
Honda CG160 2027 ganha mais equipamentos

A Honda acaba de apresentar a linha CG160 2027, que chega ao mercado brasileiro trazendo atualizações em tecnologia, praticidade e segurança. Disponível nas versões Start, Cargo, Fan e Titan, a motocicleta mais vendida do país celebra um marco histórico: 50 anos de produção ininterrupta no Brasil. Ao longo de sua trajetória, a Honda CG tornou-se uma referência em mobilidade para milhões de brasileiros, atendendo desde profissionais que utilizam a motocicleta como ferramenta de trabalho até usuários que buscam um meio de transporte confiável para o dia a dia e momentos de lazer.
CG160 Start – Para a linha 2027, a Honda promove alguns aperfeiçoamentos. Por exemplo, a CG160 Start passa a contar com tecnologia FlexOne, tecnologia que permite o abastecimento com etanol ou gasolina – e que agora passa a equipar todas as versões da família CG160. Além da motorização flexível, a versão recebe novo comando no punho esquerdo com função lampejador, ampliando a segurança no trânsito, e entrada USB-C, oferecendo mais praticidade para o uso diário. Entre os equipamentos de série estão rodas de liga leve, freio dianteiro a disco com sistema CBS (Combined Brake System), painel totalmente digital e lanterna traseira em LED.
CG160 Cargo – Desenvolvida especialmente para aplicações profissionais, a CG160 Cargo também incorpora o novo comando com lampejador e a porta USB-C. O modelo mantém seus diferenciais voltados ao uso intensivo, como o bagageiro de alta resistência e a suspensão traseira reforçada. A lista de equipamentos inclui ainda rodas de liga leve, freio dianteiro a disco com CBS, painel digital completo e lanterna traseira em LED.
Leia maisCG160 Fan – Versão mais comercializada da família CG160, a CG160 Fan recebe como novidades a entrada USB-C e o novo conjunto de controles com função lampejador. O modelo segue oferecendo itens valorizados pelos consumidores, como farol e lanterna em LED, painel digital Blackout, rodas de liga leve e sistema CBS com disco dianteiro.
CG160 Titan – Topo de linha da família, a CG 160 Titan chega à linha 2027 com o novo sistema ESS (Emergency Stop Signal), recurso que aciona automaticamente os indicadores de direção durante frenagens bruscas para alertar os demais usuários da via sobre situações de emergência. Além do ESS, a Titan passa a contar com pisca alerta, novo comando com lampejador e iluminação integral em LED, incluindo os indicadores de direção. A versão permanece como a única da família equipada com sistema de freios ABS, além dos discos nas rodas dianteira e traseira. As rodas de liga leve com desenho exclusivo, o painel digital Blackout e a entrada USB-C completam o pacote de equipamentos.
Garantia e preços – A linha Honda CG160 2021, em todas as versões, estará disponível na rede de concessionárias Honda a partir de novembro de 2026. A garantia é de 3 anos, sem limite de quilometragem, mais óleo Pro Honda grátis em sete revisões (o fornecimento gratuito do óleo é válido a partir da 3ª revisão). O intervalo de manutenção é de 6.000 quilômetros ou 6 meses após a primeira revisão, que deve ocorrer com 1.000 quilômetros ou 6 meses. Os preços ao público sugerido, base São Paulo/SP, sem frete ou seguro, são os seguintes:
CG160 Start: R$ 17.778
CG160 Cargo: R$ 18.884
CG160 Fan: R$ 19.449
CG160 Titan: R$ 21.098

Mais brasileiros planejam ter carros eletrificados – Os veículos elétricos e híbridos estão conquistando cada vez mais espaço nos planos dos motoristas brasileiros, segundo uma nova pesquisa realizada pelo Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados sobre o mercado automotivo nacional. Entre os entrevistados que não possuem um veículo híbrido ou a bateria (91%), 71,4% afirmaram considerar um modelo do segmento em sua próxima aquisição — um avanço de 7 pontos percentuais em relação a 2025, quando a intenção era de 64,4%. A maior preferência, no entanto, ainda se concentra nas opções de propulsão mista (39,9%).
Já 22,6% dos respondentes cogitam tanto híbridos quanto 100% a bateria e 8,9% optariam por um automóvel puramente elétrico. Outros 13% ainda não decidiram. Ao mesmo tempo em que cresce o interesse pelo nicho, diminui a resistência: a fatia dos que não investiriam em nenhuma dessas opções caiu de 23,9% em 2025 para 15,6% em 2026. O custo-benefício, levando em conta preço e eficiência financeira, é o fator campeão para a escolha de um veículo desse tipo — citado por 72% dos respondentes. Na sequência, aparecem alcance de rodagem (43%), reputação da marca (37%), design moderno e inovação, apelo ecológico e meio ambiente (34%). Ao serem questionados sobre o quanto estão dispostos a desembolsar em um veículo sustentável, 47% dos entrevistados veem como razoável gastar até R$ 100 mil, enquanto 35% apontam a faixa entre R$ 100 mil e R$ 150 mil e 14,3%, até R$ 200 mil.
“Os usuários brasileiros estão começando a enxergar o carro eletrificado com mais praticidade, avaliando o impacto que essa solução pode ter no bolso e na rotina. O fato de o baixo custo de rodagem surgir tão à frente da pauta ambiental indica que a expansão dessa fatia de mercado no país passa, neste momento, pela capacidade de entregar uma relação clara entre investimento e retorno”, analisa Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors. O levantamento reuniu 1,2 mil participantes que acessaram a plataforma em busca de um veículo em junho de 2026.
Maior autonomia – Na hora de avaliar a compra de um carro eletrificado, o brasileiro aceita pagar um preço mais alto em troca de maior autonomia, segundo outro estudo do Webmotors Autoinsights. Entre os entrevistados que não têm na garagem um exemplar dessa categoria, 62% destacam como um fator justificável para desembolsar um valor maior o alcance de rodagem – item que supera recursos tecnológicos avançados (como sensores e assistentes de condução, com 39%), manutenção econômica e simples (38%) e conforto interno (35%).
Sobre o teto financeiro a que os respondentes do levantamento estariam dispostos a chegar para adquirir um veículo ecológico, 47% consideram razoáveis valores de até R$ 100 mil, enquanto 35% situam o orçamento entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. A faixa até R$ 200 mil atrai 14,3% e os patamares superiores somam menos de 5%. O estudo aponta que o contato direto com o produto exerce um papel decisivo na conversão do consumidor.
Para 35% dos proprietários, a atração pelo modelo surgiu após essa experiência ao volante. Outros 25% afirmaram terem sido fisgados ao ver o carro pessoalmente. Em 2025, o experimento prático também havia liderado as menções, citado por 44% do grupo. Entre os já proprietários, 68% acham tolerável aplicar até R$ 200 mil na aquisição de um eletrificado. Os intervalos de R$ 100 mil a R$ 150 mil e de R$ 150 mil a R$ 200 mil registram empate técnico, reunindo 34,3% das indicações cada.
Financiamento de veículos alcança maior volume em 15 anos – O mercado de financiamento de veículos registrou em setembro seu melhor desempenho para o mês em 15 anos, mesmo em um cenário de juros altos e volatilidade econômica. Foram financiadas 670.675 unidades no período, o maior volume para setembro desde 2011, quando 665.801 veículos foram financiados. Na comparação com setembro de 2025, o crescimento foi de 2,8%. Os dados são da Trillia, linha de negócios da B3 dedicada a Dados, Analytics e Inteligência Artificial.
No acumulado dos nove primeiros meses de 2026, foram financiados 5,8 milhões de veículos, crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. “Mesmo em um cenário econômico marcado por volatilidade, o financiamento de veículos continua mostrando força. Só em setembro, a média chegou a 31.937 veículos financiados por dia útil. É um volume relevante de operações”, diz Thiago Gaspar, superintendente de Relacionamento com Clientes na Trillia.
O avanço foi puxado principalmente pelos autos leves, que somaram 468 mil unidades financiadas, sendo 342 mil de veículos usados e 126 mil de novos. As motos, por sua vez, somaram 176 mil financiamentos, com 132 mil unidades novas e 44 mil usadas. Já as vendas financiadas de veículos pesados totalizaram 26 mil operações, divididas entre 14 mil de modelos usados e 12 mil de novos. No recorte regional, o Sudeste liderou o número de financiamentos, com 42% de representatividade no volume total do país para setembro. Em seguida, vieram Sul, com 20%, Nordeste, com 19,9%, Centro-Oeste, com 10,7%, e Norte, com 7,5%.
Preços de carros – O monitoramento mensal da Tabela Auto B3, solução desenvolvida pela Trillia em parceria com a Bright Consulting, indica que os preços de transação dos veículos 0km registraram queda média de aproximadamente 0,8% nos preços de transação, após a alta de 2,7% observada em agosto. No acumulado de 12 meses, a média do mercado de veículos novos ficou em -2,4%. No mercado de veículos usados, setembro apresentou variação média de -1,7%, indicando queda após a estabilidade de 0,1% registrada em agosto. No acumulado de 12 meses, a média do mercado de usados ficou em -5,9%.

Lei combate preconceito contra mulheres no trânsito – Dirigir ainda é, para muitas mulheres, uma atividade acompanhada de uma cobrança que não aparece da mesma forma para os homens. Um erro no trânsito pode rapidamente ser transformado em argumento sobre a suposta incapacidade feminina ao volante, enquanto insultos, piadas e abordagens intimidatórias acabam sendo tratados como parte da rotina. No Espírito Santo, uma nova lei passou a tratar esse tipo de situação também como uma questão de discriminação de gênero.
A Lei 12.954/2026 criou a campanha permanente “Mulher no Volante Segurança Constante”, voltada ao combate ao assédio, ao preconceito de gênero e a outras formas de discriminação contra mulheres no trânsito. A norma entrou em vigor em 30 de setembro, após ser promulgada pela Assembleia Legislativa. A discussão ganha outra dimensão quando se olha para quem efetivamente ocupa as ruas profissionalmente. Um levantamento da Machine, baseado em corridas e entregas realizadas em todo o país entre 2024 e 2026, mostra que as mulheres representam pouco mais de 10% dos motoristas de transporte por aplicativo. A participação caiu de 11,53% em 2024 para 11,21% em 2025 e 10,61% em 2026.
No delivery, a presença feminina é ainda menor. As mulheres eram 5,55% dos profissionais em 2024, chegaram a 5,85% em 2025 e recuaram para 5,76% em 2026. Em outras palavras, menos de uma em cada 17 pessoas que fazem entregas por aplicativo é mulher. Os números não explicam, sozinhos, por que a participação feminina permanece tão baixa, mas ajudam a dimensionar o lugar que as mulheres ainda ocupam nesse mercado.
Quando entram no carro ou na moto para trabalhar, portanto, elas passam a circular em um ambiente no qual já são minoria e no qual estereótipos sobre sua capacidade de dirigir continuam presentes. A proposta da deputada Iriny Lopes (PT), autora do Projeto de Lei 150/2023 que deu origem à norma, parte justamente dessa realidade. Na justificativa, a parlamentar afirma que o trânsito também é um espaço de violência de gênero e chama atenção para a associação histórica entre direção, racionalidade e competência técnica masculina.
Significado do insulto – A diferença é importante. O problema não está apenas no insulto dirigido a uma motorista, mas no significado que ele carrega quando um erro individual é usado para confirmar uma ideia sobre todas as mulheres. Piadas e comentários depreciativos podem parecer episódios menores, mas ajudam a manter um estereótipo que ultrapassa aquela situação específica. A lei prevê campanhas educativas, divulgação de iniciativas de combate ao assédio e ao preconceito e disseminação de políticas públicas para atendimento às vítimas.
Também estabelece entre seus objetivos estimular denúncias e ampliar a informação sobre direitos. Para Iriny Lopes, as mulheres sofrem preconceito no trânsito e são vítimas de um histórico processo de discriminação e desrespeito. “A efetividade da medida, porém, dependerá do que acontecer depois da criação da campanha”, diz ela. Uma legislação pode dar nome ao problema e criar instrumentos de conscientização, mas não elimina, por si só, comportamentos que foram naturalizados durante décadas. A participação feminina na economia de plataformas mostra um padrão de estabilidade em patamares baixos, mesmo ao longo de diferentes ciclos de crescimento do setor.
“O que os dados sugerem não é uma expansão linear da presença de mulheres, mas uma espécie de teto estrutural, em que pequenas variações anuais não alteram a composição geral do mercado”, afirma Júlia Camossa, estatística responsável pelo Data Machine. Isso indica, no entender da especialista, que o desafio vai além da entrada no sistema e envolve fatores como permanência, condições de trabalho, risco ocupacional e organização da atividade econômica, que continuam pesando de forma desigual sobre mulheres nesse tipo de ocupação.

Linha Maverick ganha nova versão; saiba o preço – A Ford já começou a vender a edição limitada da Maverick Lariat, nova versão que amplia a oferta da linha, ainda 2026, da picape, ao lado dos modelos Lariat Black, Hybrid e Tremor. Ela tem edição limitada e leva o mesmo conjunto da versão esportiva Lariat Black: motor 2.0 EcoBoost GTDi a gasolina de 253 cv, transmissão automática de oito velocidades e tração AWD inteligente. Já o design é inspirado na Maverick Hybrid, com rodas de liga leve de 19”, detalhes cromados na grade dianteira e interior com revestimento premium.
Com preço de R$ 210 mil, ela é a porta de entrada da linha. O teto solar elétrico, o compartimento extra sob o banco traseiro com capacidade de 73 litros, a câmera 360°, a caçamba com revestimento spray-in, o assistente de reboque Pro Trailer e o controle de oscilação de reboque são exclusividades que só a picape da Ford oferece no segmento. Na cabine, ela traz banco do motorista com ajuste elétrico em oito posições, central multimídia SYNC 4 de 13,2” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, ar-condicionado automático digital de duas zonas, painel de instrumentos digital de 8”, som premium com alto-falantes desenvolvidos pela B&O e atualizações over-the-air. Capota marítima e sensor de estacionamento dianteiro e traseiro são outros itens de série. O pacote de segurança inclui piloto automático adaptativo com stop & go, assistente de manutenção e centralização em faixa, assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestre e ciclista (incluindo à ré) e monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado e cobertura de reboque.
A lista tem ainda assistente de partida em rampa, controle automático de descidas, farol alto automático, freio de mão eletrônico e sete airbags. Equipada com tração AWD, pneus 225/55 R19 e cinco modos de condução — Normal, Eco, Esportivo, Escorregadio e Rebocar/Transportar — a Maverick Lariat também vai bem nas trilhas. E conta com conectividade embarcada de série, sem custo adicional, para comandos remotos como travamento e destravamento, partida remota, localização e informações do veículo por meio do Aplicativo Ford. Com o reposicionamento de preços feito em outubro, a linha Maverick 2026 agora oferece a versão Lariat Black por R$ 220 mil e os modelos Tremor e Hybrid por R$ 230 mil.

Como é a manutenção preventiva de carros com +10 anos? – O envelhecimento da frota brasileira, cuja idade média supera uma década, exige hábitos de manutenção preventiva rigorosos em componentes que sofrem desgaste com o uso normal do veículo, como velas, cabos e bobinas, para evitar aumento de consumo de combustível, emissões de poluentes e falhas de funcionamento. Por isso, a NGK, marca da Niterra especializada em sistemas de ignição, fez uma lista dos três componentes fundamentais do sistema de ignição que exigem checagem periódica.
1 – Velas de Ignição: o funcionamento normal do motor desgasta os eletrodos das velas de ignição, isso acarreta no arredondamento dos eletrodos (perda de pontas) e aumento da folga entre eles. Este desgaste provoca um aumento na tensão para gerar o centelhamento. Quando a manutenção preventiva das velas de ignição não é realizada, acontece um estresse nos outros componentes do sistema de ignição como cabos e principalmente bobinas que precisam trabalhar com tensões mais elevadas.
Pequenas falhas de ignição normalmente não são perceptíveis aos motoristas, porém afetam o consumo de combustível e emissões de poluentes. Para os veículos mais novos, que possuem um maior monitoramento do sistema de injeção e ignição pode ocorrer o acendimento da luz de injeção indicando uma anomalia no sistema. Outra característica das velas de ignição de veículos mais novos é o uso de eletrodos de platina e irídio. Sua substituição deve sempre seguir o plano de manutenção estabelecido pela montadora, disponível no manual do veículo.
2 – Cabos de Ignição: devem conduzir a corrente elétrica da bobina até as velas de ignição, uma característica muito importante deles é suportar altas tensões, que podem chegar próximo a 20.000 volts. Para isso, os componentes são produzidos com materiais com alta capacidade de isolação elétrica. Com o aquecimento do motor, estas borrachas sofrem um processo de oxidação e ressecamento e devem ser substituídas a cada 60.000km ou 3 anos.
O envelhecimento pode causar perda de isolação elétrica do componente, provocando falhas de funcionamento e aumento do consumo de combustível. A falta de manutenção nos cabos de ignição pode comprometer as velas e bobinas de ignição, por danos pela fuga de corrente elétrica, também conhecida como flash over. Mesmo que o veículo apresente uma baixa quilometragem, os cabos devem ser inspecionados e substituídos quando necessário.
3 – Bobinas de Ignição: as bobinas de ignição não possuem uma recomendação de troca estipulada pelas montadoras. Sua vida útil está diretamente ligada à manutenção das velas de ignição. Quanto mais desgastadas as velas de ignição, maior será a tensão necessária para o centelhamento, aumentando o estresse sobre a bobina, reduzindo a sua vida útil.
“Um conceito muito importante quando falamos de automóveis é o de manutenção preventiva, já que com ela é possível evitar falhas nos sistemas, reduzir custos, aumentar a vida útil do conjunto mecânico e garantir a segurança dos usuários. Esta manutenção pode estar baseada na quilometragem percorrida ou por período de tempo, geralmente considerando o período anual”, afirma Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da Niterra.
Seguir as recomendações de manutenção estabelecidas pelo fabricante do veículo, além de garantir um uso mais racional, pode representar um melhor valor de revenda do veículo, uma vez que veículos que possuem um histórico de manutenção são mais valorizados no momento da venda.
Renato Ferraz é especializado em jornalismo automobilístico. Além da coluna “De Bigu com a Modernidade”, também assina a “Multieixos”, no Correio Braziliense.
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