“O discurso de ódio contra a mulher é muito cruel”, diz Cármen Lúcia

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, afirmou, nesta terça-feira, considerar o discurso de ódio contra a mulher “muito cruel”. Ela fez uma comparação entre os ataques sofridos por homens e mulheres para dar dimensão da situação.

“Contra o homem, ‘é ladrão, é preguiçoso, é vagabundo’. Contra nós, [o discurso] é sexista, misógino e machista. E esse discurso não afeta só a mulher, mas toda a sua família. Aí muitas vezes a família, os filhos, acabam pedindo para que a mulher não continue na carreira política”, disse a ministra, que esteve hoje no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP).

A ministra também afirmou ser necessário lembrar os eleitores brasileiros – diante da proximidade do pleito municipal em outubro próximo – de que o voto é sigiloso e que ninguém deve ser submetido a algum tipo de pressão. “Ninguém pode entrar com o celular na cabine de votação e ninguém pode saber em quem você votou. Isso precisa ficar claro para o eleitor”, disse.

Presidente da Corte Eleitoral paulista, desembargador Silmar Fernandes, e o vice-presidente, desembargador José Antonio Encinas Manfré, entregaram para a ministra um levantamento que mostra que 63% do corpo funcional do tribunal paulista é formado por mulheres.

O percentual é maior do que a média nacional de servidoras no Poder Judiciário (56,2%), segundo pesquisa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com 68 Tribunais, considerando dados de 2009 a 2018. Dos 4.071 servidores que atuam no TRE-SP, incluindo os servidores próprios e os requisitados de outros órgãos, 2.501 são mulheres. A grande maioria das servidoras (77%) trabalha nos cartórios eleitorais.

Do Estadão.

A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, aparece com vantagem de 2 pontos percentuais sobre Donald Trump em pesquisa divulgada pela agência de notícias Reuters e pelo Instituto Ipsos nesta terça-feira.

Segundo o levantamento, Harris tem 44% das intenções de voto, contra 42% de Trump. A diferença está dentro da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais.

A pesquisa foi realizada nas últimas 48 horas e contabiliza, portanto, o efeito da Convenção Nacional Republicana, encerrada na quinta (18), quando Trump aceitou formalmente sua candidatura.

O levantamento traz ainda o impacto do anúncio de desistência de Joe Biden no domingo, 21, dia em que o presidente também anunciou que apoiaria Kamala Harris.

Em sondagem anterior, feita entre 15 a 16 de julho, ambos apareceram com o mesmo percentual, de 44%.

Há, porém, importante nuance sobre os resultados das sondagens americanas. Embora as pesquisas nacionais forneçam a temperatura do eleitorado, apenas um punhado de estados deve decidir as eleições de fato.São os swing states, ou estados pêndulo, em que não há maioria republicana ou democrata e que podem, portanto, pender para ambos os lados.

Nessa categoria estão Arizona, Georgia, Michigan, Nevada, Carolina do Norte, Pensilvânia e Wisconsin.

Em outra pesquisa recente, 56% dos eleitores registrados concordaram com a afirmação de que Harris é “mentalmente capaz de lidar com desafios”, em comparação com 49% que disseram o mesmo sobre Donald Trump.

Somente 22% dos eleitores avaliaram Biden dessa forma.

Da Revista Veja.

“Que tome um chá de camomila.” Foi assim que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reagiu aos comentários de quem se disse assustado a uma fala que ele teve sobre “banho de sangue” caso não vença as eleições.

A afirmação desta terça-feira acontece um dia depois de o presidente Lula (PT) expressar preocupações sobre a fala de Maduro.

“Fiquei assustado com a declaração do Maduro dizendo que se ele perder as eleições vai ter um banho de sangue. Quem perde as eleições toma um banho de voto, não de sangue”, afirmou Lula.

“O Maduro tem que aprender: quando você ganha, você fica, quando você perde, você vai embora. Vai embora e se prepara para disputar outra eleição”, continuou o presidente brasileiro.

Hoje, Maduro respondeu. Sem citar Lula, o presidente venezuelano disse que prevê para “aqueles que se assustaram” a maior vitória eleitoral dele na história.

Sobre o “banho de sangue”, Maduro disse que não disse nenhuma mentira, apenas fez uma reflexão. “Quem se assustou que tome um chá de camomila”, declarou.

Do G1.

Após este blog publicar que a prefeita de Trindade, Helbinha Rodrigues, está perdendo apoio na sua caminhada pela reeleição no município, a gestora enviou uma nota apontando que se mantém forte e sem perder, segundo ela, as principais alianças.

Confira abaixo a nota na íntegra

Prezado Magno Martins,

Esperamos e desejamos que esteja bem. Gostaríamos de trazer à sua atenção um ponto importante em relação à matéria publicada recentemente sobre a prefeita Helbinha Rodrigues.

No artigo, foi mencionado que a prefeita perdeu o apoio de uma determinada liderança. No entanto, após verificarmos que tratava-se do empresário Lessinho Lins, constatamos que houve um equívoco: o empresário não foi aliado da prefeita. Assim, a informação de que ela perdeu o apoio desse empresariado não condiz com a realidade.

É essencial que corrijamos esse erro para manter a precisão e a credibilidade do seu conceituado blog. Agradeço antecipadamente pela sua compreensão e colaboração para retificar essa informação.

Atenciosamente

Assessoria de comunicação.

O ex-deputado Roberto Jefferson pagou à Polícia Federal R$ 39.581,32 pelos danos causados a uma viatura da corporação que ele atingiu com 42 tiros, em outubro de 2022. Na ocasião, agentes tentaram cumprir um mandado de prisão na sua casa, em Comendador Levy Gasparian, no interior do Rio, quando o parlamentar reagiu atirando.

No último dia 12, a defesa de Jefferson encaminhou o comprovante de “de reparação integral do dano causado” ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

De acordo com a sindicância aberta pela PF, além de ferir dois policiais com estilhaços de balas, o ex-deputado acertou com 25 disparos o teto do veículo, com 14 o para-brisa, com dois a lateral esquerda e com um o capô. Entre os itens trocados na oficina, estão giroflex, forro do teto e para-brisa. 

O documento ainda aponta que a viatura, que não era blindada, também precisou de reparos no sistema de ar-condicionado e no motor, além de pintura e lanternagem. 

O relatório final ainda destaca a “insanidade da conduta do ex-deputado, que consciente e voluntariamente, após descobrir a finalidade da presença da equipe policial, passou a atacar os agentes da lei com granadas e disparos de arma de fogo de grosso calibre, assumindo o risco de causar o resultado morte daqueles policiais e gerando danos ao patrimônio público empregado na ação”.

Jefferson, que está preso preventivamente desde então, irá a júri popular pelo crime. Na época, seus advogados chegaram a divulgar vídeos de câmeras de segurança que mostravam os policiais próximos à residência. Nas imagens, aparecem o carro com os vidros danificados e o ex-deputado dizendo que eles estavam ali para prendê-lo. 

Do O GLOBO

Ovacionada em primeiro discurso em um comício como pré-candidata pelo partido Democrata, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, discursou em campanha em Wisconsin nesta terça-feira (23), com um discurso extremamente duro contra seu concorrente, o republicano Donald Trump.

“Antes de eu ser eleita vice-presidente, antes de eu ser eleita senadora, eu fui procuradora e lidei com predadores que abusam de mulheres, empreendedores que abusam de consumidores e trapaceiros que quebram as regras para o seu próprio bem. Então, me escute quando eu digo: eu conheço o tipo de Donald Trump. Quando eu era uma procuradora recém chegada, eu me especializei em abusos sexuais e Donald Trump é um abusador”, afirmou Kamala. As informações são do Metrópoles.

Kamala também demonstrou felicidade em ter garantido o número de delegados suficientes para sua nomeação, segundo um levantamento da Associated Press.

“Eu fui informada essa manhã que conseguimos o número suficiente de delegados para garantir a nomeação pelo partido Democrata. Eu estou muito honrada e eu prometo a vocês que continuarei a unir nosso partido para que estejamos prontos para vencer em novembro”.

Kamala ainda defendeu o direito à saúde de qualidade a preços justos para todos os norte-americanos, criticando o projeto econômico de Trump.

“Crianças com asma, mulheres que sobreviveram ao câncer de mama, avós com diabetes; são muitos problemas de saúde sem tratamento. A América já tentou essa estratégia econômica antes e nós não vamos voltar. E eu vou te dizer o porque não vamos voltar, Donald Trump é o passado”.

Com um forte discurso em defesa da liberdade, Kamala bradou que a luta da campanha é pela liberdade de todos os norte-americanos.

“Nossa luta é por liberdade. Gerações de americanos antes de nós lideraram a briga por liberdade e agora, Wisconsin, a batalha está em nossas mãos. Nós acreditamos que todo mundo de nossa nação deva viver sem o medo da violência armada. Que tipo de país queremos viver? Queremos viver em um país de liberdade, de compaixão e leis ou em um país de caos, medo e ódio?”, contou Kamala.

A democrata praticamente repetiu os principais pontos da primeira fala após a desistência de Joe Biden da disputa. Na segunda (22), ela falou à equipe de campanha em Delaware.

Ela atacou Trump e disse que ele pretende fazer os EUA voltarem ao passado. A pré-candidata democrata também sinalizou para os votos da classe média.

O Brasil reafirmou o compromisso com o combate ao racismo e às desigualdades raciais, durante reunião do G20, nesta terça-feira (23), no Rio de Janeiro. “No momento em que, lamentavelmente, presenciamos manifestações de racismo e discriminação, inclusive no esporte, o Brasil segue comprometido em promover a igualdade étnico-racial, que é não apenas um objetivo nobre, mas um imperativo para construir um mundo mais justo, inclusive sustentável”, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em seu discurso de abertura da segunda sessão Combate às Desigualdades e Cooperação Trilateral, da Reunião Ministerial de Desenvolvimento.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que também participa do painel de discussão, reforçou que o combate ao racismo e às demais desigualdades devem ser compromisso não apenas do Brasil, mas mundial: “Sabemos também que resolver um problema sistêmico, estrutural e histórico não é tarefa apenas para um único ministério ou sequer um único país”.

Ambos os ministros destacaram a importância do compromisso assumido pelo Brasil em relação à questão. Em discurso na Assembleia Geral da ONU em 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a criação voluntária do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 18, com o objetivo de alcançar a igualdade étnico-racial na sociedade brasileira. 

Os ODS são uma agenda mundial para acabar com a pobreza e as desigualdades. Eles foram pactuados pelos 193 Estados-Membros da Organização das Nações Unidas (ONU) e devem ser cumpridos até 2030. Ao todo, são 17 ODS. Lula propôs nacionalmente que se persiga também um 18ª objetivo em busca de igualdade étnico-racial.

Combate à pobreza e à fome

Vieira reforçou que a erradicação da pobreza é prioridade absoluta para o Brasil, mas que, em todo o mundo, esse objetivo ainda está distante. “Em 2023, chegamos à metade do período da Agenda 2030, ainda distantes do cumprimento daquilo que foi acordado pelos países membros da ONU. Não só estamos atrasados, como até recuamos na concepção de muitos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, como a erradicação da pobreza e da fome”, afirmou.

E complementou: “O mundo está cada vez mais desigual. O 1% mais rico do mundo ficou com quase dois terços de toda a riqueza gerada desde 2020, segundo dados da Oxfam. Os 10% mais ricos são responsáveis por metade das emissões de carbono no planeta. Em 2020, vimos um aumento da desigualdade global pela primeira vez em décadas, com um incremento de 0,7% do índice de Gini Global”. O chamado índice de Gini é um instrumento para medir o grau de concentração de renda.

Segundo Franco, o compromisso global precisa ser reforçado e é preciso que as nações de fato se esforcem para erradicar a pobreza. “As palavras com as quais nos comprometemos hoje não são, na sua maioria, ideias absolutamente inovadoras. Na realidade, são anseios históricos pela garantia da vida digna e da oportunidade de se viver bem, que deveriam ser condições básicas e óbvias, mas que foram transformadas ao longo do tempo em luxos e privilégios”, disse a ministra.

“O que se espera de novidade é que nossos países sejam capazes de agir com velocidade e firmeza, com a qual estamos comprometidos para que possamos correr atrás de tempo perdido”, destacou.

Aliança Global

A reunião do G20 começou nessa segunda-feira (22). Ao longo da semana está prevista uma série de eventos no âmbito do G20.

Na quarta-feira (24), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será realizado o pré-lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, uma das prioridades da presidência brasileira do G20.

Franco mencionou também a Agenda de Enfrentamento à Fome e à Pobreza com foco em mulheres negras, que será oficialmente lançada, no dia seguinte, dia 25. A ministra antecipou que o programa contará com cinco grandes metas, 26 ações e mais de R$ 330 milhões investidos em políticas públicas com este objetivo.

G20

O G20 é composto por Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, República da Coreia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia.

Os membros do G20 representam cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos por um país) global, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população mundial.

Desde 2008, os países revezam-se na presidência. Esta é a primeira vez que o Brasil preside o G20 no atual formato.

A candidatura de Helbinha Rodrigues, que irá disputar a reeleição em Trindade, vem se desintegrando com a perda de apoiadores e lideranças políticas que, inconformados com o descaso com a cidade e seus habitantes, bem como com a crescente onda de denúncias de irregularidades, estão abandonando seu barco. 

Hoje, o empresário Geraldo Lins, neto e herdeiro político do ex-prefeito Geraldo Pedrosa Lins, declarou seu apoio e engajamento na campanha da oposição, composta pelos empresários Zé Capacete e seu vice, Erick Freitas.

A Livraria Jaqueira do Paço Alcântara será palco do lançamento, no Recife, do mais recente livro do jornalista Marcelo Tognozzi, intitulado “Ninguém segura este monstro – Manipular, mentir & polarizar”. O evento está marcado para o dia 1º de agosto. 

Após o sucesso do lançamento em São Paulo, a obra chega à capital pernambucana trazendo reflexões profundas sobre a manipulação ideológica e a polarização na política contemporânea em todo o mundo. A vinda do jornalista à capital pernambucana está sendo promovida pela Folha de Pernambuco e por este blog.

Sobre o livro

“Ninguém segura este monstro – Manipular, mentir & polarizar” é uma coletânea de 100 artigos escritos por Marcelo Tognozzi nos últimos cinco anos. O autor aborda temas centrais da política brasileira e mundial, incluindo a ascensão de figuras políticas como Jair Bolsonaro e Lula, no Brasil – além da eleição de Javier Milei, na Argentina, e o governo Trump, nos Estados Unidos.

O livro é elogiado por sua análise crítica e perspicaz dos eventos que moldam o cenário político atual. Nei Lima Figueiredo, jornalista e autor do prefácio, destaca a importância da obra em tempos de crescente desinformação e desprezo pela verdade. “Tognozzi proporciona lucidez e razão, brindando o leitor com o conhecimento necessário para entender a fase tormentosa pela qual passa a humanidade”, disse.

“Ninguém Segura Este Monstro – Manipular, Mentir & Polarizar” – nome também de um dos artigos do livro sobre Fake News -, vem iluminar os caminhos da compreensão política e social dos nossos tempos. Sobre Fake News, Tognozzi ressalta que elas devem ser combatidas, não com censura, mas com educação. É o que já fazem alguns países, como a Espanha, onde o ministério da Educação criou programas para educar jovens e seus pais sobre o uso da internet e redes sociais.

”Fake News é um fenômeno que preocupa, sobretudo em países como o Brasil, onde ainda não há políticas ligadas à educação para o uso das ferramentas tecnológicas, redes sociais e Inteligência Artificial. As crianças precisam ser ensinadas sobre como atuar nas redes, sem ideologia. Mas os próprios professores não sabem como fazer isso”, destaca o jornalista e escritor. 

Sobre o autor

Marcelo Tognozzi é um dos mais importantes analistas políticos do Brasil, com uma carreira que inclui posições de destaque em grandes veículos de imprensa e órgãos governamentais. Ele é pós-graduado em Marketing Político e Gestão de Campanhas Eleitorais pela The George Washington University e em Inteligência Econômica pela Universidade de Comillas, na Espanha. Atualmente, Tognozzi é colunista do jornal digital Poder360 e sócio-diretor da A+B Comunicação e RP Digitais.

Com vasta experiência em novas mídias e marketing político digital, Tognozzi já participou de diversas campanhas eleitorais e desenvolveu projetos pioneiros de agências de notícias virtuais. Ele é autor de vários livros e e-books sobre marketing político e comunicação digital.

Serviço

Lançamento do livro “Ninguém segura este monstro – Manipular, mentir & polarizar”

Autor: Marcelo Tognozzi

Local: Livraria Jaqueira, Recife (PE) – Rua Madre Deus, 110 – Paço Alfândega – Recife Antigo

Data: 1º de agosto de 2024 (quinta-feira)

O ex-presidente Donald Trump disse que a vice-presidente Kamala Harris “deve responder” se ela acha que Joe Biden está apto a cumprir o resto de seu mandato como presidente dos Estados Unidos.

“A mentirosa Kamala Harris acha que Joe Biden está apto a governar os EUA pelos próximos seis meses? Ela deve responder à pergunta”, postou Trump na Truth Social. As informações são da CNN.

O republicano alegou, sem evidências, que Biden estava “delegando sua autoridade presidencial a burocratas não eleitos de Washington” e que ele “nem confia em sua vice-presidente”.

“Quem está governando o país?”, postou Trump.

Trump não é o primeiro integrante do Partido Republicano a questionar se Joe Biden está apto a cumprir o resto de seu mandato.

No domingo (23), o presidente da Câmara dos EUA, Mike Johnson, pediu que o presidente Joe Biden renunciasse “imediatamente” após o anúncio de que não buscaria a reeleição. “Se Joe Biden não está apto a concorrer à Presidência, ele não está apto a servir como presidente. Ele deve renunciar ao cargo imediatamente”, ponderou Johnson.

Casa Branca diz que pedidos de renúncia são “ridículos”

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, descreveu como “ridículos” os pedidos de alguns republicanos para que Joe Biden renuncie. “O presidente decidiu não concorrer à reeleição – foi isso, foi tudo que ele decidiu,” disse Jean-Pierre ao The View, da ABC.

“Ele quer continuar a fazer o trabalho, três anos e meio de um trabalho histórico sem precedentes, acho que isso mostra o que ele é capaz de fazer, acho que isso mostra quão importante é sua liderança”, complementou.