O novo líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou nesta segunda-feira (13) que o projeto do Executivo para o fim da escala 6×1 será encaminhado em regime de urgência, tratado como prioridade no Congresso ainda neste semestre e será uma de suas principais tarefas à frente da liderança.
“É um dos projetos prioritários da minha tarefa aqui como líder do governo, viabilizar o diálogo com os demais líderes da casa, estabelecer um processo ágil, na medida que ele virá em regime de urgência, para que nós possamos votar ainda no primeiro semestre”, disse. As informações são da CNN.
Leia maisSegundo Pimenta, o presidente Lula deve conversar com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos PB) sobre o tema. A expectativa do governo é que, após esse alinhamento, o texto seja formalizado para tramitação na Casa.
“Eu tenho certeza que nesse diálogo entre o presidente da Casa e o presidente da República, eles vão chegar aí no entendimento sobre a melhor forma da tramitação dessa matéria”, disse.
O líder reconheceu que ainda não iniciou formalmente as tratativas sobre a pauta e disse que não tem reuniões marcadas neste momento, mas que pretende abrir diálogo com Motta, líderes partidários e representantes do setor produtivo para viabilizar a tramitação.
Pimenta também minimizou a possibilidade de atritos com a Câmara diante da intenção do Planalto de acelerar a análise da proposta e afirmou que a construção será feita com base no diálogo. Para ele, o objetivo é garantir a aprovação do projeto ainda no primeiro semestre, antes da redução do ritmo legislativo em função do calendário eleitoral.
Paulo Pimenta está no sexto mandato como deputado federal. Já foi líder do PT na Câmara, em 2018 e 2019. No atual governo, foi ministro da Secretaria de Comunicação Social. Também esteve à frente da pasta criada para apoiar na Reconstrução do Rio Grande do Sul após as tragédias climáticas no estado.
Mais recentemente, participou da CPMI que investiga fraudes no INSS. A nomeação de Pimenta, assim como a de José Guimarães na articulação política, devem ser oficializadas em edição extra do Diário Oficial da União, conforme indicação do presidente Lula.
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