O ex-deputado federal José Carlos Aleluia (Novo) acredita que o Nordeste não dará as mesmas votações históricas ao PT nesta eleição. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o atual pré-candidato ao governo da Bahia avalia que o cenário está propício para as oposições ao petismo, desde que adotem a estratégia de juntar a disputa nacional com a estadual. No caso dele, o enfrentamento será com o governador e candidato à reeleição Jerônimo Rodrigues (PT), tendo na trincheira oposicionista o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil).
“Hoje, Lula influencia de forma negativa em alguns estados na eleição local. A eleição da Bahia em 2022 foi decidida por Lula. No Ceará, Ciro Gomes (PSDB) está na frente, mas ele vai ter que enfrentar Lula, e ele enfrenta. Ciro está indo no caminho certo, de enfrentar Lula, e é líder nas pesquisas hoje. A minha previsão é de que Lula não terá no Nordeste a mesma frente que teve. Então, dessa vez, o Nordeste não será responsável (por um eventual quarto mandato do petista)”, ponderou.
Leia maisAliado histórico do ex-governador Antônio Carlos Magalhães, o ex-deputado falou das atuais diferenças com o neto dele, mas negou diversas vezes o rompimento entre eles. “Eu não rompi com ACM Neto. Eu simplesmente estou entendendo que é preciso fazer oposição a Lula e a Jerônimo, não só a Jerônimo. Não conversei com ACM, mas não tenho dificuldade de conversar. Eu tenho uma candidatura que não é contra ninguém, que é uma candidatura a favor da Bahia e a favor do Brasil”, colocou. “Só acho que ele (ACM Neto) não está agindo da maneira que eu acho que deve agir, enfrentando o Lula. Não se vence eleição na Bahia sem enfrentar Lula”, concluiu Aleluia.
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