Com 30,80% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 1.481.146 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra soma 53,17%, com 787.505 votos, João Campos tem 44,27%, com 655.716 votos, e Ivan Moraes registra 2,09%, com 30.900 votos.
Com 30,80% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 1.481.146 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra soma 53,17%, com 787.505 votos, João Campos tem 44,27%, com 655.716 votos, e Ivan Moraes registra 2,09%, com 30.900 votos.
O governador Eduardo Riedel (PP), 57, foi reeleito neste domingo (4) para comandar o Mato Grosso do Sul pelos próximos quatro anos, projeta o Datafolha.
Com 79,69% das urnas apuradas, Riedel obteve 67,29% dos votos válidos, e os outros sete candidatos não podem mais alcançá-lo na disputa sul-mato-grossense. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisPara projetar a vitória de um candidato, o Datafolha acompanha os dados da apuração divulgados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e, por meio de um sistema próprio, faz a projeção do resultado considerando o agrupamento de eleitores por mesorregião e natureza do município em cada estado. Quando há um número razoável de votos apurados nesses agrupamentos, é possível estimar que um candidato não poderá mais ser ultrapassado e, portanto, projetar sua vitória.
Em segundo lugar ficou o ex-deputado federal Fábio Trad (PT), seguido por João Henrique Catan (Novo).
As pesquisas eleitorais já registravam a possibilidade de o governador vencer no primeiro turno, como a Quaest que colocou Riedel com 51% das intenções de votos, um crescimento de 11 pontos percentuais em relação ao levantamento publicado em agosto.
A eleição deste ano foi a segunda disputada pelo empresário, que quatro anos atrás derrotou no segundo turno o então deputado estadual Capitão Contar (PRTB). Antes, tinha sido secretário de Governo e de Infraestrutura do ex-governador Reinaldo Azambuja (ex-PSDB, hoje do PL).
Filiado ao PSDB por mais de duas décadas, Riedel mudou de partido em meio ao encolhimento tucano no cenário nacional. Nesta eleição, declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa à Presidência da República.
Empresário ligado ao agronegócio —chegou a ser vice-presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil) e presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul)—, o governador obteve apoio do setor desde sua primeira eleição.
Riedel disputou a eleição com uma coligação formada por dez partidos (PP, União Brasil, PL, PSDB, Cidadania, Podemos, Avante, Republicanos, PSD e MDB), a maior formada no estado em 2026 e com três siglas a mais do que no pleito de 2022. O governador reeleito manteve o vice, José Carlos Barbosa, o Barbosinha (Republicanos), em sua chapa para o próximo mandato.
Já Trad contou com outros quatro partidos, além do PT (PC do B, PV, PDT e PSB), em sua coligação.
Também disputaram a eleição em Mato Grosso do Sul Delcidio Amaral (PRD), Daniel Lemes (PCO), Economista Renato Gomes (DC), Jeferson Bezerra (Agir) e Lucien Rezende (PSOL).
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Resultado de 31,90% das seções totalizadas 36.743.115 dos votos validos até o momento. O candidato Flávio Bolsonaro aparece com 50,74% dos votos, enquanto Lula tem 41,14%. Augusto Cury tem 2,94%, Ronaldo Caiado 2,38%, e Renan Santos 2,28%.
Com 20,10% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 945.320 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra soma 52,95%, com 500.518 votos, João Campos tem 44,43%, com 420.008 votos, e Ivan Moraes aparece com 2,14%, com 20.231 votos.
Resultado de 21,96% das seções totalizadas 25.289.745 dos votos validos até o momento. O candidato Flávio Bolsonaro aparece com 51,07% dos votos, enquanto Lula tem 40,82%. Augusto Cury tem 2,94%, Ronaldo Caiado 2,38%, e Renan Santos 2,27%.
Apuração Governo de PE: Raquel 53,10% e João 44,20%
Com 15,78% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 738.314 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra tem 53,10%, com 392.013 votos, João Campos soma 44,20%, com 326.343 votos, e Ivan Moraes aparece com 2,22%, com 16.355 votos.
Com 12,04% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 562.008 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra soma 52,51%, com 244.230 votos, João Campos registra 44,68%, com 207.825 votos, e Ivan Moraes aparece com 2,26%, com 12.679 votos.
Com 6,32% das seções totalizadas para o Governo de Pernambuco, 292.192 votos válidos já foram contabilizados. Raquel Lyra aparece com 52,85%, somando 154.415 votos, João Campos tem 44,30%, com 129.451 votos, e Ivan Moraes registra 2,36%, com 6.894 votos.
Resultado de 10,92% das seções totalizadas 12.671.576 dos votos validos até o momento. O candidato Flávio Bolsonaro aparece com 51,09% dos votos, enquanto Lula tem 40,67%. Augusto Cury tem 2,98%, Ronaldo Caiado 2,40%, e Renan Santos 2,30%.
O candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), chegou há pouco ao Hotel Luzeiros Recife, localizado no bairro do Pina, Zona Sul do Recife, acompanhado do prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), para acompanhar a apuração. Ele deve dar um pronunciamento em coletiva de imprensa ao fim da contagem dos votos. A movimentação é tranquila tanto dentro do hotel quanto pelos arredores. O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) também deve acompanhar no mesmo hotel. A assessoria não informou o horário de chegada. Já a candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT) chega ao Hotel Atlante Plaza às 18h, em Boa Viagem, e também deve falar com a imprensa após a apuração.
Resultado de 2,00% das seções totalizadas até o momento para o Governo de Pernambuco, com cerca de 90 mil votos válidos apurados. Raquel Lyra tem 51,28%, com 46.143 votos, João Campos aparece com 45,89%, com 41.297 votos, e Ivan Moraes soma 2,32%, com 2.086 votos.
Resultado de 5% das seções totalizadas e 6.396.930 dos votos validos até o momento. O candidato Flávio Bolsonaro aparece com 50,43% dos votos, enquanto Lula tem 41,15%. Augusto Cury tem 3,03%, Ronaldo Caiado 2,42%, e Renan Santos 2,37%.
O portal Poder360, chefiado pelo meu amigo Fernando Rodrigues, disponibilizou um painel de apuração em tempo real para que o leitor acompanhe a apuração das urnas. Confira no link a seguir: https://eleicoes.poder360.com.br/apuracao?ano=2026&turno=1
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à Presidência da República venceu as eleições em 26 países até agora, segundo o g1. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) ganhou a eleição em nove países por enquanto.
Em capitais onde é grande a quantidade de eleitores brasileiros, houve filas extensas. Em Portugal, milhares de brasileiros formaram longas filas logo na abertura das urnas para a votação, que tem seções em Lisboa, Faro e no Porto. A votação no país começou às 8h (4h de Brasília), assim como em Paris. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisAo todo, 134.797 brasileiros estão aptos a votar em Portugal, o segundo maior eleitorado brasileiro fora do país, atrás apenas dos Estados Unidos. Em Lisboa, são 78.833 eleitores habilitados, distribuídos por 207 seções de votação.
O primeiro país a concluir a votação foi a Nova Zelândia, 01h deste domingo (horário de Brasília, 17h no horário local). Lula teve 70,48% dos votos, enquanto Flávio Bolsonaro contabilizou 19,28%. Após o término do período, as seções já disponibilizavam os resultados apurados das urnas.
Duas horas depois, foi a vez da Austrália recolher as urnas. Lá, Lula teve 53,98% dos votos, enquanto Flávio Bolsonaro teve 30,52%. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil apontou que havia 14.070 brasileiros registrados na jurisdição do Consulado-Geral do Brasil em Sydney, 9.718 deles na cidade e outros 4.352 em Brisbane.
Já na China, 56,63% dos eleitores votaram no presidente, enquanto Flávio 31,33%.
No Japão, Flávio abarcou 71,59% e Lula, 15,20%. Segundo relatos ouvidos pela reportagem do GLOBO, havia muitas filas nos locais de votação no início da manhã, o que tornou o processo muito demorado.
“Como fui votar pela parte da manhã em Tóquio, teve bastante fila. Sinto que as pessoas que estavam dando assistência antes de entrar estavam um pouco confusas em como orientar as pessoas em relação aos documentos, em especial, idosos, e isso causou um aumento nas filas”, contou o estudante brasileiro Daniel Wassano, de 22 anos.
Desde o início do ano no país, ele conta que muitos dos eleitores tiveram dificuldade em compreender e seguir as orientações repassadas pelo Consulado, que, segundo ele, havia anunciado que os eleitores poderiam ter levado “uma grande variedades de documentos para poder votar”.
“Porém, deixou alguns voluntários confusos sobre como orientar [os eleitores]. Um caso que presenciei foi uma senhora que havia levado apenas seu passaporte para a eleição, e pediram para a senhora o CPF dela, que não soube informar, e os voluntários ficaram em dúvida sobre como lidar com a situação. Então isso causou um atraso na fila da minha seção”, disse.
Nas redes sociais, eleitores brasileiros têm compartilhado imagens das filas e das manifestações em frente aos locais de votação no exterior. Diferentemente do que ocorre no Brasil, onde a legislação eleitoral proíbe a boca de urna e outras formas de propaganda no dia da votação, os brasileiros que votam fora do país estão sujeitos também às regras e à fiscalização das autoridades locais.
Com isso, cenas de apoiadores usando camisetas, carregando placas e faixas e cantando em favor de candidatos têm circulado nas redes sociais durante a votação.
Alemanha
Austrália
Arábia Saudita
Cingapura
China
Chipre
Coreia do Sul
Croácia
Dinamarca
Egito
Eslováquia
Eslovênia
Estônia
França
Finlândia
Hungria
Kuwait
Líbano
Malásia
Nova Zelândia
Países Baixos
Palestina
Quênia
Romênia
Síria
Turquia
Catar
Emirados Árabes Unidos
Filipinas
Grécia
Israel
Japão
Moçambique
Tailândia
Taiwan
A eleição no exterior só termina na noite de domingo, no Canadá. Devido aos fusos horários, a votação se estende por mais de 29 horas.
Dados mostram que quase um milhão de eleitores que moram no exterior estão aptos a votar no pleito deste ano.
O requisito para que uma seção seja instalada no exterior é a existência de, no mínimo, 30 eleitores aptos na localidade.
Em 2022, embora 697.078 eleitores estivessem registrados para votar no exterior, pouco menos da metade deles (43,6%) foram às urnas no primeiro turno.
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Às 17h deste domingo, terminou o período oficial de votação em todo o Brasil. Apesar do encerramento dos portões, os eleitores que chegaram ao seu local de votação até as 17h e ainda enfrentam filas têm o direito de votar garantido. Neste caso, os mesários mantêm o atendimento até que o último da fila registre seu voto.
Com o encerramento da votação nas seções eleitorais, a Justiça Eleitoral inicia imediatamente o processo de apuração e contagem de votos para os cargos de disputa.
Leia maisAo longo deste domingo, milhões de brasileiros foram às urnas. Em diversos pontos do estado do Rio de Janeiro, o dia foi marcado por longas filas e relatos de demora no atendimento. Entre os fatores que contribuíram para a lentidão estiveram o tempo gasto na cabine, já que os eleitores tiveram que escolher seis candidatos, a falta de colas de papel por parte de alguns eleitores e alterações de locais de votação.
Eleitores que chegaram a ficar entre 40 minutos e uma hora na fila para votar na PUC, na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, contam que votavam anteriormente no Colégio Municipal Desembargador Oscar Tenório, mas tiveram suas seções transferidas para a faculdade.
De acordo com voluntários do TSE que estavam no local, oito seções da escola foram transferidas para a PUC ocasionando grandes filas em dois andares do prédio.
Eleitores do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, também precisaram de paciência para votar neste domingo. Por volta de 12h30, a fila para acessar as cabines no São Gonçalo Shopping, no bairro Boa Vista, era imensa, e os moradores esperavam sob sol forte. Os pontos de votação foram transferidos pelo TRE por questões de segurança e, no primeiro ano da nova medida, a mudança provocou confusão e longa espera.
Moradora do complexo, Monalisa Silva contou que estava havia mais de 40 minutos na fila e ainda se encontrava distante da seção.
— Eu votava a 700 metros da minha casa. E agora estou aqui, no calor, sem água, sem saber como vai ser — desabafou.
Com a espera e o calor, uma mulher passou mal e precisou ser socorrida e colocada em cadeira de rodas.
Em algumas seções na Barra, chegaram a falar em demora de até 2h para conseguir votar.
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Uma cena registrada neste domingo (4), dia do primeiro turno das eleições, chamou atenção. Uma senhora usando uma camiseta em apoio à governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) correu para abraçar o ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB) durante a passagem dele por um colégio eleitoral. As informações são do jornal O PODER.
Mais de R$ 30 milhões foram apreendidos ao longo de 2026, pela Polícia Federal, em ocorrências relacionadas a crimes eleitorais, informou neste domingo, 4, o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Outros bens apreendidos somam R$ 45 milhões.
Segundo balanço apresentado em entrevista coletiva à imprensa, a Polícia Federal instaurou 1.292 inquéritos policiais sobre crimes eleitorais em 2026, com mais de 2.200 investigações ativas e 62 operações realizadas. As informações são
Leia maisApenas neste domingo, 28 pessoas foram detidas em sete estados e no Distrito Federal por crimes desse tipo. Em Roraima, a operação apreendeu mais de R$ 300 mil em dinheiro vivo. Andrei Rodrigues afirmou que as ocorrências registradas nesta manhã não atrapalharam o processo eleitoral ou a votação.
VIOLÊNCIA POLÍTICA DE GÊNERO – O diretor também destacou a abertura de 97 inquéritos policiais relacionados à violência política de gênero, área em que a PF tem atuado de forma coordenada.
“Reafirmo nosso compromisso com a democracia, com o processo eleitoral e com o papel que a Polícia Judiciária da União e a Polícia Judiciária Eleitoral estão cumprindo junto com os parceiros. Ninguém faz nada sozinho”, disse ele.
Andrei Rodrigues ressaltou a coordenação do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a parceria com a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Penal Federal e as polícias estaduais.
Policiais de Angola também estão acompanhando as eleições brasileiras, como parte de um acordo de cooperação estabelecido com a Polícia Federal. De acordo com Rodrigues, eles vieram como observadores para levar a experiência brasileira ao país e contribuir para o aprimoramento de seu processo eleitoral.
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