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Pacheco vence grupo de Zeca e surge como provável candidato a prefeito em 28

O presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Luciano Pacheco, saiu das urnas com uma importante demonstração de força política no município, ao superar o grupo liderado pelo prefeito Zeca Cavalcanti na disputa eleitoral de ontem (4). O resultado coloca o vereador-presidente no centro do cenário político local e como possível candidato a prefeito na próxima eleição.

A disputa ocorreu em um cenário de forte confronto político entre os dois grupos. O rompimento foi entre o prefeito Zeca Cavalcanti e o vereador Luciano Pacheco, que passaram a ocupar lados opostos no cenário político de Arcoverde. O embate também foi marcado por tentativas de cassação do mandato de Pacheco e por uma disputa envolvendo diferentes forças políticas do município.

Com a oposição dividida entre diferentes candidaturas, Luciano Pacheco conseguiu concentrar uma parcela expressiva dos votos de Arcoverde. O resultado reforça seu protagonismo político no município e abre um novo capítulo na disputa entre o presidente da Câmara e o grupo político de Zeca Cavalcanti.

Eleita a deputada estadual mais votada de Pernambuco, com mais de 146 mil votos, Dani Portela (PSOL) comemou resultado das urnas na noite de ontem (4), no comitê central de sua campanha, no bairro da Boa Vista, no Recife. Em discurso, a parlamentar destacou o caráter coletivo da vitória e o papel das mulheres negras na política. Com informações do Blog da Folha.

“Essa vitória é o resultado de uma luta coletiva. Construída com as mãos de todas e todos que vieram antes de nós. Tenho um orgulho imenso de ser uma das autoras da lei de cotas raciais. É isso que uma mulher negra faz quando entra na política. E eu só acredito na política que é feita assim: ouvindo o povo, pisando o chão que o povo pisa. Sou só gratidão pelo resultado!”, destacou.

A comemoração reuniu representantes do Movimento Negro, do movimento feminista e de organizações da sociedade civil. Durante o mandato, Dani Portela foi líder da oposição ao governo Raquel Lyra na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Ela também presidiu a Comissão de Cidadania, Direitos Humanos e Participação Popular e ocupou a vice-presidência da Comissão da Mulher.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Reeleito deputado federal com a maior votação de Pernambuco, Pedro Campos (PSB) usou a coletiva de imprensa da Frente Popular, realizada no Hotel Luzeiros, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife, para projetar os próximos anos em Brasília. O parlamentar agradeceu a votação e afirmou que o novo mandato será marcado pela defesa do presidente Lula (PT) diante de um Congresso desafiador.

“Eu só tenho a agradecer ao povo pernambucano, que é grato, que sabe reconhecer a quem trabalha, a quem transforma sonhos em realidade. E eu não tenho dúvida que isso nos levou à vitória também e agora a responsabilidade é de fazer mais, de defender nosso presidente Lula (PT), apesar de o cenário no Senado nacional ser muito desafiador”, disse.

Caruaru - Minha rua nova

Raquel é mais forte do que imaginam. E, com a sua força, Raquel derrota até aliados, quando lhe convém. Quer um exemplo? Em Caruaru, sua terra, Anderson Luiz (candidato do prefeito Rodrigo Pinheiro) fez a maior e mais cara campanha de deputado estadual que a cidade já viu.

Para se vingar de Rodrigo, que não acertou com ela a estratégia de lançar Anderson, lançou em Caruaru mais dois candidatos — Ana Lucia e Carlos Braga, para impedir a eleição de Anderson.

Conseguiu derrotar Anderson e, por consequência, Rodrigo. Fez a sua chapa ao Senado visando apenas o fortalecimento próprio. Derrotou Dudu da Fonte e Túlio. Estimulou Mendonça a entrar e depois se afastou dele. Ficou com os bolsonaristas votando nela e ela sem apoiar Bolsonaro e sem votar nele.

Resumindo: deu tudo certo para Raquel. Só pra ela!

Ipojuca - Na palma da sua mão

A estratégia de marketing político para a consagradora eleição da deputada cearense Luizianne Lins (Rede), ontem, para o Senado, foi coordenada pelo marqueteiro e publicitário pernambucano Marcelo Rios, da Vídeotaipe, com sede no Recife. Para mim, não foi surpresa. Marcelo é um excelente profissional e vem de uma trajetória exitosa em campanhas eleitorais.

Especialista em Comunicação e Marketing Eletrônico, Político e Eleitoral, Rios atua na área há mais de 30 anos. Coordenou, produziu e prestou consultoria para mais de 90 campanhas políticas, no Brasil, do extinto PCB ao extinto PFL.

Trabalhou em campanhas como as de Miguel Arraes para governador, Leonel Brizola, Eduardo Campos, Gustavo Krause, João Paulo e Anthony Garotinho, e coordenou, para Duda Mendonça, a campanha de José Riva para governador do Mato Grosso.

Fez Humberto Costa o Senador mais votado em 2018, elegeu no 1º turno Ivo Gomes Prefeito de Sobral e levou Teresa Leitão a ser a 1ª senadora de Pernambuco. A nova senadora cearense, eleita na chapa do governador reeleito Elmano de Freitas, já foi vereadora por Fortaleza, prefeita da cidade (2005-2013), deputada estadual e atualmente é deputada federal pelo Ceará.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por Cláudio Soares*

As eleições de 2026 deixaram uma mensagem política que merece ser lida com atenção. O eleitor demonstrou um forte sentimento de mudança, retirando das urnas nomes que, durante anos, ocuparam posições de enorme influência no Congresso Nacional.

Mais do que derrotas individuais, o resultado revela uma transformação na composição política do país e poderá produzir efeitos importantes na relação entre os Poderes da República.

Palmares - Forró Mares 2026

O resultado da eleição em Pernambuco escreve uma outra página que merece um estudo político e sociológico: todos os políticos com projeto majoritário que a governadora colocou debaixo do seu guarda-chuva levaram a pior e saíram desmoralizados.

Pela ordem, Miguel Coelho: recebeu a promessa de que seria o candidato a senador na chapa da governadora e acabou sofrendo a maior traição da sua carreira pública. De última hora, teve que improvisar uma candidatura a deputado federal, botou Raquel nos ombros, literalmente, numa caminhada em Petrolina, e perdeu a eleição para o irmão Fernando Filho.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Heron Cid
Do MaisPB

O governador reeleito da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), já tem o seu primeiro compromisso político, um dia depois de arrebatar a eleição de 2026 em primeiro turno, com 64,30% dos votos. Lucas foi convocado pelo presidente Lula (PT) para reunião com governadores em Brasília, nesta segunda-feira (5). A primeira trincheira para reagir à vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno. Lula precisará muito dos aliados. Principalmente, os que saíram das urnas com força e tamanho político. Como é o caso de Lucas, na Paraíba.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Osvaldo Matos*

A eleição de Gilson Machado para deputado federal, com mais de 155 mil votos, e de Gilson Machado Filho para deputado estadual, com mais de 132 mil, revela a força política de uma parceria construída com identidade, presença e capacidade de mobilização.

Os dois disputaram uma parcela do eleitorado que, além de minoritária no estado, estava dividida entre várias candidaturas de direita. Nesse cenário, conquistar duas votações tão expressivas demonstra a capacidade de transformar reconhecimento e confiança em voto.

Alguém além do território pernambucano pode olhar para o resultado da eleição no Estado e perguntar: por que o PT reelegeu Humberto Costa o mais votado, passando Marília Arraes (PDT) e João, como cabeça de chapa, não foi eleito governador?

Porque simplesmente o PT traiu João. Humberto foi apoiado pela avassaladora máquina de prefeitos que receberam dinheiro a rodo do Estado para garantir uma votação de tal magnitude para tirar a desvantagem de Raquel no Recife e Região Metropolitana. Humberto foi apoiado, inclusive, pelo prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro.

Dedico este glorioso artigo ao meu colega o filósofo grego Platão, idealizador da República dos sonhos da humanidade e que inspirou os amores platônicos de minha vida animalesca

José Adalbertovsky Ribeiro, periodista, escritor e quase poeta

MONTANHAS DA JAQUEIRA – As eleições mais que gerais deste ano irão decidir o destino dos demiurgos da República, criaturas etéreas que flutuam entre o céu e a terra. Os demiurgos de capa preta são os mais poderosos da história desde os tempos da República de Platão. Os demiurgos se autoproclamam donos da democracia e da República.

A máquina só moeu em favor de Raquel

João Campos (PSB) perdeu a eleição pela onda bolsonarista, a mesma que arrastou o presidente Lula (PT) para um segundo turno mais favorável ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Aos 81 anos, ir ao segundo turno num cenário incerto, não estava no radar do petista. João foi vítima também do extremo desgaste do Governo Lula. Perdeu também pela baixa performance no Recife e Região Metropolitana. O Recife não traiu João. O que houve foi uma avalanche de votos à direita, fenômeno que ocorre na América do Sul.

João foi vítima principalmente do uso abusivo e ostensivo da máquina do Estado pela governadora, que teve 150 prefeitos moendo suas estruturas em favor dela. A máquina é um peso em qualquer eleição. João tinha consciência disso e apostou na estratégia de vincular seu nome ao prestígio de Lula no Estado.

O escritor Augusto Cury (Avante) disse na noite deste domingo (4) que não vai apoiar nenhum candidato à Presidência da República no segundo turno das eleições. Ele afirmou que manterá silêncio sobre o pleito.

“Os dois candidatos, se quiserem aproveitar nossas propostas, elas estão disponíveis para serem aproveitadas”, disse. “Eu me silencio completamente em relação aqueles que estarão no segundo turno”, afirmou à imprensa. As informações são da CNN.

Segundo apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno no próximo dia 25 de outubro.

A liderança de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno provocou uma forte alta em um ativo brasileiro negociado na Ásia. Em Tóquio, um fundo que acompanha o Ibovespa abriu o dia em alta de 9,40%, a 322 ienes.

A reação dos investidores aparece no ETF Nomura NF Ibovespa Link. Esse tipo de produto financeiro funciona como um fundo negociado em bolsa. Nesse caso, acompanha o desempenho do Ibovespa, principal índice do mercado acionário brasileiro. As informações são do g1.

O candidato ao Governo de Pernambuco pela Coligação Frente Pernambuco de Luta (Federação PSOL/REDE e PCB), Ivan Moraes (PSOL), agradeceu, hoje, os mais de 77 mil votos recebidos nas eleições, destacou o papel importante que sua campanha cumpriu, celebrou a eleição de Jones Manoel como primeiro deputado federal do PSOL Pernambuco, comemorou o resultado da votação de Yasmim Alves e convocou todo o povo pernambucano a batalhar fortemente para assegurar a vitória de Lula.

Ao longo da campanha, Ivan apresentou propostas como a tarifa zero no transporte público, o programa Cultura Todo Dia, o Lixo Zero, a defesa da Compesa e do Metrô públicos, o enfrentamento à escala 6×1, políticas de segurança pública com respeito aos direitos humanos e iniciativas para geração de emprego e renda.

João Campos (PSB) encerrou a eleição deste domingo (4) com mais de 2,2 milhões de votos e um saldo político que mantém a Frente Popular como uma das principais forças de Pernambuco. O grupo conquistou as duas vagas em disputa para o Senado, elegeu uma bancada expressiva na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados e ainda fez o deputado federal mais votado do Estado.

A votação de João também entrou para a história. Foi a maior já alcançada por uma candidatura de oposição ao Governo de Pernambuco. O resultado veio depois de 180 dias de campanha, com agendas em todas as regiões do Estado e uma disputa marcada pela apresentação de propostas e projetos estruturantes.

Miguel Coelho, figura no mínimo inusitada do cenário político, especificamente da região do São Francisco, porque nunca teve expressão nenhuma no estado, chegou em último lugar nas últimas eleições para governador e hoje levou o último grande e justo golpe.

Depois de trair o próprio irmão, quando lançou uma candidatura completamente estapafúrdia a deputado federal, levou uma resposta do povo de Petrolina e de Pernambuco: não se elegeu.

O resultado da eleição mostrou Fernando Filho, que tem coerência e história, deputado de quatro mandatos e ex-ministro de Minas e Energia, renovando o seu mandato com a confiança do povo de Petrolina e do Sertão. E mostrou Miguel, que alardeava ser o reizinho, a catita do Sertão, perdendo o mandato e ficando fora.

Isso é simplesmente humilhante.

No fundo, no fundo, a eleição e o eleitor colocaram Miguel Coelho no lugar que ele agora ocupa: fora do mandato.