‘Presidente dos EUA deveria cuidar dos seus problemas’, diz Gleisi após post de Trump em defesa de Bolsonaro

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou, hoje, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deveria cuidar dos problemas do seu país e não tentar interferir no processo judicial brasileiro. Responsável pela articulação política do governo, Gleisi deu a declaração após Trump publicar em sua rede social um post em defesa de Jair Bolsonaro.

“Donald Trump está muito equivocado se pensa que pode interferir no processo judicial brasileiro. O tempo em que o Brasil foi subserviente aos EUA foi o tempo de Bolsonaro, que batia continência para sua bandeira e não defendia os interesses nacionais”, afirmou a ministra. As informações são do portal G1.

Sebrae - Semana do mei

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada, ontem, por volta das 18h30, em decorrência de um acidente ocorrido no KM 185 da BR-232, nas proximidades do município de Belo Jardim. No local, foi constatado que se tratava de uma colisão frontal entre uma caminhonete e um carro Peugeot.

Uma das vítimas fatais foi Socorro Martins, de 56 anos, esposa do meu irmão Augusto Martins, que estava na caminhonete pertencente à frota da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú. Ela era coordenadora do Centro de Referência em Assistência Social (Cras) do município e voltava de Gravatá, onde cumpria agenda profissional.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, hoje, que o “Brasil não é problema para os Estados Unidos” e pregou o diálogo entre os dois países para evitar a imposição de medidas protecionistas. Alckmin deu a declaração ao ser perguntado sobre a publicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou a intenção de impor uma tarifa adicional de 10% a “qualquer país que se alinhar às políticas antiamericanas do Brics”.

O Brasil é um dos fundadores do Brics e sedia nesta segunda a cúpula de líderes do bloco de economias emergentes. Segundo o vice-presidente, que também é ministro da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil deve manter a estratégia do diálogo com as autoridades americanas, a fim de mostrar que as economias dos países podem ser complementares.

Petrolina - Destino

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), pautou, para amanhã, a votação do Projeto de Lei dos Cassinos, que tem como proposta legalizar diversas modalidades de jogos de azar, incluindo bingos, apostas em cavalos e cassinos, além de regulamentar o jogo do bicho. As informações são do portal Estadão.

O projeto está travado no Senado desde junho do ano passado, quando foi aprovado em uma votação apertada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em junho de 2024. Segundo o relator, senador Irajá (PSD-TO), a pausa estratégica na votação foi necessária para angariar apoio suficiente antes do parecer final do plenário.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O governo da China manteve o tom de condenação à estratégia comercial dos Estados Unidos depois da ameaça feita pelo presidente Donald Trump (Republicano), ontem, de aplicar uma taxação de 10% a países aliados do Brics. Em conversa com jornalistas, hoje, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, disse que o país já deixou clara a sua posição em relação ao protecionismo norte-americano.

“Sempre nos opusemos às guerras tarifárias e às guerras comerciais, e somos contra o uso de tarifas como ferramenta de coerção e pressão”, disse Ning. Em relação aos comentários de Trump sobre as “políticas antiamericanas do Brics”, a porta-voz do governo chinês declarou que a cooperação dos países do bloco não mira nenhuma outra nação, só o crescimento mútuo de seus integrantes.

“O Brics é uma plataforma importante para a cooperação entre mercados emergentes e países em desenvolvimento. Ele defende a abertura, a inclusão e a cooperação vantajosa para todos. Não se envolve em confrontos entre campos e não tem como alvo nenhum país”, disse Ning. As informações são do portal Poder360.

Caruaru - São João na Roça

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, durante discurso de abertura do 2º dia de Cúpula dos Brics, no Rio de Janeiro, que investimentos em saúde e bem-estar dos cidadãos exigem “espaço fiscal” dos governos. Lula deu a declaração durante a sessão de trabalho da cúpula do Brics que discutiu Meio Ambiente, Clima e Saúde.

“Muitas das doenças que matam milhares em nossos países, como o mal de Chagas e a cólera, já teriam sido erradicadas se atingissem o Norte Global. Implementar o ODS 3, saúde e bem-estar, requer espaço fiscal. Não há direito à saúde sem investimento em saneamento básico, alimentação adequada, educação de qualidade, moradia digna, trabalho e renda”, discursou.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) destinou R$ 3,286 milhões em emendas parlamentares ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC-UFPE). Os recursos foram utilizados na aquisição de um ecocardiógrafo de última geração, que já está em funcionamento, e de um moderno aparelho de Raio-X Telecomandado, que permite o manuseio remoto por parte do profissional de saúde, reduzindo a exposição à radiação.

O novo ecocardiógrafo, primeiro com tecnologia de inteligência artificial em Pernambuco e o quinto no Brasil, reforça o diagnóstico e o tratamento de doenças cardíacas no estado. A tecnologia embarcada no equipamento permite a geração de imagens precisas do coração, facilitando a detecção de diversas condições cardiovasculares com maior agilidade e assertividade.

O parlamentar, que tem destinado recursos a importantes unidades de saúde em todo o estado, ressaltou a importância de fortalecer os hospitais públicos. “Os hospitais do SUS precisam ter o mesmo nível de tecnologia dos hospitais particulares. A entrega desse ecocardiógrafo e do novo raio-x que chegará em breve é parte de um movimento que vai impactar diretamente a vida dos pacientes e o trabalho dos profissionais de saúde, com mais qualidade e eficiência nos tratamentos”, afirmou o deputado.

Palmares - Sala lúdica

Tia Coca, como assim a tratava carinhosamente minha Nayla desde o dia em que a conheceu minha doce cunhada Socorro, e com ela criou um laço inquebrantável de irmandade, tinha um traço da personalidade da minha mãe Margarida: uma incrível capacidade de transformar momentos tristes em alegres. Para ela, a vida era um eterno carnaval, um reino de alegria jamais vencido em momento algum pela tristeza.

Com ela, aprendemos uma lição nesta longa convivência: a alegria evita mil males e prolonga a vida. Tia Coca, não tenho nenhuma dúvida, se inspirava em Bob Marley: “Seja feliz do jeito que você é, não mude sua rotina pelo que os outros exigem de você. Simplesmente viva de acordo com o seu modo de viver, alegre para sempre”.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), afirmou, ontem, que qualquer país que se alinhar às “políticas antiamericanas do Brics” será alvo de uma tarifa adicional de 10% sobre produtos exportados aos EUA.

“Qualquer país que se alinhar às políticas antiamericanas do Brics será cobrado com uma tarifa adicional de 10%. Não haverá exceções a essa política”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social.

A publicação se dá no mesmo dia em que o Brics emitiu uma declaração conjunta, em contraponto a Trump, afirmando que cada país tem o direito de estabelecer seus próprios marcos regulatórios sobre IA (Inteligência Artificial). O grupo também cobrou mecanismos de proteção a direitos autorais diante do uso de obras por sistemas de IA generativa.

Além disso, também no domingo (6.jul), o bloco divulgou a declaração final da cúpula. O documento condena a “imposição de medidas coercitivas unilaterais contrárias ao direito internacional”, e cita “implicações negativas”, mas não menciona explicitamente o tarifaço do presidente norte-americano. É um sinal de que houve um cuidado dos países do Brics ao não citar Trump.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

No calendário de 1963-1964 o tempo era de evolução política e social. Choviam raios e temperaturas políticas nas cabeças dos homens e mulheres. Milhões de cérebros estavam fraturados nos comícios e esquinas. Miolos derretiam o perdiam o juízo na fervura dos debates.

O general-presidente Ernesto Geisel o falava para o deputado Ulysses Guimarães nos tempos da distensão: “Segure seus radicais que eu seguro os meus”.