Seis dos meus oito irmãos participaram da minha festa em comemoração aos 18 anos do blog, dando assim um toque mais emocionante ao evento.








Seis dos meus oito irmãos participaram da minha festa em comemoração aos 18 anos do blog, dando assim um toque mais emocionante ao evento.








A PF (Polícia Federal) determinou nesta sexta-feira (2) que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) retorne imediatamente ao Brasil para reassumir o cargo de escrivão da corporação. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vive nos Estados Unidos desde março de 2025 e, caso não se reapresente, poderá ser demitido do serviço público.
Eduardo estava afastado das funções na PF para exercer o mandato na Câmara dos Deputados. No entanto, em 18 de dezembro de 2025, ele perdeu o cargo de deputado após ultrapassar o limite de ausências previsto na Constituição. Ao longo de cerca de dez meses, o parlamentar acumulou 59 faltas não justificadas em sessões deliberativas do plenário. As informações são da CNN.
Leia maisDurante o período em que atuou como deputado federal, Eduardo não recebia salário como escrivão da PF. Com a perda do mandato, para voltar a ter remuneração como servidor público, ele precisa se apresentar novamente à instituição.
A média nacional de remuneração do cargo de escrivão da PF é de R$ 17.750, segundo dados da plataforma Glassdoor. O salário inicial gira em torno de R$ 14 mil, podendo chegar a cerca de R$ 20 mil no topo da carreira.
Eduardo Bolsonaro ingressou na Polícia Federal em 2010, no estado de Rondônia, e atuou no cargo até 2015, quando foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro.
O escrivão é o servidor responsável pela parte burocrática e organizacional da atividade policial, atuando na elaboração, organização e guarda de documentos oficiais, como boletins de ocorrência, inquéritos, depoimentos e mandados. Também auxilia delegados e juízes na condução de processos, garantindo o cumprimento das normas legais.
Entre as atribuições do cargo estão o cumprimento de formalidades processuais, o acompanhamento de investigações, a gestão de bens e valores apreendidos, a condução de veículos oficiais, a execução de medidas de segurança interna e o desempenho de tarefas administrativas e policiais.
Para ingressar na carreira, é necessário possuir diploma de nível superior e ser aprovado em concurso público. Eduardo Bolsonaro é formado em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde concluiu o curso em 2008.
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O Sextou de daqui a pouco, o primeiro de 2026, está emocionante e dedicado ao melhor do forró romântico. O convidado é o cantor e compositor Juarez Cantor, ex-integrante das bandas de forró Mastruz com Leite e Magníficos e do grupo Amigos Sertanejos.
Natural do Rio de Janeiro, desde os 15 anos Juarez vive da música. Fez parte de concursos musicais e já cantava à noite em barzinhos do Ceará, estado onde cresceu. Em 2022, o artista decidiu seguir em carreira solo e se destaca por belíssimas canções, como ‘Dom da Vida’, ‘Ponta de Faca’ e ‘Minha Delicadeza’.
O Sextou vai ao ar das 18h às 19h, pela Rede Nordeste de Rádio, formada por 48 emissoras em Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife. Se você deseja ouvir pela internet, clique no link do Frente a Frente em destaque no alto do blog ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.
Por Letícia Lins – Oxe Recife
Lugar normalmente esquecido pelas gestões públicas, o Largo de Santo Amaro acaba de ser repaginado. E de ganhar um novo nome: Largo Miguel Arraes. É que foi ali, ao longo da Rua Frei Casimiro, que aconteceu a maior festa de recepção do Brasil a um político beneficiado pela anistia nos anos 70 do século passado. No caso, o ex-Governador Miguel Arraes (1916-2005), que amargou 15 anos de perseguição e exílio impostos pela ditadura implantada no país a partir de 1964.
A concentração, organizada pelo hoje licenciado Senador Jarbas Vasconcelos – então um dos principais líderes de oposição à ditadura – aconteceu no dia 16 de setembro de 1979 e atraiu mais de 65 mil pessoas. E eu estava lá, como repórter, acompanhando os primeiros passos de um dos mais notáveis exilados brasileiros, em seu retorno ao país. Foi um dos eventos mais emocionantes que assisti, em minha vida de jornalista. Arraes foi o maior mito da política pernambucana e ao acompanhá-lo, em suas primeiras incursões pelo interior após o retorno, cheguei a ver camponeses idosos se ajoelhando aos seus pés. Isso porque ele marcou sua atuação em defesa das classes desfavorecidas, principalmente o campesinato da Zona da Mata, que era tratado quase como escravos por usineiros e senhores de engenho, até os anos 1960.
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“Agradeço ao trabalho da Prefeitura e dizer o quanto é importante a gente lembrar a história da luta democrática porque se hoje temos uma democracia devemos essa luta a muita gente, inclusive a Miguel Arraes de Alencar”, afirmou o prefeito, João Campos, que é bisneto de Arraes. A requalificação foi feita via programa Mais Vida, em parceria com a URB (Autarquia de Urbanização do Recife). Para marcar o local do primeiro comício de Arraes, após chegar do exílio, foi inaugurado também um totem em cerâmica com a imagem do ex-governador, reforçando a memória política e afetiva do território. A entrega ocorreu no último dia do ano.
O espaço antes abandonado ganhou arborização (pouca como sempre ocorre no Recife), quadra esportiva com alambrado, parquinho infantil e áreas de permanência integradas ao paisagismo. Entre os novos equipamentos implantados estão uma quadra, mesas de concreto, um anfiteatro, jardineiras, bancos com encosto, uma casinha na árvore e um circuito lúdico. “O paisagismo contemplou o plantio de árvores e diversas plantas ornamentais, além da criação de uma área verde”, informa a Prefeitura. Os números das “novas árvores” não foram fornecidos.
Deve ser porque o verde não é tão importante… Ao todo, 286 famílias foram diretamente beneficiadas com a requalificação, que também resultou na pintura de casas e eliminação de pontos críticos de lixo. O investimento total na obra foi de mais R$ 54 mil. Criado em 2016, o programa Mais Vida é uma política pública de inovação e resiliência urbana que atua em comunidades de interesse social do Recife. Já beneficiou diretamente mais de 1.700 famílias em 67 comunidades de interesse social.
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Na tarde da quarta-feira (31), o pescador Wellington Maia, de 53 anos, se deparou com um tubarão-lixa de quase dois metros preso ao seu anzol. Durante uma pescaria com isca viva, o animal foi “pescado” por engano e arrastado para a areia. Com mais de 30 anos de experiência com pesca esportiva, Wellington decidiu tirar o anzol da boca do tubarão para evitar danos maiores ao animal marinho. As informações são do g1.
A ação foi filmada por testemunhas que estavam na Praia de A Ver o Mar, em Barra de Sirinhaém, na Zona da Mata de Pernambuco (veja vídeo acima). As imagens mostram o momento em que o pescador puxa com as mãos o animal pela cauda. Depois, é possível quando o anzol é removido da boca do bicho, que é devolvido ao mar.
Leia mais“Eu trabalhei muito para pôr ele para fora [do mar], até então não sabia a proporção do tubarão-lixa, nem tampou que era um tubarão-lixa. Então eu tinha que ter esse trabalho de tirar os anzóis, remover, para futuramente não ficar enganchado na garganta dele e provavelmente matar o animal”, disse o pescador.
Segundo Wellington, ele já tinha encontrado outros tubarões durante suas pescarias, mas nunca desse tamanho – cerca de 50 quilos e 1,80 metro de comprimento. Ele precisou virar o animal de barriga para cima para o anzol sair da boca.
Em seguida, com ajuda de dois homens, conseguiu arrastar o tubarão de volta para o mar. “Ele saiu com bastante saúde, saiu nadando bem mesmo”, disse Wellington.
A oceonógrafa e membro do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões em Pernambuco (Cemit), Simone Teixeira, avaliou as imagens da captura e soltura do animal. De acordo com ela, o procedimento adotado pelo pescador foi o ideal.
“Normalmente a gente também coloca o tubarão de barriga para cima para fazer a manipulação dele. Ele sabia como manipular o animal. Mas se é uma pessoa totalmente inexperiente, o ideal seria cortar a linha”, informou a pesquisadora.
Simone Teixeira, que também é professora do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Pernambuco (UPE), disse que janeiro é o período de reprodução dos tubarões-lixa. O animal do vídeo é um macho e sua devolução ao mar foi uma atitude que ajuda na manutenção da espécie, que é ameaçada de extinção.
“Vi muita gente falando que é crime ambiental [pescar tubarão]. E é. Mas foi uma captura acidental. Ele não estava com anzol visando pegar o tubarão”, comentou a pesquisadora.
O tubarão-lixa é considerado inofensivo para humanos e só ataca quando é molestado. Ele é encontrada na costa de Pernambuco e em Fernando de Noronha. Sua alimentação é baseada em peixes pequenos ou invertebrados, como crustáceos, ouriços e lulas.
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MAIS PB
A subprocuradora-Geral da República, Cláudia Sampaio Marques, encaminhou, na tarde desta sexta-feira (02), um parecer ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), onde opina pela rejeição ao pedido do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) para trancar principal ação no âmbito da Operação Calvário, que apura desvios de recursos durante o governo do petista na Paraíba.
Para o MPF, o argumento acostado pela defesa do ex-governador de que a denúncia teria sido baseada apenas por colaboração premiada não merece ser acatado.
“Entende o Ministério Público Federal que a alegação de que a denúncia contra o reclamante estaria lastreada tão somente na palavra de colaboradores e que tal fato justificava o trancamento do Procedimento Investigativo, parte de premissas equivocadas, não merecendo a reclamação, por isso, prosperar”, defende o MPF.
Leia mais“Note-se, de toda forma, que a denúncia contra o reclamante atendeu às exigências contidas no art. 41 do CPP, contendo a “exposição dos fatos criminosos, com todas as suas circunstâncias, as qualificações dos acusados, as classificações dos crimes imputados e o rol de testemunhas” (v. recebimento da denúncia, fls. 413, colacionada apenas após a solicitação de informações)”, diz a procuradora em parecer que o Blog Wallison Bezerra teve acesso.
O pedido de Ricardo
O ex-governador Ricardo Coutinho (PT) pediu, em dezembro, que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determine o trancamento da principal ação em que o petista é investigado no âmbito da Operação Calvário do Ministério Público da Paraíba.
Além de Ricardo, também são réus a ex-deputada Estela Bezerra, a deputada Cida Ramos, os ex-secretários Waldson de Souza, Gilberto Carneiro, Cláudia Veras, Márcia Lucena, Ney Suassuna, atual suplente do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), e outros.
O processo tramitou inicialmente no Tribunal de Justiça da Paraíba e em seguida foi remetido ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. No mês de julho, declinou da competência e remeteu o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Um dos argumentos usados pela defesa, na manifestação que o Blog Wallison Bezerra teve acesso, é de que a denúncia oferecida pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) “foi lastreada exclusivamente em colaborações premiadas e material unilateralmente produzido pelos próprios delatores”.
Para os advogados, isso representa uma “afronta direta ao entendimento do STF que estabeleceu a natureza de meio de obtenção de prova dos acordos de colaboração premiada e, consequentemente, a incapacidade deste, isoladamente de qualquer outro meio autônomo de prova, fundamentar juízo condenatório criminal”.
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O prefeito do Recife, João Campos (PSB), informou, por meio das redes sociais, a entrega de uma obra de proteção de encosta na Rua Petrovina, no Córrego da Padaria, no bairro de Água Fria. A intervenção recebeu investimento de cerca de R$ 1,2 milhão e tem como objetivo ampliar a segurança de aproximadamente 150 moradores da área, especialmente no período de chuvas.
Segundo a gestão municipal, a obra inclui técnicas de solo grampeado, sistema de drenagem, muros de arrimo, além da instalação de corrimão e guarda-corpo. De acordo com dados divulgados pelo prefeito, desde 2021 o Recife concluiu 150 obras de contenção de encostas, com investimentos superiores a R$ 260 milhões, além de outras intervenções em andamento no âmbito da Ação Inverno, que concentra ações preventivas em áreas de risco da cidade.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ganhar uma nova cara a partir de abril com a saída de ministros que vão disputar a eleição. O plano definido no Palácio do Planalto é que a maioria dos substitutos sejam os atuais secretários-executivos das pastas, que, em geral, possuem um perfil mais técnico do que político. A tendência é que quase metade da Esplanada passe por mudanças.
Lula definiu a estratégia para evitar que haja uma quebra no ritmo de entregas de obras e projetos, o que poderia gerar uma paralisia do governo em um ano em que o presidente precisa elevar a sua popularidade para disputar a reeleição. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia mais— Eu sei que tem uma enxurrada de ministros que vai sair, acho que pelo menos 18. Não vou impedir ninguém de sair, vou apenas torcer — disse Lula, durante café da manhã com jornalistas em meados de dezembro.
Esse número pode chegar a 22. O presidente ainda revelou a intenção de conversar com os auxiliares que estão de partida. Os primeiros a puxar a fila devem ser os titulares da Fazenda, Fernando Haddad, e da Justiça, Ricardo Lewandowski. Em entrevista ao GLOBO, o chefe da equipe econômica revelou que já conversou com o presidente sobre a sua saída. Dias depois, disse que deve se despedir do cargo já em fevereiro.
Já Lewandowski manifestou em conversa com Lula no dia 23 de dezembro que considera que a sua missão no governo já foi cumprida. Nenhum dos dois pretende disputar a eleição. O plano de Haddad é colaborar com a campanha à reeleição de Lula. Mas o próprio presidente já afirmou publicamente que gostaria que o ministro da Fazenda fosse candidato em São Paulo. O PT pressiona para que ele dispute o governo do estado ou o Senado. Haddad trabalha para que a pasta fique sob o comando do seu número 2, o secretário-executivo Dario Durigan.
Lewandowski quer ter uma rotina mais tranquila perto da família. A escolha do seu substituto no Ministério da Justiça está em aberto.
O vice-presidente Geraldo Alckmin também terá que deixar o Ministério da Indústria e Comércio, caso dispute a eleição em São Paulo, como defende uma parte do PT, ou seja mais uma vez parceiro de chapa de Lula. O secretário-executivo Márcio Elias Rosa, ex-procurador-geral do Ministério Público de São Paulo, pode assumir a pasta.
Ajustes no Planalto
Entre os ministérios que funcionam dentro do Palácio do Planalto, também estão previstas mudanças na Casa Civil e na Secretaria de Relações Institucionais (SRI). Rui Costa, titular da primeira pasta, deve deixar o cargo em abril para concorrer ao Senado pela Bahia. A expectativa é que o cargo fique com a também secretária-executiva Miriam Belchior, que foi ministra do Planejamento no governo Dilma Rousseff.
Já a chefe da SRI, Gleisi Hoffmann, deve tentar um novo mandato pelo Paraná. O seu substituto ainda está indefinido. Uma das possibilidades é Lula promover o secretário-executivo, o diplomata Marcelo Costa.
Há possibilidade ainda de o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, deixar o cargo para comandar o marketing da campanha de Lula à reeleição.
Fora do Planalto, também são consideradas certas as saídas dos ministros Marina Silva (Meio Ambiente), Simone Tebet (Planejamento), Jader Filho (Cidades), Waldez Goés (Integração Nacional), Renan Filho (Transportes), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Wolney Queiroz (Previdência), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), André Fufuca (Esporte), André de Paula (Pesca), Macaé Evaristo (Direitos Humanos), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Anielle Franco (Igualdade Racial).
Desses, Renan Filho (MDB) é o único que deve concorrer a governador. O ministro dos Transportes tentará voltar ao comando de Alagoas, estado que já dirigiu entre 2015 e 2022. Marina, Tebet, Waldez, Fufuca e Costa filho podem disputar uma vaga no Senado. Os demais têm planos de se elegerem deputados.
O futuro político de Marina e de Tebet são os que mais dependem de Lula. O presidente deve participar das discussões que vão definir se a atual ministra do Meio Ambiente será candidata ao Senado em São Paulo. Caso esse caminho não se viabilize, Marina, que é deputada licenciada, deve tentar renovar o seu mandato.
Para concorrer, ela pode ser obrigada a mudar de partido, já que o seu grupo na Rede Sustentabilidade está em guerra com o de Heloísa Helena, uma das porta-vozes (cargo equivalente ao de presidente) da legenda. O mais cotado para substituir Marina no Ministério do Meio Ambiente é o atual secretário-executivo João Paulo Capobianco, que tem uma longa trajetória na pasta e na militância na área ambiental.
No caso de Tebet, há possibilidade de a ministra do Planejamento disputar o Senado pelo Mato Grosso do Sul, seu estado de origem, ou São Paulo. A decisão deve ser tomada no primeiro semestre. A expectativa é que o também secretário-executivo Gustavo Guimarães, que tem vasta experiência em cargos da área econômica no Executivo, mas nunca esteve na linha de frente, assuma o cargo.
Um auxiliar de Lula com assento no Palácio do Planalto diz que quase todos os ministérios devem ficar com os atuais secretários-executivos. Ele ressalta, porém, que haverá exceções.
Solução caseira
A tendência de promoção dos números dois é mais forte nos ministérios da área de infraestrutura, como Transportes, que deve ser ocupado por George Santoro, ex-secretário de Fazenda de Alagoas, e Portos e Aeroportos, com a promoção de Tomé Franca, ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e Turismo em Pernambuco.
Também podem deixar seus cargos até abril os ministros do Empreendedorismo e Pequena Empresa, Márcio França, o de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Educação, Camilo Santana. O primeiro, que é filiado ao PSB, sonha em concorrer ao governo de São Paulo, mas pode disputar um outro posto. Já Silveira, filiado ao PSD, é citado como possível postulante ao Senado em Minas Gerais.
Camilo pode sair do MEC para tentar voltar ao governo do Ceará, diante da ameaça representada pela pré-candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao projeto de reeleição do petista Elmano de Freitas. O ministro é visto como mais competitivo que o atual governador.
Antes da virada do ano, a pasta do Turismo sofreu a última troca até o momento feita por Lula. Celso Sabino, que foi expulso do União Brasil por não respeitar a decisão do partido de deixar o governo, foi substituído por Gustavo Feliciano, indicado por uma parcela da bancada da legenda na Câmara e aliado do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Sabino procura um partido para se candidatar ao Senado pelo Maranhão.
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A Prefeitura de Ipojuca realizou uma operação especial de limpeza urbana durante o Réveillon 2026 em Porto de Galinhas, diante do aumento do fluxo turístico no período. A ação teve como objetivo manter a organização, a limpeza e as condições adequadas para moradores, comerciantes e visitantes em um dos momentos de maior movimentação do balneário.
Para a execução dos serviços, foram mobilizados 29 equipamentos, entre caminhões compactadores, ônibus, tratores de praia, motocicletas e veículos de apoio. A operação contou com a atuação de 263 colaboradores, incluindo agentes de limpeza, equipes de fiscalização e motoristas, que trabalharam de forma integrada antes, durante e após as festividades. A estimativa da gestão municipal é de que cerca de 140 toneladas de resíduos tenham sido recolhidas ao longo da operação.
De acordo com dados da Prefeitura, a estrutura empregada no Réveillon 2025/2026 foi ampliada em relação ao ano anterior. O número de profissionais envolvidos passou de 218 para 263, enquanto a quantidade de equipamentos aumentou de 22 para 29 unidades. O volume de resíduos coletados também registrou crescimento, saindo de 127 para aproximadamente 140 toneladas.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta sexta-feira (2) aos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Flávio, Carlos e Renan, a visitarem o pai sem a necessidade de nova autorização judicial.
A visita, no entanto, deve ser dentro dos horários definidos pela portaria da PF (Polícia Federal), que prevê que elas ocorram nas terças e quintas, entre 9h e 11h, sendo apenas duas pessoas por dia e com a limitação de 30 minutos cada. As informações são da CNN.
Leia maisSegundo a decisão, os filhos Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e Laura Bolsonaro, e a enteada, Leticia da Silva, podem visitar o ex-presidente sem a necessidade de uma nova autorização judicial.
Bolsonaro voltou para a Superintendência da PF para cumprir a pena dos 27 anos de prisão após ter um novo pedido de domiciliar negado por Moraes.
Antes de voltar para o regime fechado, o ex-presidente estava internado no hospital DF Star, em Brasília, onde passou por exames e cirurgias.
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Candidato a governador nas últimas eleições tendo como principal cabo eleitoral o ex-presidente Jair Bolsonaro, Anderson Ferreira (PL), simplesmente o escondeu da peça institucional do PL. O spot vai ao ar no rádio e na TV e ignora o ex-presidente, que não aparece nem no texto nem nas imagens.
“Ser de direita é acreditar que, com coragem, podemos renovar a nossa confiança no futuro, com equilíbrio, compromisso com a liberdade e com a democracia. Simbora trabalhar!”, diz em sua rede social. Postura diferente da de Gilson Machado, que mantém a fidelidade política ao ex-mandatário. As informações são do blog do Nill Júnior.
Do G1
O incêndio em um bar na estação de esqui de Crans-Montana, ontem (1), foi iniciado quando sinalizadores presos a bebidas foram erguidos muito perto do teto, segundo o relatório preliminar das investigações oficiais da tragédia, divulgado hoje.
A Promotoria da Suíça afirmou que esta é agora a principal hipótese para o início do fogo. Na quinta, sobreviventes já haviam relatado ver as chamas começarem quando frequentadores e funcionários do bar aproximaram os sinalizadores do teto, que era parcialmente revestido com material de espuma altamente inflamável.
Leia maisA tragédia ocorreu durante uma festa de Ano Novo no bar Le Constellation, que fica na estação, e a polícia local fala em pelo menos 40 mortos, além de 115 feridos, a maioria com gravidade. “Tudo indica que o incêndio começou com as velas acesas, ou ‘luzes de Bengala’, que estavam presas à garrafas de champanhe. Elas ficaram muito perto do teto. A partir daí, uma conflagração rápida e generalizada se alastrou”, disse a promotora suíça Beatrice Pilloud, responsável pelo caso.
A Promotoria suíça informou ainda que ninguém havia sido incriminado por enquanto, já que os esforços ainda se concentravam nesta sexta em identificar corpos de vítimas. Autoridades da Suíça lutavam contra o tempo, hoje, para identificar as cerca de 40 vítimas fatais.
O trabalho de identificação dos corpos foi dificultado por conta do estado dos corpos, ainda de acordo com a polícia suíça. Isso porque o fogo se espalhou rapidamente pelo bar durante a festa, segundo as investigações.
A polícia advertiu que pode levar dias ou até semanas para identificar todas as vítimas, uma espera angustiante para as famílias e amigos. “Tentamos localizar os nossos amigos. Tiramos muitas fotos e postamos no Instagram, no Facebook e em todas as redes sociais possíveis para tentar encontrá-los”, disse à agência de notícias AFP a jovem Eleonore, de 17 anos. “Mas não há nada. Sem resposta”.
Ontem, a promotora responsável pelo caso, Beatrice Pillout, também disse que a identificação dos corpos pode levar semanas. Enquanto isso, o hospital onde a maioria dos feridos foi internada informou também nesta sexta que 50 pessoas foram transferidas para centros especializados em queimaduras em diferentes países da Europa.
Testemunhas descreveram cenas de pânico e caos, com pessoas tentando quebrar as janelas para escapar e outras correndo pelas ruas com muitas queimaduras da localidade dos Alpes suíços.
A causa do incêndio ainda não foi determinada, mas sobreviventes relatam que uma vela de aniversário acesa perto do teto de madeira do local pode ter começado o fogo. A Promotoria suíça fala de incêndio acidental e descartou, por enquanto, a hipótese de um ataque ou ato criminoso.
Também por conta da dificuldade em identificar os corpos, o número exato de mortos e de pessoas que estavam no bar ainda não foi determinado, e a polícia não informou quantas permanecem desaparecidas.
Com capacidade para 300 pessoas no interior e outras 40 na varanda, o estabelecimento era muito frequentado por turistas estrangeiros, em particular, jovens.
Golfista italiano é uma das vítimas
O presidente suíço, Guy Parmelin, que assumiu o cargo também na quinta-feira, classificou o incidente como “uma calamidade de proporções sem precedentes e aterrorizantes” e “uma das piores tragédias que já tivemos na Suíça”.
Ele anunciou que as bandeiras permanecerão hasteadas a meio mastro por cinco dias. “Por trás dos números há rostos, nomes, famílias, vidas brutalmente interrompidas, completamente paralisadas ou mudadas para sempre”, disse em uma entrevista coletiva.
Um deles era o atleta de golfe italiano Emanuele Galeppini, de apenas 16 anos. O nome de Galeppini foi o primeiro a ser identificado entre as vítimas da Itália. Ele passava férias em Crans-Montana com sua família e, segundo a imprensa italiana, havia ido ao bar Constellation com dois amigos, que conseguiram escapar do incêndio e foram levados para hospitais próximos.
“A Federação Italiana de Golfe lamenta o falecimento de Emanuele Galeppini, um jovem atleta que carregava consigo paixão e valores genuínos”, disse a federação em um comunicado.
O comandante da polícia local, Frédéric Gisler, acrescentou que, “dado o caráter internacional da estação de Crans, podemos esperar que cidadãos estrangeiros estejam entre as vítimas” — o governo da Itália afirmou que pelo menos 16 mortos eram italianos, e o da França disse que nove cidadãos do país estão entre os feridos e oito estavam desaparecidos.
Já o governo brasileiro disse não ter sido notificado sobre brasileiros entre as vítimas. Nesta quinta, o Itamaraty lamentou em nota o episódio e confirmou que não havia registro de vítimas do Brasil até o momento.
Gisler disse que as autoridades estão em contato com as “diferentes embaixadas envolvidas”, especialmente a francesa e a italiana. Também nesta sexta, fitas de precaução vermelhas e brancas, flores e velas foram colocadas na rua da tragédia. A polícia isolou o local do incêndio.
‘Apocalipse’
O incêndio começou por volta de 1h30 (21h30 de quarta-feira pelo horário de Brasília) no bar Le Constellation. “Pensamos que era apenas um pequeno incêndio, mas quando chegamos lá era uma tragédia. Essa é a única palavra que posso usar para descrever: apocalipse. Foi terrível”, disse à AFP Mathys, morador da cidade vizinha de Chermignon-d’en-Bas.
Nathan, que visitou o bar antes do incêndio, viu pessoas queimadas saindo do local. “Elas pediam ajuda, gritavam por socorro”, contou.
As autoridades se recusaram a especular sobre as causas da tragédia e afirmaram apenas que não foi um atentado. O ministro regional do Valais responsável pela segurança, Stéphane Ganzer, citou uma explosão, mas disse que foi consequência do fogo no bar.
Vários depoimentos, divulgados pela imprensa da Suíça, França e Itália, apontam também para sinalizadores colocados em garrafas de champanhe que os funcionários do bar erguiam no ar como parte de um “espetáculo” habitual para clientes que faziam pedidos especiais nas mesas.
“Havia algumas senhoras, funcionárias, com garrafas de champanhe com pequenos sinalizadores. Elas se aproximaram muito do teto e, de repente, pegou fogo”, disse Axel, que estava no local durante a tragédia, à publicação italiana Local Team.
A procuradora-geral do cantão, Béatrice Pilloud, afirmou que a investigação determinará se o bar cumpria as normas de segurança e tinha o número exigido de saídas.
O serviço de emergência do principal hospital da região de Valais ficou sobrecarregado e alguns feridos foram transferidos para Lausanne, Genebra ou Zurique, e até para a França e a Itália.
A União Europeia (UE) informou que está em contato com as autoridades suíças para prestar assistência médica. Várias fontes informaram à AFP que os proprietários do bar são cidadãos franceses: um casal que, segundo um parente, escapou ileso. Eles não haviam se pronunciado até a última atualização desta reportagem, e a polícia ainda não informou se o casal foi detido ou prestou depoimento.
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O prefeito de Santa Cruz, Cachoeira (Avante), declarou apoio ao projeto político do prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos (PSB). Atualmente, o partido do gestor sertanejo é da base de sustentação da governadora Raquel Lyra (PSD). as informações são do blog Ponto de Vista.
A manifestação consolida um movimento que já vinha sendo construído no município e na região. Aliado político da pré-candidata a deputada federal Eliane Soares, que foi prefeita de Santa Cruz por quatro vezes, o gestor municipal formalizou um posicionamento que endossa a força e o prestígio de João Campos na cidade. Antes de Cachoeira, Eliane já tinha anunciado o seu apoio a João Campos.
