FMO - IV Maratona

O registro de João Alberto

Fiquei muito feliz, mais uma vez, com a presença do meu amigo João Alberto, referência no colunismo social brasileiro, presente no jantar em comemoração aos 20 anos deste Blog. Hoje, em sua coluna, ele fez um excelente registro da noite, destacando a presença dos jornalistas Laurindo Ferreira e Fernando Castilho, editor geral do Jornal do Commercio e editor de economia do JC, respectivamente, e da assessora Carla Seixas, que representou o empresário JCPM no evento.

Sebrae - Esquenta semana do MEI

É ao meu amigo César Melo, dentista extremamente competente, doutorado em centros avançados dos Estados Unidos, a quem recorro quando estou no Recife para tratamentos odontológicos. Além de exímio profissional, é um humanista, intelectual e propagador da palavra de Deus como evangélico.

Ao encerrar mais uma etapa de visitas frequentes ao seu consultório, ontem, dia seguinte ao festão em comemoração aos 20 anos do blog, o presenteei com a biografia de Marco Maciel, que lancei antes de Os Leões do Norte, e com a caneca institucional do blog.

O atendimento de César é único. Auxiliado por sua esposa Lena, uma simpatia de pessoa como o marido, ele é daqueles profissionais que não apenas passam confiança e segurança ao paciente, mas cativa pela boa prosa. Eu indico!

Seu consultório funciona na Avenida Conselheiro Aguiar, 1360, sala 129, Galeria Centro Sul, em Boa Viagem.

Fone: (81) 9.9194-2508

Instagram: @drcesarmello

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

Ex-governador de Goiás e presidenciável, Ronaldo Caiado (PSD) se pronunciou ao portal Metrópoles sobre a pré-candidatura do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa ao Palácio do Planalto pelo Democracia Cristã (DC).

Por ora, Caiado preferiu ficar em cima do muro ao ser indagado sobre o que acha da pré-candidatura de Barbosa. Disse apenas que, “por princípio”, defende candidaturas de todos os partidos no 1º turno.

“Não sei quem foi o articulador da candidatura dele. Por princípio, sempre defendo candidaturas de todos os partidos no 1º turno”, afirmou o ex-governador. O próprio Caiado precisou trocar de partido justamente por causa da resistência de sua antiga sigla, o União Brasil, em lançar candidatura majoritária à Presidência da República nas eleições de 2026.

Petrolina - Destino

Flávio Chaves – Gazeta Pernambucana

Por muito tempo, as compras internacionais de pequeno valor funcionaram como uma válvula de escape para milhões de brasileiros sufocados pela inflação, pelos juros altos e pela perda do poder de compra. Em bairros periféricos, cidades do interior e lares de classe média baixa, plataformas como Shein, Shopee e AliExpress deixaram de ser apenas aplicativos de consumo. Tornaram-se instrumentos de acesso. Acesso a roupas baratas, itens domésticos, eletrônicos simples e produtos que o varejo nacional, muitas vezes, vende pelo dobro do preço.

Foi exatamente nesse ambiente social que nasceu a chamada “taxa das blusinhas”, medida associada ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante o governo Lula. Oficialmente, o argumento era proteger a indústria nacional e combater fraudes tributárias praticadas por empresas estrangeiras que utilizavam brechas alfandegárias para reduzir impostos. Na prática, porém, a medida atingiu diretamente o consumidor mais pobre.

O problema central não está apenas na existência de tributação sobre importações. Todo país possui mecanismos de defesa comercial e arrecadação. A questão é outra: quem pagou essa conta no Brasil?

A elite brasileira não depende de plataformas asiáticas para comprar roupas básicas, acessórios baratos ou utensílios domésticos. Quem depende é a população que vive comprimida entre salário baixo e custo de vida elevado. Foi justamente essa camada social que encontrou no comércio eletrônico internacional uma forma de consumir minimamente pagando menos.

A reação popular à medida não surgiu por acaso. O apelido “taxa das blusinhas” virou símbolo porque expôs uma contradição política difícil de esconder. Um governo que historicamente construiu discurso de defesa dos mais pobres acabou associado a uma medida percebida popularmente como penalização do consumo popular.

O desgaste foi tão intenso que o Palácio do Planalto passou meses tentando se distanciar politicamente da decisão. Houve recuos, mudanças de narrativa e tentativas de dividir a responsabilidade com o Congresso Nacional. Ainda assim, Fernando Haddad permaneceu como principal rosto da política tributária que ampliou a taxação sobre compras internacionais de até 50 dólares.

Os defensores da medida argumentam que havia concorrência desleal contra a indústria brasileira. Entidades empresariais sustentam que plataformas estrangeiras entravam no mercado brasileiro pagando menos impostos que empresas nacionais, prejudicando empregos e produção interna.

Esse argumento possui fundamento parcial. O Brasil realmente convive com um sistema tributário caótico, pesado e profundamente desigual. O varejo nacional paga uma carga elevada e enfrenta custos operacionais gigantescos. Porém, há um ponto crucial ignorado no debate oficial: o consumidor pobre não criou a distorção tributária brasileira.

O erro político e social da medida foi escolher o elo mais fraco da cadeia para compensar a incapacidade histórica do Estado brasileiro de promover uma reforma tributária ampla, racional e justa.

Em vez de reduzir impostos internos para tornar a indústria nacional mais competitiva, optou-se por encarecer o acesso do pobre ao produto barato. Em vez de enfrentar o chamado “Custo Brasil”, aumentou-se a cobrança sobre quem tentava economizar.

O resultado foi imediato. Consumidores passaram a desistir de compras internacionais por causa do aumento dos preços após a incidência dos tributos. Em estados mais pobres, onde o comércio digital internacional havia crescido justamente pela busca de preços baixos, o impacto foi ainda mais sentido.

Existe ainda uma dimensão simbólica importante nessa discussão. A taxação atingiu principalmente um consumo popular feminino e jovem. Foram mulheres das periferias, mães de família e trabalhadores informais os grupos que mais vocalizaram indignação nas redes sociais. Não era apenas sobre moda barata. Era sobre dignidade de consumo num país onde vestir-se bem se tornou artigo de luxo.

Ao mesmo tempo, o debate revelou uma desconexão crescente entre Brasília e a vida real. Muitos formuladores da política econômica enxergaram apenas números de arrecadação, déficit fiscal e proteção industrial. Ignoraram o cotidiano de milhões de brasileiros que passaram a recorrer ao comércio internacional porque simplesmente não conseguem consumir no mercado interno tradicional.

A economia não pode ser analisada apenas pela ótica técnica. Existe um componente humano, social e político que governos frequentemente subestimam. Quando o Estado decide tributar o consumo popular num ambiente de renda achatada, desemprego estrutural e crédito caro, a percepção pública tende a ser devastadora.

Não por acaso, a “taxa das blusinhas” transformou-se rapidamente num dos temas de maior desgaste do governo Lula nas redes sociais e no debate popular.

No fim das contas, a medida escancarou uma verdade desconfortável sobre o Brasil contemporâneo: o país segue encontrando enorme facilidade para tributar consumo e enorme dificuldade para enfrentar privilégios estruturais.

O pobre brasileiro continua sendo chamado a “contribuir” até quando tenta comprar uma simples blusa mais barata pela internet.

Ipojuca - Na palma da sua mão

No Direto de Brasília, Marília critica “neutralidade” de Raquel e reforça aliança com João

Na entrevista concedida ontem ao podcast Direto de Brasília, apresentado pelo titular deste blog em parceria com a Folha de Pernambuco, a ex-deputada federal e pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) reforçou o alinhamento ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), consolidou a reaproximação política com o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e pressionou a governadora Raquel Lyra (PSD) a assumir posição mais clara na disputa nacional.

Marília afirmou que gostaria de ver Raquel no palanque de Lula em Pernambuco, mas voltou a questionar a postura “em cima do muro” da governadora. Em seguida, citou nomes ligados ao bolsonarismo que orbitam o entorno político da gestora, como Gilson Machado (Podemos), Mendonça Filho e Anderson Ferreira (PL).

Caruaru - São João na Roça

Por Maysa Sena – Blog da Folha

Criada há três anos com a proposta de ampliar o acesso à saúde especializada, a Tech Mais Saúde vem se consolidando em municípios pernambucanos por meio de um modelo de telemedicina voltado principalmente para pacientes em situação de vulnerabilidade social. A empresa atua conectando cidades do interior a médicos especialistas de diversas áreas, reduzindo filas do SUS e diminuindo a necessidade do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), utilizado para transportar pacientes até centros urbanos maiores.

Segundo o diretor comercial da empresa, Geovane de Freitas, o projeto nasceu inicialmente com o objetivo de atender pessoas sem plano de saúde. No entanto, ao lado do sócio e vice-presidente da empresa, Anchieta Mascena, ele percebeu as dificuldades enfrentadas pela população de baixa renda para ter acesso a atendimento especializado, o que acabou redirecionando a iniciativa.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, reclamou nesta terça-feira estar sofrendo uma perseguição. Sem citar os vínculos com Daniel Vorcaro, do banco Master, tornados públicos com a divulgação de uma série de mensagens e áudio, Flávio declarou que há um uso “do aparato estatal” contra ele.

– A gente resolve os problemas do Brasil pela política. Estou na política há 24 anos. Tudo que eu quero para minha vida é oferecer um Brasil para as minhas filhas, que seja um Brasil também próspero para as filhas e filhos de todos que estão aqui presentes. Mesmo com todas as perseguições, com todo o sistema querendo manter as coisas da forma como estão, com o Brasil inteiro olhando para Brasília com nojo pela forma como as coisas que estão acontecendo, desrespeito à Constituição, insegurança jurídica, uso do aparato estatal para perseguir adversários políticos – disse. As informações são do jornal O GLOBO.

Palmares - Sala lúdica

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareceu à abertura da Marcha em Defesa dos Prefeitos, realizada nesta terça-feira (19) em Brasília, e enviou o vice Geraldo Alckmin em seu lugar. A ausência gerou um mal-estar significativo entre os prefeitos presentes no evento, considerado um dos mais tradicionais da capital federal. A apuração é da analista de Política da CNN Larissa Rodrigues no Bastidores CNN.

De acordo com Larissa, a possibilidade de Lula não comparecer ao evento já era cogitada desde a semana passada. “Já havia essa previsão de que Lula pudesse não comparecer à Marcha dos Prefeitos. O que eu ouvi do Planalto foi: ‘o Lula sempre vai”, relatou a jornalista. As informações são

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Blog da Folha

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto, estreia nas inserções de TV do MDB em Pernambuco nesta quinta-feira (19.05) defendendo mais segurança para a população do estado.

Em comerciais de 30 segundos, o deputado enfatiza que é compromisso do partido garantir mais segurança, lembrando que políticas de prevenção e combate à violência não são privilégios, mas um direito.

POR HERON CID – MAIS PB

Vi de perto, mais uma vez, o tamanho de Magno Martins. Baixinho invocado na estatura, gigante no prestígio. A festa dos 20 anos do seu poderoso blog reuniu grandes lideranças empresariais e políticas de Pernambuco, em jantar de adesão celebrado no salão do Sal e Brasa Jardins, no Recife.

Uma seleta plateia de quase 500 pessoas pagou – literalmente – para ver e prestigiar Magno. Generosamente convidado, me juntei a um grupo de jornalistas, leitores e admiradores do trabalho do inquieto homem da palavra nascido em Afogados da Ingazeira.

O Senado Federal sediará, nesta quinta-feira (21), o encontro “Mulheres que Pensam o Brasil”, iniciativa que reunirá parlamentares, juristas e lideranças civis para debater propostas voltadas à participação feminina na política e à construção da chamada “Carta das Mulheres para a Política”. O documento deverá reunir compromissos a serem apresentados a partidos e futuros candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026.

O evento é organizado por redes e movimentos como Quero Você Eleita, Instituto Global ESG, Elas Pedem Vista e Elas no Poder. Entre os nomes confirmados estão as senadoras Leila Barros e Damares Alves, a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Delaíde Miranda Arantes, a ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luciana Lóssio, a diretora de administração e finanças do Sebrae Nacional, Margarete Coelho, e a presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Adriane Perin.

A programação prevê debates sobre violência política de gênero, participação das mulheres nos espaços de poder e os impactos da inteligência artificial nas eleições. O grupo também discutirá um projeto de lei que propõe direcionar multas eleitorais para um fundo voltado à formação de lideranças femininas e de grupos minorizados. “Precisamos tornar a participação das mulheres na política e espaços de poder uma pauta de Estado, um dos principais temas da eleição presidencial”, afirmou a advogada e cientista política Gabriela Rollemberg, uma das organizadoras do encontro.

Pré-candidata ao Senado pela Frente Popular, a ex-deputada Marília Arraes (PDT) mexeu em um vespeiro durante entrevista ao podcast Direto de Brasília. Ela relembrou que “jamais apoiou” o então governador Paulo Câmara, hoje presidente do Banco do Nordeste e sucessor de Eduardo Campos — pai do ex-prefeito do Recife e pré-candidato a governador João Campos, seu primo de segundo grau.

Na entrevista, ao ser questionada sobre os atrasos na Transnordestina em Pernambuco, ela afirmou que foi no período de Paulo à frente do Palácio do Campo das Princesas que a obra começou a travar.

“Eu não apoiei Paulo Câmara nem na primeira nem na segunda eleição e fui oposição durante todo o seu governo. Apoiei Eduardo Campos na sua primeira e na segunda eleição, e Pernambuco se desenvolveu bastante com os governos de Eduardo Campos. Paulo Câmara jamais teve o meu apoio, e foi aí que a gente viu a trava da obra da Transnordestina”, disse Marília.

“A ex-deputada e pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) afirmou que as divergências do passado com seus atuais colegas de chapa foram superadas. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ela relembrou atritos com o ex-prefeito João Campos (PSB), adversário no pleito do Recife em 2020, e com o senador Humberto Costa, com quem travou disputas internas no período em que esteve filiada ao PT. Marília também citou a conversa que teve recentemente com a governadora Raquel Lyra (PSD), da qual surgiram especulações de que ela poderia ir para o palanque do governo, antes de fechar com o primo João Campos.”

“Em relação a esse encontro com a governadora Raquel Lyra, conversas fazem parte do diálogo político. Não considero que eu tenha nenhum inimigo na política, de maneira alguma. Mas funciona assim: qualquer conversa que é feita comigo deixa bem claro de que lado estou, o que defendo e o que pretendo fazer”, resumiu, sobre o encontro com a governadora, da qual foi adversária no pleito de 22.

Adversária da governadora Raquel Lyra (PSD) nas eleições de 2022, a ex-deputada e atual pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), revelou que gostaria de ter a gestora no palanque do presidente Lula (PT). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Marília afirmou que lamentava a postura “em cima do muro” de Raquel e chegou a citar o tio dela, o ex-ministro Fernando Lyra, um dos artífices da reabertura democrática do país nos anos 1980, para reforçar que o povo reconhece quem não assume um lado.

“O próprio tio da governadora dizia que o povo identifica bem quem está do lado de lá e quem está do lado de cá. E está bem afirmado quem defende o projeto do presidente Lula, quais as lideranças políticas que historicamente estiveram do lado de cá. E, do lado de lá, tem muita gente que defende Bolsonaro com ela (Raquel). Gilson Machado (Podemos), que foi ministro de Bolsonaro, Mendonça Filho, que agora está no PL, e o próprio Anderson Ferreira (PL), que é diretamente ligado a Bolsonaro, estão no palanque da governadora, entre tantas outras forças políticas. É uma pena isso”, afirmou Marília.

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado em Pernambuco, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

A ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado em Pernambuco, é a convidada do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, projeto em parceria com a Folha de Pernambuco. Ela aparece na liderança de todas as pesquisas de intenção de voto para a Casa Alta do Congresso como postulante na chapa do pré-candidato a governador, João Campos (PSB).

Em pauta, sua volta ao jogo político depois de perder duas eleições majoritárias, uma para Prefeitura do Recife, outra para o Governo do Estado. Na entrevista, Marília abordará também a relação agravada do Supremo com o Senado, os escândalos nacionais e as eleições.

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta terça-feira (19), de agendas no município de Lajedo, no Agreste Meridional, durante as comemorações pelos 77 anos da cidade. Ao lado do prefeito Erivaldo Chagas, o socialista participou da inauguração da Escola Municipal Carlos João dos Santos, no Sítio Queimadinha. A unidade foi construída no padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com seis salas de aula e quadra coberta, a partir de investimento federal de R$ 2,7 milhões.

Durante o evento, João Campos destacou a parceria com o Governo Federal e citou a necessidade de articulação para obras de infraestrutura na região, entre elas a duplicação da BR-423 no trecho entre Lajedo e Garanhuns. “Vocês têm o privilégio de ter um presidente da República que nasceu a poucos quilômetros daqui, um presidente que ajuda Pernambuco”, afirmou. O pré-candidato também declarou que pretende manter parcerias institucionais entre os governos estadual e federal a partir de 2027.

Na agenda, João Campos também fez críticas à gestão estadual ao comentar a entrega de creches em Pernambuco e comparou números da Prefeitura do Recife com ações do Governo do Estado. O evento contou ainda com a participação da pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), dos deputados Felipe Carreras (PSB) e Álvaro Porto (MDB), da presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, além de prefeitos e lideranças políticas da região.