Vice de Maduro diz não saber onde ele está e pede prova de vida a governo Trump

O governo da Venezuela disse neste sábado (3) que ainda não foi informado sobre o paradeiro de Nicolás Maduro após ele ter sido capturado por forças dos Estados Unidos. Em pronunciamento em uma rádio do país, a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, pediu ainda que o governo Trump envie uma prova de vida de Maduro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social. As informações são do portal g1.

Ministros e assessores do governo Lula farão reunião de emergência na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão da Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciadas mais cedo por Donald Trump. As informações são do portal Metrópoles.

O encontro, segundo apurou o colunista do Metrópoles Igor Gadelha, está previsto para as 10h, no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

Lula, segundo apurado pela reportagem, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6).

Ipojuca - No Zap

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou neste sábado (3) que seu governo enviou forças de segurança à fronteira, em preparação para um possível “fluxo massivo de refugiados” provenientes da vizinha Venezuela.

Petro, um dos críticos mais contundentes de Donald Trump, disse ainda que pedirá ao Conselho de Segurança da ONU que analise “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”. “Sem soberania, não há nação”, escreveu Petro nas redes sociais, após uma reunião de segurança nacional realizada durante a madrugada de sábado. As informações são do portal g1.

“A República da Colômbia reitera sua convicção de que a paz, o respeito ao direito internacional e a proteção da vida e da dignidade humana devem prevalecer sobre qualquer forma de confronto armado”, afirmou o presidente colombiano.

Caruaru - IPTU 2026

Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos. Pouco depois, Trump confirmou o ataque e afirmou que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro. As informações são do portal g1.

O que se sabe até agora:

  • As explosões começaram por volta das 2h, pelo horário local (3h, em Brasília).
  • Trump confirmou o ataque e disse que Maduro foi capturado e levado com a esposa para fora do país.
  • Segundo o governo da Venezuela, ataques atingiram Caracas e também os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
  • O governo venezuelano declarou emergência e acusou os EUA de bombardearem alvos civis e militares.
  • Até a última atualização, não havia informações oficiais sobre feridos.
Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Um oficial dos Estados Unidos afirmou neste sábado (3) que o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, foi capturado por tropas de forças especiais de elite dos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a realização de um ataque militar em larga escala na Venezuela. Segundo Trump, o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do território venezuelano em uma operação conjunta com a Polícia dos EUA. As informações são da CNN.

Ataques durante a madrugada

Explosões e fumaça preta foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira por volta das 3h (horário de Brasília). Paralelamente, a FAA proibiu voos americanos no espaço aéreo venezuelano citando riscos de segurança.

O governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa. Enquanto Colômbia e Cuba condenaram a intervenção, o Pentágono já havia reforçado o contingente militar no Caribe nos últimos meses.

Explosões avistadas em Caracas, capital da Venezuela • Imagens obtidas pela CNN
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Para a bancada governista da Alepe, “é proibido cochilar”

Por Larissa Rodrigues – repórter do blog

O período extraordinário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), aprovado ontem (2), “morgou” (em bom pernambuquês) o recesso parlamentar dos deputados da base governista. O clima na bancada aliada à governadora Raquel Lyra (PSD) é de total mobilização e concentração para tentar enfrentar sem sustos a tramitação dos projetos enviados pelo Poder Executivo à Casa.

Como diz o forró do paraibano Antônio Barros: “A poeira sobe, o suor desce, a gente vê o sol raiar, o sanfoneiro padece, mas não pode reclamar”. Nesse caso, são os deputados governistas que estão vendo o recesso padecer, porque sabem que com a oposição pernambucana “é proibido cochilar”. Teve até deputado que cancelou viagem, como Luciano Duque (SD).