Araripina segue avançando com trabalho, articulação e resultados concretos. O prestígio político do prefeito Evilásio Mateus, aliado à parceria com o deputado federal Fernando Filho, resultou em mais duas importantes conquistas para o município: a implantação de cobertura 5G nos distritos de Nascente e Bom Jardim do Araripe.
A iniciativa foi viabilizada em articulação direta com o Ministério das Comunicações e vai transformar a realidade de comunidades que, por anos, conviveram com a ausência ou precariedade do sinal de telefonia móvel. No distrito de Nascente, a cobertura existente é insuficiente e instável. Já em Bom Jardim do Araripe, não há qualquer tipo de cobertura de telefonia móvel, o que limitava o acesso da população a serviços básicos, comunicação e oportunidades.
Com a chegada da tecnologia 5G, os distritos passam a contar com uma infraestrutura moderna, que fortalece o desenvolvimento econômico, amplia o acesso à informação, melhora a comunicação e facilita o uso de serviços digitais.
Em breve, a gestão municipal anunciará outros povoados que atualmente não possuem cobertura de telefonia móvel e que, graças à articulação do prefeito Evilásio Mateus e do deputado Fernando Filho junto ao Ministério das Comunicações, também deverão ser incluídos no projeto de expansão da conectividade.
A história já mostrou, e sempre da pior forma, que quando o Estado transforma a polícia em instrumento político, a democracia começa a ruir.
Isso nunca começa de uma vez. Começa com “missões” sem papel timbrado. Com pessoas virando “alvo”, não por decisão da Justiça, mas por ordem de quem se acha acima da lei.
Foi assim na Itália de Mussolini. A polícia vigiava professores, artistas, servidores. Bastava discordar.
Foi assim na Alemanha nazista. A Gestapo não investigava crimes. Investigava consciências.
Foi assim no Brasil da ditadura. O SNI espionava, o DOI-CODI torturava, tudo em nome do poder.
Em um momento em que todos comemoram o sucesso de filmes como O Agente Secreto constatamos, lamentavelmente, que absurdos e arbitrariedades daquelas épocas ainda não foram superados.
É irônico e triste perceber que nosso próprio estado, cenário de O Agente Secreto, ainda abriga situações parecidas às denunciadas nas telas, provando que o autoritarismo que pensávamos ter ficado no passado insiste em se fazer presente.
E por que lembrar disso agora?
Porque Pernambuco acordou chocado com uma denúncia exibida em rede nacional: a existência de uma Polícia Paralela, operando à margem da lei.
Uma estrutura usada para perseguir adversários políticos, monitorar servidores, manter investigações arquivadas e espionar pessoas sem ordem judicial.
Não tinha boletim de ocorrência.
Não tinha inquérito.
Não tinha mandado.
O que tinha era rastreamento ilegal, pressão interna e cidadãos tratados como “alvo”.
Isso não é erro administrativo. Isso é um ataque direto à democracia.
A polícia existe para proteger o povo, não para vigiar ilegalmente adversários.
A Assembleia não pode se calar. É preciso investigar, com transparência e independência. E, se confirmado, responsabilizar os envolvidos.
Defender a democracia não é pauta de esquerda ou direita. É dever de quem acredita no Estado de Direito. Fica aqui a pergunta: quem deu a ordem para a Polícia Paralela agir assim? Isso é o que Pernambuco quer saber.
MONTANHAS DA JAQUEIRA – Os devotos da seita vermelha e os rebanhos bovinos movem as forças de gravidade em torno dos seus astros. Aonde a vaca vai, o boi vai atrás. Assim funciona a lei da gravidade. O que seria do azul se não fosse o amarelo! O que seria do guru vermelho e do rei do gado se não fosse a polarização!? Seriam apenas bezerros desmamados. Eles padecem da fadiga dos materiais.
Adivinhão! Quem te contou que o Véio do Pastoril Encarnado é o principal interessado na manutenção da candidatura de Flávio Bolsonaro como seu rival na disputa presidencial. Sem Bolsonaro seria quebrado o círculo de ferro da polarização e o vermelhão ficaria sem discurso. Não se admirem se um dia um beija-flor apresentar uma pesquisa dizendo que Flávio conquistou a dianteira das preferências populares. São as artimanhas do sistema para fazê-lo navegar nas ilusões eleitorais. Os babões não contam esses babados para Flávio com medo de levar uns cascudos dele.
A dinastia vermelha já governou o Brazil nos três mandatos do Véio do Cordão Encarnado e nos dois mandatos daquela senhora que estocava ventos uivantes. Ela deixou como legado a maior recessão da história e o maior contingente de desempregados. Depois desses 20 anos negativos, qual a nova plataforma de governo do Véio do Pastoril? Esculachar Bolsonaro noite e dia. E também implora para ser esculachado a fim de manter a polarização. “Eu não presto, mas eu te amo”, é a cantiga do traste. Assim vai levando a vida do jeito que o diabo gosta.
O guru da seita vermelha, no poder desde 2002, e o rei destronado do gado são duas mercadorias vencidas. Nos primórdios o PT simbolizava renovação e esperança. Lambuzou-se no poder, virou seita, apresenta um legado de malfeitorias e corrupção. Não cometeu erros, como alguns tentam minimizar, cometeu crimes auto evidentes, desde o mensalão e o Petrolão e sujeiras nas estatais.
Bolsonaro governou quatro anos acossado e boicotado pelos poderes magnéticos das esquerdas dominantes em todas as instâncias e instituições. Já estava escrito que seria derrotado nas urnas. O Brazil é uma nação de formação conservadora cujas instituições são dominadas pelas esquerdas. Este é o paradoxo do círculo quadrado e duvido que seja decifrado pelos intelectuais. Lula é um cara semiletrado de nascença por quem os doutores e sábios são apaixonados os quatro pneus. Os intelectuais babam de emoção diante das lábias dos lábios de Lula. That’ is incredible!
O nome do governador Tarcísio de Freitas abala as placas tectônicas da seita vermelha, e a guarda pretoriana acende as luzes amarelas de alerta. Alguma coisa se move no coração do Brazil. O sistema existe, sim. Foi o sistema que tirou o guru vermelho da cadeia para elegê-lo presidente. Flávio navega nas ilusões do amor. O nome dele atrai raios e tempestades. Tarcísio de Freitas possui pontos de aderência ao sistema.
Por que uma polícia criada para proteger o cidadão estaria sendo usada para espionar adversários políticos, principalmente em ano eleitoral? Se não há mandado judicial, se não existe inquérito instaurado, se não há crime tipificado, por que agentes do Estado estariam monitorando servidores da Prefeitura do Recife? Quem autorizou esse tipo de “nova missão” fez isso com base em que fundamento legal?
Desde quando a relevância eleitoral passou a justificar a continuidade de investigações arquivadas por ausência de provas? Qual é o limite entre investigação legítima e perseguição política? Quando policiais chamam um secretário municipal de “alvo” em grupos internos, isso é linguagem técnica ou vocabulário de espionagem? Que tipo de democracia admite que adversários políticos sejam tratados como inimigos internos?
Se hoje a espionagem atinge auxiliares do prefeito do Recife, João Campos, amanhã quem será considerado o próximo “alvo”? É aceitável que policiais sigam servidores públicos, fotografem, monitorem rotinas e instalem rastreadores sem autorização judicial? Que Estado de Direito permite vigilância sem processo, sem juiz e sem defesa?
Que tipo de “inteligência” atua fora da lei? Quando agentes relatam pressão interna para cumprir ordens ilegais, estamos diante de casos isolados ou de um método institucionalizado? Qual o impacto disso na confiança da população em uma Polícia Civil com mais de 200 anos de história?
Quem ganha quando a polícia deixa de servir à sociedade e passa a servir a interesses políticos? Por que um inquérito contra um prefeito foi reaberto na canetada, no meio de uma eleição? Se policiais que se recusam a participar dessas ações sofrem retaliação, quem está protegendo quem age corretamente? Por que a inteligência, tão mencionada, não atuou no combate ao crime, a exemplo das brigas de torcida de ontem?
Como falar em eleições livres se o aparato estatal é usado para intimidar, vigiar e constranger? Que precedente se cria quando o Estado aceita a espionagem política como prática normal? Até onde vai essa lógica se não for interrompida agora? Que garantias restam ao cidadão comum se o pensamento divergente passa a ser tratado como ameaça? O que o ex-ministro da justiça e fiel antagonista contra a ditadura, Fernando Lyra, diria de casos assim?
E, diante de tudo isso, a pergunta que não quer calar: isso ainda é democracia ou já é polícia paralela com espionagem institucionalizada? Quem deu a ordem final para a polícia agir assim? Clique aqui e confira a denúncia feita pela TV Record
Reunião do PT de Pernambuco dará início às discussões sobre rumo do partido em 2026
Por Larissa Rodrigues – repórter do blog
O Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do PT de Pernambuco se reúne na próxima quinta-feira (29), às 16h, na sede da sigla, em Santo Amaro, no Recife. A missão é tomar decisões sobre as eleições deste ano. Mas, de acordo com membros do partido ouvidos ontem (25) por este blog, não vai ser um processo rápido definir qual será o rumo do PT no Estado, em 2026. Nesta quinta, apenas terá início uma discussão que ainda vai precisar de muitas reuniões e articulações.
Internamente, a legenda está dividida em Pernambuco, com uma parte dos integrantes defendendo um palanque local único para o presidente Lula (PT), que seria o da Frente Popular, liderado pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), que concorrerá à cadeira de governador. Essa fatia do PT considera, entre vários fatores, a aliança nacional entre PT e PSB.
Outro grupo da sigla acredita que o PT deve estar ao lado, também, da governadora Raquel Lyra (PSD), abrindo mais um palanque em prol da reeleição de Lula. Nas últimas semanas, o debate ganhou força depois que o deputado estadual João Paulo (PT) defendeu o apoio do PT não só às candidaturas de João Campos e de Raquel Lyra, mas também à candidatura de Ivan Moraes (Psol). A declaração foi dada em entrevista à Rádio Jornal FM 90.3.
O parlamentar acredita que Lula precisará de todo suporte possível em Pernambuco para contrapor outros Estados nos quais o presidente enfrenta problemas, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. “De toda forma, o PT de Pernambuco vai começar as discussões, mas quem vai fechar é a Executiva Nacional, ou seja, o próprio Lula, que deve escolher o que for melhor para ele e para o Brasil, no caso, a reeleição dele”, afirmou João Paulo, ontem, em conversa com este blog.
Ex-presidente do PT do Recife e atualmente segundo vice-presidente do PT de Pernambuco, Cirilo Mota pensa diferente. “Não terá segundo palanque de Lula em Pernambuco. O palanque da Frente Popular será o palanque de Lula nas eleições de 2026, posições diferentes dessa é pura chantagem. O movimento ‘politico’ de João Paulo não se trata de ‘ansiedade’ e sim de vender o PT e tirar a vaga do senador Humberto Costa (PT)”, disparou.
Na opinião de Mota, para o senador Humberto Costa ser reeleito, será necessário a unidade da força política da militância do PT e a capilaridade eleitoral do PSB, “como foi em 2010 e 2018, com Humberto Costa (Senador) e 2022 com Teresa Leitão (Senadora)”. “Se não fosse assim, João Paulo seria senador em 2014. Lembre-se que o PT do Recife elegeu em 2000 João Paulo prefeito do Recife sem Lula pisar na capital pernambucana. São feitos históricos. Esse jogo de João Paulo só atrapalha a reeleição do senador Humberto Costa. Caso haja a derrota do senador Humberto Costa, essa conta não será da militância do PT e sim, mais uma vez, dos caciques do PT”, declarou Mota.
Incerteza – A senadora Teresa Leitão (PT) também tem indicado incerteza a respeito de um possível apoio do PT à reeleição de Raquel Lyra (PSD). A indefinição seria provocada pela permanência de partidos de oposição ao presidente Lula no palanque de Raquel, como o PL, de Jair Bolsonaro. “Eu não sei, porque eu estou sabendo que alguns partidos de oposição ao governo do presidente Lula permanecerão nesse palanque (de Raquel Lyra). Ainda é insuficiente, porque o debate interno no PT não começou”, afirmou Teresa à imprensa nos últimos dias.
Feridos em Brasília – Pelo menos 72 duas pessoas ficaram feridas pelo raio que atingiu as proximidades da Praça do Cruzeiro, em Brasília, onde houve o encerramento, ontem (25), do ato organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O Corpo de Bombeiros contabilizou 72 vítimas atendidas no local, sendo que 42 estão estáveis, conscientes e orientadas. Ao todo, 30 pessoas foram encaminhadas ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). Oito vítimas apresentavam condições instáveis. As informações são da CNN Brasil. Entre os feridos pelo raio, alguns apresentaram queimaduras na mão e na região do tórax.
Discurso sem feridos – Nikolas Ferreira discursou no encerramento do ato em Brasília e não mencionou os feridos pelo raio. De acordo com o UOL, o deputado disse que o presidente do Senado é omisso e pediu abertura de CPMIs. Dirigindo-se a Davi Alcolumbre (União-AP), Nikolas Ferreira cobrou a instalação de uma CPMI do INSS e uma do Banco Master. O discurso marcou o fim de uma caminhada de uma semana que começou em Minas Gerais na última segunda-feira (19).
Flávio não foi – Pré-candidato a presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não compareceu ao evento de Ferreira. Ele está em viagem internacional para encontrar lideranças da direita de outros países. Mas o rosto do pré-candidato apareceu em bandeiras, de mãos dadas com Bolsonaro junto ao slogan “Deus, pátria, família”. O nome do senador também esteve nas músicas. Uma versão atualizada de um jingle que critica o PT incluiu o nome de Flávio.
Esquerda criticou – Políticos da esquerda, além de se solidarizar pelos feridos pelo raio, responsabilizaram Nikolas pelo incidente. A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) criticou a caminhada e afirmou que “entre proteger seus apoiadores de uma tempestade ou perder o timing político, Nikolas optou por colocar pessoas em risco em nome de ganhos pessoais e eleitorais”. Também declarou que o deputado liderou o ato “de forma completamente irresponsável”.
CURTAS
Reação de Raquel – A governadora Raquel Lyra afirmou, na tarde de ontem (25), que o Estado “não tolera” os episódios de violência registrados antes do jogo Santa Cruz x Náutico. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostraram homens vestindo camisas do Santa Cruz agredindo outros dois homens com pedaços de pau e pontapés. Em postagem nas redes sociais, Raquel classificou os agressores como criminosos e afirmou que determinou prioridade à Polícia Civil para identificar e responsabilizar os envolvidos. “É a paz que deve marcar o nosso futebol”, declarou a governadora.
Homenagem 1 – Políticos e representantes da sociedade civil descerraram, na manhã do último sábado (24), uma placa em homenagem à memória do advogado, militante político e defensor dos direitos humanos Manoel Bezerra de Mattos Neto, assassinado em janeiro de 2009, na Paraíba.
Homenagem 2 – O painel foi instalado no Viaduto Manoel Mattos, localizado na Rodovia PE-75, sobre a BR-101, no município de Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco, no dia em que se completou 17 anos do crime. Manoel Mattos atuava no enfrentamento a grupos de extermínio que agiam na região e na luta pelos direitos dos trabalhadores.
Perguntar não ofende: Alguma coisa melhorou na vida do trabalhador brasileiro após a caminhada de políticos até Brasília?