Pernambuco caiu três posições no mais recente Ranking de Competitividade dos Estados, divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), passando da 16ª para a 19ª posição. Essa foi a maior queda registrada entre os estados brasileiros, o que levou o deputado Waldemar Borges (PSB) a criticar e responsabilizar a gestão da governadora Raquel Lyra.
O ranking avalia diversos indicadores, como educação, segurança pública, gestão fiscal e capacidade de atração de investimentos. Enquanto estados como Espírito Santo e Paraíba, avançaram significativamente no ranking – com o Espírito Santo subindo para a 2ª posição nacional – Pernambuco apresentou um desempenho preocupante. Waldemar destacou que a queda reflete a “ineficiência e a estagnação” do Governo do Estado, que vem reduzindo investimentos estratégicos, prejudicando a economia e, consequentemente, a qualidade de vida dos pernambucanos.
Leia maisSegundo o relatório do CLP, a queda de Pernambuco no ranking é fruto da piora nos pilares de infraestrutura e educação. O estado também apresentou um desempenho fraco na gestão fiscal, um aspecto crítico para atrair novos negócios e fomentar o desenvolvimento econômico. “No atual governo, estamos vendo uma economia que perde força, com fechamento de indústrias importantes, como a antiga Coperbo e uma qualidade de vida que só piora”, afirmou Waldemar Borges.
Em contraste com o cenário estadual, Borges elogiou a gestão do prefeito João Campos no Recife, que lidera o ranking de competitividade entre os municípios do Nordeste. “Enquanto o Estado afunda, Recife, sob a administração de João Campos, gera 40% dos empregos de Pernambuco e dobrou o número de vagas em creches em apenas quatro anos”, ressaltou o deputado. Ele também destacou a média de três obras de morro entregues por dia, refletindo um compromisso com a infraestrutura e a segurança da população.
O ranking de competitividade do CLP também reforça o alerta para o desmonte que Pernambuco vem enfrentando em áreas como educação e segurança pública, cujos desempenhos estão diretamente ligados à gestão estadual. Waldemar Borges enfatizou a necessidade de uma mudança urgente na condução do estado: “O futuro de Pernambuco depende de gestores que estejam comprometidos com resultados concretos e que possam colocar o estado de volta nos trilhos do crescimento”, pontuou.
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