Lavareda

21/11


2020

Camila discute geração de emprego em Sirinhaém

A prefeita eleita de Sirinhaém, Camila Machado (PP), foi recebida no início da tarde de ontem pelo secretário de Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes. Na pauta, as potencialidades econômicas do município. 

Os gestores discutiram a implantação de cursos profissionalizantes para a juventude, geração de emprego e renda, além de encaminhamento para o mercado de trabalho. A preocupação da prefeita eleita é preparar os moradores de Sirinhaém para trabalhar no Hotel do Sesc que está sendo construído no município. O empreendimento deve gerar 200 postos de trabalho quando estiver pronto. Outros empreendimentos já estão no radar de Camila para serem implantados em Sirinhaém.

“A população espera uma resposta da nossa gestão. Precisamos oferecer perspectivas para as pessoas. O desemprego é um grave problema da nossa cidade e irei pessoalmente encontrar soluções. Vamos priorizar a estruturação do município para impulsionar o turismo e incluir Sirinhaém na rota do desenvolvimento econômico”, disse a prefeita eleita durante o encontro. 

Camila Machado enfatizou o trabalho dos pescadores e também das marisqueiras que vão receber uma atenção especial da sua gestão. A prefeita também destacou que vai fortalecer o turismo rural e que vai oferecer para os turistas a história e a cultura do município. O secretário definiu com a gestora uma visita ao município, já no mês de dezembro, para aprofundar um diagnóstico com as vocações da cidade.


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ALEPE

21/11


2020

Gleisi responde a João e diz que PSB está desesperado

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, se pronunciou há pouco sobre inserções veiculadas desde ontem pela campanha de João Campos (PSB), que insinuam que lideranças da sigla conduziriam a Prefeitura do Recife, caso a prefeiturável Marília Arraes (PT) vença a eleição. Gleisi teve acesso à peça publicitária que a cita em tom depreciativo e respondeu ao candidato socialista. Na sua visão, a atitude revela desespero.

"O desespero é irmão da mentira e é para isso que a campanha do PSB está apelando. O povo do Recife sabe muito bem a diferença entre governar e mandar, e por isso mesmo colocou Marília na liderança do segundo turno. Quem será que está mandando João Campos ser tão desrespeitoso assim com o eleitor do Recife?", declarou Gleisi Hoffmann.


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Comentários

Fernandes

Deixa de papagaiada carlos, tua candidato FEIA a delegada Patrícia perdeu, vcs perderam. KKKKK

Carlos

Gleisi, também conhecida como Coxa ou Amante na planilha de propinas da Odebrecht. Recife é a piada nacional.

Fernandes

A delegada feia perdeu, bozoloide.

Fernandes

Chora bozoloide. Perdesse. kkkkkk

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

É isso. A militância petralha querendo eleger Marília com o apoio do chefe da quadrilha, o Lula ladrão. Triste ver o Magno desesperado, querendo a qualquer custo que a Marília, apadrinhada pelo maior ladrão que o Brasil já teve, ser a prefeita do Recife. Realmente, não se fazem mais jornalistas como antigamente. O danado é que ela não será eleita e os que vivem a apoia-la, ficarão a ver navios. Dia 29 de novembro de 2020 será o dia que vai se escolher entre o bem e o mal. O PT já mostrou que é o partido que roubou, institucionalizou a corrupção, deixou o País com 13 milhões de despregados antes da Pandemia. Quando administrou o Recife foi o caos. Tenho certeza que o recifense não deixara o PT voltar a comandar o Recife para não acontecer o que foi sua gestão nefasta quando foram eleitos. Deus é bom. Sempre.


O Jornal do Poder

21/11


2020

PSDB se mantém neutro no segundo turno do Recife

O PSDB optou pela neutralidade no segundo turno do Recife. A decisão foi anunciada, ontem, por meio de nota.  Na disputa à Prefeitura da capital pernambucana, a sigla apoiou Mendonça Filho.

Leia o comunicado na íntegra:

O PSDB Estadual e o diretório municipal do partido no Recife mais uma vez cumprimentam nosso candidato no primeiro turno, Mendonça Filho, do DEM, pela expressiva votação alcançada. Com relação ao segundo turno, o PSDB, dada as alternativas colocadas, se manterá neutro.

Alessandra Vieira
Presidente Estadual do PSDB
Ricardo Chaves
Presidente do PSDB no Recife.


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Abreu no Zap

21/11


2020

Candidata do PT a prefeita é morta no Pará

Do G1 PA

Leila Arruda, candidata do PT à Prefeitura de Curralinho, no arquipélago do Marajó, foi assassinada a facadas e pauladas na tarde da última quinta-feira (19) em Belém.

Segundo familiares, ela foi vítima de feminicídio e assassinada na porta de casa, no bairro do Tenoné. Ainda de acordo com os familiares, o suposto autor do crime é o ex-marido, de quem ela estava separada há três anos e sofria com perseguições.

Leila Arruda tinha 49 anos e foi fundadora e militante do Movimento de Mulheres Empreendedoras da Amazônia (Moema), filiou-se ao PT em Curralinho aos 20 anos e era formada em pedagogia.

A Polícia ainda não se manifestou sobre o caso. O Instituto Médico Legal (IML) confirmou foi acionado para remover o corpo no endereço dela no bairro do Tenoné.

Em nota, o PT do Pará lamentou a morte, disse que ela era militante e confirmou que ela teria sido assassinada pelo ex-marido.

A nota também anunciou "indignação por este crime brutal que tirou a vida de mais uma mulher no estado e reitera que é inadmissível que as mulheres sejam reféns da violência provocada pelo machismo enraizado na sociedade". O PT disse ainda que "está prestando ajuda aos familiares e amigos de Leila Arruda.


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21/11


2020

Dois cafés, duas histórias de vida

Dizem que o reencontro quando movido pelo sentimento da verdadeira e saudável saudade tem a enorme capacidade de renovar o sangue que faz o coração pulsar mais forte. Foi assim que me senti, há pouco, ao visitar o empresário do café que fez mais sucesso em Afogados da Ingazeira durante 20 anos, entre o final da década de 60 e o início da de 80: Luiz Geraldo. Vindo de Cabrobó, onde nasceu, montou uma grife no Sertão do Pajeú: o Café Catedral.

Seu Luiz, como assim o tratávamos, hoje com 84 anos, mora em Caruaru, cidade que o acolheu no embalo de outro grande empreendimento de igual sucesso: o Café Soberano. Catedral e Soberano viveram dois momentos de fertilidade econômica em Pernambuco, ambos capitaneados pela competência, a coragem e o tino gerencial de Luiz Geraldo. 

O Café Catedral foi, na verdade, a primeira grande fábrica de Afogados da Ingazeira. Abriu de imediato mais de 200 empregos diretos e outra penca de indiretos. O produto era moído, torrado e distribuído para abastecer o mercado consumidor num raio de mais de 80 municípios, do Pajeú ao Sertão do Francisco, atingindo também terras baianas, entre elas Juazeiro, cidade irmã de Petrolina.

Luiz Geraldo montou um negócio sólido. Tinha uma frota de caminhões, carretas e outros modelos de fazer inveja para a entrega do café, afamado em campanhas publicitárias pela cabeça brilhante de Antônio Carlos, da Arcos Publicidade.

Com o passar dos anos, Luiz Geraldo foi vítima do descontrole e dos espertalhões. No início dos anos 80, a indústria fechou em Afogados da Ingazeira, mas dois anos depois, convidado por Edgar Wanderley, do Cirol Royal, café já notabilizado no mercado nordestino, aceitou o desafio de fincar raízes na terra de Vitalino com o Café Soberano. 

Deu certo, coincidentemente, também, por 20 anos, estágio de tempo do Catedral. Caruaru e Afogados da Ingazeira viraram cidades simbolizadas pelo cheiro do café, abrindo um oásis econômico num chão euclidiano. A lenda de que Sertão é só seca e miséria foi removida das mentes dos descrentes numa epopeia personalizada na figura de Luiz Geraldo, o bem-feitor.


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Márcia Flora Leitão

Grande história, Grande homem. Honestidade, Gentileza e amor ao próximo o define. (Palmas)


Banco de Alimentos

21/11


2020

Eduardo não queria filho na política

Destacado membro da família Arraes e que preferiu não se envolver na campanha de nenhum dos dois familiares, revelou a este blog que Eduardo Campos não queria nenhum filho na política. Igual a Doutor Arraes, que não permitiu a carreira política de nenhum dos seus 10 filhos, Eduardo Campos também era contra filhos se candidatarem. Ele queria que seus filhos estudassem e se tornassem profissionais decentes. 

Muitas vezes lembrava o quanto havia sofrido de violentos ataques pessoais à sua honra, o tanto de sacrifício que é a vida pública. Ele muitas vezes falava que não se podia confiar em ninguém na política, nem mesmo em familiares e muito menos em amigos. Gostava de dizer que não se tem amigo em política, mas sim aliados temporários. 

Lembrava o quanto foi traído nos momentos de baixa e que todos retornavam quando estava novamente em alta. Durante os precatórios, não podia nem entrar num restaurante sem ser xingado de ladrão e depois no auge não podia ficar no restaurante de tanto ser chalerado e bajulado. Isso ele não queria para nenhum dos seus filhos. 

Em 2014, o próprio João fez de tudo para ser candidato a deputado federal, inclusive com a pressão pesada da mãe, mas Eduardo proibiu terminantemente. Esse membro da família Arraes garante que se Eduardo fosse vivo ele não teria deixado João se candidatar a nada.

Eduardo temia o potencial de Marília

Esse mesmo membro da família Arraes confessou que Eduardo fez de tudo para Marília não crescer na política. Ele temia o potencial da prima. Tanto que em 2014 também vetou a candidatura de Marília para deputada federal. Foi nesse processo que Marília rompeu com Eduardo, no auge do poder que o primo atingiu. 

Ela demonstrou uma coragem que assustou Eduardo, pois ele não imaginava tanta personalidade por parte da prima. Agora se nota o que Eduardo anteviu: Marília se transforma num quadro nacional de primeira grandeza. 

Se o PSB conseguiu manobrar para impedir que ela se elegesse governadora em 2018, agora vence as barreiras da aliança Humberto Costa-Família Campos para se posicionar como a política mulher mais importante do Brasil. Inclusive tem potencial para conquistar o sonho que nem Miguel Arraes nem Eduardo Campos conseguiram: a Presidência da República.

Entre as políticas mulheres do Brasil, Marília hoje é a que detém o maior potencial para ser Presidente.

Esse membro da família Arraes acredita, inclusive, que num futuro não assim distante, Marília vai conseguir reunir todos os Arraes e Campos. Imagina que o PSB vai ser destroçado do poder em Pernambuco, em todos os níveis, e João, se tiver mesmo que continuar na política,  deve precisar do apoio de Marília para sobreviver. Arrisca até pensar que sem as máquinas públicas que lhe apoiaram para amealhar o recorde de 460.387 votos, no futuro João Campos pode nem ter capacidade para se reeleger deputado federal. 

Aí Marília deverá ser procurada para garantir a eleição de João, que vai ter que amadurecer enfrentando a realidade nua e crua da vida política sem os esquemas das máquinas públicas.


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Wellington Antunes

Chora bando de bosolóides. O choro é livre.

Carlos

Quando o jornalista se torna militante convicto, ele fica cego e perde o senso fundamental para imparcialidade na análise dos fatos. Hoje vemos uma grande quantidade de jornalistas que trocaram suas carreiras por militância.

Wellington Antunes

Chora bando de bosolóides. O choro é livre.

ABAIXO FALSO MORALISMO

Fecha o cu Carlos

Fernandes

Os Bozoloides tão arretados os candidato deles perderam, ficam com esse mimimi, ridículo.



21/11


2020

Não voto foi o grande vencedor desta eleição

Por Marcelo Tognozzi*

O doutor Ulysses Guimarães dizia que a “sociedade sempre acaba vencendo”. Ela vai empurrando o governo e o Congresso na direção daquilo que deseja. Este caminho é inexorável. Algumas mudanças são feitas com muito alarde e espetáculo, como aconteceu com o movimento pelas eleições diretas iniciado em 1984, transformado em realidade 5 longos anos depois.

Outras mudanças a sociedade faz de mansinho, sem muita marola. É o caso do voto obrigatório. O Brasil faz parte de um exclusivo clube de 21 países onde votar é uma obrigação antes de ser um dever. A Constituição diz no seu artigo 14 que o voto e o alistamento militar aos 18 anos são obrigatórios. Mas a cada pleito esta obrigação vai virando opção. Na última eleição presidencial, 1 terço dos eleitores não apareceu para votar ou não votou em ninguém.

Este ano, a coisa viralizou – não apenas pela pandemia, mas por 1001 facilidades. Em São Paulo, 45,27% ou 3.647.901 eleitores escolheram não ir ou não votar em candidato algum. No Rio, nada menos que 52% ou 2.523.951 cariocas deram um sonoro não a “tudo isso que aí está” e deixaram aos outros 48% a responsabilidade de decidir quem iria com quem para o segundo turno.

Em Salvador, apenas Bruno Reis, o candidato anabolizado pela popularidade do prefeito ACM Neto, ganhou daqueles 39,46% que disseram não vou, não gosto, não quero. Em Recife a abstenção, brancos e nulos chegou aos 33,6% das preferências e derrotou os primos João e Marília, que tiveram direito a um novo round nesta que já é briga de família de maior audiência da história de Pernambuco. E foi assim que o fenômeno do não voto, nome técnico que une abstenção, brancos e nulos no jargão dos cientistas políticos, acabou sendo o grande vitorioso desta eleição.

Há quem julgue que uma abstenção alta é consequência da crise de representatividade por que passa a democracia brasileira, com políticos desmoralizados e eleitores desiludidos. Não é bem assim. Antes de culpar políticos e eleitores, o Estado criou um monte de facilidades para quem não quer votar. Pode justificar pelo aplicativo, por exemplo, ao invés de ter de ir pessoalmente a um posto da Justiça Eleitoral. E a multa custa R$ 3,51 por cada turno. Mais barato que uma passagem de ônibus ou um café expresso nas melhores casas do ramo. Quem mandar às favas os 2 turnos gasta a mixaria de R$ 7, 02 para ficar quites com o Estado e a consciência, tudo devidamente abençoado pela Resolução 23.088 de 2009 do egrégio TSE.

Tanta facilidade acabou impondo mudanças e já vivemos no Brasil aquela situação dos países onde o voto não é obrigatório e os partidos precisam fazer duas campanhas: uma para eleger seus candidatos e outra para convencer o eleitor a sair de casa e votar.

Nesta toada, a obrigatoriedade do voto no Brasil vai se tornando obsoleta e se ninguém teve coragem e votos suficientes para encarar a realidade mudar a lei aprovando uma PEC no Congresso, então viva o TSE, o aplicativo e a multa baratinha juntos e misturados no jeitinho brasileiro da vez.

A vitória do não voto no primeiro turno deixa claro que esta não é mais a mesma sociedade de 5 de outubro de 1988, quando o doutor Ulysses presidiu a promulgação da atual Constituição. Ela empurra o país para uma nova realidade, na qual os eleitores – especialmente os dos grandes centros – querem ter o direito de não votar sem serem cobrados por isso.

Há uma transformação em curso que precisa ser entendida e – mais que isso – percebida por quem faz política numa democracia representativa. Desde 1989 passamos por 15 eleições presidenciais e municipais, saímos do velho e surrado santinho para o WhatsApp; da propaganda da TV para as redes sociais. O eleitor foi iludido e desiludido diversas vezes, a começar pela primeira eleição, em 1989, que deu Collor na cabeça. Ou em 2018, quando um eleitorado agora mais experiente imaginou poder trocar a velha política pela nova política como quem muda de roupa.

Se Bolsonaro viu seus candidatos serem derrotados, o ex-ministro e ex-juiz Sergio Moro também sentiu este gostinho amargo. Fábio Aguayo do PSL foi o único candidato que Moro chamou de seu. Levou um caraminguá de 972 votos e perdeu a eleição para vereador em Curitiba. O candidato de Lula deu vexame em São Paulo, mas ele ainda pode ter o que comemorar com Marilia Arraes em Recife.

Muitos justificam a obrigatoriedade do voto ou da participação citando Platão: “Os que não gostam da política vão acabar sendo governados por aqueles que gostam”. Mas as coisas nem sempre são tão simples. No nosso caso, não se trata de gostar ou desgostar da política, mas da percepção de como ela é praticada, das suas regras e sua máquina, para uma sociedade onerada por muito imposto e pouco retorno.

Nos países desenvolvidos onde o voto é facultativo, o não voto fica em torno de 35%, 40%, como nesta eleição. Acabou aquele entusiasmo de 30 anos atrás dos brasileiros com fome de urna, depois de mais de 20 anos de jejum cívico. Nosso eleitorado está cada vez mais parecido com aquele das democracias mais maduras, onde é o cidadão quem decide se vai ou não exercer o seu direito de votar. No caso do Brasil, o eleitor – com o beneplácito do TSE – está dizendo aos políticos que, na prática, caducou o voto obrigatório do artigo 14 da Constituição. E revogam-se as disposições em contrário.

*Jornalista. Artigo publicado originalmente para o site Poder360.


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21/11


2020

FBC e Miguel reforçam apoio a Yves Ribeiro

O senador Fernando Bezerra Coelho e o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, ambos do MDB, se reuniram ontem com o candidato da legenda à Prefeitura de Paulista, Yves Ribeiro, e o vice da chapa Dido Vieira. O encontro serviu para reforçar o apoio ao postulante emedebista.

"Nesse momento, em que Yves e Dido Vieira disputam o segundo turno, quero reforçar o meu apoio para sua campanha. Acredito na experiência de seu trabalho e com nossa força essa parceria poderá realizar muito mais pela cidade", declarou Fernando Bezerra Coelho. 


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21/11


2020

O modelo nazista de João e sua tropa

É antiga, carcomida e fascista a tática do PSB de tentar vencer o jogo no território do falsear a verdade. É a tática de criar o ambiente do medo entre os eleitores desinformados, alheios, que só sabem que está diante de um processo eleitoral quando liga a TV e no meio da emoção da sua novelinha sente sua privacidade invadida e roubada pela propaganda eleitoral.

Esse PSB que mente, difama e agride covardemente Marília Arraes, favorita nas eleições de segundo turno, é o mesmo que, lá atrás, vampirou até onde pôde a popularidade de Lula. É o mesmo que chegou a panfletar a mentira de que Jarbas batia no pai para impedir sua chegada ao poder e a ele se aliou, muito tempo depois. 

É o mesmo que usou o esquema dos sanguessugas no Ministério da Saúde para detonar Humberto Costa, vencido por Eduardo por esse mesmo jogo do subterrâneo da política que choca a sociedade em nome do poder pelo poder. Quando o PSB alardeia e falseia as verdades do PT golpeia seus próprios aliados. 

O PT raiz, dos escândalos que o afastaram da sociedade sadia e do eleitorado consciente, é o de Humberto, de Dilson Peixoto e de Oscar Barreto, que assina embaixo por João Campos. Essa banda podre não está com Marília. Pelo contrário, sabotou a candidatura dela para governadora em 2018 e pediu votos para João no primeiro turno, na eleição de domingo passado. 

É o PT lambe osso do PSB, que detém nada menos do que dois mil cargos nos governos do Estado e da Prefeitura do Recife. Que se agarra nesse ossão das boquinhas em troca de assumir o esgoto da política, papel típico do fascismo mais barato, o que propala ódio, dissemina a má-fé, sufoca a sociedade com mentiras deslavadas.

Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade, ensinou e pregou Adolfo Hitler. As fake news do gabinete do ódio de João de Geraldo emporcam uma campanha, cujo propósito é discutir os problemas de uma cidade que parou no tempo, campeã em desigualdade, jogada às traças por uma gestão incompetente e corrupta, a gestão de Geraldo das seis operações da Polícia Federal.

Essas fake revelam o desespero de uma gente ameaçada de perder a boquinha. Um dos seus maiores adeptos foi Adolf Hitler e seus comunicadores do regime nazista. Durante todo o período em que ele esteve no poder, lançou mão de todos os canais de comunicação disponíveis na época para colocar em circulação uma infinidade de mentiras, fofocas e boatos. Tudo era bom e válido para transmitir ao povo alemão e ao mundo as mentiras nazistas – desde o rádio e o cinema até os jornais, revistas e desenhos animados.

Quem gerenciava todo aquele imenso giro de notícias falsas era o Ministério da Propaganda, presidido por Joseph Goebbels, braço direito de Hitler. A enxurrada de inverdades diariamente despejada sobre o povo alemão não era a custo zero: o Reich gastava entre 250 milhões e 500 milhões de dólares ao ano para financiá-la, uma cifra nada desprezível para a época (no mesmo período, os americanos investiam cerca de 26 milhões de dólares ao ano).

Se você não sabia, fique sabendo: o PSB e a turma do PT de Humberto copiaram esse mesmo modelo nazista, para impedir a mudança que veste saia, de ventos que sopram de norte a leste, em contraponto a um menino mimado e despreparado.


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Wellington Antunes

Chora bando de bozolóides, o choro é livre.

Fernandes

O choro é livre.

Carlos

Não existe mudança alguma, João e Marília são farinha do mesmo saco, além de serem da mesma família, são dois esquerdopatas que defendem tudo o que não presta e pertencem a partidos atolados em corrupção, quem defende qualquer um desses dois não tem um pingo de vergonha na cara.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Realmente Magno. Você retratou muito bem o PT e os partidos de esquerda. O Bolsonaro se elegeu por não tolerarmos mais as mentiras e os roubos dos petistas. Institucionalizou a corrupção. Seus filiados condenados por roubo, tendo o chefão da quadrilha o Lula ladrão, como o padrinho da Marília. Não, não precisa dizer mais nada. Quem tem como padrinho o maior corrupto que o Brasil já teve, inclusive chegando a ser citado pelo Obama, mostra bem como será o governo caso o PT ganhe. Não se pode esconder Marília do PT. É fato.

Sergio Murilo Pereira Araujo

Esse tal de João Campos é um tabacudo.


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