Papa Leão XIV pede paz duradoura na Ucrânia e cessar-fogo em Gaza ao celebrar 1ª oração de domingo

Neste domingo (11), o papa Leão XIV fez um apelo à paz duradoura na Ucrânia e ao cessar-fogo imediato e libertação dos reféns israelenses na Faixa de Gaza, durante sua primeira oração dominical a uma multidão de fiéis na Praça São Pedro, no Vaticano. Ele também celebrou o cessar-fogo no conflito entre Índia e Paquistão. As informações são do g1.

Ao apelar pela paz, Leão XIV lembrou que a Segunda Guerra Mundial terminou há 80 anos, depois de causar 60 milhões de mortes.

“No cenário dramático de uma Terceira Guerra Mundial fragmentada, como várias vezes afirmou o papa Francisco, eu também gostaria de me dirigir às autoridades do mundo, repetindo um apelo sempre atual: guerra nunca mais.”

Jaboatão dos Guararapes - IPTU 2026

Sem mãe, Dia das Mães dói muito. É uma ferida aberta sem cicatrização. Traz recordações de um tempo em que mamãe Margarida, linda e radiante, me abraçava fortemente em Afogados da Ingazeira quando eu chegava empoeirado da longa peregrinação por terras de vidas secas, chão seco retratado na pena de Graciliano Ramos.

No abraço, longo e afetuoso, ficava impregnado o cheiro do seu perfume, o aroma da sua alma, as marcas do seu batom no meu rosto, de beijos que expressavam o seu amor, verdadeiro, puro e cristalino amor.

Deus levou minha mãe em 2013, aos 86 anos. Um infarto fulminante encerrou sua missão terrestre. A dor só foi amenizada por ter a certeza de que os céus esperavam a chegada de um dos seus anjos mais belos. Seus braços são agora asas e seu coração a estrela mais brilhante do horizonte.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Toyota Hilux SRV, de R$ 311,6 mil: veja pontos fortes e fracos 

O comércio de picapes médias no Brasil em 2024 foi liderado pela Toyota Hilux, com mais de 50 mil emplacamentos. A seguir, vêm a Ford Ranger, com 31,9 mil; a Chevrolet S10, com 27,4 mil; a Mitsubishi L200, com 10,9 mil. Em todo o mundo, o desempenho da caminhonete é também significativo: com 513,4 mil unidades vendidas, ela só perde para as Ford F-Series (903,5 mil) e a Chevrolet Silverado (639,9 mil). Em algum lugar fora dos Estados Unidos, a terra-mãe dos picapeiros, ela lidera. A que se deve esse sucesso? No geral, e já fazendo um resumo da constatação ou percepção obtidas, esse desempenho se deve à robustez (raramente quebra) e à consistência em diferentes tipos de terreno, especialmente em estradas.

No caso deste teste específico, foram uns 200 quilômetros por rodovias de terra batida no interior de Goiás, usando-se inclusive a tração 4×4. É um percurso pequeno, claro, mas esqueçamos a peculiaridade: os números de vendas mostram que a reputação conquistada — ser um carro resistente e duradouro — não foi, portanto, à toa. Ela, de fato, suporta condições de uso exigentes — e alie a esse fato o bom pós-venda (e nível de confiança mecânica) da Toyota. Sem falar que tem um dos menores índices de desvalorização entre as picapes.

Também vale destacar o interior da versão avaliada, com bancos aconchegantes de couro e com ajuste elétrico apenas para o do motorista e uma central multimídia modesta com espelhamento Android Auto e Apple CarPlay,  por exemplo. A posição elevada de dirigir e a excelente altura do solo dão uma sensação diferente na condução. Os materiais usados são de qualidade. O isolamento acústico poderia ser mais eficiente. A suspensão é dura? Bastante, mas a Hilux não é carro para uso urbano. É um veículo seguro, que ganha sempre boas notas nos testes de colisão. A SRV tem 7 airbags e até oferece assistente de permanência em faixa e alerta de colisão frontal. E, pelo tamanho das picapes, são fundamentais os sensores de estacionamento e a câmera de ré com guias. Mas poderiam ser incluídos outros sistemas de auxílio à condução.