Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o novo prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (16) o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL) por tentativa de interferir no julgamento do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na trama golpista.
Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão e o pagamento de 50 dias multa, um dia multa equivale a dois salários mínimos. A pena deverá começar a ser cumprida em regime semiaberto. Também ficará inelegíve por 12 anos, sem poder ser eleito até 2038.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo na Primeira Turma do STF, votou pela condenação e foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, que é o presidente da Primeira Turma.
Leia maisMoraes entendeu que há elementos que comprovam que Eduardo Bolsonaro praticou o crime de coação no curso do processo, como acusou a Procuradoria Geral da República (PGR).
Eduardo Bolsonaro é acusado de promover junto ao governo Donald Trump, dos Estados Unidos, ações para criar um clima de instabilidade e temor, ameaçando e projetando retaliações estrangeiras contra ministros do STF e o Brasil.
Eduardo foi denunciado pela Procuradoria-geral da Pública e virou réu no STF. O objetivo das ações do deputado cassado no exterior, segundo a Procuradoria, era tentar impedir que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse condenado na chamada trama golpista. Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão e cumpre prisão domiciliar.
O ministro relator rebateu uma preliminar da defesa de Eduardo que alegava que ele estava protegido pela liberdade de expressão e pela imunidade parlamentar.
“Não é função de deputado federal brasileiro fazer lobby no exterior contra o próprio país. Mesmo que estivesse no exercício do mandato e não licenciado, mesmo que estivesse no exercício, não estaria acobertado pela imunidade parlamentar”, afirmou.
Moraes afirmou ainda que o próprio Eduardo disse que não comunicou mudança de domicílio para os EUA e que estava no exterior para fugir da Justiça.
“Até hoje em momento algum nem o próprio réu em qualquer lugar disse que mudou seu domicílio. Ele só disse que não volta para o Brasil por medo de responder pelos crimes que praticou. Pode o réu, qualquer réu, se beneficiar da própria torpeza”.
“O processo penal não é palhaçada, a aplicação da justiça não é palhaçada. As normas existem para garantir o contraditório, a ampla defesa, dentro da paridade de armas, não para que fraudes e crimes praticados continuem se perpetuando”.
Moraes destacou que Eduardo focou em ameaças com a pretensão de que seu pai não fosse condenado e que o STF não realizasse o julgamento da trama golpista.
“Nenhuma relação com atividade parlamentar, mas ameaças pretendendo com isso que seu pai não fosse condenado”, afirmou.
O ministro Cristiano Zanin seguiu na íntegra o voto de Moraes e afirmou que as condutas de Eduardo Bolsonaro apuradas na investigação “evidenciam de forma clara o crime de coação no curso do processo”.
“Houve sucessão de atos que comprovam um percurso criminoso para coagir os julgadores”, afirmou Cármen Lúcia.
O objetivo de Eduardo, segundo a PGR, era tentar impedir que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse condenado na chamada trama golpista.
A procuradoria argumentou que as provas reunidas ao longo do processo confirmavam a conduta criminosa, sendo que o objetivo sempre foi o de sobrepor os interesses da família Bolsonaro às normas do devido processo legal e do bom ordenamento da Justiça para livrar o pai da responsabilização criminal.
A Procuradoria listou uma série de declarações de Eduardo, em entrevistas e em postagens em redes sociais, além de trocas de mensagens com Jair Bolsonaro que revelam articulações nos Estados Unidos para constranger a cúpula do Judiciário.
O subprocurador-geral da República Antônio Edílio Magalhães apresentou em sua manifestação uma série de publicações e mensagens trocadas entre Eduardo e seu pai para sustentar o pedido de condenação.
“Essa é uma situação relativamente simples do ponto de vista penal. Há todo um elemento, um contexto fático e conjunto de provas evidenciando que essa coação efetivamente existiu”, afirmou.
“Quando se fala em defesa das instituições, fala-se em defesa, inclusive da cidadania, em defesa de todos. Então, a posição da Procuradoria Geral da República que é uma posição já evidenciada desde o início e reforçada nas alegações finais, é no sentido da procedência da presente ação penal”.
Advogado que falou em defesa de Eduardo foi o Defensor Público Esdras dos Santos Carvalho. Eduardo não indicou advogado.
Ele pediu a absolvição do ex-deputado por falta de provas. A DPU afirmou que questões processuais justificam a anulação de todo o processo, entre elas, a participação de Moraes no julgamento.
Para a Defensoria, Eduardo teve uma defesa “meramente formal, produzida sem qualquer contato com o defendido, sem sua versão dos acontecimentos e sem sua orientação.
A DPU afirmou que o caso é de absolvição por falta de provas, sendo que as condutas narradas pela Procuradoria não configuram crime e as declarações estavam protegidas por liberdade de expressão.
A defesa enfatizou ainda que o ex-deputado não teria poder de decisão sobre os atos soberanos do governo americano.
“Entende a defensoria que o exame dos elementos dos autos, as manifestações políticas, estariam acobertados sob a liberdade de expressão que teria o então denunciado. E essas manifestações de natureza política, jamais poderiam ser consideradas infrações penais”, afirmou.
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No almoço em João Pessoa, onde gravei o podcast de hoje com o prefeito Leo Bezerra (PSB), nos estúdios da Rede Mais Rádios, parceira no Estado na transmissão do programa, matei a saudade de degustar uma boa galinha caipira, no restaurante La Casserole.
Uma sugestão do meu amigo Heron Cid, o jornalista mais lido, ouvido, visto e credenciado da Paraíba, diretor-presidente da Rede Mais. Quem nos deu a honra de dividir a mesa foi o jornalista Suetoni Souto Maior, diretor-executivo da Secretaria de Imprensa da Prefeitura de Jampa.
Também esteve presente Otávio Souto, da minha equipe. O restaurante, que fica na Praça Senador Assis Chateaubriand, 48, no bairro Treze de Maio, é uma maravilha que indico como opção de comida regional. O cardápio é supervariado, de cozido a bode, sarapatel e buchada.
Serviço
Funcionamento: de terça a sábado, das 11h30 às 15h.
Endereço: Praça Senador Assis Chateaubriand, 48, João Pessoa.
Instagram: @lacasserole_restaurante
WhatsApp: (83) 98603-2020.
O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), é o convidado do meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, de hoje. Empossado no cargo após a renúncia de Cícero Lucena (MDB), que deixou a Prefeitura para disputar o Governo da Paraíba, Bezerra vai falar sobre os desafios da nova gestão, os avanços da capital paraibana e as prioridades para os próximos anos.
Natural de João Pessoa, Leo Bezerra é formado em Gestão Pública e bacharel em Direito. Iniciou sua trajetória política como vereador da capital paraibana, tornando-se o mais votado da cidade nas eleições de 2016. Em 2020, foi eleito vice-prefeito na chapa de Cícero Lucena e reeleito para a mesma função em 2024, assumindo agora o comando da Prefeitura para concluir o mandato até 2028.
Desde que assumiu a gestão municipal, Leo Bezerra tem defendido a continuidade das ações iniciadas em 2021 e prometido acelerar projetos nas áreas de infraestrutura, educação, saúde e inclusão social. Em seu discurso de posse, afirmou que pretende manter o ritmo de crescimento da capital paraibana e trabalhar para fazer “a melhor gestão da história de João Pessoa”. Também destacou como prioridades a atenção às pessoas com deficiência e a ampliação de políticas de acolhimento social.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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Por Luciano Bivar*
O Brasil atravessa um momento em que decisões de política econômica precisam ser convergentes para destravar o crescimento. Em audiência recente no Senado, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi lembrado que a combinação de economia ainda aquecida, desemprego próximo das mínimas históricas e inflação pressionada por choques de oferta – somado a tensões externas – nos obriga a manter patamar elevado de juros. Sabemos que não é fácil, mas é a receita imposta que a conjuntura nos apresenta, e é nesse contexto que insisto e denuncio: O sistema fiscal brasileiro é um manicômio.
São cinco aparelhos fiscais superpostos — o federal, o estadual, o municipal, o trabalhista e o previdenciário. Se conseguirmos superar o federal e o previdenciário, será um enorme avanço. O imposto único surge como uma resposta estrutural para que o país retorne o caminho do crescimento e o ponha na vanguarda do mundo em inovação.
Leia maisDigo do mundo, porque outras democracias ocidentais navegam em “berço esplêndido” as custas do terceiro mundo, através de tarifas e ameaças. Preferem o apego ao sistema próprio que funciona como uma marca de identidade cultural e o receio em ousar em alterar o comportamento de suas infraestruturas e grande parte de seus sistemas industriais.
Tenho absoluta convicção que não ousarão comprometer politicamente o “status quo” do “establishment” burguês de cada um deles. Com esse sistema arcaico, embora conveniente a eles, é um momento de coragem nossa quando dados e falas recentes indicam que a economia segue resistindo, mas isso não elimina o problema central: a política fiscal e o desempenho do sistema tributário geram efeito contracionista.
Quando a carga tributária vem acompanhada de múltiplas obrigações, interpretações concorrentes e burocracia constante, o empresário deixa de decidir com base no mercado e passa a decidir com base no risco tributário. Em outras palavras: mesmo quando a demanda existe, a ineficiência tributária reduz margem, empurra empresas para estruturas menos produtivas e incentiva informalidade e fuga de planejamento. Não é exagero dizer que, para muitos setores, a tributação virou um componente de custo de operação, até empresas privadas sofrem tremendamente para atender esse manicômio tributário.
Uma empresa de porte significativo tem que escriturar dezesseis livros fiscais, dez contábeis, seis societários e três trabalhistas. A distinção entre fiscais e achacadores é quase tão tênue como a que existe entre o desejo e um suspiro… Essa reforma que aí está, equivale a realocar quartos ou caiar as paredes do manicômio. Não muda o protocolo psiquiátrico. Os problemas se agravaram com as famosas emendas secretas que representam, entre as secretas e impositivas, 30,8% da receita líquida da União direcionada para o Parlamento, que como um todo está contaminado e comprometido com o poder discricionário das cúpulas dos partidos que as destinam conforme bem entendem.
O caso Vorcaro, por exemplo, ė fruto dessas distorções, dessa cadeia de tráfego de influências, onde deputados dependem de presidentes de partidos e empresários dependem de líderes partidários para obter suas vantagens fiscais. Tenho conhecimento que dois presidentes de partidos que aliaram-se como formação de quadrilha para extorquir ou devorar como tubarões quem quer que eles precisem. Ressalvo partidos de forte formação orgânica e ideológica que embora integram o jogo do sistema, não compactuam com tais distorções.
A reforma tributária precisa ser compreendida com uma política industrial e de emprego. O IUF não é um slogan: é uma mudança de arquitetura que no futuro poderá ser ainda mais ampla. A proposta defendida no debate público substitui diversos tributos por um único recolhimento simplificado a longo das transações — justamente para reduzir a guerra diária do contribuinte com obrigações e interpretações.
O imposto único como discutido no debate em torno da proposta que referendamos, incide sobre cada transação financeira (débito e crédito), o que cria um ambiente em que a arrecadação através da rede bancária ocorre no momento em que o fato acontece. A isso, enfatizamos duas virtudes centrais, que são o combate à sonegação e a informalidade, pois quando o reconhecimento é automático na trilha do pagamento, dificulta-se a sonegação “por fora da contabilidade”; e a promoção da equidade e redução de distorções: tributa-se a movimentação de forma uniforme, em vez de criar incentivos para reorganização societária apenas para escapar de regimes mais caros ou mais complexos.
Também é relevante destacar que o Brasil não precisa apenas arrecadar. O Brasil precisa arrecadar com eficiência, com regras que não punam quem produz e que não premiem a ineficiência. A atual configuração impõe ao país a convivência com múltiplas incidências e uma burocracia que corrói a capacidade de planejamento. Como já falamos, o imposto único pretende trocar vários impostos por apenas um, reduzindo a fragmentação do sistema e criando um caminho objetivo para simplificar o cumprimento para empresas e cidadãos; reduzir litígios; melhorar sensivelmente o campo contencioso; melhorar o ambiente para investimentos; conter o avanço da carga invisível da burocracia, como já abordei em um passado recente na obra “BUROCRATOCIA — A Invasão Invisível”, publicado pela M.Books do Brasil Editora em 2006.
O Brasil não é apenas a alíquota — é o desenho completo. Não basta reformar por “remendos” ou por modelos que aumentem a complexidade. Se a meta é voltar a crescer, a reforma deve ser capaz de reduzir custos, aumentar previsibilidade e melhorar a relação entre Estado e contribuinte. Defendo, portanto, o imposto único federal como uma solução para destravar o ambiente de negócios, enfrentar a sonegação com maior efetividade e simplificar o sistema para que a economia volte a ganhar velocidade.
O país não pode continuar pagando o preço de um sistema tributário que consome energia nacional em vez de mobilizar investimento. O que está aí em vigor, é aperfeiçoar o obsoleto. Espero que em 2027 um novo governo atente para isso. Não podemos permitir jamais que a ineficiência e o complexo sistema tributário e seus efeitos nos faça passar por um outro susto de uma turbulência política de tamanha magnitude.
*Deputado federal
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda política em Belo Jardim, no Agreste Central, nesta terça-feira (16). Durante entrevistas e encontros com apoiadores, ele ressaltou a aliança com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que pretende governar Pernambuco em parceria com o Governo Federal caso ambos sejam eleitos em 2026.
Em entrevista a uma rádio local, João citou obras e projetos que pretende defender para a região, entre eles a duplicação da BR-232 e a interiorização do programa Embarque Digital. “Eu quero ser presidente da República com você governador”, relatou João ao mencionar uma conversa com Lula. O socialista também afirmou que pretende ampliar ações voltadas à geração de oportunidades e ao desenvolvimento do interior do Estado.
Durante a passagem pelo município, João Campos esteve acompanhado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e participou de reuniões políticas com lideranças da região, entre elas o pré-candidato a deputado estadual Jobson Almeida, o vereador e pré-candidato a deputado federal Zé Guri Junior, o ex-prefeito João Mendonça e o vereador André Valença, de São Bento do Una.
O prefeito de Goiana, Marcílio Régio, sancionou nesta terça-feira (15) a lei que institui o pagamento de um auxílio emergencial de R$ 2,5 mil para famílias desabrigadas pelas fortes chuvas registradas no município em maio. Segundo a prefeitura, cerca de mil famílias cadastradas pela Defesa Civil e pela Secretaria de Assistência Social poderão ser beneficiadas.
O auxílio integra as ações emergenciais adotadas pelo município para atender a população afetada pelas enchentes. O levantamento dos beneficiários considerou critérios de vulnerabilidade social e danos materiais comprovados, conforme a legislação municipal que regulamenta benefícios eventuais em situações de calamidade pública.
De acordo com a prefeitura, a próxima etapa será a publicação de um decreto para regulamentar a liberação dos recursos e definir o cronograma de pagamento. “Um decreto será editado para regulamentar a liberação dos recursos e garantir que o pagamento chegue o mais rápido possível a quem tem direito”, afirmou Marcílio Régio.
O médico cirurgião oncológico e intensivista Tarcísio Reis participou, ontem (15), da inauguração do Hospital Nossa Senhora Aparecida, em Paulista, ao lado do diretor-geral da unidade, Gil Brasileiro. O equipamento passa a integrar a rede estadual de saúde com 213 leitos e recebeu investimento de R$ 178 milhões do Governo de Pernambuco.
O hospital já está em funcionamento e, neste primeiro momento, recebe pacientes transferidos do Hospital da Restauração (HR). A unidade foi estruturada para ampliar a oferta de consultas, exames, internações e cirurgias, com atendimentos em áreas como pediatria e outras especialidades.
Tarcísio Reis também participou da agenda como presidente do Conselho de Saúde da Federação União Progressista. “Essa nova unidade é fundamental para reduzir a pressão sobre os hospitais centrais e ampliar o acesso da população a serviços de média e alta complexidade em Pernambuco”, afirmou.
Com exclusividade, o meu podcast em parceria com a Folha de Pernambuco, o Direto de Brasília, se transferiu hoje para a charmosa capital da Paraíba. Vim a João Pessoa para entrevistar o novo prefeito, Léo Bezerra, em uma edição especial viabilizada pelo meu amigo Heron Cid, da Rede Mais PB. O bate-papo vai ao ar ainda hoje, às 18h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Mas o saldo da viagem não ficou apenas no excelente podcast. Fiquei hospedado na Rede Nord Hotéis, do empresário Daniel Rodrigues, e tive uma experiência que merece registro. Com forte presença na Paraíba e no Ceará, a Nord reúne empreendimentos nas categorias Luxxor, Easy e One, atendendo tanto quem viaja a lazer quanto a negócios. Em João Pessoa, a rede está presente em pontos estratégicos da orla, como Manaíra, Tambaú e Cabo Branco.
Minha hospedagem foi em Manaíra, à beira-mar. Gostei da estrutura, do conforto, da localização e, principalmente, do atendimento. João Pessoa já é uma cidade acolhedora por natureza, mas a experiência na Nord tornou a passagem ainda mais agradável. Para quem pretende visitar a capital paraibana, fica aqui o registro e a recomendação de uma rede que vem ampliando sua presença nos principais destinos do Nordeste.
O São João de Arcoverde deve viver, hoje, uma de suas noites mais marcantes e com maior público da edição 2026. O Pátio de Eventos da Estação se prepara para receber milhares de forrozeiros e turistas em uma programação que reúne três grandes atrações do cenário musical nordestino: Juciê, Zé Vaqueiro e Nattan.
A expectativa é de casa cheia desde as primeiras horas da noite. Com repertórios que misturam forró, vaquejada, piseiro e romantismo, Zé Vaqueiro e Nattan figuram entre os artistas mais populares do Brasil e devem transformar o principal palco da festa em um verdadeiro mar de gente.
Leia maisA grandiosidade da programação reforça o sucesso do São João de Arcoverde, que já vem registrando grandes públicos desde a abertura oficial. Pelo palco principal da festa já passaram nomes consagrados como Alceu Valença, Flávio José, Mayana Neiva, PV Calado e Lipe Lucena, consolidando o município como um dos principais destinos juninos do país.
Mas o sucesso do evento vai além das atrações musicais. A Prefeitura de Arcoverde montou uma ampla estrutura para garantir conforto, segurança e acolhimento ao público. Mais de 300 profissionais atuam diariamente na operação da festa, envolvendo forças de segurança, equipes de trânsito, brigadistas, bombeiros civis, guardas municipais e profissionais de apoio.
Na área da saúde, postos de atendimento funcionam estrategicamente próximos aos polos de animação, com equipes médicas, enfermeiros, técnicos de enfermagem e ambulâncias preparadas para qualquer eventualidade. A estrutura tem garantido respostas rápidas e atendimento eficiente durante os primeiros dias do evento.
A Assistência Social também desempenha papel fundamental durante os festejos, promovendo ações de proteção à infância e adolescência, combate ao trabalho infantil, acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade e campanhas educativas voltadas para a garantia de direitos.
Além do impacto cultural, o São João segue movimentando fortemente a economia local. Hotéis, pousadas, bares, restaurantes, ambulantes e comerciantes comemoram o aumento do fluxo de visitantes, impulsionando a geração de emprego e renda em diversos setores.
Com a combinação de grandes atrações, organização, segurança e valorização da cultura nordestina, Arcoverde reafirma seu protagonismo no calendário junino brasileiro e se prepara para mais uma noite histórica no Pátio da Estação.
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A repercussão da reforma tributária nos estabelecimentos de saúde será o tema central das discussões do 4º Encontro Sindhospe Goiana, que ocorre nesta quinta-feira (18), na partir das 9h, no auditório da ASMEG/FADIMAB, no Centro de Goiana. Promovido pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pernambuco (Sindhospe), o evento regional reúne profissionais, gestores e especialistas da Zona da Mata Norte para debater os novos rumos econômicos e operacionais do setor.
O ponto focal da programação será a palestra do especialista e professor em tributação, Flávio Cesário, que abordará as principais mudanças regulatórias em curso no país, detalhando os impactos diretos que as novas alíquotas e modelos de arrecadação trarão tanto para a saúde privada quanto para a filantrópica. O debate foi desenhado para orientar os gestores hospitalares e donos de clínicas da região sobre o planejamento estratégico e a conformidade fiscal necessários para o novo ambiente econômico nacional.
Além do cenário fiscal, o encontro contará com painéis dedicados à inovação e à gestão jurídica e assistencial. O público participante acompanhará debates sobre o uso de Inteligência Artificial aplicada desde a recepção ao prontuário, discussões sobre o atendimento neurodiverso no ambiente médico e análises sobre a gestão de faturamento em saúde, consolidando um panorama completo sobre os desafios e ferramentas atuais para o segmento na região.
O Governo de Pernambuco está com edital aberto que visa a contratação de empresa para implantação de sistemas de abastecimento de água em comunidades rurais de Petrolândia, no Sertão do São Francisco. O investimento é de mais de R$ 4 milhões e representa um importante avanço para a segurança hídrica no município.
A conquista atende a uma reivindicação da ex-prefeita de Itaíba e pré-candidata a deputada estadual, Regina da Saúde, e da liderança política Said Souza. “Água é dignidade, saúde e desenvolvimento. Esse investimento mostra o compromisso da governadora Raquel Lyra e do nosso conjunto político com o povo sertanejo e com as necessidades de Petrolândia”, destacou Regina da Saúde.
A inclusão volta a ser protagonista na 14ª Caminhada do Forró, que acontece no próximo dia 21 de junho, em Arcoverde. Promovido pelo Coletivo Cultural de Arcoverde (COCAR), o maior cortejo junino do Brasil contará mais uma vez com uma Área de Acessibilidade especialmente planejada para garantir conforto, segurança e participação plena de pessoas que necessitam de atendimento prioritário durante o evento.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 19 de junho por meio de formulário eletrônico. Também haverá atendimento presencial no Centro de Atendimento Educacional Especializado de Arcoverde (CAEE), das 8h às 16h. As vagas são limitadas.
Leia maisAlém das pessoas com deficiência, o espaço também será destinado a pessoas com mobilidade reduzida, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo, pessoas com condições de saúde que comprometam significativamente a mobilidade e demais públicos contemplados pela legislação de prioridade de atendimento.
A Área de Acessibilidade estará instalada no estacionamento do CECORA, em frente ao Colégio Diocesano Cardeal Arcoverde, na Avenida Dom Pedro II, em um dos principais pontos do percurso oficial da Caminhada do Forró.
O funcionamento acontecerá das 13h às 16h, período em que os participantes contarão com estrutura acessível, área coberta, banheiro adaptado, equipe de apoio, intérpretes e profissionais capacitados para oferecer suporte durante toda a programação.
Um dos destaques desta edição é o retorno das apresentações musicais dentro do próprio espaço de acessibilidade, com apresentações de Mestre Zé do Peba e Trio Catingueira, Mestre Ciço Gomes e da Banda de Pife e Zabumba São Sebastião, reforçando o compromisso da Caminhada do Forró com uma cultura cada vez mais acessível, acolhedora e participativa.
Para o presidente do COCAR, a iniciativa reforça um princípio que acompanha a história da Caminhada do Forró. “A cultura popular precisa ser acessível para todos. A Caminhada do Forró é uma celebração coletiva e queremos que cada pessoa tenha condições de participar, aproveitar e vivenciar essa experiência com dignidade, segurança e respeito”, destaca o presidente do COCAR.
A 14ª Caminhada do Forró é uma realização do COCAR – Coletivo Cultural de Arcoverde, com patrocínio do Ministério da Cultura e apoio da Prefeitura de Arcoverde.
CAEE
Além de ser parceiro da Caminhada do Forró, o CAEE Arcoverde desenvolve um importante trabalho de inclusão no município, oferecendo gratuitamente cursos de Libras e Braille, além do Atendimento Educacional Especializado (AEE) para estudantes público-alvo da educação especial das redes pública e privada.
Reconhecida nacionalmente como um dos maiores eventos do ciclo junino brasileiro, a Caminhada do Forró chega à sua 14ª edição fortalecendo não apenas a cultura popular, mas também valores fundamentais como acessibilidade, inclusão e participação social.
SERVIÇO
Área de Acessibilidade – 14ª Caminhada do Forró
Evento: 21 de junho de 2026
Local: Estacionamento do CECORA (em frente ao Colégio Cardeal Arcoverde)
Funcionamento: das 13h às 16h
Inscrições online:
https://forms.gle/ZdsC4QznUxSHDWgn8
Inscrições presenciais:
CAEE Arcoverde – (87) 3821-8580
De 15 a 19 de junho
Das 8h às 16h
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
De acordo com o diretor do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, o caso Master recolocou a corrupção no centro do debate eleitoral. Antes, esse não aparecia como um tema forte no conjunto da preocupação dos eleitores. Agora, segundo as suas pesquisas, a corrupção é um dos três temas maiores de preocupação dos pesquisados, junto com segurança pública e inflação.
Ainda que o diretor da Quaest, Felipe Nunes, aponte também para algum efeito de programas do governo, como o aumento da isenção do Imposto de Renda e o Desenrola 2, para Murilo é a questão da corrupção que agora desgasta o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (RJ), na corrida contra Luiz Inácio Lula da Silva pela Presidência.
Leia maisHidalgo observa que Lula vem obtendo melhoras aos pouquinhos. Ou seja, desde que estourou a história do dinheiro pedido por Flávio Bolsonaro ao dono do Master, Daniel Vorcaro, o presidente foi experimentando pequenas melhoras, e Flávio pequenas quedas. O desempenho, porém, ainda leva a eleição para um segundo turno. Se esse processo estanca ou avança mais no futuro, dependerá de novas denúncias com relação ao caso Master.
Nesse sentido, gera certo alívio ao entorno de Flávio Bolsonaro o fato de Vorcaro não ter conseguido homologar sua delação premiada. Pode ser um prenúncio de que não surjam novas novidades. Se for assim, o comando da campanha de Flávio considera que a crise pode ser estancada, com um bom tempo de estrada até a eleição de outubro. O caso poderia, assim, acabar diluído no meio de outras questões em debate. O problema é que não há nenhuma garantia de que outras denúncias não apareçam.
Como disse há algum tempo aqui no Correio Político o diretor de Estratégia da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Flávio Werneck, o volume de informações apurado faz o caso independer de eventuais delações. E nem tudo o que se obteve já foi analisado. Novas fases da Operação Compliance Zero deverão ainda acontecer.
Um dado que Murilo Hidalgo observava era que, apesar do avanço, Lula ainda tinha um índice de reprovação maior que o de aprovação. Algo que poderia levar a uma reversão negativa para ele no segundo turno. Mas a pesquisa BTG/Nexus divulgada na segunda mostra aprovação de Lula maior que a aprovação.
Trata-se ainda de algo dentro da margem de erro da pesquisa. Mas a aprovação de Lula ficou em 48% contra uma desaprovação de 47%. É a primeira vez em 2026 que isso acontece nos levantamentos BTG/Nexus. Somente outras pesquisas determinarão se é um soluço momentâneo ou uma nova tendência.
O comando da campanha de Flávio Bolsonaro tem dito que será apresentada uma prestação de contas do filme “Dark Horse” e que ela será capaz de desinflar todo o desgaste que a história do dinheiro pedido a Daniel Vorcaro provocou. O problema é que, até agora, há muito mais dúvidas do que respostas.
Segundo a produtora do filme, “Dark Horse” teria custado R$ 75 milhões. E esse é já o primeiro detalhe a partir do qual a conta não fecha. Flávio pediu a Vorcaro R$ 134 milhões. Teria recebido R$ 60 milhões. Ou seja, o dinheiro que recebeu do Master já praticamente paga todo o custo do filme. Mas não houve outros investidores?
Os recursos do filme, segundo as explicações, foram geridos por um fundo submetido à legislação dos Estados Unidos. E os dados não teriam sido divulgados até agora para preservar a confidencialidade de outros investidores. Mas se Vorcaro tivesse pago os R$ 134 milhões teria financiado o filme integralmente.
Se efetivamente repassou R$ 60 milhões para o filme, Vorcaro, sozinho, financiou 80% da produção de “Dark Horse”. Curiosamente, logo que o caso estourou, a produtora GoUp divulgou uma nota afirmando que “não consta um único centavo” proveniente de Vorcaro ou de suas empresas no filme.
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O pré-candidato a governador João Campos (PSB) firmou, hoje, uma aliança histórica com grupos de oposição de São Joaquim do Monte. O apoio uniu no mesmo palanque lideranças que estiveram em polos divergentes da política local nos últimos 16 anos, em uma demonstração da capacidade de aglutinação do projeto da Frente Popular para as eleições deste ano. A reunião também contou com a participação da deputada Maria Arraes (PSB), nome que será apoiado pelo conjunto local.
Declararam apoio a João Campos lideranças como Dedé Pernambuco e Zé Birro, prefeito de São Joaquim do Monte por duas vezes e também vereador por quatro mandatos. O bloco oposicionista também conta com os vereadores Andrécio, Mônica de Clécio, Marcos Tanazo e Irmã Criciane, além dos suplentes Jailson Barriga, Emanuel Esdras e Tonho da Água e dos ex-candidatos a prefeito Clécio Vieira, Marcos Mariano e Gal Birro, do ex-presidente da Câmara Municipal Lenilson de Terra Preta e do empresário Zé Antônio.
“A gente fica muito feliz de contar com esse apoio, que é histórico para a política de São Joaquim do Monte e histórico também no nível estadual. A gente viu isso acontecer muito quando Eduardo Campos era governador e vê acontecer agora também: diferentes grupos de oposição, que disputaram muitas eleições em sua cidade, se juntando no nosso palanque por terem a certeza de que estamos apresentando o melhor projeto para Pernambuco. Vamos seguir juntando gente que acredita, que trabalha e que busca o melhor pelo nosso estado”, disse João.
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) realizou, ontem, uma Reunião Solene em homenagem aos 125 anos do Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro, instituição centenária e referência em educação no Agreste Meridional. A solenidade aconteceu no Auditório Senador Sérgio Guerra.
A homenagem foi proposta pelo deputado estadual Izaías Régis, por meio do Requerimento nº 5148/2026, em reconhecimento à relevante contribuição do colégio para a formação educacional, moral e cidadã de gerações de pernambucanos.
Leia maisFundado em 1900, o Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro é o mais antigo de Garanhuns e uma das instituições educacionais mais tradicionais do interior de Pernambuco. Ao longo de sua história, o colégio consolidou-se como símbolo de excelência no ensino, alicerçado em princípios cristãos, disciplina acadêmica e compromisso com a formação integral de seus estudantes. Sua trajetória se confunde com a própria história do desenvolvimento educacional da região, tendo formado profissionais, líderes e cidadãos que contribuíram significativamente para Garanhuns e para todo o Estado.
Embora os 125 anos tenham sido completados em 2025, a sessão solene, inicialmente prevista para ocorrer no ano passado, precisou ser adiada por motivo de força maior e foi realizada em 2026, reunindo representantes da instituição.
Para Izaías Régis, a homenagem também carregou um significado pessoal e afetivo. “Tenho uma ligação muito especial com o Colégio Quinze. Meus pais eram presbiterianos, então cresci ouvindo sobre a importância dessa instituição para Garanhuns e para tantas famílias da nossa região. Eu ainda estudei o primário no Quinze e as minhas irmãs também estudaram no colégio, no internato, e guardamos muitas lembranças desse período. O Quinze sempre representou tradição, valores e excelência na educação. Homenagear essa instituição na Alepe é reconhecer a importância de sua história e de tudo o que ela continua representando para Pernambuco”, destacou o parlamentar.
O diretor do Colégio Presbiteriano Quinze de Novembro, Presbítero Alexandre Monteiro, expressou gratidão pela homenagem prestada pela Assembleia Legislativa e o parlamentar. “Recebemos esse reconhecimento com profunda gratidão. Agradecemos ao deputado Izaías Régis pela sensibilidade em valorizar a história do nosso colégio e à Alepe por esta justa homenagem. Esse momento honra não apenas a instituição, mas todos que, ao longo desses 125 anos, ajudaram a construir esse legado de educação, fé e compromisso com a sociedade”.
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Por Jair Pereira*
Uma das citações mais memoráveis do escritor e poeta Charles Bukowski captura a essência da autenticidade sem filtros. Arrisco a presumir que ela traduz a libertação de quem não se submete às pressões sociais para ser aceito. É nela que eu vejo sinais da personalidade do amigo Raimundo Carrero, jornalista, escritor e fraterno amigo.
“Apenas os loucos e os solitários é que se podem dar ao luxo de serem eles próprios. Os solitários não têm ninguém para agradar e os loucos não se importam se agradam ou não.”
Leia maisTive o privilégio de conhecê-lo de perto e de conviver com ele durante o Governo Arraes, período em que testemunhei sua inteligência brilhante, sua sensibilidade e seu compromisso inabalável com a cultura pernambucana.
Mais tarde, ao substituí-lo na Presidência da Fundarpe em fevereiro de 1998 (seria muita pretensão dizer que fui seu sucessor), compreendi ainda mais a dimensão de sua dedicação ao patrimônio cultural do nosso Estado e o respeito que conquistou entre artistas, escritores e agentes culturais.
Com a sua partida, não perdemos apenas um dos maiores escritores de Pernambuco e do Brasil. Perdemos um amigo, um companheiro de jornada e uma referência intelectual e humana que marcou vidas. Alguém cuja presença sempre associei à inteligência e à generosidade e ao amor pela cultura.
Homens como Raimundo Carrero não desaparecem. Permanecem vivos em suas obras, em seus ensinamentos e na memória daqueles que tiveram a honra de caminhar ao seu lado.
*Jornalista
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