Uma pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada hoje, mostra que 47,9% da população acredita que o governo federal, comandado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), será capaz de negociar e chegar a um acordo com os Estados Unidos para reduzir tarifas anunciadas por Donald Trump. Segundo o levantamento, outros 38,8% não acreditam no poder de negociação do Brasil e 13,3% não souberam responder a questão.
Para execução do relatório, foram entrevistadas 2.841 pessoas entre os dias 11 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais, ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O presidente norte-americano anunciou, no último dia 9, que o país poderá impor uma taxa de 50% sobre todas as exportações brasileiras aos Estados Unidos, a partir do dia 1º de agosto.
O republicano fez a declaração por meio de uma carta, publicada em rede social e endereçada ao presidente Lula que, por sua vez, considerou um desrespeito a forma como Trump decidir fazer a cobrança. O chefe do Executivo brasileiro chegou a dizer que achou que o documento era um “material apócrifo” já que, segundo ele, “não é costume ficar mandando correspondência para um outro presidente através do site da Presidência da República”.
Como forma de resposta, Lula publicou, nesta terça, o decreto que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica, que permite resposta às tarifas impostas e também possibilita a suspensão de “concessões comerciais de investimentos e obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem negativamente a sua competitividade internacional”.
A nomeação do ex-deputado federal Daniel Coelho (PSD) como novo Secretário de Meio Ambiente e responsável direto pela gestão de Fernando de Noronha caiu como uma bomba no cenário político pernambucano. Isso porque Coelho não é apenas um político de carreira: ele também é o proprietário do único posto de gasolina da ilha, famoso por vender o litro mais caro do Brasil.
Com preços que já ultrapassaram R$ 10 por litro, o posto virou símbolo de exploração comercial e um fardo pesado no bolso de moradores e turistas. Agora, a polêmica se acirra com o fato de que o novo secretário será o fiscalizador oficial de todas as atividades econômicas e ambientais da ilha, incluindo o seu próprio posto. Além disso, Daniel também é conhecido por ter utilizado verba parlamentar para abastecer em postos de combustível de sua família.
O caso gerou críticas imediatas de especialistas em ética pública, que apontam um flagrante conflito de interesses. “É como colocar a raposa para tomar conta do galinheiro. Não existe precedente recente de um empresário que se torna o fiscal direto de sua própria empresa em uma área tão sensível”, disparou um analista político que pediu anonimato.
Além do controle sobre licenciamento ambiental, transporte de combustíveis e política de preços que impactam diretamente o abastecimento da ilha, Daniel Coelho terá autonomia para autorizar, multar ou até embargar empreendimentos, inclusive o seu próprio.
O constrangimento cresce porque Fernando de Noronha é um dos destinos mais visados do país, onde a infraestrutura é limitada e cada centavo a mais no combustível se reflete em toda a cadeia de serviços, do transporte de alimentos ao preço final da hospedagem. “Se antes a gasolina já era uma fortuna, imagine agora que quem manda é o dono do posto. Vai fiscalizar o quê? Ele mesmo?”, ironizou um empresário local.
Enquanto isso, moradores e turistas já se perguntam se Fernando de Noronha vai bater um novo recorde: o da gasolina mais cara do planeta, agora sob a chancela oficial de quem lucra com cada gota vendida.
A atuação de Bolsonaro e seu filho, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, irritou de vez o empresariado nacional antes aliado do ex-presidente da República. Empresários estão mandando recado a líderes do Centrão de total reprovação do movimento ao movimento liderado pelo deputado paulista e já avisaram que querem distância de Bolsonaro. As informações são do blog do Valdo Cruz.
Segundo um empresário, Bolsonaro e seus filhos estão “rifando” o Brasil em nome de interesses pessoais, quando um ex-presidente da República jamais deveria tomar esse caminho pelo cargo que ocupou. A expectativa era de que o pai tivesse uma postura de maior responsabilidade diante da irresponsabilidade do filho, mas ele estaria mais preocupado com seu futuro do que com o do país.
“Estamos correndo o sério risco de perdemos um mercado importante para nossos produtos, tudo em nome de uma disputa pessoal. Todo mundo sabe o que aconteceu no país, eles fizeram uma aposta de risco e agora deveriam enfrentar as consequências”, disse um empresário paulista que, até pouco tempo, se colocava no grupo que apoiava o ex-presidente Bolsonaro.
Esses empresários estão aprovando a mudança de postura do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, que agora está mostrando preocupação com o tarifaço de 50% do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra produtos brasileiros. Antes, dizem, o governador errou totalmente. Agora, afirmam, ele corrigiu o rumo e está no caminho certo.
Segundo eles, Tarcísio de Freitas precisa sim se diferenciar da postura “radical e irresponsável” do filho do presidente, que conta com o apoio do pai. Um empresário disse ao blog que é isso que se espera de um político que pensa no país e não nos seus interesses pessoais e do seu grupo político.
Em mais uma decisão que escancara o viés político de sua gestão, a governadora Raquel Lyra (PSD) lançou, ontem, um plano de combate à violência em parceria com a ONU, mas ignorou deliberadamente o município mais violento do Estado, o Cabo de Santo Agostinho. A cidade, governada por Lula Cabral (SD), ficou de fora da lista de beneficiados pelo programa “Construindo Planos de Prevenção”, iniciativa do Governo de Pernambuco com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
Mesmo liderando estatísticas de homicídios e figurando entre as regiões mais vulneráveis de Pernambuco, o Cabo não foi incluído entre os dez municípios que receberão assistência técnica e planejamento especializado em segurança pública. Foram contempladas as cidades de Aliança, Vicência, Igarassu, Olinda, Moreno, Ipojuca, Palmares, Caruaru, Bezerros e São José da Coroa Grande, nenhuma delas enfrenta os mesmos níveis críticos de violência registrados no Cabo.
O Governo argumenta que os municípios foram selecionados com base em indicadores sociais e vulnerabilidade, mas a justificativa não se sustenta diante dos dados de criminalidade. A partir da formalização da parceria, o UNODC será responsável por fornecer assessoria técnica especializada, realizar oficinas nos municípios, levantar dados e apoiar diretamente a construção dos planos municipais de prevenção.
O governo brasileiro regulamentou a Lei da Reciprocidade com a publicação de decreto no Diário Oficial da União de hoje. A medida permite que o Brasil possa adotar contramedidas em resposta a ações unilaterais de outros países que prejudiquem a competitividade nacional.
A regulamentação ocorre enquanto o país enfrenta a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), de impor tarifa de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.
O decreto cria o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, vinculado ao Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). O órgão será presidido pelo ministro do Mdic e vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB-SP), e incluirá representantes da Casa Civil, Fazenda e Relações Exteriores.
A regulamentação permite ao Brasil suspender “concessões comerciais, de investimentos e obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem negativamente a competitividade internacional.
Em resposta à medida norte-americana, Alckmin anunciou, ontem, reuniões com representantes do setor privado nesta 3ª feira. “A primeira tarefa é conversar com o setor privado. Separamos em 2 blocos. Um bloco, a reunião será com a indústria às 10h. Estamos chamando os representantes da indústria que têm mais relação comercial com os Estados Unidos”, afirmou.
Alckmin informou que o Brasil não solicitou prorrogação do prazo para entrada em vigor da tarifa de 50%. “O governo não pediu nenhuma prorrogação de prazo e não fez nenhuma proposta sobre alíquota”, declarou. O vice-presidente mencionou que o Brasil enviou uma proposta ao governo dos Estados Unidos há aproximadamente dois meses, mas não recebeu resposta. O conteúdo dessa proposta não foi divulgado.
A Procuradoria-Geral da República apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), ontem, seu posicionamento sobre a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus.
Agora, serão abertos prazos sucessivos para que se manifestem a defesa do tenente-coronel Mauro Cid, tratado como réu colaborador, e os advogados dos demais. As alegações finais são a última etapa antes do julgamento do processo na Primeira Turma.
O primeiro período, de 15 dias, será para que os advogados do tenente-coronel defendam sua absolvição no caso. A defesa de Mauro Cid tem a prerrogativa de apresentar seus argumentos neste momento porque firmou acordo de colaboração premiada com os investigadores.
Depois, os demais réus terão mais 15 dias para apresentar suas alegações finais.
Após esta etapa, caberá à Primeira Turma marcar a análise do processo, que vai definir se o grupo deve ser absolvido ou condenado.
Encerrados os prazos de alegações, a ação estará apta a ser levada a julgamento na Primeira Turma da Corte, em data ainda a ser marcada no segundo semestre.
Esta deliberação vai definir se o grupo será condenado ou absolvido.
O colegiado julga por maioria, analisando a situação de cada acusado. Pode seguir por dois caminhos:
· absolvição, se os ministros entenderem que não houve crime ou o grupo não é o autor, por exemplo; neste caso, o processo é arquivado e não há punição.
· condenação, se os magistrados concluírem que o grupo cometeu os crimes apontados pela PGR; neste caso, eles apresentam propostas de cálculo da pena, a partir de cada situação individual.
Nas duas circunstâncias, acusação e defesas podem recorrer da decisão ao próprio STF.
Ontem, o deputado federal e presidente estadual da Federação União Progressista, Eduardo da Fonte, e o deputado federal e segundo-secretário da Câmara dos Deputados, Lula da Fonte, se reuniram com o prefeito de Brejão, Saulo Maruim (PP), e com o deputado estadual France Hacker (PP) para discutir a necessidade de atualização das alíquotas do ICMS e da política de incentivos fiscais voltada ao setor de materiais de construção em Pernambuco.
Durante o encontro, as lideranças políticas destacaram que outros estados nordestinos já contam com benefícios fiscais mais competitivos e alinhados às demandas atuais do mercado, o que tem atraído investimentos e ampliado as oportunidades para as empresas locais. Em contrapartida, Pernambuco segue sem revisar sua política de incentivos, o que tem gerado um ambiente de desvantagem para os empresários do setor e dificultado o crescimento da cadeia produtiva no estado. A partir da reunião, os parlamentares se comprometeram a levar o pleito diretamente à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, com o objetivo de buscar soluções que tornem o estado mais competitivo e justo para o setor de materiais de construção.
O podcast Direto de Brasília de hoje, uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, faz um mergulho na história. Traz um pouco da vida do ex-presidente João Goulart, deposto pelo golpe de 1964. Passou o cargo para Ranieri Mazzilli, então presidente da Câmara dos Deputados e, alguns dias depois, teve seus direitos políticos cassados por dez anos com a publicação do Ato Institucional 1 (AI-1). Com isso, o ex-líder político migrou para diversos países da América do Sul.
Passou pelo Chile, Uruguai e, a convite do então presidente Juan Domingo Perón, residiu em seus últimos anos de vida em Buenos Aires, na Argentina. Pouco depois, adquiriu uma fazenda em Mercedes, uma província localizada a 100 quilômetros da capital, onde faleceu, em 6 de dezembro de 1976.
De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, a repercussão do óbito chegou a chamar a atenção dos órgãos de imprensa latino-americanos pela censura imposta aos noticiários relativos ao fato, sendo pouco comentada no Brasil. O cortejo em sua cidade natal, no entanto, recebeu mais de 30 mil pessoas, incluindo antigos parceiros de governo e alguns governistas opositores.
De acordo com o laudo oficial, João Goulart teria falecido após um ataque cardíaco, aos 57 anos de idade. No entanto, a dúvida em meio ao conturbado governo militar, levantava suspeitas de familiares, colegas e personalidades públicas em relação a possíveis interferências políticas. Sem a disponibilidade de obter transparência com a realização de um exame, a família optou pela não-realização da autópsia após o óbito.
A teoria mais comum relacionava um assassinato causado por agentes da Operação Condor, fruto de uma aliança sul-americana com a CIA estadunidense. Em 2008, uma nova hipótese foi levantada após a entrevista de Mario Neira Barreiro, ex-agente do serviço de inteligência uruguaio, à Folha de S. Paulo, alegando que houve um envenenamento solicitado pelo delegado do DOPS Sérgio Fleury, com a autorização do então presidente do Brasil, Ernesto Geisel.
Em 2013, entretanto, um pedido de exumação partindo da família do ex-presidente foi aceito pela Comissão Nacional da Verdade para analisar, com as tecnologias e liberdade disponíveis na época, qual teria sido a causa da morte do líder político. No podcast de hoje, vamos aprofundar tudo isso com João Vicente Goulart, filho do ex-presidente, que preside em Brasília a instituição que leva o nome do seu pai.
Laudo sem conclusão – A equipe de peritos que investigou a suspeita de que o ex-presidente João Goulart tenha sido envenenado não conseguiu chegar a uma conclusão. O laudo com o resultado da perícia foi entregue ao filho de João Goulart, João Vicente. João Goulart presidiu o país de 1961 a 1964. Foi deposto pelos militares com apoio de setores da sociedade que temiam que ele desse um golpe de esquerda, coisa que seus partidários negam até hoje. O ambiente político se radicalizou, porque Jango prometia fazer as chamadas reformas de base, na lei ou na marra. Com ajuda de sindicatos e de membros das forças armadas. Os militares prometiam entregar logo o poder aos civis. Mas, o país viveu uma ditadura que durou 21 anos, terminando em 1985.
Quem é João Vicente – Filho do ex-presidente João Goulart e de Maria Thereza Goulart, João Vicente viveu sua infância e adolescência do exílio no Uruguai ao lado dos pais. Foi um dos fundadores do Partido Democrático Trabalhista, ao lado do seu tio Leonel Brizola. É fundador e atual presidente do Instituto João Goulart, que tem objetivo voltado à pesquisa histórica e à reflexão sobre o processo político brasileiro em prol da soberania nacional. Exerceu ao longo da vida um mandato de deputado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em 1982, eleito pelo PDT. Mudou-se para o PGT em 2002, partido que se fundiu ao Partido Liberal juntamente com o PST, em 2003. Voltou para o PDT, onde permaneceu até o início de 2017, em oposição ao apoio mantido pelo partido ao governo Rodrigo Rollemberg (PSB), no Distrito Federal, após o governador barrar a construção do Memorial da Liberdade e Democracia Presidente João Goulart. Foi candidato à Presidência da República em 2018 pelo Partido Pátria Livre, que fez fusão com o Partido Comunista do Brasil – PCdoB, onde atua como dirigente e presidente do partido no Distrito Federal. É autor dos livros “Entre anjos e demônios: poemas do exílio” e “Jango e eu: memórias de um exílio sem volta”.
Mais um ato violento da PM? – Um jovem morreu após ser baleado durante uma blitz do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) da Polícia Militar (PM) em Jaboatão dos Guararapes, no último fim de semana. Segundo a corporação, o motorista do carro onde ele estava tentou furar o bloqueio. O rapaz, identificado como Lucas Brendo, de 29 anos, foi levado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A PM disse que ocupantes do veículo atiraram nos policiais, que revidaram. Nas redes sociais, parentes e amigos dele negaram que o rapaz estivesse armado e disseram que ele foi vítima de violência policial, segundo informações do G1. A governadora pode estar diante de mais um caso gritante de exorbitância da sua polícia.
Intervenção de agente do Estado – O caso, que aconteceu na noite da sexta-feira passada, está sendo investigado pela Polícia Civil como “morte decorrente de intervenção de agente do Estado”, ainda segundo o G1. O jovem foi baleado na Estrada da Batalha, no bairro de Prazeres. Lucas estava no veículo com outros três homens. Um deles também se feriu e está sob custódia no Hospital da Restauração. Os outros dois receberam atendimento médico e foram presos. O site da TV-Globo teve acesso ao boletim de ocorrência. De acordo com o documento, o motorista do carro onde estava a vítima desobedeceu a uma ordem de parada e tentou fugir da abordagem, saindo em alta velocidade e “tentando derrubar o efetivo que estava nas motocicletas”.
Humberto vê crime de lesa-pátria – Para o senador Humberto Costa (PT), grupos políticos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estariam cometendo “crime de lesa-pátria” ao apoiar a taxação de 50% de importação sobre produtos brasileiros imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi dada em entrevista ao Diário de Pernambuco. Os bolsonaristas, segundo ele, não estariam preocupados com o impacto do tarifaço para o Brasil, mas em “livrar a cara do ex-presidente e de seus auxiliares”, que são réus no Supremo Tribunal Federal (STF), acusados de arquitetar um golpe de Estado após a derrota eleitoral em 2022”.
CURTAS
DISPAROU – O dólar comercial fechou, ontem, a R$ 5,584. Trata-se de uma alta diária de 0,65%. Este é o quarto avanço seguido da moeda norte-americana ante o real. É a maior cotação desde 16 de abril de 2025, quando a divisa fechou a R$ 5,865. Investidores monitoram qual será a reação do Brasil ao anúncio do chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, de taxar em 50% os produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos.
RELATOR – O ex-assessor presidencial Filipe Martins solicitou a suspensão das audiências do processo que investiga a tentativa de golpe depois das eleições de 2022. O STF distribuiu o pedido ao ministro André Mendonça na sexta-feira passada, que será o relator. Martins, réu no chamado “Núcleo 2” da denúncia da PGR, quer interromper as audiências até que seja julgado seu recurso contra decisão de Alexandre de Moraes.
RECESSO – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou, ontem, que todas as sessões desta semana, a última antes do recesso do Congresso, sejam semipresenciais. Segundo o regimento da Casa, nesse formato, os deputados podem votar sem sair dos seus Estados e não são obrigados a ir a Brasília. As férias de meio de ano do Congresso vão de 18 a 31 de julho.
Perguntar não ofende: Qual o quantitativo de produtos que estavam sendo exportados aos EUA já retido em Suape?