Morreu ontem (17), aos 92 anos, em Recife, o engenheiro Mário Antonino. Em Afogados da Ingazeira e no Pajeú, era muito lembrado por ser o engenheiro responsável pela construção da Barragem de Brotas. A causa da morte não foi informada. Também não há informações sobre velório e sepultamento.
A Barragem de Brotas teve início em 1974 e o seu término ocorreu no ano de 1976. O gestor do município era Silvério Queiroz e o governador, Eraldo Gueiros Leite, com participação de nomes como o então Secretário Francisco Perazzo. As informações são do Blog do Nill Júnior.
Leia maisEm 2018, Mário visitou novamente a barragem. Sobre rumores de possíveis vazamentos, destacou: “É uma barragem seguríssima, com quase dezessete metros de largura. Aparecer um fissuramento não é novidade. A barragem é dividida em juntas, após trechos de concreto, feita em material especializado. Agora, tem que ter manutenção. Fosse numa barragem de terra, poderia alarmar, mas numa de alvenaria não sinto a mesma preocupação”, disse.
Nascido em Serra Branca, Paraíba, em 30 de junho de 1933, era Engenheiro Civil pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em 1958; Bacharel em Matemática pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), em 1957; Cursado em Mecânica dos Solos e Fundações, pelo Instituto Tecnológico de Pernambuco, em Concreto Protendido, pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias, em 1970 e em Psicologia Aplicada ao Trabalho, pela Escola de Engenharia da UFPE; Bolsista do Instituto de Matemática da UFPE, onde aprofundou seus estudos entre 1957 e 1961
Mário de Oliveira Antonino, 86 anos, foi profissional, empresário e professor reconhecido pela larga experiência, energia e dedicação.
Apaixonado pela profissão e pela família — casado com Celma Costa Dantas Antonino, pai de cinco filhos e avô de 10 netos —, Mário se definia como “um executor de obras”.
Construtor de mais de uma centena de obras (igrejas, hospitais, prédios residenciais, comerciais e universitários, hotéis), Mário costumava se dizer “um homem de fé” e chegou a ser diretor internacional do Rotary Clube, outra paixão.
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