A nova resposta de Bolsonaro sobre seu temor de prisão

Por Bela Megale
Do Jornal O Globo

A portas fechadas, Jair Bolsonaro mudou de postura quando o assunto é a chance de ser preso, após uma possível condenação por tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Se, ao longo da investigação da Polícia Federal, o ex-presidente mostrava temor e até a possibilidade de fuga em conversas com aliados, hoje Bolsonaro adota outro comportamento. Quando é questionado se tem medo de ir para a cadeia, passou a responder a aliados:

— Estou muito tranquilo, mais tranquilo do que vocês imaginam.

A mudança de humor sobre a prisão vem ocorrendo gradativamente, segundo pessoas próximas ao capitão reformado, após a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e as investidas crescentes de Eduardo Bolsonaro junto ao governo americano.

Em entrevista à emissora “AuriVerde”, porém, o ex-presidente admitiu que vê chance de ser preso e disse que o cenário atual é de “completa insegurança jurídica”. A declaração ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes enviar à Procuradoria-Geral da República um pedido de prisão preventiva de Bolsonaro para avaliação do órgão. A medida é vista como praxe e sem chance de prosperar.

Para aliados de Bolsonaro, ele vê a pressão dos EUA e de congressistas daquele país como o único caminho para se livrar de uma punição. O discurso de interlocutores do ex-presidente aposta em uma pressão do governo americano sobre o Judiciário brasileiro, para tentar mudar os rumos do processo, que tem uma condenação dada como certa.

Na semana passada, durante o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tentativa de golpe, o relator do caso, Alexandre de Moraes, já deu o recado de que a corte não vai se intimidar diante de “milícias nacionais e estrangeiras”. A fala foi vista pelo entorno do ex-presidente como uma mensagem a Eduardo Bolsonaro, que se mudou para os EUA com o propósito de estimular a pressão externa sobre o Supremo.

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Fontes policiais confirmaram à imprensa os nomes dos alvos da operação “Pactum Amicis”, deflagrada na manhã de hoje, pela Polícia Civil de Pernambuco. O prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos, é um dos alvos, ao lado dos vereadores Pastinha Xucuru, Roseli da Licitação e Janailson. O prefeito foi afastado do cargo por 30 dias e se pronunciou através de uma nota nas redes sociais, confira abaixo.

Nota Oficial

Na manhã desta quinta-feira, fomos surpreendidos com mais um episódio claro de perseguição política contra o prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos Xukuru. Desta vez, trata-se de uma ação relacionada a investigações de 2021, período anterior ao seu mandato como gestor municipal, que trazem acusações infundadas de supostas irregularidades em processos licitatórios e, de forma arbitrária, resultaram em um pedido de afastamento do cargo.

Reiteramos à população de Pesqueira e a toda sociedade que o Cacique Marcos Xukuru não tem qualquer envolvimento com os fatos investigados. Nossa equipe jurídica já está tomando todas as medidas cabíveis para reverter esse ato, que entendemos ser mais uma tentativa desesperada de enfraquecer a luta legítima e transparente que o prefeito vem travando desde o início de sua gestão.

A atual administração se pauta na seriedade, na lisura dos processos e no compromisso com o povo pesqueirense. Seguiremos colaborando com as investigações, certos de que nenhum ato da gestão ou do prefeito será desabonado, pois não há qualquer ilegalidade que justifique tal medida extrema.

Infelizmente, o Cacique Marcos Xukuru tem sido alvo constante de perseguições desde sua juventude e mais fortemente após o ingresso na vida política, marcada pelo rompimento com estruturas de poder que por décadas dominaram a política local. A cada passo de avanço, tentam nos calar. Mas seguimos firmes, com a consciência tranquila, a fé no povo e a confiança de que a verdade prevalecerá.

Pesqueira conhece a história de luta, coragem e honestidade do seu prefeito. E não será mais uma tentativa de desmoralização política que apagará esse legado.

Petrolina - O melhor São João do Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), através da sua assessora de Imprensa, Fernanda Melazo, reconfirmou, há pouco, sua presença no meu podcast de estreia “Direto de Brasília”, em parceria com a Folha de Pernambuco.

O “Direto de Brasília” será transmitido pelo YouTube da Folha e do meu Blog, além da Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. A transmissão também será realizada no Instagram e no Facebook deste Blog.

Também foram inseridos na transmissão a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Francês de Rádios, com 14 emissoras, do empresário João Caldas, igualmente em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado.

Dulino Sistema de ensino

O advogado criminalista Cláudio Soares conseguiu a revogação da prisão preventiva de seu cliente Nelson Aleixo, conhecido como Nelson do Consórcio. O comerciante é acusado de esfaquear o então prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), em agosto do ano passado. A partir de agora, Nelson ficará em prisão domiciliar enquanto aguarda a tramitação do processo.

Na ocasião do crime, Nelson desferiu uma facada no abdômen do prefeito, que foi socorrido com vida e submetido a uma cirurgia no hospital Memorial, de Arcoverde. A decisão, que permite a prisão domiciliar, representa um importante avanço na defesa de Nelson, garantindo que ele possa acompanhar o desenrolar do caso em um ambiente mais favorável.

Ipojuca - IPTU 2025

Por Rudolfo Lago*

Um experiente parlamentar da oposição observa o quadro para 2026 e o compara à meteorologia. No caso, no momento parece impossível se prever se em 2026 “vai fazer sol, vai chover, vai nevar”. E completa: “E talvez seja mesmo um defeito nosso na metade de um governo já ficar discutindo quem vencerá o outro”. De qualquer modo, nunca um quadro eleitoral revelou-se tão incerto. Porque, depois de todos esses anos de polarização política, tudo dependerá do que irá acontecer tanto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto com o ex-presidente Jair Bolsonaro. No momento, não há certeza da participação de nenhum dos dois nas próximas eleições. O que abre o jogo para todo mundo. Mas também o trava.

Um reflexo sintomático dessa situação é a possível federação do PP com o União Brasil. Na semana passada, dava-se como certa de que ela seria anunciada no fim de semana. Não foi. Exatamente porque não há sinal de que os partidos marcharão juntos em 2026.

O União Brasil tem um candidato, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Mas o PP o apoiará? Se nem mesmo no União Brasil ele é consenso? Esta semana, por exemplo, o ministro do Turismo, Celso Sabino, declarou que o ideal para o União era indicar o vice de Lula.

“Eu, se fosse Lula, diante dos resultados das pesquisas, não disputaria a próxima eleição”, comentou esse parlamentar de oposição. Na Quaest divulgada na manhã de quarta-feira (1), Lula amargou 51% de reprovação. É a menor taxa de popularidade de todos os levantamentos da Quaest. Uma situação que, se não for revertida, pode cristalizar uma forte rejeição a Lula. Forçosamente, se disputar, 2026 será a última eleição de Lula, que já terá 81 anos. “Ele vai querer encerrar sua carreira política com uma derrota?”, questiona o parlamentar. Não disputando Lula, quem se apresentaria pelo campo do governo? E, do outro lado, quem da oposição?

O nome mais provável da oposição, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é justamente o que tem mais dificuldades de se lançar independentemente de Bolsonaro. E Bolsonaro não indica desistir de tentar reverter a sua situação.

Esse parlamentar, no entanto, comenta parecer quase impossível que Bolsonaro consiga reverter a sua situação. No campo jurídico, a condenação é certa. No campo político, é também muito difícil. Mesmo que a oposição, avalia, consiga aprovar o projeto de anistia.

O argumento do Republicanos, de que Bolsonaro não poderia ser anistiado porque ainda não foi condenado faz sentido. Mas, para além disso, parece difícil estender um projeto destinado a rever casos de condenações exageradas a um julgamento por tentativa de golpe.

“A única possibilidade talvez seja a vitória em 2026 de alguém do nosso campo que o indulte depois”, raciona o parlamentar. “Mas essa seria uma boa solução para ele?”, questiona. Bolsonaro perderia a chance de 2026 para talvez voltar em 2030. Mas, aí ele já terá 76 anos.

*Colunista do Correio da Manhã

Caruaru - São João na Roça

Encerrando a semana de conscientização sobre o autismo, o ministro Silvio Costa Filho volta a Pernambuco, amanhã, para inaugurar a Sala Multissensorial do Aeroporto Internacional do Recife. O titular dos Portos e Aeroportos comanda ato no terminal, às 10h, com as presenças de autoridades e futuros usuários do espaço. Além do Recife, outra sala voltada para esse público funciona no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, também administrado pela Aena – maior operadora aeroportuária do Brasil e do mundo.

“Quem chega à Sala Multissensorial do Aeroporto Internacional do Recife percebe de imediato que está entrando em um espaço diferenciado: luzes menos intensas, projeções nas paredes, sons de água corrente, piscina de bolinhas brancas, almofadas revestidas com tecidos especiais. Todos esses detalhes são pensados para atender às necessidades de pessoas neurodivergentes e de seus acompanhantes durante as viagens”, explica Silvio Costa Filho.

A iniciativa faz parte do Programa de Acolhimento ao Passageiro com Transtorno do Espectro Autista (TEA), do Ministério de Portos e Aeroportos. As duas salas, a do Recife e a de São Paulo, foram planejadas em parceria com a Neurobrinq, empresa especializada na modelagem de salas multissensoriais.

Outros terminais, como Campo Grande, Uberlândia, Santarém, Juazeiro do Norte, Montes Claros e Uberaba dispõem de espaços reservados para passageiros com TEA. Em Marabá e Corumbá, as áreas estão em fase de implantação.

Camaragibe Cidade do Trabalho

Por Eduardo de Queiroz Monteiro*

A Folha completa, nesse dia 3 de abril, 27 anos de existência. Nasceu pela obstinação de um conjunto de jornalistas do estado que desejava firmar um grupo de comunicação, onde o mercado tinha já a participação consolidada do Jornal do Commercio e do Diário de Pernambuco.

A Folha nasceu com uma proposta mais popular, preço acessível, e foi ao longo do tempo se afirmando, buscando os seus espaços.

E hoje posso dizer, sem me afastar nem um milímetro da realidade, que ela conquistou o respeito do mercado publicitário e que tem elevada audiência no impresso, no seu portal e na sua radiodifusão.

É hoje, sem dúvida nenhuma, um grupo que tem o respeito dos pernambucanos, formador de opinião e está em todas as áreas da comunicação social.

Feliz em ver que a Folha se consolidou, após esses 27 anos de muita luta, muita superação.

Chegamos hoje, no dia 3 de abril de 2025, a uma posição consolidada no mercado, uma liderança inconteste na área do impresso, uma plataforma digital muito respeitada, portanto, de audiência mundial, nacional e regional e uma radiodifusão representativa para a cultura pernambucana e que se junta ao conjunto das plataformas.

Chegamos nessa quadra da vida econômica, política e social de Pernambuco com uma imagem consolidada de um jornal plural, que fala com os diversos segmentos, setores e classes sociais.

E continuamos sempre nos renovando porque o futuro se constrói no presente.

Com a diretoria, que é um blend hoje da experiência e da juventude, eu estou nesse depoimento renovando a minha fé, a minha confiança no futuro desse veículo, que se consolidou como veículo importante em Pernambuco e por que não dizer no Norte e Nordeste do Brasil.

*Fundador e presidente da Folha de Pernambuco

Cabo de Santo Agostinho - IPTU 2025

Diário de Pernambuco

Mais de 15 mandados judiciais estão sendo cumpridos, hoje, durante uma operação da Polícia Civil de Pernambuco nas cidades de Alagoinha e Pesqueira, no Agreste, e em Arcoverde, no Sertão. A ação tem como alvo uma organização criminosa investigada pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação e lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos um mandado de prisão, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar e as medidas cautelares de suspensão do exercício de função pública, sequestro de bens e valores e bloqueio judicial de ativos financeiros, todos expedidos pelo juízo da Vara Criminal da Comarca de Pesqueira. Na execução estão sendo empregados 100 (cem) Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães.

A operação é a 17ª de Repressão Qualificada do ano, denominada “Pactum Amicis”, vinculada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), sob a presidência do Delegado Jeová Miguel, Titular da 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR), unidade integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO).

As investigações foram iniciadas em abril de 2022, e assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (DINTEL) e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), contando ainda com o apoio do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público (GAECO/MPPE), do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE), da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social e do Corpo de Bombeiros Militar (CBMPE).

Toritama - Prefeitura que faz

EXCLUSIVO

A governadora Raquel Lyra (PSD) agora arrisca com a vida dos pernambucanos. O Estado, que já passou várias tragédias com enchentes, inclusive com centenas de mortos, vai perder uma importante verba de R$ 37 milhões para a prevenção de enchentes. O decreto foi assinado pela governadora em 2 de abril. Raquel retirou os recursos do orçamento para “Ampliação de Barragens e infraestrutura para mitigação de enchentes”.

Os recursos já têm um destino eleitoral. Serão aplicados em “Execução de Ações de Infraestrutura Aeroviária”. Ou seja, para obras eleitoreiras, visando melhorar a popularidade da governadora em 2026. Sem coincidência, Raquel está desapropriando em Caruaru vastas extensões de terras ao redor do Aeroporto Oscar Laranjeira, para fazer uma obra de ampliação do Aeroporto, na cidade onde foi prefeita por dois mandatos. Raquel também está com a popularidade em baixa na cidade, mesmo sendo ex-prefeita. Enquanto isso, os pernambucanos terão que rezar para São Pedro para não sofrerem com enchentes, pois o dinheiro destinado à prevenção de desastres teve outro destino.

Palmares - Outlet

O presidente Lula (PT) declarou ontem a senadores da base aliada que pretende disputar a reeleição em 2026. Segundo relatos obtidos pelo blog da Daniela Lima, o petista afirmou que está cuidando da saúde, fazendo exercícios e mantendo a forma para ser candidato.

“Ele foi literal: tendo saúde, é candidato. E fez questão de dizer que está forte. Vejo com plenas condições de levar o plano adiante”, relatou um dos presentes ao encontro. Lula desceu do Planalto até a residência oficial do presidente do Senado para encontrar os líderes da base aliada. O gesto, em si, embute sinal claro de desejo de estreitar laços.

O petista disse ainda que vai mergulhar novamente na articulação e prometeu atenção especial a senadores que vão disputar a reeleição em 2026. Lula fez uma espécie de prestação de contas das ações do governo, voltou a criticar a taxa de juros e tratou sua crise de popularidade como conjuntural. “Ele não vê o cenário como irreversível. Longe disso”, relatou um senador.

FolhaPE

“Diferente, interativa, politicamente independente e comprometida com o dia a dia da comunidade pernambucana”. Decerto, quando assinou o primeiro editorial da Folha de Pernambuco, há 27 anos, em sua edição inaugural de 3 de abril de 1998, o presidente do Grupo EQM e fundador do jornal, Eduardo de Queiroz Monteiro, tornou atemporal seus escritos.

É que quase três décadas após entregar o primeiro exemplar aos leitores, a Folha segue guiada pela literalidade do trecho mencionado acima, em mais um ano de celebração e reforço do seu compromisso com a notícia.

E sempre pautada pela pluralidade, credibilidade, qualidade, transparência, ética e imparcialidade, do impresso ao digital, culminando em um veículo de comunicação reconhecido e consolidado – local e nacionalmente.

Constatação que viabiliza enaltecer neste 3 de abril de 2025 a importância da Folha de Pernambuco na produção da notícia, com embasamento e solidez como parâmetros que descrevem o trabalho dos profissionais que a fazem.

Todos, em suas múltiplas plataformas, do rádio às redes sociais, do impresso ao online, adequam-se ao presente, sem se desvencilharem de sua essência, desde sempre humanizada em diálogo com leitores e seguidores.

“A Folha nasceu com uma proposta mais popular, preço acessível, e foi ao longo do tempo se afirmando, buscando os seus espaços. E hoje posso dizer, sem me afastar nem um milímetro da realidade, que ela conquistou o respeito do mercado publicitário e que tem elevada audiência no impresso, no seu portal e na sua radiodifusão”, ressalta Eduardo de Queiroz Monteiro Fundador e presidente da Folha de Pernambuco.

Tempo e memória

Na contagem cronológica são 27 anos. Mas é preciso falar da Folha de Pernambuco em um sentido histórico-afetivo do tempo. E no decorrer dessas quase três décadas foram muitas narrativas, editoriais e registros noticiados (e compartilhados) no papel e no digital.

Passagens de um período datado em seu início, e jamais pausado, povoando ininterruptamente o jornalismo pernambucano de fatos presentes, em prospecção ao futuro.

 “Em meio às muitas transformações que os meios de comunicação vivem, desde tecnologia cada vez mais avançada até a vasta quantidade de informação que circula, muitas vezes não confiáveis, nunca foi tão importante a apuração, confiabilidade e credibilidade por trás da notícia”, destaca a vice-presidente da Folha de Pernambuco, Mariana Costa.

Ainda em sua asserção, ela segue reforçando o papel da Folha, que “há 27 anos tem o compromisso com a sociedade, e com o papel institucional que exerce”, sem perder a essência de um jornalismo qualificado. “É nossa marca e reforça nosso compromisso com os pernambucanos”, finaliza.

Proximidade com o público

No impresso, no portal, redes sociais e/ou na rádio, “Ao completar 27 anos estamos cada vez mais perto do nosso público”.

É assim que o diretor Executivo da Folha de Pernambuco, Paulo Pugliesi, direciona suas palavras ao mencionar, em celebração, o jornalismo da Folha – cujo cerne, desde seu nascimento, é o trabalho voltado para atender ao leitor/seguidor/ouvinte. Um público fidelizado à veracidade dos fatos, em quaisquer das plataformas veiculadas.

“Avançamos também na prestação de serviços, de forma a atender as aspirações de nosso público, e estamos cada vez mais antenados em levar esses assuntos que fazem parte do dia a dia de todos (…) nossas revistas, com retorno significativo de patrocinadores e leitores, também integram o nosso rol de serviços, com pautas sobre economia, educação, saúde, energia e meio-ambiente”, complementa.

Vigor e futuro

O diretor Operacional da Folha, José Américo Lopes Góis, destaca a trajetória que construiu a reputação e credibilidade do jornal, em todas as suas plataformas.

“O Grupo Folha de Pernambuco chega aos vinte e sete anos jovem e vigoroso. As mudanças implementadas ao longo de sua existência, sobretudo na área de TI, conferem ao Grupo modernidade e celeridade na distribuição do seu conteúdo, seja no digital, no impresso e no rádio. Disse e repito que o nosso olhar para o futuro é obrigação, sem esquecer, todavia, o passado do nosso Grupo e da nossa história, cheio de ensinamentos. Pernambuco conserva em seu caráter marcas de tradições construtivas, como esquecer isso, como não trazer esse exemplo para dentro do nosso Grupo Folha de Pernambuco, que compõe a parte de comunicação do Grupo EQM?”, ressalta José Américo.

A editora-chefe da Redação, Leusa Santos, lembra a trajetória de credibilidade da Folha de Pernambuco. “E olhamos para essa meta trazendo para o centro da estratégia as pessoas, tanto a audiência quanto os colaboradores, em um processo constante de inovação”, declara.

Veículo consolidado no tempo – o cronológico e o tomado por memórias afetivas – há 27 anos a Folha de Pernambuco preenche em linhas e interações o que há de mais franco e verídico no jornalismo pernambucano, com independência e seriedade, pautada pelo “compromisso inarredável com o soerguimento econômico e social de Pernambuco, com a valorização das diferentes formas de manifestação cultural do seu povo, com as franquias democráticas e com a pluralidade política”.

Palavras também assinadas no editorial inaugural, por seu fundador Eduardo de Queiroz Monteiro, visionário dos horizontes que estariam por vir sob a rubrica da Folha de Pernambuco.

Mesmo com uma agenda intensa, recebendo secretários de Turismo de vários estados no Ministério, o ministro Celso Sabino fez questão de visitar o senador Fernando Dueire, ontem, em seu gabinete.

O objetivo da visita foi tratar das demandas turísticas e eventos em municípios pernambucanos. Dueire, que participou na elaboração da parceria entre o sistema “S” e o Ministério do Turismo, tem mantido uma ponte permanente com a confederação nacional do Comércio e com a respectiva federação pernambucana.

Alguns pontos nos is neste episódio da debandada do PSDB pelo grupo da governadora Raquel Lyra (PSD). A vice-governadora Priscila Krause (PSDB), a tarefeira de Raquel, foi usada como bucha de canhão na esperteza do pulo do gato, quando abandonou o Cidadania para ingressar na legenda tucana no dia seguinte à desfiliação da governadora.

É claro que a tarefeira não teria força nenhuma junto ao comando nacional do PSDB para deixar o partido como sublegenda do PSD, o novo partido da governadora. Na verdade, Raquel queria o PSDB debaixo da sua saia para usar a dinheirama do fundo eleitoral e partidário – nas duas campanhas passadas gastou R$ 40 milhões do fundo eleitoral.

E também ter ao seu dispor o tempo de propaganda no rádio e na tv. Mas quebrou a cara. Seu algoz, o presidente da Alepe, Álvaro Porto, aproveitou a ira do presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, com a governadora, e garfou a legenda.

Pouco importa a debandada de prefeitos e da vice-governadora. O que fica desde episódio é que a governadora sai como a grande derrotada. Achou que, por estar com a caneta na mão, num simples jogo de esperteza iria se dar bem.

Quem se acha esperto demais um dia acaba caindo nas garras da própria esperteza.