Raquel esconde Lula em entrega de policlínica integralmente bancada por recursos federais

A governadora Raquel Lyra (PSD) entregou, ontem (19), a primeira Policlínica da Polícia Civil, no Recife, mas omitiu o aspecto mais importante da obra: quem a bancou. Os R$ 4,6 milhões investidos no prédio foram integralmente oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública, do Governo Federal, sem nenhuma contrapartida do Governo de Pernambuco. O episódio é mais um em que Raquel esconde a participação do governo do presidente Lula (PT) em entregas de sua gestão.

Tem sido assim nas obras de barragens, que só foram retomadas por iniciativa e com recursos do Governo Federal, com pequena contrapartida estadual em relação à área ambiental. Está sendo assim também nos preparativos para a duplicação da BR-232, a ser executada pelo Governo Federal, mas rotineiramente utilizada pela governadora para chantagear a Assembleia Legislativa (Alepe) e justificar o envio de novos pedidos de autorização para contrair empréstimos.

E mesmo quando tenta tirar do papel a promessa de construir cinco maternidades, Raquel dá pouca ênfase a feitos de outros governos. Esconde que a primeira das cinco unidades — o Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru — já estava com 80% de conclusão quando ela assumiu o Executivo estadual, em 2023. E também omite que outras duas maternidades que ela elenca como futuros feitos seus — a de Garanhuns e a de Ouricuri — serão construídas com recursos federais. Ou seja, 60% de tudo o que Raquel prometeu sobre maternidades foi ou será entregue sem qualquer participação significativa dela e de seu governo.

Ao se apropriar de obras do Governo Federal e omitir a origem dos recursos, Raquel repete seu mantra de campanha. Em 2022, ela ficou em cima do muro para não melindrar lulistas e bolsonaristas. Em 2026, contudo, os quatro anos com a caneta na mão cobrarão seu preço. Se assumir que o Governo Federal foi importante para ajudar sua gestão, estará fazendo campanha involuntária para Lula e desagradará o eleitorado conservador. Se continuar escondendo o atual presidente, deve constranger petistas que indicaram cargos no governo estadual e que ainda andam desavisados sobre suas reais intenções.

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Da Agência Brasil

A morte de um cinegrafista e uma repórter da equipe da Band em Minas Gerais, nesta semana, expõe riscos do acúmulo de função e da precarização do jornalismo, defenderam em nota a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG).

Na última quarta-feira (15), o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto voltavam de uma pauta jornalística. Quem dirigia o carro era o próprio cinegrafista, o que configura acúmulo e desvio de função, na avaliação das entidades. Rodrigo morreu ainda no local e Alice teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Logo mais, exatamente à meia-noite, este blog traz a primeira de uma série de pesquisas de intenção de voto para o Governo de Pernambuco encomendadas ao instituto Opinião, de Campina Grande. Foram aplicados dois mil questionários em 82 municípios das mais diversas regiões do Estado. Na segunda-feira, também à meia-noite, saem os números para as duas vagas ao Senado.

Agora é só aguardar e dormir um pouquinho mais tarde neste sabadão!

Petrolina - Destino

O ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) avaliará a possibilidade de ser candidato à Presidência da República de olho em pesquisas de intenção de voto e nas possibilidades de aliança que venham a ser costuradas pelo PSDB no âmbito nacional. Ciro esteve em Brasília nesta semana, onde recebeu a proposta do presidente do PSDB, deputado Aécio Neves (MG), para ser o candidato tucano ao Palácio do Planalto.

O anúncio teve o objetivo de incluir Ciro na disputa nacional, ou seja, fazer com que o nome de Ciro passe a figurar nas pesquisas que estão sendo feitas sobre a corrida presidencial. Segundo aliados próximos de Ciro, ele não descarta a possibilidade, mas a tendência, a contar pela atual conjuntura, é que ele permaneça no estado e se candidate ao governo em uma aliança com a direita. As informações são do PlatôBR.

Ipojuca - IPTU 2026

Do Metrópoles

A Polícia Federal (PF) rebateu a tese dos Estados Unidos e descartou o enquadramento do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas no Brasil. A posição consta em manifestação enviada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), revelada pela coluna de Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, após o governo norte-americano comunicar ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a intenção de classificar as facções dessa forma. A informação foi inicialmente noticiada pelo colunista Paulo Cappelli, também do portal.

No ofício, assinado pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, a PF sustenta que as organizações criminosas não se enquadram como terroristas no ordenamento jurídico brasileiro. O documento aponta que, embora não haja uma definição universalmente aceita para terrorismo, existe “relativo consenso internacional quanto aos elementos essenciais que caracterizam esse fenômeno”.

Caruaru - São João na Roça

Do jornal O Globo

As duas principais universidades estaduais do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de 50 instituições federais de ensino superior, vivem paralisações de diferentes categorias. Aulas e serviços essenciais — como o acesso aos bandejões — já são afetados em diversos campus. Juntas, essas instituições reúnem mais de 915 mil universitários, quase metade de todo o ensino superior público brasileiro.

O caso mais recente é o da Universidade de São Paulo (USP). Na última terça-feira, os técnicos decidiram entrar em greve após o Conselho Universitário criar um bônus de R$ 4,5 mil para professores que assumirem projetos considerados estratégicos, como a oferta de disciplinas em inglês e ações de extensão.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

A primeira vez que vi Moreira Franco “ao vivo e a cores” foi na casa da sua sogra, dona Alzira Vargas, filha preferida de Getúlio e mãe de Celina. Era fim dos anos 1970, início dos 1980. Fui até o Leblon cobrir a reunião da fina flor do MDB fluminense, presentes o senador Amaral Peixoto, marido de dona Alzira, Raphael de Almeida Magalhães, Fernando Gasparian, dono do charmoso jornal Opinião, Nelson Carneiro e, claro, o jovem prefeito de Niterói, Wellington Moreira Franco.

Era governo Figueiredo, o regime militar dava sinais de desgaste, fadiga de material, porém seguia de pé. A anistia acabara de ser votada e o Brasil receberia de volta os exilados, muitos deles da luta armada, como Fernando Gabeira, Betinho, Zé Dirceu e Franklin Martins, e outros expulsos por serem duros adversários do regime, como Brizola e Luiz Carlos Prestes.

Palmares - IPTU 2026

Minha agora Triunfo oficial, uma vez que recebi a cidadania honorária quinta-feira passada, amanheceu com uma leve neblina, bem agradável para cumprir minha corridinha diária de 8 km.

Do jornal O Globo

O governo federal decretou luto de três dias em razão da morte de Oscar Schmidt, ontem. Lenda do basquete e do esporte mundial, o ex-jogador faleceu aos 68 anos após ser hospitalizado com uma parada cardiorrespiratória no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba/SP. Oscar lutava há 15 anos contra um tumor no cérebro.

“O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de Presidente da República, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 18, caput, inciso I, da Lei nº 5.700, de 1º de setembro de 1971,

DECRETA:

Art. 1º É declarado luto oficial em todo o País, pelo período de três dias, contado da data de publicação deste Decreto, em sinal de pesar pelo falecimento de Oscar Daniel Bezerra Schmidt, ex-jogador de basquetebol.

Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 17 de abril de 2026; 205º da Independência e 138º da República.

GERALDO JOSÉ RODRIGUES ALCKMIN FILHO”

O desgaste no judiciário e a necessidade de reação

A crise de confiança no Poder Judiciário brasileiro ganhou novos contornos, ontem, após declarações públicas de integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecendo a gravidade do cenário e a necessidade de enfrentamento institucional. As manifestações reforçam a percepção de desgaste da imagem da Justiça junto à sociedade e colocam em evidência desafios estruturais e de credibilidade.

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, admitiu que o país está “imerso em uma crise”, apontando para um ambiente de questionamentos que atinge diretamente o sistema de Justiça. A avaliação sinaliza preocupação com a relação entre o Judiciário e a população, em meio a críticas recorrentes sobre decisões, funcionamento e alcance das instituições.

Ao lado da prefeita de Canhotinho, Sandra Paes (Republicanos) e do pré-candidato a deputado federal Gabriel Porto (PSB), o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (MDB), participou, hoje, da inauguração do Centro Inovação, Tecnologia e Educação de Canhotinho (Citec) Lourival Mendonça de Barros, equipamento destinado à formação tecnológica, criativa e empreendedora no município.

Toda a estrutura foi construída e equipada com recursos do próprio município, que investiu R$ 20 milhões na obra. A cerimônia reuniu professores, estudantes, servidores, vereadores, o vice-prefeito Marco Torres e moradores do município. De acordo com a prefeita, o Citec é a realização de um sonho coletivo que nasceu com o compromisso de ser um polo de inovação e conhecimento, promovendo inclusão digital, oportunidades e transformação social por meio da educação.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, afirmou, hoje, que o Judiciário vive uma crise e precisa refletir sobre os limites de sua atuação. A declaração foi feita durante palestra na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. “Estamos imersos, em relação à atuação do Judiciário, em uma crise que precisa ser enfrentada”, disse. Segundo o ministro, o cenário exige atenção para evitar soluções inadequadas. “Sob pena de repetirmos, para problemas novos, soluções velhas”, afirmou.

Fachin defendeu que a expansão do Poder Judiciário deve ser acompanhada de limites. “Toda a expansão do poder, ainda que bem-intencionada, precisa ser acompanhada de autocontenção e reflexão crítica”, declarou. Ele acrescentou que o STF deve manter postura reflexiva sobre sua própria atuação. As informações são do portal Poder360.