abril. Se Alckmin não deixar o governo, não poderá mais concorrer senão ao mesmo cargo de vice-presidente. Se ficar, é porque acertou isso com Lula.
De qualquer modo, a conversa agora “subiu ao andar de cima”: é entre Alckmin e Lula. Mas envolve também o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, que será o candidato ao governo de São Paulo. Haddad foi para a disputa meio no sacrifício. Não era o que ele queria. Então, sua vontade no sentido de montar a chapa mais competitiva será levada em conta. Haddad chegou a declarar na sexta-feira (20) que seria “natural” que Alckmin permanecesse como vice de Lula. Mas Lula disse, porém, que Alckmin o ajudaria mais saindo para o Senado.
E a decisão também respeitaria a vontade de Alckmin: o que ele não queria era disputar o governo de novo. Ele nada disse em nenhum momento quanto ao Senado. Voltar a um governo onde já esteve duas vezes poderia parecer um passo para trás. Mas não o Senado, destino de vários ex-presidentes: Juscelino Kubistschek, José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco…
Na pesquisa do Datafolha, no cenário onde Alckmin é testado como candidato, ele ficou ligeiramente à frente de Haddad. No cenário com Haddad, o ex-ministro tinha 30%. No cenário com Alckmin, ele fica com 31%. Na verdade, curiosamente num estado onde o favorito é de oposição, os nomes do governo vão bem.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet (que deixou o MDB e ingressou no PSB), aparece com 25%. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), com 21%. O ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), com 20%. E Guilherme Boulos (Psol), da Secretaria-Geral da Presidência, com 15%.
Somente depois é que vêm os primeiros nomes ligados à oposição, os deputados Guilherme Derrite (PP) e Ricardo Salles (PL), ambos com 13%. É mais um dado a apontar o provável destino de Alckmin: parece haver uma chance real de o governo conseguir eleger os dois senadores pelo estado de São Paulo.
Há uma outra cogitação sendo feita. Márcio França poderia sair também a governador, oferecendo a Lula dois palanques em São Paulo. No caso, ele faria uma campanha mais agressiva, preservando Haddad de ataques mais frontais ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Depois, no segundo turno, apoiaria Haddad.
O problema, nesse caso, é fazer a composição das duas chapas. Porque, então, Alckmin e Simone seriam candidatos na chapa de Márcio França, e não na de Haddad. Uma vez que Alckmin já é filiado ao PSB, mesmo partido de França, e o PSB também tornou-se o novo destino partidário de Simone Tebet.
Lula foi claro o tanto que pôde. Disse que a vaga de vice está “aberta”. Mas disse que é Alckmin que vai decidir o que fazer. Quem conhece Alckmin afirma que muito dificilmente ele correria o risco de ficar quatro anos como vice contrariando a vontade do presidente. E quem conhece Lula também duvida.
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Por Lara Cavalcanti*
Na política, mudar de rumo faz parte do jogo. Mas em Petrolina, essa mudança chamou atenção pela velocidade. Após o afastamento do projeto de João Campos e do PSB, o grupo que está no poder na cidade anunciou apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). Do ponto de vista estratégico, a decisão é compreensível. Nenhum grupo político quer ficar isolado.
O que causa estranheza não é a aliança, mas a mudança repentina de discurso. Até poucos dias, o tom era de forte oposição. Havia críticas constantes ao abandono do Sertão, à insegurança, às estradas em más condições e aos problemas da Compesa. Essas críticas eram frequentes nas redes sociais e no rádio, sempre direcionadas de forma clara à governadora.
Leia maisAgora, o discurso mudou completamente. A mesma gestão que era alvo de críticas passou a ser elogiada. A governadora passou a ser apresentada como presente, comprometida e eficiente. Mudar de posição é legítimo na política. O problema é agir como se o que foi dito antes não tivesse existido. Esse tipo de comportamento subestima a inteligência da população.
Como explicar uma mudança tão rápida sem afetar a própria credibilidade?
A política permite novos caminhos, mas exige respeito aos fatos. Tentar apagar o passado recente cria uma imagem de conveniência que não contribui para a confiança das pessoas. O apoio pode até trazer ganhos políticos, mas a incoerência no discurso enfraquece a credibilidade.
Para quem observa, a mensagem é clara: em poucos dias, o que era criticado passa a ser defendido. É justamente esse tipo de prática que afasta as pessoas da política. A política que defendemos precisa ser mais coerente, mais transparente e, acima de tudo, mais respeitosa com a população.
*Jornalista, vice-presidente do PL Mulher Pernambuco e presidente do PL Mulher Petrolina
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O que deveria ser uma agenda positiva acabou se transformando em cobrança da população e más notícias para Raquel Lyra (PSD). Vídeo gravado hoje, durante a entrega da requalificação da UTI Adulto do Hospital Otávio de Freitas, no Recife, mostra a governadora ignorando o apelo de um paciente que se queixava da precariedade no atendimento na unidade. Raquel passou com uma comitiva de servidores comissionados sem parar para ouvir as sugestões de melhorias.
“A gente está precisando de remédio, Raquel. A gente está com um quadro de infecção aqui no hospital. Estou com um quadro de infecção. Eu preciso de remédio, Raquel. A gente está precisando de coisa aqui, Raquel. Por favor, Raquel. Venha na ala de trauma dar uma olhada, por favor. Faço esse pedido à senhora”, gritou um paciente, que aparece no vídeo com um dos braços enfaixado e é completamente ignorado pela governadora e pela secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti.
Os apelos foram feitos enquanto a governadora saía de um terreno onde está sendo construída uma nova emergência anexa ao hospital. Em janeiro, a própria gestão de Raquel anunciou que a obra ficaria pronta em julho, mas hoje a governadora fechou a cara ao saber que o serviço atrasará em pleno ano eleitoral. “Não gostei, não. Eu quero subindo parede. Vai começar a subir quando?”, resmungou, obtendo a resposta de que a nova previsão de entrega é para setembro.
Em mensagem ao blog, o ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lossio (PSD), reiterou que se Miguel Coelho (UB) vier a ser senador na chapa da governadora, não terá o seu voto, mas isso não impedirá seu apoio à reeleição de Raquel.
“Aprendi com meu mestre da política, Osvaldo Coelho, que ter lado na política é ser coerente. Estou e permaneço como soldado na defesa da reeleição de Raquel Lyra. Para o Senado, farei minha opção baseado nesse mesmo princípio da coerência. Ainda acredito que o nome de Guilherme Coelho representa a melhor opção para representar o Sertão no Senado, sobretudo nesse momento em que a política exige ética e coerência”.
A Procuradoria Geral da República se manifestou, hoje, favorável à prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em virtude do estado de saúde. No parecer, a PGR argumentou que o ex-presidente demanda atenção constante e entende que “o ambiente familiar está apto para proporcionar”.
Na última sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu uma manifestação da PGR depois do envio de um laudo pericial médico do Hospital DF Star sobre a saúde de Bolsonaro. As informações são do portal Poder360.
Leia mais“O que os autos estampam no momento é um quadro em que o atendimento do que é postulado pelo ex-Presidente encontra apoio no dever dos Poderes Públicos de preservação da integridade física e moral dos que estão sob a sua custódia, até como projeção concretizadora dos fundamentos estruturantes do Estado Democrático de Direito”, afirmou a PGR.
Segundo a PGR, a evolução clínica de Bolsonaro nos últimos dias recomenda uma flexibilização da prisão, para que ele possa ter um monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde. Para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a domiciliar servirá para preservar a integridade física e moral de Bolsonaro.
Bolsonaro foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral causada por aspiração. Segundo os laudos médicos, o ex-mandatário está com a saúde estável e apresenta melhoras no tratamento, mas, quando foi submetido ao hospital, apresentava quadro grave, incluindo bacteremia, presença de bactérias na corrente sanguínea, e queda acentuada na saturação de oxigênio, que chegou a 80%.
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O Globo
O plano do governo federal para reestruturar concessões aeroportuárias prevê a inclusão de aeroportos regionais em blocos atrelados a grandes terminais — entre eles, um pacote que contempla três aeroportos de Pernambuco: Araripina, Garanhuns e Serra Talhada–Santa Magalhães. Esses terminais serão incorporados ao contrato do Aeroporto de Guarulhos, dentro do programa de aviação regional, ampliando investimentos e estendendo o prazo de concessão.
Dentro desse modelo, os aeroportos de Brasília e Campinas (Viracopos) também serão leiloados em blocos, acompanhados de terminais regionais. Diferentemente do Aeroporto do Galeão, que terá licitação individual, a proposta busca tornar os ativos mais atrativos ao mercado ao combinar grandes hubs com aeroportos menores.
Leia maisNo caso de Brasília, o operador que vencer o leilão ficará responsável por dez aeroportos regionais, incluindo Alto Paraíso (GO), Barreiras (BA), Bonito (MS), Cáceres (MT), Dourados (MS), Juína (MT), Ponta Grossa (PR), São Miguel do Araguaia (GO), Tangará da Serra (MT) e Três Lagoas (MS). A previsão do governo é realizar o leilão após as eleições, no início de dezembro, com edital em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Já o aeroporto de Viracopos, em Campinas, que passou por recuperação judicial, terá sua concessão reestruturada com a inclusão de seis aeroportos regionais: Tarauacá (AC), Barcelos (AM), Itacoatiara (AM), Itaituba (PA), Parintins (AM) e Guanambi (BA). As negociações são conduzidas com apoio da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Além disso, está prevista para o próximo mês a assinatura de um aditivo contratual para o Aeroporto de Guarulhos, que incluirá 12 aeroportos regionais, entre eles os três pernambucanos. A concessionária aderiu ao programa “Ampliar”, e já teve o prazo de contrato estendido até novembro de 2033, podendo haver nova ampliação com a inclusão desses terminais.
Os aeroportos de Brasília, Viracopos e Guarulhos foram concedidos em 2012, durante o governo de Dilma Rousseff, com base em projeções de demanda que não se concretizaram. Para reequilibrar os contratos, o TCU mediou uma revisão que flexibiliza obrigações e ajusta investimentos à realidade do setor.
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O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) cumpriu uma agenda política no interior de Pernambuco no último fim de semana, reforçando alianças e ampliando sua base para as eleições de 2026. Na sexta-feira (20), em Caruaru, ele prestigiou a filiação de Anderson Luiz ao PSD. Já no sábado (21), em Serra Talhada, marcou presença na filiação de Breno Araújo ao PT. Ambos são pré-candidatos a deputado estadual e devem fazer dobradinha com Fernando, fortalecendo o projeto político do parlamentar em duas regiões estratégicas: o Agreste e o Sertão.
Em Caruaru, Anderson Luiz, aliado do prefeito Rodrigo Pinheiro, foi destacado por Fernando como uma liderança em ascensão, com forte atuação popular e compromisso com políticas públicas. “É um jovem combativo, que sempre esteve ao lado do povo, junto ao prefeito Rodrigo Pinheiro, ajudando lideranças e quem mais precisa. Anderson nunca fez política pensando em eleição, mas em política pública. Hoje, Caruaru vê um filho da terra chegar ao partido da governadora, fortalecendo um grupo que trabalha junto das pessoas”, afirmou o deputado.
Já em Serra Talhada, principal polo do Sertão do Pajeú, Fernando reforçou sua ligação histórica com o município e destacou a força do grupo político liderado pela prefeita Márcia Conrado. “Venho aqui para reafirmar que estamos juntos, com um grupo forte, unido e que trabalha por Serra Talhada todos os dias. Breno chega para somar ainda mais a esse time liderado por Márcia, com compromisso e vontade de fazer mais pelo povo. Tenho orgulho de dizer que sou o deputado federal de Serra Talhada. Aqui é minha casa. Por Serra, pelo Sertão e por Pernambuco, seguimos firmes e ainda mais fortalecidos”, declarou.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu, ontem, novos prazos para que órgãos da administração pública e ministérios aperfeiçoem mecanismos de transparência e rastreabilidade para corrigir falhas na execução de emendas parlamentares. Segundo o ministro, ainda há fragilidades no modelo atual de acompanhamento desses recursos.
No despacho, Dino classificou o cenário como uma “inequívoca emergência institucional”, com destaque para a situação no Sistema Único de Saúde (SUS), onde, segundo ele, há necessidade de maior controle e transparência na aplicação das verbas. As informações são do portal G1.
Leia maisEmendas parlamentares são verbas previstas no Orçamento da União e que são pagas pelo governo a deputados e senadores. Os parlamentares repassam os valores para obras em seus estados ou municípios.
O ministro destacou ainda a necessidade de correções estruturais em órgãos como o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Dino apontou ainda a existência de indícios de que as falhas de fiscalização permanecem “graves e reiteradas” na execução de emendas pelo Dnocs e pela Codevasf, citando problemas crônicos evidenciados por operações policiais
Entre as medidas determinadas para o Dnocs, que segundo o ministro vive um quadro de “anomalias, descontroles e vícios”, estão:
Para a Codevasf, o ministro fixou o prazo de 60 dias para a instauração de Tomadas de Contas Especiais (TCEs) para reaver valores pagos indevidamente.
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Uma comitiva formada pelo deputado federal Eduardo da Fonte (PP), pela deputada Roberta Arraes (PP), pela superintendente do Hospital de Câncer do Sertão do Araripe (HCSA), Irmã Fátima, e pela Madre Superiora Geral, Irmã Luiza Mota, apresentou o projeto do primeiro hospital de câncer da região ao Frei Gilson. A bênção foi recebida durante a Vigília da Quaresma realizada na Arena de Pernambuco.
O HCSA está com a estrutura pronta para receber os equipamentos e deve iniciar os atendimentos de radioterapia ainda no primeiro semestre de 2026. Idealizado pela Irmã Fátima e pela deputada Roberta Arraes, o projeto conta com o apoio do deputado Eduardo da Fonte desde 2023. Ao todo, os parlamentares, junto com o deputado federal Lula da Fonte, destinaram R$ 10 milhões para a iniciativa.
“Receber a bênção do Frei Gilson, durante a Vigília da Quaresma, reforça a nossa missão de levar alívio aos pacientes do Sertão, que ainda percorrem mais de 700 quilômetros para realizar radioterapia. O sertanejo precisa de atendimento de qualidade próximo de casa. Esse avanço só é possível com a atuação dos deputados Roberta Arraes e Eduardo da Fonte, que estão conosco desde o início”, destacou a Irmã Fátima.
