Eduardo Campos, reprodutor com o DNA Arraes

Miguel Arraes de Alencar morreu aos 88 anos, casou-se duas vezes. Com Célia de Souza Leão, a primeira mulher, de tradicional família pernambucana, descendente do Barão de Vila Bela, teve oito filhos. Com Maria Magdalena Fiúza, segundo amor da sua vida, teve dois filhos, completando uma prole de dez herdeiros. Cumpriu bem, portanto, um dos mandamentos bíblicos, da perpetuação da espécie.

Veio de uma família formada por cinco irmãs. Seu pai José Almino de Alencar e Silva e sua mãe Maria Benigna Arraes nasceram e criaram seus filhos em Araripe, no extremo sul do Ceará, divisa com os municípios de Ipubi e Bodocó. José Almino era tetraneto de Inácia Pereira de Alencar, irmã de Bárbara de Alencar, heroína da Revolução Pernambucana e da Confederação do Equador.

Veja outras postagens

Da Revista Veja

O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e o aumento da rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriram, nos bastidores do PT e do Palácio do Planalto, uma discussão sensível: a possibilidade de o petista não disputar a próxima eleição presidencial.

No programa Ponto de Vista, o colunista Robson Bonin e o cientista político Marco Antonio Teixeira analisaram o cenário e apontaram que a sucessão no campo governista já está em curso — ainda que de forma não oficial.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Por orientação da governadora Raquel Lyra, que já sinalizou a Fernando Dueire a segunda vaga na chapa na disputa para o Senado, o senador decidiu trocar o MDB pelo PSD. Jarbas Filho, aliado de Dueire, também deixa a legenda e ingressa no PSD. Vai tentar a reeleição na chapa da morte, como foi batizada a chapa do PSD por ter deputados com reeleição garantida para Alepe com votações acima de 50 mil votos.

Petrolina - Destino

A encenação da Paixão de Cristo em Gravatá, no Agreste do Estado, virou alvo de debate após a estreia deste ano, marcada pela encenação no palácio de Herodes, especificamente o Bacanal, no mínimo ousada. Vídeos do momento, com coreografia do professor Wanderson José, repercutiram nas redes sociais e dividiram opiniões.

Parte do público considerou a performance “excessivamente sensual” e inadequada para um evento religioso voltado para famílias e crianças, enquanto outros defenderam a proposta artística como recurso para retratar o contexto histórico e acentuar o contraste entre a figura de Cristo e a decadência e a luxúria da corte hedonista de Herodes Antipas. Seja como for, a prefeitura de Gravatá tem colhido frutos da visibilidade gerada pela polêmica.

Ipojuca - IPTU 2026

Depois da terceira derrota seguida na tentativa de ter de volta o controle do MDB, que continua sob o comando do ex-deputado Raul Henry, o senador Fernando Dueire e o deputado estadual Jarbas Filho deixaram a legenda, ontem, no apagar do prazo do troca-troca. Não se sabe ainda o destino deles, provavelmente o PSD.

Caruaru - IPTU

Durante a entrega do Parque Governador Eduardo Campos, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), aproveitou para tomar banho numa fonte do espaço. Rodeado de crianças, o chefe do Executivo municipal percorreu toda a estrutura que fica no bairro do Pina, Zona Sul da capital pernambucana. As informações são da Folha de Pernambuco.

A entrega do parque, na última quinta (2), integra o roteiro do último dia de Campos à frente da prefeitura. Ele, que deve renunciar hoje ao cargo, vai disputar o governo do estado nas eleições deste ano.

No lugar de João Campos, assumirá o atual vice-prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), que tomará posse oficialmente na próxima segunda-feira (6).

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Quando o ex-governador Miguel Arraes (PSB) disputou o Governo de Pernambuco — e isso seu em 62, 86 e 90 — adorava fazer incursões de surpresa às feiras livres do Interior, proporcionando tumultos devido a euforia do povo. Ficou conhecido como o “Acaba feira”.

Há pouco, na primeira incursão a uma feira do interior, em Bonito, no Agreste, na companhia do prefeito Rui Barbosa (PSB), o pré-candidato a governador da Frente Popular, João Campos (PSB), bisneto de Arraes, seguiu a mesma escrita. Confira!

Palmares - IPTU 2026

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação e presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, comentou a decisão do marido, o deputado estadual Waldemar Borges (PSB), de não disputar as eleições deste ano, anunciada na última quarta-feira (1).

Em publicação, ela afirmou: “Meu companheiro de vida e de lutas, deputado Waldemar Borges, anunciou hoje que não concorrerá nas eleições deste ano. Acompanhei as reflexões que levaram a essa decisão e aqui do hospital tenho lido e me emocionado com o anúncio e com a repercussão”.

Luciana também destacou a trajetória do parlamentar e indicou que ele seguirá atuando politicamente. “Não tenho dúvidas que seguirá contribuindo na construção do projeto da Frente Popular, no fortalecimento do seu partido, o PSB, nessa disputa que se avizinha e na construção de novos rumos para Pernambuco e para o Brasil”.

Waldemar Borges está no quarto mandato consecutivo e afirmou que a decisão foi tomada após “reflexões compartilhadas”, priorizando a saúde, a família e a atuação na campanha majoritária do grupo liderado por João Campos.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Do Poder360

A 6 meses do 1º turno da eleição, marcado para 4 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um cenário acirrado em um eventual embate contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Levantamento do Poder360 com as pesquisas feitas desde o início do ano mostra que encurtou a distância média entre os dois em eventual 2º turno. O petista registrava uma média de 5,2 pontos percentuais de vantagem em fevereiro. Agora, apesar de se manter à frente, essa diferença caiu para 1,3 p.p.

Em simulações de 2º turno, o indicador registra que o petista tem média de 42,8% das intenções de voto ante 41,5% de Flávio. Em fevereiro, Lula tinha 46,0%, ante 40,8% de Flávio.

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

O ex-deputado Miro Teixeira conta que certa vez foi com um grupo visitar o ex-governador gaúcho Flores da Cunha, morador de um hotel no centro do Rio. Flores, general revolucionário, osso duro de roer, estava na reta final da vida, meio acabado, sem dinheiro e prestígio. Quando perguntado a que atribuía seu destino meio trágico, ele não titubeou: “As éguas lerdas e as argentinas rápidas”.

Eduardo Leite não gostou de ter perdido para Ronaldo Caiado a indicação para disputar a Presidência da República nas eleições deste ano. É a segunda vez que o governador do Rio Grande do Sul é preterido. A primeira foi em 2021, quando o PSDB escolheu João Doria e Eduardo, que havia renunciado, não teve outra alternativa a não ser tentar a reeleição.

Em apenas um dia, leitores, amigos e seguidores deste blog adquiriram mais da metade dos 300 ingressos disponíveis para o jantar de adesão em comemoração aos 20 anos de fundação desta plataforma política, marcado para o dia 18 de maio, uma segunda-feira, no restaurante Sal e Brasa Jardins, na Avenida Rui Barbosa, no Recife, a partir das 19 horas.

Isso reflete de antemão o sucesso já garantido para o evento, que se traduzirá numa oportuna e emocionante forma de congratulação entre o editor e sua equipe com todos os que fazem questão de reconhecer em uma festa o importante trabalho que prestamos à sociedade como meio de informação e de defesa intransigente de suas causas mais nobres e dos seus direitos.

Único dos maiores partidos a não ter encaminhado apoio a Eduardo Paes (PSD) ou Douglas Ruas (PL) no Rio, o Republicanos afirma que vai lançar dois nomes para o Senado no estado. São eles: o ex-prefeito carioca Marcelo Crivella, hoje deputado federal, e o ex-prefeito de Belford Roxo Waguinho.

O que ainda está em aberto no partido é a eleição para governador. Caso opte por ter candidato — o que diz que fará —, diferentes nomes aparecem como possibilidade: o ex-governador Anthony Garotinho; a filha dele e ex-deputada, Clarissa Garotinho; o ex-prefeito de Miguel Pereira André Português; e o médico e influenciador Ítalo Marsili, que tem até este sábado para se filiar caso queira disputar eleições. As informações são do jornal O Globo.

Eleitorado tem seis meses para avaliar quem melhor o representa

Por Larissa Rodrigues – repórter do blog

A partir de hoje (4) são exatos seis meses para o primeiro turno das eleições deste ano. Mais de 150 milhões de brasileiros e brasileiras vão às urnas em 4 de outubro para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.

O eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro. Em nível nacional, a disputa, neste momento, caminha para repetir a polarização do pleito de 2022, com os grupos do presidente Lula (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se enfrentando novamente, só que desta vez com o filho mais velho do capitão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), contra Lula.