PSOL anuncia filiação de Manuela D’Ávila e candidatura para o Senado

O PSOL anunciou ontem a filiação da ex-deputada federal Manuela D’Ávila e o lançamento de sua pré-candidatura ao Senado para 2026. A entrada no partido será formalizada em um evento em Porto Alegre marcado para o dia 9 de dezembro. No anúncio, a sigla afirmou que a chegada dela “fortalece o projeto da sigla por mudanças estruturais”.

Em resposta, a ex-deputada afirmou estar “muito feliz e cheia de esperança” com a filiação e que “não se conforma com que essa realidade de desigualdade seja o destino final da humanidade”. “Sinto que faço parte dessa corrente centenária que empurra a história rumo a um mundo mais justo”, escreveu em um post publicado em seu perfil no Instagram. As informações são do jornal O Globo.

Não é fácil romper os laços da terra natal. Qualquer partida, mesmo prevista e esperada, traz medo, uma incerteza angustiante pelo futuro duvidoso, uma nuvem espessa de interrogações. Artistas cantam a dor da partida. A mais célebre canção virou uma espécie de hino de despedida dos retirantes sertanejos do seu torrão: “A Triste Partida”, de Patativa do Assaré, cantada por Luiz Gonzaga.

Outras canções, de diferentes estilos, também abordam o tema, como “Aquele Abraço”, de Gilberto Gil. “A Triste Partida” retrata a dura realidade da migração, a saudade do lar e das raízes, da terra-mãe. Em “Aquele Abraço”, Gilberto Gil utiliza a música para se despedir de um amigo que está indo embora, com um toque de celebração pela partida.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Salão de São Paulo: 300 carros à mostra, todos acima dos R$ 100 mil

Walberto Maciel
Enviado especial da coluna de De bigu com a modernidade

São Paulo (SP) – O 31⁰ Salão Internacional de São Paulo, que será encerrado no próximo domingo, abriga 30 fabricantes, que levaram pouco mais de 300 modelos para expor. São automóveis globais, com propostas distintas. Alguns nem chegarão ao mercado brasileiro. Outros são meramente protótipos ou conceitos. O evento, enfim, é de exibição — não de vendas.

Mas o único carro com valor mais próximo aos R$ 100 mil é o EX2, da Geely — que acaba de chegar ao mercado rasileiro. Mas ele custa R$ 119 mil — o mesmo cobrado pelo Mini Dolphin (que, pouco antes, tinha preço sugerido de R$ 99 mil). O EX2, que veio para ser o rival do pequeno hatch da BYD, tem as mesmas características tecnológicas — e até mais espaço. Ele, como o Dolphin, é 100% elétrico. Oferece 116cv e 15,3kgfm de torque, fazendo de 0 a 100 em 10,2 segundos. A Geely, por sinal, confirmou para 2026 a chegada do EX5 ao Brasil. O carro, que também está no estande da marca, vem em duas versões: a Pro (de entrada) e a Max (topo de linha). Ambas têm 218cv de potência e torque de 32,6kgfm que proporciona uma velocidade de 0 a 100 em 6,2 segundos. A autonomia é de 413km na versão Pro e 349km na Max. A diferença entre as duas são acessórios — como teto solar panorâmico e itens de segurança de auxílio à condução.

A BYD trouxe para a mostra o novo Sealion 7, um SUV cupê 100% elétrico com 530 CV de potência. Ele é bruto! Faz de 0 a 100 em 4,5 segundos e garante uma autonomia de 502km. A chinesa também trouxe para seu estande os carros da família Song e lançou o Atto 8. O modelo é um híbrido plug-in com sete lugares — que, na árvore genealógica da marca, fica acima do Song-plus DM 1 e está estreando no Salão com o preço de 399.990. É o maior híbrido da BYD no Brasil e promete mais de 900km de autonomia com dois motores elétricos e um 1.5 turbo à gasolina. O motor elétrico dianteiro tem 200Kw; o traseiro, 159Kw. O motor a combustão de 165cv dá ao conjunto 488cv de potência combinada.