Maria vota em quem para prefeito?

Por Adriano Oliveira*

Em junho de 2022, pesquisa do Datafolha revelou que 49% dos brasileiros se identificavam como de esquerda e 34% como de direita. Sendo que são 17% os que declaram ser de esquerda e 32% de centro-esquerda. Além de que 9% declararam ser de direita e 24% de centro-direita. Por sua vez, pesquisa do Ipec divulgada em 05/04/2024, revelou que 41% são de direita e 18% de esquerda. Afinal, a maioria dos brasileiros é de direita ou de esquerda?

O Datafolha apresenta aos entrevistados indagações sobre economia e comportamento. Em seguida, associa as respostas aos espectros ideológicos. Já o Ipec define uma escala de 0 a 10 e indaga o eleitor. Quem estiver entre 7 a 10 é considerado de direita. Caso o inquirido responda entre 0 a 3, será de esquerda. Ambas as formas são relevantes, mas, no final, não esclarecem a realidade.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Por Eunice Couto 

Jornalista 

Como fico feliz em acompanhar o seu blog, que está sempre bombando. Lembro daquele jovem jornalista, junto com Carlos Cavalcanti, fazendo história no jornalismo e assumindo papéis importantes. 

Um jovem firme e atrevido (no bom sentido) sem ter medo de denunciar a verdade. A verdade sempre prevaleceu com você, o que lhe dá credibilidade e exemplo para os demais.

Petrolina - Destino

Na contagem regressiva para a grande, marcante e emocionante festa dos 18 anos deste blog, marcada para o próximo dia 23 de maio, faltam agora 25 dias. Tudo está sendo preparado com muito zelo e carinho, no capricho. Como parte dos festejos, uma campanha de mídia alicerçada no que há de mais forte nesta trajetória de quase duas décadas: a credibilidade. 

Daí, a inspiração para a primeira peça que chega às ruas ao longo desta semana : o outdoor, saído também, como a marca dos 18 anos, da usina de ideias modernas e arrojadas da RXZ, agência de publicidade do meu amigo Renê Bensoussan.

Ipojuca - IPTU 2026

C3 Aircross Shine, topo de linha: ágil e bonito, mas bem espartano

Depois do relativo sucesso do renovado compacto C3, que a retirou do quase traço no ranking brasileiro de marcas, a Citroën trouxe de volta o SUV (ou crossover) C3 Aircross, com mais espaço interno e até a possibilidade de 7 lugares com uma terceira fila de bancos. É, agora, a segunda opção para os consumidores desse segmento também chamado de minivans: a outra é a recém-anabolizada Chevrolet Spin, que ganhou itens tecnológicos e ficou bem mais charmosa – embora tenha mantido o velho motor 1.8. Como o C3 Aircross vai sair? A coluna testou a Shine, versão topo de linha, que custa R$ 136.590, e faz algumas ponderações. Apesar do preço desta versão, o projeto tanto do C3 quanto do C3 Aircross é ‘popular’: tem versão de R$ 74.790 (C3 Live manual) ou R$ 112.990 (entrada do Aircross). Com isso, a marca quer atender com espaço e bom conjunto de motor e câmbio aqueles clientes que jamais poderiam (ou gostariam de) desembolsar em torno de R$ 150 mil por um veículo. Vale a pena? Se fosse apenas pela beleza, embora algo subjetivo, valeria de pronto. O modelo é bonito, imponente, moderno, posição de dirigir alta (razão-mor na hora de um compra de automóvel hoje) etc. Mas, para garantir o preço é preciso economizar: por R$ 136,6 mil, a Shine não tem sequer chave-canivete, são apenas quatro airbags e o acabamento é, na melhor das hipóteses, básico, austero, limitado.

Em compensação, tem porte (4,3m de comprimento) de Hyundai Creta, Nissan Kicks, Honda HR-V, Renault Duster e por aí vai. É um dos maiores entre-eixos desse segmento-fenômeno, o dos SUVs compactos. Tem, ainda, um motor moderno e econômico. Confira, então, abaixo, a avaliação do modelo. A versão testada é homologada para cinco lugares. Mas, na verdade, é sempre ideal se carregar quatro pessoas, pois a do meio vai sofrer inevitavelmente na maioria dos modelos. Noves fora isso, o espaço é bom. Mesmo no banco traseiro, com o dianteiro regulado (manualmente) para um condutor de 1,79m. A capacidade do porta-malas é 493 litros.