Lula planeja troca de ministra das Mulheres na terça-feira

Do jornal O Globo

O presidente Lula sinalizou a ministros que deve sacramentar na terça-feira (6) a troca do comando da pasta das Mulheres. A atual ministra Cida Gonçalves será exonerada do cargo e terá como substituta Márcia Lopes.

Ex-ministra do Desenvolvimento Social, Márcia Lopes foi uma das coordenadoras do grupo de assistência social na transição de governo. Assistente social e professora, ela é irmã de Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula e hoje secretário do Ministério do Trabalho.

Na última sexta-feira (2), Cida Gonçalves esteve no Palácio do Planalto, onde teve uma conversa de cerca de 20 minutos com Lula. Com a troca, o presidente volta a dar sequência à reforma ministerial, que caminha a passos lentos. Integrantes do governo afirmam, porém, que ainda não há outras mudanças confirmadas a curto prazo.

Na quinta-feira (8), Lula viaja para a Rússia para participar da comemoração do Dia da Vitória, que marca os 80 anos da vitória sobre o nazismo durante a Segunda Guerra. 

Jaboatão dos Guararapes - IPTU 2026

Por Larissa Rodrigues
Enviada especial a Goiana

Teve início às 8h a votação da eleição suplementar de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. Os 65.228 mil eleitores da cidade irão escolher o novo prefeito, neste domingo (4).

Disputam a vaga o prefeito interino Eduardo Batista (Avante) e Marcílio Régio (PP). O pleito é acirrado e os dois candidatos têm chances de vitória.

No início da noite, por volta das 19h, o resultado já deverá ser conhecido. O próximo prefeito governará Goiana até o dia 31 de dezembro de 2028.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Por Flávio Chaves*

Nasceu meu neto. E com ele, algo também nasceu em mim — algo que eu não sabia que ainda podia nascer. Foi como se o tempo, que até então só me levava, tivesse parado um instante para me devolver algo essencial. Um presente embrulhado em silêncio, em choro de recém-nascido, em mãos miúdas que ainda não sabem segurar o mundo — mas já sabem habitá-lo com beleza.

O nome dele é Théo. Tão pequeno no corpo, tão imenso no significado. Ele veio de minha filha, Ada Cecília, e de seu companheiro Daniel Gadêlha — dois nomes que agora se transformaram para mim: não são mais apenas filha e genro, mas também mãe e pai de um milagre. Olho para ela, minha filha, e vejo nela não apenas o ventre que gerou, mas a história que continua. Sinto, nesse instante, que fui pai para que ela pudesse ser mãe. E que tudo valeu.

Théo é um sopro novo que me atravessa o peito. É como se ele tivesse trazido com seus olhos fechados uma nova chance de ver a vida com mais doçura. Ele não fala, mas já me ensina. Não anda, mas já me leva longe. Em seus movimentos delicados, carrego o peso leve de um futuro que agora tem nome.

Caruaru - IPTU 2026

Por Romualda Mirdes de Figueiroa Vieira*

A prisão de Fernando Collor de Mello reacendeu, ainda que silenciosamente, um debate necessário sobre os abismos sociais e judiciais no Brasil. A decisão do Supremo Tribunal Federal de manter o ex-presidente em prisão domiciliar, alegando questões de saúde, revela não apenas a sensibilidade da justiça para certos corpos — mas, sobretudo, sua seletividade. Collor está preso em casa. Mas e se ele fosse preto, pobre e com problemas de saúde?

Certamente, o destino seria outro. Seria uma cela superlotada, comida azeda, colchão no chão, ar mofado, e a saúde, essa mesma usada como justificativa humanitária, ignorada em nome da omissão institucional. Seria mais um número nas estatísticas do sistema penitenciário que não ressocializa nem cuida. Seria um corpo largado.

É assim que funciona a chamada “questão humanitária” no Brasil: ela só serve para um tipo de cidadão. O Brasil que se emociona com direitos quando os rostos são brancos e conhecidos é o mesmo que se cala — ou aplaude — quando o morador da periferia adoece e morre nas prisões esquecidas do Estado.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A geração que canta o amor, infelizmente, está dando adeus. “Como eu morro de amor para tentar reviver”, cantou Nana Caymmi, que fez a última viagem aos 84 anos, na última quinta-feira, em pleno Dia do Trabalhador. O amor, para ela, terminava no escuro, sozinho. Certa vez, perguntou: “De que é feito o amor? E ela própria trouxe a resposta: “O amor é feito de paz, une dois corações. Ninguém tira, ninguém apaga”.

Adorava Nana. Chorava toda vez que ela cantava “Resposta ao tempo”: “Batidas na porta da frente /É o tempo /Eu bebo um pouquinho pra ter argumento /Mas fico sem jeito calada, ele ri /Ele zomba do quanto eu chorei /Porque sabe passar /E eu não sei”. Nana não cantou o amor. Ela era o próprio amor, nas visões que o amor dava a ela.

Casou-se quatro vezes. Do primeiro amor, por quem foi traída, teve duas filhas e um filho. Separada, se apaixonou por Gilberto Gil e depois por João Donato. Seu último amor foi o cantor e compositor Claudio Nucci, mas depois nunca deixou de circular na mídia com alguns namorados ocasionais. Detestava a solidão. “Eu tenho muita saudade do tempo que amei”, contou, já vivendo a maturidade, sozinha, sem ninguém para dividir a vida e as emoções.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

Recarga de elétricos: dicas para instalar a infraestrutura em casas e condomínios 

O crescimento das vendas dos veículos híbridos e elétricos, que alcançou a marca de mais de 125 mil veículos emplacados em 2024 no país, está movimentando a demanda por serviços de infraestrutura de recarga, ao mesmo tempo que aumenta a busca por orientação da parte de muitos consumidores sobre como proceder para instalar pontos de carregamento em suas casas ou condomínios. 

A Revo – Electric Revolution, dedicada à implantação de infraestrutura de eletrificação, montou uma pequena cartilha para seus clientes observarem pontos importantes para a definição da solução que melhor se adequa às suas necessidades e do que é necessário para implantá-la. Luiz Felipe Santos, gerente da Revo, explica que as soluções disponíveis para clientes pessoas físicas vão da simples instalação de pontos rápidos de recarga à implantação da infraestrutura elétrica completa para a colocação dos wallboxes, como são chamados os pontos de recarga.

“Muitos carros eletrificados vendidos hoje já vêm com o carregador portátil, que pode ser conectado em uma tomada de 220 V, padrão três pinos de 20 amperes (A). Sua capacidade de carregamento, no entanto, é de apenas até 3 kW”, explica ele. “Com um tempo de recarga que pode ser superior a 8h, o carregador portátil é indicado para a carga de oportunidade e mais apropriado para os veículos híbridos”.