











O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou nesta terça-feira (17), que foi recebido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para tratar um novo pedido de domiciliar para o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Hoje nós formalizamos um novo pedido de domiciliar. O ministro Alexandre de Moraes nos recebeu há poucos instantes”, disse Flávio. As informações são da CNN.
Ainda segundo o senador, que deve concorrer à presidência da República nas eleições de 2026, foi manifestada a preocupação com o ex-presidente. Segundo ele, “foi uma conversa objetiva”.
Leia mais“Foi bastante tranquila e objetiva e ele num momento oportuno ficou de avaliar o pedido. Não deu prazo para a decisão, tem o tempo que achar necessário”, completou.
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A governadora Raquel Lyra (PSD) começou a demitir os aliados do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) que ocupam funções no Poder Executivo, na noite desta terça-feira (17). O movimento ocorre em meio às negociações para que o parlamentar integre a chapa do prefeito do Recife, João Campos (PSB), ao Governo do Estado. Da Fonte é um dos nomes que disputará uma vaga ao Senado ao lado de Campos.
Foram exonerados Bruno Rodrigues(Ceasa), Plinio Pimentel (Lafepe) e Paulo Nery (Porto do Recife). Todos foram indicados por Eduardo da Fonte, que preside o PP em Pernambuco. Os presidentes dos conselhos de administração vão responder de forma interina nos órgãos até os novos diretores assumirem.
O Centro de Comunicação Social do Exército (CCOMSEx) abriu processo seletivo para o Estágio de Preparação para Jornalistas e Assessores de Imprensa em Áreas de Conflito (EPJAIAC), ministrado pelo Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB). No âmbito do Comando Militar do Nordeste (CMNE), estão sendo ofertadas cinco vagas destinadas a profissionais civis da área de comunicação que ainda não participaram da capacitação.
O estágio será realizado entre os dias 13 e 17 de julho de 2026, no Rio de Janeiro, e terá duração de uma semana. A programação inclui treinamento com equipamentos de segurança, simulação de acompanhamento de patrulhas militares, noções de primeiros socorros e conteúdos sobre Direito Internacional Humanitário. Durante o período, os participantes terão hospedagem e alimentação fornecidas pelo Exército, sendo o deslocamento até o local de responsabilidade do selecionado.
Os interessados devem enviar currículo com foto, nos formatos Word e PDF, para o e-mail comsoc@cmne.eb.mil.br. O prazo para inscrição foi antecipado para o dia 20 de março. Para mais informações, a Comunicação Social do CMNE disponibiliza atendimento pelo WhatsApp no número (81) 99902-0334.
Mesmo diante do impasse entre lideranças em Pernambuco, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pautou para o dia 26 de março a análise da homologação da Federação União Progressista. Esta é a última etapa para a Corte eleitoral validar juridicamente o novo bloco partidário que poderá unir os partidos PP e União Brasil.
Caso a nova legenda seja homologada, haverá um impasse entre os líderes da legenda no estado. Isso porque o presidente do União Brasil em Pernambuco, Miguel Coelho, vem sinalizando a independência do seu grupo político em relação ao PP. O mesmo foi externado pelo deputado federal Mendonça Filho (UB) que se posicionou contra a federação. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisNo PP, o presidente da legenda em Pernambuco, Eduardo da Fonte, assumirá o comando da federação em Pernambuco. Ele vem costurando sua pré-candidatura ao Senado e também se aproximando do prefeito do Recife, João Campos (PSB).
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Por Anthony Santana e Betânia Santana – Blog da Folha
A governadora Raquel Lyra (PSD) realizou a filiação de deputados estaduais e ex-prefeitos ao Partido da Social Democracia, que é presidido por ela em Pernambuco. Os deputados Antônio Moraes, Aglaison Victor, Débora Almeida, Izaías Regis, Joãozinho Tenório, Romero Sales Filho e Socorro Pimentel ingressaram na legenda. A ex-prefeita de Ipojuca Célia Sales e o ex-prefeito de Araripina Raimundo Pimentel também aderiram à sigla.
No ato, a governadora ressaltou que a chegada dos novos membros faz parte de um movimento de fortalecimento do partido e agradeceu pela confiança dos novos filiados.
Leia mais“Hoje como filiadas ao partido dou as boas-vindas, e digo que o partido não é meu. Na verdade, hoje eu estou como presidente do partido, mas o partido é de todos vocês. E ele só é forte se todos nós estivermos fortes. Tem espaço para todos. Tem futuro para todos, mas sobretudo tem um espaço em que as pessoas se sintam respeitadas. A gente faz política assim: olho no olho, por diálogo, por construção de pontes e o exemplo de hoje fala muito sobre isso”, declarou a governadora.
Com a filiação, o partido passa a contar com uma bancada de sete deputados na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), onde até então não tinha membros. Além disso, a chapa de candidatos a deputado federal do partido ganha reforço com as candidaturas de Célia Sales, Socorro Pimentel e Izaías Regis.
Ao se filiar, o ex-prefeito de Araripina Raimundo Pimentel agradeceu a confiança da governadora Raquel Lyra. Pré-candidato a deputado estadual, ele afirmou que a expectativa do partido é eleger a maior bancada de deputados estaduais do Legislativo estadual.
“O PSD sai com uma das maiores bancadas da Assembleia e a nossa expectativa é que na próxima legislatura tenhamos a maior bancada. O partido sai daqui fortalecido com a chapa que está sendo montada para disputar as eleições de 2026. Não tenho dúvida que nós vamos eleger, no mínimo, 14 deputados. Isso vai dar uma condição de governabilidade muito melhor para, se Deus quiser, e o povo de Pernambuco também, com a governadora Raquel Lyra reeleita, ela tenha condições de desenvolver o trabalho que ela vem fazendo à frente de Pernambuco com mais intensidade”, disse.
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O escândalo envolvendo o Banco Master é “uma fotografia que precisa ser revelada”. Essa é a visão do senador Laércio Oliveira (PP-SE). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o parlamentar lembrou que o Brasil sempre conviveu com casos de corrupção, mas que desta vez haveria um envolvimento preocupante de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o que demanda “equilíbrio” para os representantes do poder.
“Essa é a fotografia que temos hoje. A gente precisa revelar essa fotografia, infelizmente não temos outra saída. O ideal era que isso não acontecesse, mas, já que aconteceu, a gente precisa fortalecer as nossas instituições, se é que é possível, mas precisamos avançar de alguma maneira para concluir isso e tornar público. A sociedade cobra”, destacou Laércio.
Leia maisO parlamentar, no entanto, diz que ainda não percebe clima para a instauração de impeachment no Senado Federal, Casa responsável por julgar os ministros do STF. “O impeachment macula a imagem de uma nação, mas às vezes a gente precisa experimentar o remédio amargo. Percebo o ambiente. Se aproxima cada vez mais o processo de impeachment e a gente não vai ter como fugir dele. É claro que ainda há muita resistência. Mas a cada dia que passa, o clima não é confortável para ninguém. A pauta de produção que a gente precisa exercer no Congresso Nacional está sacrificada. Poderia ter outra dinâmica e não tem. Infelizmente a gente precisa passar por isso, então, vamos tentar passar o mais rápido possível para devolver o ambiente que deve permear a rotina do Congresso, do Poder Executivo e do Poder Judiciário”, descreveu.
Apesar do clima, Laércio acredita que um eventual impeachment de ministro não passaria, pela falta de quórum. “Não tem voto suficiente para isso hoje. Ainda não tem. Mas, se você me perguntasse há seis meses, quando o pedido de impeachment foi apresentado, eu acho que hoje temos mais votos, mas ainda não são suficientes. Como falei, impeachment é um processo traumático para qualquer instituição”, analisa o senador. “Todos perdemos com um episódio de alcance como esse, macula todos os Poderes. A gente lamenta, mas precisamos fortalecer os Poderes para avançarmos e cumprirmos aquilo que a sociedade espera, para que a gente consiga atravessar esse momento tão difícil do Brasil”, concluiu Laércio.
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Relatório em circulação entre investidores brasileiros aponta o Paraguai como destino crescente para empresas nacionais, impulsionado por baixa carga tributária e disponibilidade de energia. Segundo a análise, mais de 200 empresas brasileiras já instalaram filiais ou unidades no país, com destaque para nomes como Lupo, Karsten, Riachuelo (Grupo Guararapes), Altenburg, Estrela, Oxygroup e Matrixx. O documento também indica que, apesar de limitações territoriais, o governo paraguaio mantém política ativa de atração de investimentos, incluindo incentivos e concessão de cidadania a investidores.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6×1 foi duramente criticada pelo senador Laércio Oliveira (PP-SE). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o parlamentar disparou contra a iniciativa da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP), que foi abraçada pelo governo federal. O tema divide muitas opiniões no Congresso Nacional e deve permear o debate político antes das eleições – justamente o que enseja a crítica de Oliveira.
“Esse projeto é eleitoreiro. Não precisa de lei para acabar a jornada de trabalho 6×1. Isso já existe na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e nós temos um instrumento legal, legítimo, aplicável e que funciona muito bem nas relações do trabalho, que se chama convenção coletiva de trabalho. Porque existe uma variedade gigantesca de escalas no país. Um projeto desses não é para dar cinco dias de trabalho e dois dias de folga. Não é assim que a banda toca. A realidade não é essa. Imagina a quantidade de escalas que existe nas categorias que formam o serviço médico, na segurança ou no transporte. Como você consegue definir uma escala só? Na minha opinião, é um projeto eleitoreiro, aproveitando para surfar na onda das eleições que estão se aproximando para fazer algo que me incomoda bastante”, disparou Laércio.
Leia maisA polêmica em torno do tema coloca a necessidade de maior descanso e tempo com a família em contradição com o receio de diminuir a remuneração. Por isso, segundo o parlamentar, o tema não encontrará consenso no Congresso Nacional.
“O problema é a eleição que está chegando e muita gente quer surfar nesse projeto para falar na sua base que votou a favor do fim da escala. Dizer que agora vai ter mais tranquilidade, mais dias de folga para estar na sua casa. Será que o Brasil precisa disso ou o Brasil precisa de produtividade? O brasileiro precisa, na verdade, é de fugir do salário mínimo. Tem que deixar o trabalhador brasileiro fazer o salário dele. O que a gente precisa pensar enquanto legisladores é entender o ambiente perfeito para que a sociedade e o trabalhador brasileiro tenham condições de construir a sua renda. O que a gente precisa é exatamente esse ambiente para que o Brasil avance, que a sociedade usufrua melhor daquilo que ela sabe fazer dentro da habilidade de cada um”, observou.
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Faltando menos de três semanas para o fim da janela partidária, a preocupação vem rondando integrantes dos partidos União Brasil e Progressistas. Isso porque ambos anunciaram uma federação que reuniria mais de 100 deputados federais, mas enfrentaria resistências e sequer está formalizada ainda junto à Justiça Eleitoral. Entre os que torcem o nariz para a aliança, que obrigaria os partidos a marcharem juntos pelos próximos quatro anos, está o pernambucano Laércio Oliveira, senador pelo PP de Sergipe.
“Eu não sei se é uma federação, se é um sindicato ou se é uma associação. Está muito confusa a situação. Acho que o casamento (entre União Brasil e PP) já vai começar ruim. Isso se começar o casamento. Qualquer posição que seja tomada será uma decisão do partido. Eu seguirei e trabalharei no meu estado dentro desse propósito. Mas a minha posição com relação à federação é de que ela não deveria existir”, disparou o senador, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Leia maisLaércio afirmou ainda que as indefinições se estendem às eleições de outubro. Nenhuma das siglas firmou compromisso para a corrida ao Palácio do Planalto, e a tendência é que, mesmo que haja federação, o lado do PP seja liberado nos estados. “A disputa presidencial também é uma incógnita. Não se sabe ainda qual será o posicionamento do partido. Eu sei a minha posição. Sou de centro-direita, vou seguir Flávio Bolsonaro (PL) e caminhar no meu estado para eleger representantes da centro-direita. Esse é o meu papel, é isso que eu vou fazer, porque é o que eu sou”, afirmou o parlamentar, que ainda tem mais quatro anos de mandato no Senado.
O crescimento de Flávio nas pesquisas presidenciais foi celebrado por Laércio, que classificou o avanço como uma “grata surpresa”. “Foi uma surpresa para todo mundo. Para mim também. Encontro Flávio semanalmente, não só dentro do plenário. Quando ele anunciou a candidatura, todo mundo ficou com uma interrogação sobre se iria dar certo ou não, porque a gente precisa de enfrentamento. Porque no cenário que se construía antes, todo mundo só olhava para o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que era a solução, o único capaz de enfrentar Lula (PT). O passar do tempo e os acontecimentos do lado da esquerda, como aquele evento do Carnaval, ajudaram muito. Naquele dia, com uma paulada só, o Lula matou três coelhos. A imagem dele, a família e a igreja. Como é que pode um negócio daquele? Fora o desrespeito muito grande com um brasileiro da qualidade de Michel Temer. Lamentável. Mas é a crueldade da política”, completou.
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A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Pernambuco (OAB-PE) realiza, no próximo dia 25 de março, às 17h, no plenário da instituição, no Recife, o evento “De Eleitoras a Protagonistas – Mulheres e o Fortalecimento do Processo Eleitoral Brasileiro”. A iniciativa integra a programação do Mês da Mulher e propõe discutir a participação feminina nos espaços de poder e decisão no contexto eleitoral.

O encontro reunirá representantes do meio jurídico, político e institucional, entre elas a presidente da OAB-PE, Ingrid Zanella, além de magistradas, advogadas, parlamentares e lideranças públicas. A proposta é promover um espaço de diálogo sobre os desafios e perspectivas da atuação feminina na democracia brasileira.
Segundo a organização, o evento busca discutir o fortalecimento do papel das mulheres no processo eleitoral e ampliar o debate sobre representatividade. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do link https://www.sympla.com.br/evento/de-eleitoras-a-protagonistas—mulheres-e-o-fortalecimento-do-processo-eleitoral-brasileiro/3351484.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o senador Laércio Oliveira (PP-SE), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O presidente do PSD, Gilberto Kassab, sinalizou a aliados que deve anunciar na próxima semana o nome do governador Ratinho Jr. como o pré-candidato à Presidência do partido. A informação foi confirmada por três integrantes da cúpula da legenda que o apontam como favorito para vencer a disputa interna. Ainda assim, eles evitam cravar a escolha pelo receio de que conversas finais mudem o desfecho.
A ideia da direção do partido e dos governadores é acelerar a divulgação do nome para que o escolhido possa estruturar sua campanha e se apresentar ao país, uma vez que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) consolidou seu nome de forma mais rápida do que era esperado na sigla. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisIntegrantes da direção do PSD imaginavam que a transferência de votos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o filho mais velho demoraria mais, e por isso tinham marcado a escolha do candidato a presidente para abril, depois da janela partidária para quem for candidato definir seu partido –que acaba dia 4. No entanto, o senador cresceu rapidamente nas pesquisas, se aproximou do presidente Lula (PT) no primeiro turno e já se encontra empatado com o petista no segundo turno.
Dirigentes do partido dizem que Ratinho virou o favorito dentro do PSD para assumir a candidatura por algumas razões: por estar filiado há mais tempo, aparecer melhor nas pesquisas e conseguir uma boa aceitação entre os eleitores de menor renda por causa do pai, o apresentador de TV e empresário Ratinho. Seria um nome também com baixa rejeição, além de se debatido há meses entre os filiados.
Em entrevista para jornais de Santa Catarina, o presidente estadual do partido e integrante do conselho político do PSD, Jorge Bornhausen, afirmou que se reuniu com Kassab e ouviu que a decisão já está tomada.
“Ficou ajustado que no dia 25 de março será anunciado o nome do Ratinho Júnior. Eu faço parte da comissão de escolha. Evidentemente, respeitando os outros dois grandes governadores, eu optei pelo Ratinho Júnior, que é de centro-direita como eu. Esse é o caminho que o eleitorado deseja”, declarou Bornhausen.
A Folha procurou ele e Kassab para comentarem, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
Ratinho disputa com outros dois governadores, Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Ronaldo Caiado (Goiás), a pré-candidatura à Presidência. Aliados afirmam que eles procuraram Kassab para questioná-lo sobre a escolha e ouviram que o martelo ainda não está batido e que a decisão ocorrerá até o fim do mês.
Kassab tem conversado com os três para garantir que renunciem ao governo local até 4 de abril e se candidatem nas eleições de outubro. A estratégia é que aqueles preteridos para a Presidência disputem o Senado ou como vice, numa chapa pura do PSD.
De acordo com dirigentes e parlamentares da sigla, a preferência sempre foi por Ratinho, mas dependia de uma decisão dele próprio de concorrer. Flávio ainda tenta demovê-lo, ao ameaçar com um rompimento do acordo no Paraná, onde o PL apoiaria o sucessor escolhido pelo governador em troca da vaga para o Senado.
Com a candidatura presidencial de Ratinho, o PL afirma que terá o senador Sergio Moro (União Brasil) como candidato ao Governo do Paraná. Isso pode ocorrer pelo próprio PL ou pelo União Brasil, caso Moro consiga convencer a federação do partido com o PP a lançá-lo candidato. A campanha de Flávio terá uma reunião com os dois partidos nesta semana.
Apesar de figurar melhor do que os concorrentes internos nas pesquisas, Ratinho está bem atrás de Lula e de Flávio no primeiro turno. O PL tenta convencê-lo a se aliar a Flávio, com a possibilidade de ser vice, mas no PSD o discurso é de que há espaço para crescimento até outubro e que uma aliança com a direita ou a esquerda racharia o partido nos estados.
A pesquisa Datafolha mais recente mostra Ratinho com 7% das intenções de voto no primeiro turno, no cenário estimulado (quando são apresentados os candidatos). Lula teria 38% e Flávio, 32%. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), teria 4%, seguido por Renan Santos (Missão), com 3%, e Aldo Rebelo (DC), com 2%. Outros 11% dizem que votariam em branco ou nulo e 3% afirmam estarem indecisos.
O Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios de terça-feira (3) a quinta-feira (5). Com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.
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