Tiago Amaral foi eleito com 143.745 votos, o que corresponde a 56.32% dos votos válidos. Amaral recebeu apoio de figuras políticas notáveis, incluindo o presidente Jair Bolsonaro e o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).
Tiago Amaral foi eleito com 143.745 votos, o que corresponde a 56.32% dos votos válidos. Amaral recebeu apoio de figuras políticas notáveis, incluindo o presidente Jair Bolsonaro e o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).
No último domingo (30), uma notícia explosiva apareceu na campanha de Pernambuco. Um panfleto apócrifo fazendo ataques covardes contra a governadora Raquel Lyra, mencionando o seu marido, falecido no dia do primeiro turno das eleições de 2022. Um texto absurdo.
Os principais adversários, João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSol), imediatamente negaram a autoria e ingressaram na Justiça Eleitoral pedindo uma rigorosa apuração. A governadora gravou um vídeo de repúdio à mencionada notícia do panfleto e postou em suas redes sociais. O vídeo rodou Pernambuco e repercutiu no País.
A Justiça Eleitoral iniciou a investigação solicitada pelos três candidatos. A imprensa e as campanhas também. Nossa apuração, encontrou informações relevantes. A principal foto divulgada na imprensa, do panfleto que menciona o marido da governadora, foi publicada no perfil do Instagram “bastidor.pe”. A partir dessa publicação, foi amplamente divulgada em outras páginas.
A página “bastidor.pe” pertence a Rodrigo Santos Ambrósio e Felipe Carlos Vilar. O terceiro articulista da página é Leonardo Malafaia Alves. Os dois primeiros foram nomeados por Raquel para trabalhar na Secretaria de Turismo em 2023, início do Governo, na secretaria comandada por Daniel Coelho. Ambos saíram dos cargos em 2025, quando criaram a página “bastidor.pe”.
A página tem como linha o combate ao ex-prefeito João Campos. Quase a totalidade, ou pelo menos 75% do que é publicado, contém ataques diretos ao candidato a governador, opositor de Raquel. Já o terceiro articulista da página, Leonardo Malafaia Alves, foi nomeado pela governadora, em 2025, para trabalhar como cargo comissionado na Casa Civil. Leonardo continua como cargo de confiança até hoje, segundo dados obtidos no portal “Tome Conta” do Tribunal de Contas do Estado.
Diante desses fatos, a governadora, em sabatina na tarde de ontem no SBT News, visivelmente abatida, afirmou: “Eu pedi investigação à polícia, que é quem tem a competência de fazê-la, eu não posso ser irresponsável, agora o que eu estou vendo circular, lamentavelmente, é que vão tentar imputar a mim”. A imprensa não encontrou, pelo menos nessas 48h, o panfleto que menciona o marido dela em nenhum muro, poste ou parede da cidade.
Juntando todas essas informações, parece que o único caminho que poderá esclarecer de onde nasceu a tal foto publicada no “bastidor.pe”, objetivo central das investigações da Justiça Eleitoral e da Polícia, é perguntar aos responsáveis pela própria página de onde veio a foto publicada. Só os três responsáveis pela página do Instagram, um deles cargo comissionado da Casa Civil do Governo do Estado e os outros dois, ex-cargos comissionados, podem esclarecer de onde veio essa fotografia que já causou tanta polêmica na campanha de 2026.
O servidor federal Amisadai Andrade contratou o ex-juiz Luiz Rocha como advogado para defendê-lo de acusações de integrar um suposto “Gabinete do Ódio” vinculado ao Governo Raquel Lyra. O magistrado é candidato a deputado federal pelo Novo, partido que apoia a reeleição da governadora e faz oposição ao candidato a governador João Campos (PSB).
O advogado falará com a imprensa ainda nesta terça-feira (1º), em frente à sede da Polícia Federal (PF), onde protocolará documentos e prestará esclarecimentos sobre as supostas milícias digitais na atual gestão do Governo de Pernambuco. No aviso à imprensa, o comunicado já classifica o caso como fruto de “narrativas do PSB”, antecipando o tom da entrevista.
Leia maisAmisadai Andrade é considerado o pivô de uma crise no Governo Raquel Lyra. Na semana passada, reportagem veiculada pela TV Record mostrou uma gravação em que ele aparece admitindo que esteve no Palácio do Campo das Princesas, no segundo semestre de 2024, para tratar de formas de “desidratar” João Campos, na época, já cotado como pré-candidato ao Governo de Pernambuco.
No período das reuniões, Amisadai era sócio do Portal de Prefeitura, veículo de comunicação que passou a atacar João Campos nas redes sociais. Em 2025, ele próprio ganhou um cargo comissionado no Governo Raquel Lyra, de onde só foi exonerado na última quarta-feira (27), depois que o escândalo veio à tona.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Candidato a vice-presidente na chapa de Augusto Cury, do Avante, o ex-deputado mineiro Júlio Delgado disse ao Correio Político que os trackings da campanha na semana passada já indicavam que as pesquisas indiciariam uma saída nas intenções de voto. “Só não imaginávamos que ultrapassaria os dois dígitos. Isso, mesmo para nós, foi uma surpresa”, disse Delgado.
Duas pesquisas foram divulgadas nesta segunda-feira (31). Na BTG/Nexus, Cury chegou a 11%. Na AtlasIntel, ficou com 7,8%. Em ambas, tornou-se o terceiro colocado na corrida eleitoral, atrás somente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa a reeleição, e Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário. Júlio Delgado disse ter tido um indicador, além dos trackings, antes da sabatina de Cury ao Jornal Nacional no sábado (29). Ele e Cury estiveram na Rocinha, no Rio de Janeiro. “A receptividade foi impressionante”.
Leia mais“Sempre é preciso lembrar que ele já tinha antes da campanha 8 milhões de seguidores”, considera Júlio Delgado. Para o candidato a vice, o debate da Band e a sabatina da Globo teriam tido o efeito de mostrar às pessoas que o escritor de livros de autoajuda e o candidato à Presidência eram a mesma pessoa. “Então, muitos dos autoajudados com os livros de Augusto Cury ficaram sabendo que o candidato não era um homônimo, mas a mesma pessoa que os ajudou”, considera Delgado.
As avaliações quanto à subida de Augusto Cury decorrem, segundo a leitura dos institutos, do seu desempenho no debate da Band, já que as reações quanto à sabatina no sábado não teriam chegado a ser medidas. E, aí, o ponto considerado mais importante no debate, para a equipe do Avante, teria sido quando Cury dirigiu-se a Renan Santos. “Você tem um nível de agressividade que me assombra”, diss Cury para Renan. Para o Avante, a leitura feita ali foi que se tratou de um diagnóstico de psicólogo.
A postura ao criticar a agressividade de Renan Santos o teria feito crescer porque os que não optam nem por Lula nem por Flávio buscam justamente uma alternativa ao nível de agressividade da polarização política. “Bateu a estafa no povo brasileiro”, considera Júlio Delgado. “Isso só não se refletia de forma mais evidente porque o eleitor não estava enxergando alternativa”.
Para Delgado, a virulência das reações nas redes sociais a partir do fim de semana após a sabatina no Jornal Nacional mostraria que Augusto Cury de fato começou a incomodar os adversários. “Somos a agulhinha a furar a bolha”, provoca o candidato a vice. Delgado refere-se à reação às propostas que Cury fez no Jornal Nacional.
Boa parte das postagens como reação tentam ironizar as propostas de Cury como as de um lunático, ao propor a criação de um Ministério da Inteligência Artificial, o uso de drones para combater a violência contra a mulher ou apostando que a telemedicina poderia resolver 80% dos casos de saúde de menor complexidade.
“São reações de quem não está enxergando o século 21”, diz Delgado. “O que a pessoa vai achar melhor? Receber on-line um diagnóstico para comprar um xarope para bronquite ou esperar 60 dias por um tratamento ambulatorial?”, questiona. “O uso da telemedicina cresce em sistemas como o do Reino Unido”.
“É evidente que os drones não irão coibir um ato de violência, mas servirão como forte advertência”, considera Júlio Delgado. A ideia é que o drone faça a identificação facial do agressor. Então, cruzando dados, saberá de quem se trata e onde localizá-lo. “A prisão, então, se dará depois”, afirma. “E ele já estará advertido que foi observado”.
Segundo Delgado, o uso de drones já tem sido usado pelas forças policiais da China. “Em vez da forte repressão que houve, por exemplo, nos atos da Praça da Paz Celestial, os drones identificam os rostos e vão prender depois as pessoas nas suas casas”, diz. “Para além de superficialidade na reação, é esse o uso”.
“As críticas parecem ser feitas por aqueles que querem prender o Brasil no século passado”, acusa Delgado. “E nós sabemos que motivos essas pessoas têm para não permitir que o Brasil avance para o novo século”. Até onde irá o escritor de autoajuda, só o tempo poderá dizer. Para seu candidato a vice, porém, a bolha foi furada.
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A Meta informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que retirou do ar os perfis de Renan Santos citados na decisão do ministro Dias Toffoli que restringiu parte da campanha digital do candidato do Missão à Presidência da República.
Em manifestação enviada à Corte, a empresa afirmou que tornou indisponíveis as contas e o perfil indicados na ordem judicial e que também retirou essas páginas dos sistemas de recomendação do Facebook e do Instagram. As informações são do portal G1.
Leia maisAlém da Meta, o TikTok também informou ao TSE ter suspendido os perfis do candidato na plataforma. O g1 conferiu ainda o perfil de Renan Santos no Youtube e verificou que a conta está fora do ar.
A medida atende a uma decisão de Toffoli divulgada nesta segunda-feira (31), que determinou a suspensão da propaganda eleitoral em perfis não informados à Justiça Eleitoral dentro do prazo legal.
A Meta também informou que adotou providências para preservar os dados disponíveis relacionados às contas a partir de 7 de agosto, conforme determinado pelo ministro. A decisão de Toffoli faz parte da análise do pedido de registro de candidatura de Renan Santos.
O ministro apontou indícios de irregularidades na atuação digital da campanha e considerou que houve uma “omissão estratégica” na comunicação à Justiça Eleitoral das contas utilizadas para propaganda.
Meta diz que cumpriu decisão
No documento encaminhado ao TSE, o Facebook Brasil informou que, após ser comunicado da decisão, acionou a Meta Platforms para adotar as medidas determinadas pela Justiça Eleitoral.
Segundo a manifestação, a empresa:
A empresa também afirmou que poderá ser novamente oficiada para cumprir eventuais novas determinações judiciais.
O que decidiu Toffoli
Na decisão divulgada nesta segunda, Toffoli suspendeu a propaganda eleitoral da chapa de Renan Santos e Aroldo Medina em perfis não informados ao TSE dentro do prazo previsto na legislação.
O ministro também determinou:
Renan Santos informou ao registrar a candidatura apenas um perfil na rede X e um site. Posteriormente, a campanha apresentou outras contas à Justiça Eleitoral.
Para Toffoli, a comunicação tardia dos perfis compromete a fiscalização da propaganda digital. O candidato pode continuar utilizando os canais informados originalmente ao TSE.
Perfis e conteúdos sob investigação
Ao determinar a suspensão dos perfis, Toffoli ordenou que as plataformas preservassem conteúdos e registros relacionados às contas desde 7 de agosto.
O ministro também exigiu o fornecimento de informações sobre postagens, impulsionamentos, recomendações e anúncios realizados nesses perfis, incluindo dados de alcance e valores eventualmente envolvidos.
Em um áudio enviado pela equipe de campanha de Renan Santos e disponível no aplicativo Valete Plus, Renan Santos lamentou a suspensão dos seus perfis.
“Vocês devem ter visto que caiu paulatinamente o TikTok, o Youtube, o Insta [Instagram]. O Insta é da Meta, então o Facebook que vai cair no momento. Não sei como vai ser com o Kawai, com o WhatsApp, mas é questão de tempo também. E vai restar muito pouco para mim”, afirmou.
Contas fora do ar
Das 18 contas informadas pela campanha de Renan Santos ao TSE em 19 de agosto, apenas duas, registradas no dia 7, estão no ar nesta terça (1º). Saíram do ar um canal no YouTube, um perfil no Facebook, sete contas no Instagram e sete contas no TikTok. Seguem funcionando o site oficial da campanha e o perfil de Renan no X.
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Por Tales Faria – Correio da Manhã
Um pedido explícito do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, levou o ministro Bruno Dantas a antecipar sua renúncia à Corte para ontem. Dantas planejava formalizar a saída dois dias depois, mas Vital disse que a antecipação era necessária para o Senado conseguir aprovar até a quarta-feira (2) a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB) como ministro.
Por trás do pedido está o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que articula para Pacheco ser o único indicado pelos senadores. Ele antecedeu Alcolumbre no comando do Senado e fez campanha pelo seu sucessor. Agora tem seu nome apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pela base governista no Senado, pelo centrão e por grande parte da oposição.
O TCU é composto por nove ministros, sendo três indicados pelo presidente da República e seis, pelo Congresso Nacional, alternando-se entre Câmara e Senado. A vaga de Bruno Dantas cabe aos senadores. Uma vez aprovado no plenário da Casa por maioria absoluta (41 votos), Pacheco terá seu nome enviado à Câmara para nova votação.
Um acordo fechado no encontro do dia 14 no Palácio da Alvorada, entre Alcolumbre, Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), prevê que a indicação do Senado será rapidamente votada na Câmara. Davi Alcolumbre quer que o nome de Rodrigo Pacheco nem mesmo seja submetido a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Vá direto a plenário.
A Constituição obriga a realizar sabatinas apenas de indicados pela Presidência da República. Mas, tradicionalmente, os demais ministros da cota do Congresso também passam pela sabatina na CCJ do Senado. Alcolumbre argumenta que, embora o rito ordinário preveja a arguição do candidato, há precedentes de indicações do Congresso levadas diretamente a plenário em regime de urgência.
Se isto ocorrer, Rodrigo Pacheco poderá ter seu nome referendado nas duas Casas até o final desta semana de esforço concentrado.
O senador foi pivô de um rompimento de Lula com Alcolumbre que durou três meses entre o final de abril e o início de agosto. O presidente do Senado queria fazer de Pacheco o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), mas Lula planejava que o senador fosse o seu candidato ao governo de Minas Gerais.
Resultado: o indicado de Lula foi o advogado-geral da União, Jorge Messias, que teve o nome derrubado pelo plenário do Senado. E Rodrigo Pacheco não aceitou se candidatar a governador, mesmo tendo transferido sua filiação partidária do PSD para o PSB.
A reconciliação entre os presidentes da República e do Senado só ocorreu após um almoço promovido pelos ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin. Quem não gostou da reconciliação foi a oposição. Daí porque Alcolumbre já está procurando senadores contrários ao governo para convencê-los a poupar Rodrigo Pacheco.
A Associação de Empresários do Brasil (AEBR) convoca empresários, empreendedores e representantes do setor produtivo para uma caminhada na Avenida Boa Viagem, no Recife, no próximo dia 7 de setembro. A concentração será às 9h, em frente à Padaria Boa Viagem, e terá como pauta a defesa de melhores condições para quem empreende, investe e gera empregos no país.
A mobilização pretende chamar atenção para questões que impactam diretamente o dia a dia das empresas, como juros elevados, dificuldade de acesso ao crédito, excesso de burocracia e aumento dos custos para manter um negócio em funcionamento. A proposta é reunir empresários de diferentes portes e segmentos em uma manifestação em defesa de um ambiente econômico mais favorável ao desenvolvimento.
Segundo o presidente da AEBR, Fernando Mendonça, é necessário ampliar a participação do setor produtivo no debate sobre os rumos da economia. “Quem empreende precisa ser ouvido. Estamos falando de pessoas que investem, assumem riscos, pagam impostos e são responsáveis pela geração de milhões de empregos. Queremos crédito menos burocrático, juros mais baixos e condições reais para que as empresas possam sobreviver, crescer e contratar”, afirma.
Para a AEBR, levar essas reivindicações às ruas justamente no Dia da Independência também representa uma oportunidade de defender maior liberdade e segurança para empreender no Brasil. A caminhada será aberta à participação de empresários e empreendedores que compartilhem dessas reivindicações. “É hora de unir forças. Defendemos quem emprega e quem faz a economia acontecer”, reforça Fernando Mendonça.
Com uma agenda marcada por encontros, visitas e conversas com moradores e lideranças comunitárias, a candidata a deputada federal Priscila Ferraz (PSB) intensificou, neste fim de semana, sua presença em comunidades do Recife e da Região Metropolitana. Para Priscila, estar presente nas comunidades é fundamental para conhecer de perto os desafios e manter um diálogo permanente com a população. “É nas ruas e nas comunidades que a gente entende de perto os desafios e as necessidades das pessoas. Eu acredito no diálogo, na proximidade e em uma construção feita junto com quem vive diariamente essas realidades”, afirmou. Com uma trajetória ligada à defesa da Enfermagem, à valorização dos profissionais de saúde e ao fortalecimento do SUS, Priscila vem ampliando suas agendas e fortalecendo o contato com diferentes comunidades do Recife e da Região Metropolitana.
A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, reconheceu, em entrevista ao portal G1, o peso da pauta de votações desta semana de esforço concentrado do Congresso Nacional, a última antes das eleições de outubro.
O governo trabalha pela aprovação de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) — a que estabelece o fim da escala 6×1 e a que cria novas regras para a política de segurança pública — e articula o aval ao projeto de lei do marco legal dos minerais críticos e das terras raras.
“Não há de se negar que ela [PEC que acaba com a escala 6×1] tem efeitos eleitorais porque ela está na boca do povo”, afirmou a senadora.
Primeira mulher a ocupar a liderança do governo no Senado, Teresa Leitão assumiu o cargo no lugar do senador Jaques Wagner (PT-BA), que deixou o posto após ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) que revelou um esquema de fraudes envolvendo o Banco Master.
Teresa chegou à liderança do governo no Senado dois meses depois de o presidente Lula passar pela sua mais dura derrota na Casa: a rejeição ao nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
A senadora falou sobre o desgaste na relação entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mas negou ter havido ruptura entre os dois.
“Houve um afastamento entre os dois presidentes dessas instâncias, fundamentais para a democracia Brasileira, mas não houve ruptura”, disse Teresa.
O Globo
Com quase 2,5 milhões de novos seguidores nas redes sociais em uma semana, o presidenciável Augusto Cury (Avante) vive um boom atestado pelos números da arena virtual — o índice de popularidade digital (IPD) medido pela Quaest mostra que Cury saltou, em uma semana, de 37,8 para 54,5 pontos em uma escala que vai de 0 a 100.
O movimento, na esteira de aparições na TV e do apoio de influenciadores como Pablo Marçal, tem levado adversários a questionar quão orgânica é a ascensão do psiquiatra nas plataformas e a colocar o candidato, até então ignorado, no alvo de críticas. Na prática, Cury acirrou a disputa para ver quem se sai melhor entre os postulantes que tentam espaço diante do cenário polarizado entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
O levantamento da Quaest, que considera resultados de sete plataformas digitais, mostra que, na semana passada, Cury passou da sétima para a quarta posição no ranking de popularidade digital, que considera aspectos como presença nas redes, reações positivas e negativas e engajamento. Agora, só fica atrás de Flávio Bolsonaro (PL), Lula (PT) e Renan Santos (Missão).
O crescimento é perceptível no alcance das publicações do candidato. Um corte da participação dele no debate da Band, publicado há seis dias, soma 21,2 milhões de visualizações e 1,3 milhão de curtidas no Instagram. Já o jingle da campanha alcançou 12 milhões de visualizações e 584 mil curtidas em quatro dias.
Além de impulsionado pelas idas a debates e sabatinas, o movimento ganhou força com vídeos favoráveis à candidatura publicados por influenciadores e personalidades. Um dos nomes que mais tem se aproximado do escritor é Pablo Marçal. A relação entre os dois antecede a campanha: Cury já participou do “Marçal Talks”, programa comandado pelo ex-coach, que passou a elogiar o presidenciável.
Aliados da campanha
Outras figuras de alcance superlativo nas redes que manifestaram apoio ao psiquiatra incluem o comentarista político Caio Coppolla, os cantores Nego do Borel e Manoel Gomes e os influenciadores Yuri Meirelles e Raphael Soares. Geralmente, os vídeos incluem menção a algum livro de Cury, seguida de uma análise do que motiva a declaração de voto nele.
Como mostrou o colunista Lauro Jardim, do GLOBO, campanhas adversárias levantam a possibilidade de robôs estarem inflando os números do escritor nas redes. A Quaest, no entanto, afirma que o IPD identifica e exclui esses perfis do cálculo.
Nos últimos dias, institutos que adotam entrevistas por telefone e pela internet como metodologia mostraram crescimento acentuado do escritor em intenções de voto. Há expectativa pela divulgação das pesquisas Quaest e Datafolha desta semana — que saem na quarta e na quinta-feira, respectivamente, e são presenciais. Os próximos levantamentos vão dimensionar o tamanho de Cury após o início da propaganda eleitoral e da entrevista à TV Globo, no sábado.
Nas últimas pesquisas desses institutos, a performance dele nas sondagens foi tímida: Cury marcou 2% tanto na Quaest quanto no Datafolha, atrás dos demais candidatos que tentam ser alternativas a Lula e Flávio.
— Nossa leitura é que as pesquisas da semana vão trazer o doutor Augusto em terceiro — afirma o ex-deputado federal Júlio Delgado (Avante), candidato a vice na chapa do psiquiatra. — Estamos consolidando essa posição de tentar encontrar um buraquinho na bolha da polarização.
Nos primeiros meses do ano, o psiquiatra procurou diversos partidos, entre eles alguns dos maiores do país, para tentar viabilizar a empreitada presidencial. Esteve com representantes do Republicanos, PSD, MDB, PSB, PSDB e Podemos, como mostrou a newsletter Jogo Político, do GLOBO. O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, chegou a testar internamente a possibilidade. Consultadas, no entanto, as lideranças do partido refutaram a filiação.
‘Ganha-ganha’ com sigla
No Avante, a chegada de Cury foi vista como um “ganha-ganha”. Se o escritor que contava com milhões de seguidores conseguiria ali uma legenda para disputar o Planalto, o partido ganharia um nome forte para impulsionar também a votação de deputados, prioridade número um na cabeça de dirigentes de partidos pequenos e médios.
É com base no desempenho para a Câmara que se alcança ou não a cláusula de barreira — que determina, na prática, se uma sigla consegue sobreviver nos quatro anos seguintes.
Hoje, com a tendência de crescimento do candidato, o partido se anima, mas também faz observações internas para tentar corrigir o que ainda considera lacunas de Cury. Uma delas é o “tom professoral”, que precisaria ser trocado por um linguajar mais palatável.
Exemplo bem-sucedido disso, segundo um aliado, foi a agenda que teve no sábado na favela da Rocinha, no Rio. O candidato, inclusive, tem como jingle uma adaptação do “Rap da felicidade”, clássico carioca cuja letra do refrão estampou na camiseta que usou durante a visita à favela: “Eu só quero é ser feliz”.
Entende-se na campanha que, com a aparição na TV — seja em entrevistas ou no horário eleitoral —, as pessoas passaram a associar o escritor Augusto Cury ao candidato Augusto Cury. Ele se orgulha de ser “o psiquiatra mais lido do mundo”, com mais de 40 milhões de livros vendidos em cerca de 70 países. A obra literária inclui livros de ficção, como “O vendedor de sonhos”, e outros com pegada de autoajuda, embora ele refute o rótulo.
De influencers a drones
As propostas de Cury, defendidas nas entrevistas recentes, viralizaram. Uma que despertou comentários irônicos nas redes foi a de contratar influenciadores para divulgar trabalhos como o do Itamaraty. Seria uma forma, disse, de ajudar a “vender o Brasil” ao mundo. Outra ideia criticada é a de usar drones no combate ao feminicídio, que virou meme.
— (O drone) se aciona na delegacia, ele sai da delegacia antes do policial e faz uma sirene de alerta. E isso pode evitar que o predador, que age rapidamente, possa matá-la ou agredi-la — explicou o presidenciável na TV Globo.
Um dos principais aliados do candidato Renan Santos, o deputado Kim Kataguiri (Missão-SP) foi um dos que pegaram carona na proposta para criticar Cury. “Eu nunca vi nem a Dilma (Rousseff) falar tantas bobagens quanto este senhor. O Brasil não aguenta mais tanta picaretagem”, escreveu em publicação no Instagram.
O próprio Renan, instado a avaliar o crescimento de Cury durante sabatina do jornal O Estado de S. Paulo, tentou minimizar o movimento.
— Há um momento de forte despolitização no Brasil. É a eleição mais desengajada que eu vi desde 2010. Para as pessoas que estão cansadas da hiperpolitização nos últimos anos, talvez (Cury) seja um produto que faça sentido momentaneamente — alegou o presidenciável, que também classificou como “inorgânica” a subida do candidato do Avante nas redes.
O político do Missão vinha despontando como o “outsider” desta eleição, figurino que Romeu Zema (Novo) tentou incorporar. Cury, que nunca teve envolvimento com a política, disputa esse espaço.
Quem também comentou o momento de Cury, mas em tom mais ameno, foi o presidenciável do PSD, Ronaldo Caiado.
— Isso mostra que a população brasileira não quer mais nem Lula e nem Flávio. A população brasileira começou a se movimentar agora para buscar um candidato do segundo pelotão — disse em entrevista à Jovem Pan.
Na sabatina O GLOBO, CBN e Valor, na semana passada, o psiquiatra se valeu em muitos momentos de discursos mais genéricos, como na hora de falar de economia. Em linhas gerais, apresentou mais críticas a Lula do que a Flávio Bolsonaro, tanto que disse preferir enfrentar o petista num eventual segundo turno.
O dia em que Carlos Monforte abandonou o Bom dia, Brasil
Cheguei em Brasília em meio à campanha das Diretas Já e logo passei a conviver com jornalistas do mais alto nível, principalmente quando fui eleito para a presidência do Comitê de Imprensa da Câmara dos Deputados no segundo mandato do presidente da Casa, Michel Temer, com quem criei uma relação profissional respeitosa que perdura até hoje. Um grande aprendizado, uma verdadeira universidade do jornalismo político.
Atuei entre o Salão Verde da Câmara e o Salão Azul do Senado, ambiente no qual as feras eram vistas farejando notícias. Figurões do jornalismo nacional, como Dora Kramer, Fernando Rodrigues, Heraldo Pereira, Júlio Mosquéra, Denise Rothenburg, José Maria Trindade, Marcelo Tognozzi, Tales de Farias, Weller Diniz, Luiz Queiroz, Cristiane Lobo e até o Carlos Castelo Branco, o Castelinho, o maior de todos.
Com Carlos Monforte, que Deus levou ontem aos 77 anos, também tive uma convivência bem próxima. Era a ele que recorria para levar ao Bom dia, Brasil, programa que ancorou por muitos anos, o presidente da Fundação Rondon, Sílvio Amorim, a quem assessorei em Brasília numa primeira etapa, e depois, já num outro momento da minha carreira, o então governador de Pernambuco, Joaquim Francisco, de quem fui secretário de Imprensa.
Leia maisAo noticiar ontem a morte de Monforte recordei um episódio com ele que nunca esqueci. Levado por mim para o Bom dia, Brasil, nos estúdios da Globo em Brasília, Joaquim estava ao vivo no programa quando, de repente, do nada, Monforte abandonou os estúdios da emissora sem dar a menor explicação aos telespectadores.
Para sorte dele, a bancada do Bom dia, Brasil era dividida com outro jornalista, que segurou a peteca. Corri em direção a Monforte para saber o que havia acontecido e tentar socorrê-lo. Felizmente, havia sido apenas um pico de pressão, logo controlado no posto médico da própria emissora, mas sem tempo de ele voltar ao programa.
Nascido em Santos, Monforte começou a trabalhar como repórter no jornal A Tribuna antes mesmo de concluir a faculdade de Jornalismo.
Formado em 1972, passou pela Secretaria de Obras do Estado de São Paulo e, entre 1973 e 1978, foi repórter especial de O Estado de S. Paulo.
Nesse período, fez cursos de aperfeiçoamento na Universidade de Navarra, na Espanha, e na Fundação Beauve Marie, na França. Monforte chegou à Globo em 1978, convidado por profissionais da redação da emissora em São Paulo.
Começou como repórter local e participou de coberturas para o Jornal Nacional e o Fantástico, entre elas as greves dos metalúrgicos do ABC paulista. A adaptação à televisão, segundo ele próprio, exigiu aprendizado. Em 1982, assumiu a editoria de Política do Jornal da Globo e passou a apresentar o Bom Dia São Paulo.
No ano seguinte, com a criação do Bom Dia Brasil, tornou-se editor-chefe e apresentador do telejornal, permanecendo à frente do programa por nove anos. Na época, o noticiário tinha foco principalmente em política e economia e chegou a realizar centenas de entrevistas com políticos e empresários.
GRANDE MESTRE – O velório do jornalista Carlos Monforte será hoje em Brasília. A causa da morte não foi revelada, mas ele lutava contra um câncer. Políticos, jornalistas e autoridades lamentaram a perda. O Supremo Tribunal Federal publicou uma nota de pesar, assinada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Nas redes sociais, ex-colegas de profissão e admiradores lamentaram a morte de Monforte. A jornalista Mônica Waldvogel, da GloboNews, escreveu que o jornalista foi um “grande colega e mestre”. O Sindicato dos Jornalistas do DF também se manifestou. “Monforte deixa um legado de ética, competência e dedicação ao jornalismo — qualidades que inspiram as novas gerações da imprensa brasileira”, diz um trecho da nota da entidade.

PT expulsa prefeito agressor – Um dia após a ex-primeira-dama de Granito, Raila Miranda, denunciar ter sido vítima de agressões pelo prefeito George de Sidney, filiado ao PT, a direção do partido o expulsou dos quadros da legenda. No texto, o PT afirmou que o próprio George de Sidney pediu desfiliação, enquanto o partido encaminhava um processo ético-disciplinar urgente. A apuração do caso também foi defendida. Além disso, o PT repudiou a violência contra a mulher e manifestou solidariedade à ex-companheira do gestor.
Um caso que abafou o gabinete do ódio – A história mal contada dos panfletos apócrifos, justamente após a Polícia Federal entrar no caso do suposto gabinete do ódio criado pela governadora para atacar João Campos, passou a ser apurada pela Polícia Civil. As diligências já foram iniciadas para esclarecer a autoria e as circunstâncias do episódio. A apuração está sob a coordenação da 1ª Delegacia Seccional de Santo Amaro (1ª DESEC), no Recife. “A Polícia Civil de Pernambuco informa que está investigando um caso de calúnia registrado, na tarde de ontem (30), por meio da Delegacia pela Internet. As diligências já foram iniciadas com o objetivo de identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias do caso”, informou a Polícia, através de uma nota.
Votação adiada – A comissão mista que analisa a medida provisória (MP) sobre o fim da “taxa das blusinhas” adiou a votação do texto. Inicialmente prevista para ontem, a votação ficou marcada para hoje. O presidente da comissão, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), disse que o tempo será usado para definir os “últimos detalhes” do relatório. A inclusão da MP na pauta de votações desta semana passou por um acordo político que envolveu a cúpula do Poder Legislativo e o Palácio do Planalto.

Cury, surge a terceira via? – O escritor Augusto Cury (Avante) chegou a 11% das intenções de voto para a Presidência da República e se tornou o primeiro candidato da chamada terceira via a alcançar dois dígitos, segundo a pesquisa Nexus/BTG, divulgada ontem. O resultado aparece na aferição do primeiro turno. Segundo o levantamento, Cury cresceu nove pontos percentuais em relação à rodada anterior, ficando atrás apenas do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).
CURTAS
MAIS SEGUIDORES – A ascensão de Cury ocorre poucos dias após o primeiro debate entre os presidenciáveis, realizado em 22 de agosto. De acordo com o levantamento da Vox Radar, divulgado pela CNN Brasil, Cury foi o candidato que mais ganhou seguidores no Instagram após o encontro, saindo de 8,3 milhões para 9,9 milhões de seguidores.
ABOMINÁVEL – A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), classificou como “abominável” a tentativa de atribuir a ela a autoria dos cartazes apócrifos. Ela afirmou que o povo pernambucano a conhece e que somente uma “alma muito doente pode pensar em algo assim”. As declarações foram dadas durante entrevista, ontem, ao SBT News.
LDO APROVADA – No último dia do prazo regimental e constitucional para ser sancionada, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) – que estabelece uma receita de R$ 57,4 bilhões para o próximo ano – foi votada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco na tarde de ontem e aprovada, em sessão plenária, por unanimidade.
Perguntar não ofende: O eleitor brasileiro passou a enxergar em Augusto Cury o caminho para o fim da polarização?
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O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) foi indicado para a vaga no TCU (Tribunal de Contas da União) na noite desta segunda-feira (31). A formalização foi feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e a votação está prevista para esta semana.
O parlamentar foi indicado para a vaga de Bruno Dantas, que deixou o TCU. Ele apresentou o pedido de renúncia ao cargo nesta segunda-feira em movimento que era esperado por ter sido comunicado a colegas. Pacheco despontou como favorito a substituir Dantas. As informações são da CNN.
Leia maisO senador é próximo de Alcolumbre e o presidente do Senado está trabalhando pessoalmente para aprovação. Existe até a expectativa de um placar unânime. Mas a aceitação nem precisa ser desta magnitude. Para virar ministro do TCU são necessário 41 votos, o que representa a maioria dos 81 senadores.
Pacheco tem a seu favor não enfrentar resistências entre governistas e oposição. Ele foi presidente do Senado e cotado a ser indicado para o STF (Supremo Tribunal Federal). Mesmo com apoio de Alcolumbre, isto não ocorreu.
O rito comum para uma indicação ao TCU começa com sabatina em uma comissão temática. Vencida esta etapa, ocorre a eleição no plenário. que é feita com voto secreto.
Ocorre que Alcolumbre pretende pular a sabatina na comissão e submeter direto o nome de Pacheco à apreciação dos demais parlamentares. Ele fundamenta este entendimento em uma interpretação de que a Constituição não exige a sabatina.
A pressa para encerrar o assunto existe porque esta é a última semana de votações no Congresso até as eleições. Senadores e deputados estão com a atenção voltada para o pleito e um acordo estipulou que o chamado esforço concentrado começaria na segunda e irá até sexta (4).
Futuras votações, só após as eleições.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acionou no domingo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pediu direito de resposta por declarações do adversário Flávio Bolsonaro (PL) durante a sabatina da TV Globo. Segundo o PT, o senador disse “mentiras em série” em relação a temas como urnas eletrônicas, o Pix e os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
A campanha do petista afirma que o senador “veiculou diversas afirmações falsas e gravemente descontextualizadas acerca de fatos diretamente relacionados ao processo eleitoral e à candidatura” de Lula. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA equipe jurídica de Lula contesta oito falas do adversário — entre elas, uma na qual o senador fluminense atribui a responsabilidade pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao petista, que não teria encaminhado nenhum representante para tratar do tema com o governo dos EUA. A campanha do postulante à reeleição sustenta que existiu “atuação efetiva” do Planalto para negociar com a gestão de Donald Trump, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
Outra declaração contestada é uma na qual o senador afirmou que o salário mínimo teria perdido poder de compra. A equipe jurídica de Lula argumenta que o governo federal aplicou correção acima da inflação ao longo do mandato.
Outras seis declarações de Flávio Bolsonaro são alvo do PT. Elas envolvem afirmações de que o Pix foi desenvolvido no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e que não seria taxado por determinação dele, além de outras sobre a trama golpista e o 8 de Janeiro. Também são contestadas falar do senador sobre urnas eletrônicas, o miliciano Adriano da Nóbrega e as relações com Daniel Vorcaro e o financiamento do filme Dark Horse pelo dono do Banco Master.
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