Minha corridinha diária de 8 km, hoje, foi em Porto de Galinhas, em torno do Malia Beach, um dos mais novos e sofisticados empreendimentos deste paraíso no litoral sul do Estado. Um dos locais mais sensacionais para relaxar sentindo a brisa vinda de um mar calmo, protegido por arrecifes.
Fica em Muro Alto, com estrutura fantástica e imagem linda, num ambiente de muita tranquilidade. Pontuada por belos coqueirais, manguezais e mata Atlântica, Muro Alto é considerada uma das mais belas praias do Brasil, onde viver ou passar férias é um grande privilégio.
Nó Malia, a área de lazer inclui rooftop raia com terraços, piscinas adulto e infantil com jacuzzi, gazebo relax, fire place, ilhas submersas, decks intimistas, river e parque aquático infantil.
Tem também loja de conveniência, restaurante com bar, espaço para churrasco gourmet, Beach Office, Malia Relax, Malia Jogos, Malia Kids com trocador e Malia Gym, além de campinho gramado, playground, petplace, pista de cooper e ciclovia e bicicletário.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva tem se mostrado insatisfatório até mesmo para os mais fervorosos apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT). Diversos fatores contribuem para esse descontentamento, refletindo uma gestão pífia e que parece distante das expectativas criadas durante as narrativas de palanques.
A economia brasileira, que deveria ser a prioridade de qualquer governo, encontra-se em estado crítico. Com a inflação de combustíveis e alimentos galopante, o trabalhador está sufocado, enfrentando dificuldades para arcar com as despesas do dia a dia. A promessa de um governo que priorizaria o povo se esvai diante das realidades financeiras que afetam milhões de brasileiros.
Além disso, o governo enfrentou críticas severas em relação à implementação de impostos do sistema PIX. As trapalhadas nesta área evidenciam não apenas a desorganização, mas também a falta de um planejamento eficaz, que tem prejudicado a confiança no sistema financeiro do país.
A gestão atual é marcada por um gasto excessivo e uma comunicação que muitas vezes se revela enganosa. Obras e promessas que deveriam ter sido concretizadas, cito exemplos que se espalha pelo Brasil, como a duplicação da rodovia que liga São Caetano a Serra Talhada, em Pernambuco, mas que permanecem apenas na narrativa.
O discurso de Lula, que antes inspirava esperança, agora soa cansativo e desprovido de inovação, deixando muitos questionando a efetividade de suas políticas.
Em meio a esses desafios, o Brasil também enfrenta um cenário alarmante de violência urbana. O avanço do crime organizado sem precedentes é uma preocupação crescente, com a população clamando por segurança e respostas efetivas do governo. A falta de estratégias claras para combater essa crise agrava ainda mais a percepção de ineficácia na gestão.
Para complicar a situação, a figura de Janja, esposa de Lula, tem sido alvo de controvérsias. Com uma postura que muitos consideram inadequada para alguém sem cargo oficial, ela aparece como uma sombra que parece exercer influência indevida sobre questões de governo. A conduta da Janja é marcada por excessos e mordomias às custas do dinheiro público, e isso levanta questões éticas que não podem ser ignoradas.
Em resumo, o governo Lula, que prometia renovação e avanço, enfrenta um mar de críticas e insatisfação. A população observa, com crescente preocupação, a falta de ação efetiva em áreas importantes, questionando a capacidade de liderança e a ética de seus representantes.
O desafio agora para o Lula e o PT é encontrar alguém que possa corresponder a simpatia da população e ser candidato em 2026, pois o presidente perdeu o controle da situação e demonstra cambalear.
O Fernando Haddad não consegue as soluções que realmente atendam às necessidades do povo brasileiro e revertam a atual trajetória de descontentamento na economia brasileira. O Haddad, politicamente, representa um caso em que, “nunca antes na história deste país”, se viu tanta incompetência.
Divulgada neste sábado (15), a pesquisa Ipec vai ao encontro do que apontou o Datafolha nesta sexta-feira (14) e mostra, entre outros pontos, que o governo Lula (PT) está perdendo terreno na própria base.
Diante do derretimento, aliados do presidente Lula defendem que agora é preciso “ligar o modo eleição”, mudando os rumos do governo e mirando a implementação de medidas que tenham relação direta com o consumo e a renda.
Uma das propostas defendidas por aliados, de acordo com fontes, está pronta: a que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
A promessa da equipe econômica é que o texto seja enviado depois do Carnaval, ainda que em um cenário ruim para o governo.
Para garantir que a proposta tramite sem ser contaminada por narrativas da oposição, o governo entende que precisa melhorar a articulação política e contar com o apoio do centrão à medida.
Como o paraibano Vital Farias, que Deus chamou no último dia 5, as composições de João Silva, quarto personagem focado nesta série sobre os célebres e imortais parceiros de Luiz Gonzaga, eram muito mais conhecidas do que ele próprio. Uma obra maior do que o autor? Impossível! João Silva não teve a mesma sorte de ser apadrinhado pela mídia como Zé Dantas e Humberto Teixeira, cardeais do mundo gonzaguiano.
Em número de canções gravadas pelo Rei do Baião, o plural, inquieto e boêmio sertanejo de Arcoverde bateu de longe a dupla de ouro: enquanto Zé Dantas emplacou 49 músicas e Humberto Teixeira 31, João Silva chegou a 107, entre elas “Danado de bom”, gravada em 1984, num período já escasso de sucessos de Luiz Gonzaga.
Em apenas três meses, vendeu, pasmem, 1,6 milhão de cópias. Antes, porém, Luiz Gonzaga já vinha fazendo sucesso com outra canção muito conhecida: “Pagode russo”. A música foi composta originalmente por Luiz Gonzaga e gravada por ele (em 1947 e 1965) e por Dominguinhos (em 1973), apenas em versão instrumental, sem letra.
“Pagode russo” só estourou mesmo depois que João Silva tornou-se um dos maiores parceiros de Luiz Gonzaga (a partir dos anos 1960) e, juntos, colocaram letra na canção, que a regravou no álbum “Danado de bom”, de 1984. A letra traz um humor inteligente e faz uma brincadeira ao criar uma história para comparar um ritmo ou dança tradicional da Rússia, chamado Trepak.
Trata-se de um allegro rápido, em um compasso de 2/4, que possui como características a batida com os pés, passos de agachamento e saltos de equilíbrio ao Frevo, mais famoso ritmo pernambucano. Trepak era o ritmo russo da tradicional dança dos Cossacos, citados em “Pagode russo”: um povo nativo das estepes das regiões do sudeste europeu (principalmente da Ucrânia e do sul da Rússia), que se estabeleceram mais tarde nas regiões do interior da Rússia asiática.
Os Cossacos eram conhecidos por sua coragem, autossuficiência, força e capacidades militares (especialmente na cavalaria), mas – também – pela crueldade com que atacavam outros povos e aldeias. Só que João Silva e Luiz Gonzaga pegaram a palavra “Cossaco” e fizeram um trocadilho com a expressão em português “com o saco”. Aí é que vem a malícia e o humor de “Pagode russo”:
“Ontem eu sonhei que estava em Moscou/ Dançando pagode russo na boate Cossacou/ Parecia até um frevo, naquele cai e não cai/ Parecia até um frevo, naquele vai e não vai/ Entra cossaco, cossaco dança agora/ Na dança do cossaco, não fica cossaco fora”.
Mas se João Silva foi o recordista em gravações, entre os parceiros de Luiz Gonzaga se revelou o mais brigão. Luiz Gonzaga era temperamental, verdadeiro pavio curto. A primeira desavença ocorreu em 1961, quando Severino Januário gravou a canção “Desavença”, de autoria de Silva, com Miguel Lima, ex-letrista de Gonzagão, que sentiu-se traído por Januário, por ser parente do sanfoneiro.
A segunda contenda, mais grave, ocorreu em 1974, tudo porque Luiz Gonzaga, refratário a álcool, passou a reprimir a vida boêmia e o gosto exagerado de João Silva por água que passarinho não bebe. Ficaram quatro anos intrigados, só retomando a parceria em 1978. E a partir daí, viveram uma lua de mel que fez Gonzagão lançar no mercado grandes sucessos, como “Sanfoninha choradeira”, “Deixa a tanga voar” e, claro, “Pagode russo”.
Segundo Gustavo Alonso, do programa ABC do Forró, quem aproximou João Silva de Luiz Gonzaga foi a forrozeira Marinês, que já havia gravado vários sucessos do amigo, entre eles “A volta do baião”, “Chuvada do Norte”, “ABC do amor” e “Amigo velho tocador”. Tão logo conheceu João Silva, que era extremamente extrovertido, bem-humorado e brincalhão, mas de uma capacidade impressionante para fazer músicas, Luiz Gonzaga pediu para ele compor algo em homenagem a sua sanfona. De um fôlego só, saiu “Garota Todeschini”, a marca da primeira sanfona do Rei do Baião.
“Garota Todeschini, ouça bem essa homenagem/Que um caboclo de coragem, sanfoneiro e cantador/Que nunca cantou vantagem, nem na luta e nem no amor/Você, gauchinha, merece toda minha gratidão/Por fazer essa sanfona pra eu tocar o meu baião/Por fazer esta sanfona pra eu tocar o meu baião/Quando boto ela no peito, sinto o mundo em minha mão/Cada baixo representa um pedacinho do sertão/É dela que tiro o pão, com ela é que eu dou estudo/Garota Todeschini, prenda minha/Com essa gaita e você sou tudo/Com essa gaita e você sou tudo”.
Dois anos antes da morte de Luiz Gonzaga, João Silva compôs e o Rei gravou em 1987 um dos seus maiores sucessos: “Nem se despediu de mim”. Trata-se de uma história de amor vivido pelo autor, retratando a desatenção da sua amada que chegou, saiu e nem sequer deu atenção àquele que lhe dedicava tanto amor, durante o último encontro entre os dois.
Outro grande sucesso da parceria virou uma febre no Nordeste: “Tá danado de bom”. Virou também um festival em Arcoverde, promovido anualmente pela jornalista Amanda Oliveira, em homenagem ao filho ilustre. A letra da música descreve uma festa animada, onde todos estão se divertindo ao som de instrumentos tradicionais como a zabumba, o triângulo e a sanfona. Gonzaga, na parceria, captura a essência do forró, que é marcado pela dança, pela música e pela interação social calorosa.
João Silva morreu no Recife aos 78 anos, no dia 6 de dezembro de 2013. Seu corpo foi encontrado na casa dele por vizinhos depois de três dias sem que ninguém conseguisse contato com ele. O velório ocorreu na Câmara de Vereadores do Recife e o enterro no cemitério de Arcoverde, seu berço natal.
João Silva foi um gigante. Teve seu primeiro contato com o mundo musical aos 7 anos, quando começou a tocar pandeiro. Aos 17 anos, apresentou-se no programa “Domingueira”, no Rio de Janeiro, e acabou se tornando um dos principais parceiros de Luiz Gonzaga. A amizade começou nos anos 1960.
Duas décadas depois, João produziu “Danado de bom”, que vendeu em três meses 1,6 milhão de cópias. Em 71 anos de trajetória, compôs mais de duas mil músicas, gravadas não apenas por Luiz Gonzaga, mas por outras celebridades, como Elba Ramalho, Ney Matogrosso, Dominguinhos, Marinês e até Vanderley Cardoso, dentre outros.
Antes da parceria com Gonzagão, João Silva compôs um clássico histórico no estilo dor de cotovelo, que ganhou fama e fez sucesso na voz de Ney Matogrosso: “Pra não morrer de tristeza”. “Mulher/ Deixaste tua moradia/ Pra viver de boemia/ E beber nos cabarés/ E eu/ Pra não morrer de tristeza/ Me sento na mesma mesa/ Mesmo sabendo quem és/ E eu/ Pra não morrer de tristeza/ Me sento na mesma mesa/ Mesmo sabendo quem és”.
O poeta José Maria Marques, biógrafo de João Silva, diz que a obra dele – personificada na figura de Luiz Gonzaga – é da mesma linhagem nobre de Humberto Teixeira e Zé Dantas. “Gonzaga, inclusive, atingiu um disco de ouro a partir de João, que conservou o legado”, contou. Lançado em 2009 pelas Edições Bagaço, o livro de Marques é intitulado “Mestre João Silva – Pra não morrer de tristeza – O maior parceiro de Luiz Gonzaga”.
Quase 70% dos brasileiros desejam comprar ou trocar de carro em 2025
O ano passado foi marcado por demanda aquecida e crescimento de produção e vendas no setor automotivo. E 2025 também deve registrar bons números. Segundo levantamento realizado pela Webmotors, portal de negócios e soluções para o segmento, 68% dos brasileiros desejam comprar ou trocar de carro este ano — sendo 37% ainda no primeiro semestre. O dado faz parte da Pesquisa sobre Intenção de Compra realizada anualmente com usuários da plataforma para identificar motivos e preferências na compra de carros no Brasil. Para esta edição, foram ouvidas 2.499 pessoas entre 6 e 17 de janeiro de 2025. Quando perguntados sobre como pretendem pagar pelo novo carro, o financiamento parcial é a opção mais mencionada pelos respondentes (47%). Aliás, as vendas financiadas de veículos totalizaram 563 mil unidades em janeiro deste ano, entre novos e usados, de acordo com dados da B3.
O número, que inclui autos leves, pesados e motos em todo o país, representa uma alta de 0,2% na comparação com o mesmo período de 2024. Em seguida, vem a opção por pagamento à vista (32%), financiamento total (15%) e leasing/consórcio (6%). “Esses dados reforçam a importância de ações de bancos, montadoras e concessionárias que ofereçam vantagens na compra ou troca do automóvel, como bônus na troca pelo usado, pagamento do preço da tabela de mercado ou condições de financiamento favoráveis”, explica Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors.
“Essas iniciativas podem impulsionar a decisão do consumidor pela compra ou troca e fomentar um ambiente mais favorável para esse negócio no país”, ressalta. Entre os motivos apontados para compra ou troca de veículo em 2025, a atualização do modelo foi a mais mencionada (36%), seguida pelo costume de trocar o carro de tempos em tempos (30%), a situação do atual veículo (25%), a necessidade de um carro mais econômico (14%) ou mais potente (13%).
Seminovos e usados – A Pesquisa sobre Intenção de Compra da Webmotors também buscou entender a parcela de interessados em veículos 0km em comparação aos seminovos/usados. Do total de respondentes que pretendem trocar de carro nos próximos meses, 66% afirmaram que devem buscar por um seminovo/usado, enquanto 17% indicaram a preferência por um 0km. Outros 17% ainda não estão decididos. Os modelos SUV seguem na liderança como os mais desejados pelos brasileiros, com 38% das menções. Este número, no entanto, observou redução de 4 pontos percentuais com relação ao mesmo período de 2024, quando os SUVs foram mencionados como mais desejados por 42% dos respondentes. Por outro lado, aumentou em 3 pontos percentuais o desejo por hatches com relação à edição anterior da pesquisa (de 17% para 20%), enquanto a preferência por sedãs se manteve estável (26% nas duas edições).
A combustão ou eletrificado? – Entre os respondentes da pesquisa interessados em comprar ou trocar de carro e que desejam um híbrido ou elétrico em 2025, 59% mencionaram a economia de combustível como principal motivo da escolha. Na sequência, custo-benefício (51%), design moderno e tecnologia avançada (27%), gosto por novas tecnologias (27%) e preocupação com o meio ambiente (21%) completam a lista. Quando perguntados sobre o valor que estariam dispostos a pagar por um híbrido/elétrico, a maior parte dos entrevistados mencionou entre 150 e 200 mil reais (30%), seguida por entre R$ 100 e R$ 150 mil (29%), entre R$ 200 e R$ 250 mil (13%), até R$ 100 mil (12%), entre R$ 250 mil e 300 mil (10%), e acima de R$ 300 mil (6%).
Spark EUV estreia em 2025 no Brasil – A Chevrolet acaba de revelar a identidade do seu mais novo veículo global: o Spark EUV, um SUV compacto urbano. O modelo vem para completar o portfólio da marca, destacando-se principalmente pelo design, tecnologia e performance. Tudo com zero emissão, já que o veículo é elétrico. “O Spark EUV chega ao Brasil em 2025”, prometeu Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul. Na região, o modelo será ofertado exclusivamente em uma configuração sofisticada, numa combinação específica para atender as novas preferências do mercado local. Mais detalhes serão compartilhados oportunamente. O Spark EUV é a primeira revelação dos cinco lançamentos anunciados pela marca para este ano no Brasil. Mas ele, na verdade, é um Baojun Yep Plus, carro chinês que apenas ganhará a logo Chevrolet.
Venda de elétricos e híbridos – E por falar no segmento, vale lembrar: o comércio desses modelos chegou em janeiro a 12.556 unidades (agora representam 8% do mercado nacional). E olhe que estão fora da lista os híbridos-leves, aqueles que têm sistema elétrico alimentado por uma bateria de 48V que funciona como gerador de arranque para o motor de combustão. Com eles, o total de eletrificados vendidos no mês chegaria a 16.502 unidades, correspondendo a 10% do mercado. Nesse contexto, há uma novidade importante, por sinal: os recém lançados Fiat Pulse e Fastback Bio Hybrid não são veículos eletrificados, segundo novo critério adotado pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a ABVE. O ajuste de critério de classificação serve para “apresentar números mais fiéis à realidade da eletromobilidade no Brasil”. Eletrificado, agora, somente, além dos elétricos puros, híbridos plug-in e os híbridos fechados com tração elétrica independente em algum grau. Tecnologias que não disponham de motorização elétrica acima de 60V e não tenham tração elétrica capaz de movimentar sozinho o veículo por algum período estarão fora das estatísticas de híbridos. A Fenabrave, a federação dos revendedores, os considera híbridos.
Picapes começam o ano com força – As picapes médias, segmento no qual se destacam Toyota Hilux, Chevrolet S10, Ford Ranger e outras, largaram 2025 com boas vendas. Vale lembrar: média é aquela montada sobre chassi e com capacidade de carga em torno de 1 tonelada, o que reduz o universo para 7 no país. No mês passado, foram emplacadas quase 12 mil unidades – uma elevação de 37% sobre o mesmo mês de 2024. Aliás, no ano passado a categoria somou 143 mil emplacamentos, com crescimento de 18%.
Commander também ganha motor a diesel – O SUV grande Jeep Commander chegou à linha 2025 com uma novidade também adotada na Toro e na Ram: o 2.2 turbodiesel. Ele equipa a versão Overland – que, com a motorização anterior, entregava 170 cv de potência e fazia de 0 a 100 km/h em 11,6 segundos. Com o novo motor 2.2, a potência chega a 200cv, 45,9kgfm de torque, com 0 a 100 km/h de 9,7 segundos – uma melhora de 2 segundos graças à melhor relação de peso-potência. Por falar nisso, as retomadas ganharam melhor performance, ultrapassagens mais seguras: de 60 a 100 km/h e 80 a 120 km/h agora são feitas em 6,2 e 7,8 segundos, respectivamente. Preço da versão: R$ 310 mil.
Fiat Toro: 500 mil unidades vendidas no Brasil – Picape consagrada no mercado brasileiro, a Fiat Toro alcançou o marco de 500 mil unidades vendidas no país. Produzida no Polo Automotivo Stellantis de Goiana, em Pernambuco, a Toro inovou, unindo o conforto de um SUV com a versatilidade de uma picape. Com isso, o modelo sustentou a liderança da categoria desde que foi lançada, em 2016. Recentemente, o modelo ficou ainda mais potente com a nova motorização 2.2 turbodiesel, que entrega 200cv de potência e 450 Nm de torque, com mais agilidade e menor consumo de combustível.
Produção de motos é recorde – O segmento de motocicletas também continua em alta. A fabricação no Polo Industrial de Manaus (PIM), por exemplo, alcançou 166 mil unidades em janeiro – o melhor resultado em 13 anos. Comparando com janeiro do ano passado, o aumento foi de 17,6%. Já em relação a dezembro de 2024, a alta foi 34%. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo) projeta uma produção total de 1,88 milhão de motocicletas para 2025, um crescimento de 7,5% em relação ao ano anterior.
Nova Yamaha elétrica custa R$ 34 mil – A Neo’s Connected, primeiro modelo elétrico da Yamaha no Brasil já tem preço definido: R$ 34 mil, além de frete. A nova moto tem um visual minimalista, com acabamento com molduras emborrachadas – que protegem de pequenos arranhões. É alimentada por baterias de lítio e tem um motor elétrico montado no cubo da roda traseira. A chave de presença com Sistema Smart Key garante maior praticidade. E oferece algumas funcionalidades interessantes, como espaço para capacete e aberto porta-objetos dianteiro. O motor elétrico do modelo da Yamaha tem potência máxima de 2,4 kW. São duas baterias de lítio, que entregam um torque máximo de 13,7kgfm.
Nova Tiger Sport 800 – A marca inglesa Triumph confirmou a nova Tiger Sport 800 no Brasil. Ela tem motor tricilíndrico de 798cm³ a gasolina, capaz de entregar 115cv e 8,6kgfm de torque. A transmissão é mecânica de 6 velocidades, com troca rápida bidirecional, chamada de Triumph Shift Assist. A data e o preço, porém, permanecem um mistério. O modelo tem freios com discos duplos flutuantes de 310 mm de diâmetro na dianteira e disco traseiro de 255 mm, ambos equipados com ABS otimizado para curvas. São três modos de pilotagem (sport, road e rain), controle de tração ajustável, acelerador eletrônico, painel multifuncional TFT com conectividade Bluetooth e sistema de navegação curva a curva. O modelo também vem equipado com luzes full LED e para-brisa ajustável manualmente.
Multa herdada – A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que isenta compradores de veículos usados do pagamento de multas cometidas pelo antigo proprietário e lançadas no sistema após a transferência. Na prática, em caso de transferência de propriedade do veículo, a proposta deixa claro que infrações praticadas pelo vendedor e lançadas com atraso no Sistema Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf) serão desvinculadas do veículo e do novo proprietário. A medida, segundo a Agência Câmara de Notícias, também se aplica a veículos registrados em nomes de empresas. O relator do Projeto de Lei 3509/24, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), defendeu a aprovação. “O comprador, que cumpriu todas as determinações legais, não deve ser surpreendido com débitos anteriores à compra, principalmente considerando que a quitação de todas as dívidas relacionadas ao veículo é uma exigência para a transferência de propriedade”, observou.
Financiamento de carros – A compra financiada de carro é sempre uma saída quando o consumidor não pode pagar o valor total à vista. No entanto, o valor final a ser pago depende de diversos fatores, como a taxa de juros aplicada, o valor da entrada, o prazo de pagamento e o perfil do comprador. “Com uma análise cuidadosa e uma escolha bem planejada, é possível financiar o carro dos sonhos sem sobrecarregar o orçamento. O segredo está em compreender as condições do financiamento e ajustar as parcelas de acordo com a sua realidade financeira”, comenta Leonardo Furtado, superintendente do Auto Shopping Internacional Guarulhos.
Fatores – O valor final de financiamento de um veículo depende de vários elementos. Um dos principais fatores é a marca e modelo do carro. “Carros de marcas premium ou modelos com mais tecnologia tendem a ter preços mais altos, o que aumenta o montante financiado”, explica.
Tipo de veículo – A motorização e o tipo de tração também têm impacto significativo. “Modelos híbridos, elétricos ou com tração integral podem custar mais e refletir em um financiamento mais alto”, ressalta.
Ano de fabricação – Outros aspectos, como o ano de fabricação do veículo e os itens de série (como central multimídia, sensores e piloto automático), também podem elevar o custo total.
Condições de mercado – A taxa de juros praticada pelas instituições financeiras é um fator que influencia diretamente o valor final das parcelas. “A taxa de juros pode variar conforme o perfil de crédito do comprador e as condições do mercado, por isso é importante fazer uma pesquisa detalhada antes de fechar negócio”, aconselha.
Comprovação de renda – Para obter um financiamento de um veículo, o comprador precisa atender a algumas exigências das instituições financeiras. Entre os principais requisitos estão a comprovação de renda, a qual pode ser feita por meio de holerites, extratos bancários ou declarações de Imposto de Renda, e a análise de crédito, que avalia o histórico financeiro do cliente.
Valor da entrada – Além disso, muitas financeiras exigem um valor de entrada, que pode variar entre 10% e 50% do valor do veículo. “Quanto maior a entrada, menores serão as parcelas e os juros pagos durante o financiamento. O comprador também deve ter no mínimo 18 anos e ter sua documentação regularizada”, pontua. Embora a maioria das instituições financeiras exijam um pagamento inicial, algumas oferecem a possibilidade de financiar até 100% do valor do carro. Contudo, vale lembrar que, nesse caso, as taxas de juros tendem a ser mais altas, o que pode resultar em um custo total maior. “Apesar de não ser obrigatória, a entrada pode ser uma estratégia para reduzir os prazos, taxas e o valor financiado e facilitar o pagamento das parcelas”, destaca.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico