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O processo de licitação de R$ 1,3 bilhão para coleta de lixo em Salvador, capital da Bahia, contará com as mesmas empresas que hoje já prestam o serviço à prefeitura soteropolitana. A expectativa é que os contratos sejam mantidos com os atuais prestadores do serviço, pois não deve haver concorrência – ainda que o valor seja tão expressivo.
A reportagem apurou que 6 das 7 empresas que levaram a licitação de 2018 participam do processo atual. Duas têm ligações com políticos do Estado, como o ex-governador Paulo Souto (União Brasil) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). A abertura dos envelopes com as propostas será na próxima segunda-feira.
Leia maisEssas mesmas empresas que já fazem a coleta de lixo em Salvador, caso vençam novamente a licitação, terão uma grande vantagem: o contrato terá reajuste de 56% (muito acima dos 38% da inflação no período).
O contrato de R$ 1,3 bilhão terá duração de 2 anos e pode ser prorrogado por mais 3, segundo o edital. É composto por 3 lotes – os valores vão de R$ 27,2 milhões a R$ 738,8 milhões. Para o 1º lote, avaliado em R$ 548,3 milhões, há 4 interessados:
- Jotagé Engenharia;
- MM Consultoria Construções e Serviços;
- Naturalle Tratamento de Resíduos;
- Torre Construções.
Essas 4 empresas já administram um dos lotes oferecidos na licitação de 2018. O contrato com vigência até 2020 foi renovado por mais 4 anos. Clique aqui e confira a reportagem na íntegra.
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