Pernambuco sempre foi um Estado proeminente na geração de políticos. Pertençam estes aos espectros da direita, esquerda ou mesmo do chamado “centro”, o fato é que os políticos pernambucanos nunca passaram despercebidos, mesmo antes do período chamado de “redemocratização”, compreendido entre os anos de 1975 a 1985, exatamente entre os governos dos generais Ernesto Geisel e João Figueiredo, até as eleições indiretas que devolveram o poder às mãos de um presidente civil.
E o jornalista Magno Martins, pioneiro dos blogs de teor político, conseguiu sintetizar em um livro a trajetória de Marco Maciel, detentor de diversos cargos públicos no país, tendo ocupado por 18 vezes a presidência da República e também a cadeira 39 da Academia Brasileira de Letras.
Maciel era dotado de uma inteligência rara, um personagem que justificou o pertinente trocadilho de “Marco de Pernambuco”. Fato é que nas suas mais de 210 páginas, encerradas com fotos emblemáticas da vida do político pernambucano, falecido na madrugada do dia 12 de Junho de 2021, Magno conseguiu condensar muito da história de Pernambuco e do Brasil nas últimas décadas.
Esse livro certamente também é um marco, um divisor de águas na sua vitoriosa carreira jornalística, cuja atitude singular de reunir personalidades empresariais e políticas de diversas correntes no lançamento da sua homenagem a Maciel transformou a ABL, no Rio de Janeiro, nesta última quinta-feira (24), no espaço literário mais disputado da “Cidade Maravilhosa” nos últimos anos.
O empresário Antônio Souza, empreendedor nordestino e um dos responsáveis pela Videomedi, plataforma de teleconsulta, falou sobre as dificuldades que as pessoas que querem empreender sofrem no Brasil.
“O pequeno empreendedor, que gera mais de 70% dos empregos do Brasil, é discriminado, dificultado pela burocracia. Eu tô com a fábrica montada, com o mercado preparado, com licitações ganhas, faltando uma licença só, e já tem mais de seis meses que está estacionada”, destaca o empresário do Grupo Ferreira Souza,
O ministro da Pesca e Agricultura, André de Paula, esteve presente no lançamento do livro “O Estilo Marco Maciel”, que aconteceu na última quinta-feira (24), na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro, e destacou que Marco Maciel foi decisivo para a sua entrada no universo político.
O deputado estadual Lula Cabral (Solidariedade) fez questão de marcar presença no lançamento da biografia do ex-vice-presidente, na ABL, saindo de lá com um exemplar em mãos.
No lançamento da biografia sobre Marco Maciel que aconteceu na última quinta-feira (24), na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio de Janeiro, Anna Maria Maciel, viúva do ex-vice-presidente, destacou que obras como “O Estilo Marco Maciel” auxiliam para que a nova geração conheça homens públicos que se dedicaram em fazer o melhor na política.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou, neste sábado (26), no Fórum do Grupo Esfera, que a definição de uma ancoragem fiscal pode contribuir para uma política de juros mais estável no Brasil.
“Se a gente tem uma convergência no fiscal, a gente também consegue ter uma convergência no monetário”, disse, indicando que, assim, se consegue uma queda de juros consistente, ficando em nível mais baixo por mais tempo. As informações são da CNN.
Campos Neto também reconheceu o esforço feito pelo governo Lula para a aprovação do marco fiscal e citou nominalmente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
“A gente entende que está caminhando na direção certa e, à medida que as medidas arrecadatórias se concretizem e forem sendo aprovadas, essa diferença entre o esperado e prometido de fiscal diminui e faz com que a gente consiga ter um movimento de juros mais sustentável, mais estável e mais eficiente”, explicou o presidente do BC.
Queda da inflação
Durante sua fala, o presidente do BC afirmou que o órgão conseguiu fazer um “pouso suave” no processo de queda da inflação. A meta, segundo ele, era diminuir os índices causando o menor prejuízo possível para o país.
“Eu quero trazer a inflação para baixo com o menor custo possível para sociedade, com a menor queda do pib possível, com o menor desemprego possível e com o mínimo de ruptura no canal de crédito possível”, disse.
Para Campos Neto, poucos países no mundo conseguiram reduzir a inflação tendo isso como horizonte.
O encontro dos Brics na África do Sul evoca a memória de Nelson Mandela, um líder tão expressivo que, mesmo falecido, ainda faz sombra a protagonistas atuais da política, como Lula e Cyril Ramaphosa. A ambição de se projetarem internacionalmente, ou mesmo de forma regional, como referências na seara internacional é frustrada pela confusão de mensagens pouco claras, pela falta de vigor no exemplo moral e pelos passivos que acumularam na vida pública.
Ramaphosa militou juntamente com Mandela no Congresso Nacional Africano (CNA), o partido que combateu o apartheid na África do Sul. Habilidoso, voluntarioso e dedicado, recebeu reconhecimento no partido e elogios de Mandela, que o via como um dos futuros líderes de seu país. Estava certo, como mostra a história.
Ramaphosa também fez adversários, perdeu disputas internas e eleições. Foi para a iniciativa privada e abandonou por um tempo a vida pública. Voltou como vice-presidente de Jacob Zuma, que caiu por denúncias múltiplas de corrupção. O vice virou presidente, foi reeleito superando também suas próprias acusações de envolvimentos em ilícitos, e busca assumir um protagonismo na luta pela melhoria da África no cenário internacional, com maior desenvolvimento, intercâmbio econômico e diminuição da pobreza.
A desigualdade da África do Sul é tão marcante quanto a brasileira. O apartheid caiu e as regras de segregação se tornaram ilegais, mas a pobreza ainda tem cor no país e fronteiras geográficas bem delimitadas que tornam ilimitadas a distância entre a maioria de pobres pretos e a minoria de ricos brancos. Lá, como aqui, os pretos e os mestiços dividem as sobras de enorme miséria.
Na sua luta, Mandela se aproximou de indianos e mestiços. Curiosidade: Gandhi fez uma de suas primeiras manifestações políticas na África do Sul. Mandela aderiu aos princípios do enfrentamento armado, mas nunca os praticou. Foi preso antes disso. Assumiu uma posição de enfrentamento pela via legal, advogado que era e, processado, usou seus argumentos de defesa para denunciar os algozes de seu povo. Conseguiu que o mundo condenasse o regime dos africâneres (descendentes de holandeses).
Mandela ficou preso 27 anos na sua luta contra a segregação e pelo direito de voto para seu povo. Ganhou o Nobel. Foi presidente por voto direto. Começou um processo de resgate do país, com base nas coisas que aprendeu desde a infância: a democracia era uma característica das tribos africanas do Transkei, sua região natal. Os líderes mais ouviam do que falavam e as decisões eram quase sempre conquistadas após muitas discussões. Buscava-se o consenso exaustivamente, relatou Mandela em sua autobiografia.
Depois de preso, ficar anos sem ver os filhos, sem o direito de sepultar a mãe e seu primogênito, Mandela foi libertado. Construiu um governo democrático sem ódio ou rancor para a inclusão de todos: um país para negros, indianos e brancos. E saiu da política para viver com a família e o povo nos seus últimos anos.
Seus ensinamentos ainda estão à disposição de Lula e Ramaphosa, que podem aprender muito com sua história. Mandela era useiro em elogiar as instituições ocidentais, como os tribunais — de onde sua voz alcançou o mundo. Elogiava a democracia dos Estados Unidos. Pelos Brics e pelos acordos com a China, nesta semana, Lula e Ramaphosa ficaram mais próximos de ditadores e líderes autoritários incluídos no grupo geopolítico.
Ao sair da prisão, Mandela foi morar na mesma casa que havia sido sua 27 anos antes. Tinha quatro cômodos modestos. Winnie, então sua esposa, havia construído outra enorme e moderna residência em outro bairro melhor e mais distante. Mandela preferiu ficar morando com sua história, perto de seu povo, e deixou os luxos para a mulher, de quem algum tempo depois se separou. Ficou próximo da democracia e longe dos luxos fáceis que a autocracia pode oferecer.
Carros usados: média de tíquete recua 8,6% em julho
O tíquete médio das vendas de veículos usados ficou em R$ 74.706,00 em julho, num recuo de 8,6% em comparação ao mês anterior – e atingiu o menor patamar dos últimos 12 meses. A maior queda de preço após as medidas governamentais de redução de impostos para os carros 0km foi verificada em automóveis com mais de três anos de uso. Quanto aos seminovos, a desvalorização foi mais forte nos segmentos de veículos premium e sedans médios, enquanto os compactos hatch aumentaram a representatividade nas vendas. Os dados são do estudo Performance de Veículos Usados (PVU), realizado pela MegaDealer com base nos dados da Auto Avaliar e Instituto AAV. A pesquisa abrange 2.410 concessionárias, de 21 marcas, cadastradas em todo o Brasil – que representam cerca de 65% do volume total de vendas do país.
Além da diminuição do preço médio, observou-se uma melhora significativa no giro de estoque das revendas que, no mês de julho ficou em 41 dias, o menor patamar em 12 meses. Para efeito de comparação, em junho o giro era de 48 dias e em maio, de 50. Dezembro de 2022, foi o mês cujo desempenho das vendas mais se aproximou, com giro de 43 dias. “O giro de julho ficou abaixo de dezembro, o que chama a atenção, pois o final do ano costuma ter um giro de estoque mais rápido por conta da sazonalidade”, observa Fábio Braga, Country Manager da MegaDealer.
A queda no preço médio explica o aumento da velocidade de venda de veículos usados e seminovos, pois os revendedores precisam buscar formas de se desfazer mais rapidamente dos estoques adquiridos a valores maiores. “O giro maior é consequência de ações promocionais das concessionárias, sensíveis quanto à necessidade de aumentar o fluxo de vendas para manterem a rentabilidade de suas operações”, explica.
A atitude de realizar ações promocionais, aliás, trouxe resultados positivos, pois mesmo com a diminuição do tíquete médio, as concessionárias conseguiram recompor a margem bruta do faturamento, que ficou em 11%, o maior percentual desde março deste ano (11,2%). Em junho a margem bruta era de 10,6%.
Nas vendas de veículos usados seminovos, o segmento de compactos Hatch cresceu em representatividade, de 31% em junho para 35% em julho, após as medidas governamentais de redução de preços e impostos para veículos 0km. Na ponta negativa, perderam participação os modelos Compact Sedan, SUV, Pickup e Midsize Sedan.
Mais velho, mais desvalorizado – Segundo o levantamento, os veículos de 2012 a 2015 foram os que apresentaram as maiores reduções de preços em julho na comparação com junho, de 8,7%. Em seguida estão os fabricados entre 2016 e 2019 (-7,5%) e, por fim, aqueles entre 2020 e 2022, ou seja, os seminovos, com recuo de 4,7%.
Entre os seminovos, os veículos do segmento premium apresentaram recuo em seus preços da ordem de – 5,3%, enquanto nos sedans compactos a queda ficou em – 2,7%. Completam a lista os sedans médios (-2%), hatches compactos (-1,4%) e SUVs e picapes (-1,2%). “A redução de preços foi geral, mas o segmento de veículos premium e sedans compactos foram aqueles que sofreram a maior queda de preços em julho, especialmente após o anúncio do programa do governo de redução de impostos e preços dos veículos 0km”, diz Fábio Braga.
BYD: híbridos serão flex – A marca chinesa BYD, prestes a começar as operações na abandonada fábrica (pela Ford) de Camaçari, na Bahia, só vai produzir híbridos flex. O plano de investimentos prevê R$ 3 bilhões da BYD na produção de carros eletrificados, chassis de ônibus e caminhões elétricos – além de um centro de Pesquisa e Desenvolvimento. O chefão do Conselho da BYD no Brasil, Alexandre Baldyn, revelou contou que o pedido para que os híbridos brasileiros da marca fossem flex partiu do presidente Luís Inácio da Silva.
Fique de olho na China – E por falar nos chineses, a associação de fabricantes de automóveis do país revelou que as exportações ultrapassaram 2,34 milhões de unidades no primeiro semestre – crescimento de 77% sobre igual período do ano passado. Veja o que isso significa: o país passou a ser o maior exportador mundial de veículos, à frente de Japão, Alemanha, Estados Unidos etc. Segundo o site AutoIndústria, impulsionada por produtos de maior valor agregado — sobretudo elétricos e híbridos plug-in, cujas vendas aumentaram 160% no primeiro semestre —, a arrecadação chinesa com as vendas externas de veículos registrou salto ainda maior no período: chegou a US$ 46,4 bilhões, 110% a mais.
As novidades da Fiat Toro – A linha 2024 da picape intermediária Toro ganhou um pequeno tapa no visual e há novidades para todo o line-up. Por exemplo: por fora, a picape ganhou novas grades em toda linha e rodas exclusivas nas versões Ultra e Ranch. Por dentro, nada de novo, mas itens como carregador sem-fio e ar-condicionado digital dual zone com comando touch screen e central multimídia 10,1” vertical. Uma das versões topo de linha, a Ultra, traz uma nova grade com moldura em preto brilhante e detalhes em vermelho no logo da Fiat e no friso decorativo. E passa a vir com novas rodas, mais sofisticadas. A Toro Ranch recebeu uma nova grade com detalhes em bronze (premium brown) no friso decorativo, que proporciona uma aparência mais refinada. A versão Volcano, tanto na opção flex quanto na diesel, passa a contar com conectividade como item de série, saindo de fábrica com o Fiat Connect////Me, plataforma de serviços conectados da marca que oferece funcionalidades como wi-fi, operações remotas, informações sobre o veículo, localização, navegação, assistentes de chamadas etc. A versão também traz nova grade cromada de série. Para completar, na Volcano flex, o opcional com grade em preto brilhante, além dos itens escurecidos que já fazem do pack um sucesso (rodas pretas, logo fiat escurecido e interior escurecido). A Freedom também passa a oferecer como item opcional o Fiat Connect////Me com navegação embarcada. A Endurance traz nova grade em preto fosco, logo da Fiat cromado e novos wheel fenders, garantindo ainda mais estilo. Nesta configuração, não há opcionais. Quanto à motorização, nada muda. Traz o Turbo 270 flex, 185cv e 27,0kgfm de torque e 2.0 16V turbo diesel com 35,7kgfm de torque – este com câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4.
Confira os preços sugeridos de todas as versões da Toro no MY24:
Endurance Turbo 270 Flex AT6 flex: R$ 149.900
Freedom Turbo 270 Flex AT6 flex: R$ 164.190
Volcano Turbo 270 Flex AT6 flex: R$ 178.590
Volcano Turbodiesel 4×4 AT9 diesel: R$ 192.390
Ranch Turbodiesel 4×4 AT9 diesel: R$ 209.990
Ultra Turbodiesel 4×4 AT9 diesel: R$ 210.990
Fiat Strada: 400 mil unidades – A popular picapinha da Fiat acaba de escrever mais um capítulo da sua história de sucesso no mercado brasileiro. Além de ser o veículo mais vendido do Brasil no acumulado de 2023, ela chegou à impressionante marca de 400 mil unidades produzidas desde o lançamento de sua segunda geração, em 2020. Se pensarmos em toda a sua história desde que foi lançada há 25 anos, já são cerca de 2,1 milhões de picapes fabricadas. Desenvolvida e fabricada no Polo Automotivo Stellantis Betim, a Fiat Strada nasceu em 1998 e, praticamente desde então, é líder do seu segmento. Com tanto sucesso, ela não parou de evoluir. Tanto é que em 2020, passou por uma mudança radical, em que ficou ainda mais robusta, ganhou novo visual e adquiriu novas funcionalidades. Quando o assunto é desempenho de mercado, a Strada faz bonito. É o veículo mais vendido do país desde 2021 com mais de 60 mil unidades emplacadas no Brasil em 2023 (dados até julho). Aliás, junto com a Toro, elas são responsáveis por colocar a Fiat como líder absoluta em picapes, com 43% do mercado. As duas picapes da Fiat são os dois veículos mais vendidos do Brasil no segmento de comerciais leves.
BMW i7: tela de TV atrás – O sistema de entretenimento para os passageiros do banco traseiro terá uma nova referência após o lançamento do novo BMW i7. O novo modelo elétrico da BMW no Brasil, com apresentação marcada para o final do mês, será equipado com o BMW Theater Screen, uma enorme tela de 31 polegadas, que fica embutida no teto do modelo e, quando acionada, se posiciona logo atrás do encosto de cabeça dos bancos dianteiros. Dessa forma, os assentos traseiros do sedã se transformam em uma espécie de sala de cinema. Com resolução 8K, o sistema é equipado com Amazon Fire TV – que possibilita a utilização de diversos aplicativos de streaming a bordo para assistir filmes, séries e vídeos. Para isso, a BMW irá oferecer aos compradores do i7 um pacote de dados de 20 GB por mês, com um ano de duração. Vale destacar que o i7 é equipado com tecnologia 5G, tornando ainda mais veloz os downloads do sistema de entretenimento. E não para por aí. O novo BMW i7 também será o carro com mais telas no Brasil. O modelo tem, ao todo, cinco telas: duas que equipam o BMW Curved Display (12,3 polegadas atrás do volante e 14,9 polegadas para a central multimídia), uma de 31 polegadas do sistema BMW Theater Screen e mais duas telas de 5,5 polegadas, localizadas nos puxadores das portas traseiras para possibilitar o controle diversos parâmetros do veículo pelos passageiros de trás.
A tecnologia e os empregos – A Rockwell Automation, Inc., maior empresa do mundo dedicada à automação industrial, acaba de divulgar o “8º Relatório anual do estado da produção inteligente: edição especial para o setor automotivo”. O estudo global conta com respostas de 197 líderes de montadoras e fornecedores automotivos, bem como fabricantes de veículos elétricos, em 13 países de destaque. O relatório enfatiza a evolução do setor automotivo com foco na busca pela qualidade, no impacto da automação de processos, na adoção da produção inteligente e no papel essencial da tecnologia ao mitigar riscos, enfrentar os desafios da força de trabalho, minimizar custos e aumentar a produção.
As conclusões centrais do relatório global revelam que:
85% dos fabricantes automotivos preveem manter ou até mesmo aumentar sua força de trabalho atual devido à adoção da tecnologia. Além disso, 64% das empresas utilizam software para automatizar processos e 54% dos líderes estão aumentando a automação para lidar com a falta de mão de obra.
“Minimizar os custos” e “melhorar a qualidade” são os principais fatores da aceleração da transformação digital.
31% dos fabricantes automotivos pretendem investir ou já investiram em tecnologias de IA e aprendizado de máquina, o que deve continuar crescendo à medida que mais casos de uso se desenvolvem, juntamente com soluções de fácil utilização.
42% dos fabricantes de automóveis preveem redirecionar o pessoal existente e 27% acreditam que contratarão mais funcionários como resultado da adoção da tecnologia, indicando que a tecnologia pode resolver os problemas atuais e catalisar o crescimento.
Na prática, 35% dessas empresas relatam que a produção inteligente ajudou a mitigar problemas com a implantação e integração de novas tecnologias. Além disso, 29% acreditam que ajudou com o impacto prolongado da pandemia.
97% dos fabricantes e fornecedores automotivos relatam contar com ações de sustentabilidade e ESG implementadas, sendo que 49% buscam iniciativas sustentáveis como um diferencial competitivo.
SUVs: 4 dicas para ajudar na escolha – Os SUV – sport utility vehicles ou veículos utilitários desportivos, na sigla em inglês – ganharam de vez o coração dos brasileiros e estão cada vez mais populares nas ruas. O comércio de veículos seminovos também está em alta, de acordo com a Fenabrave: as transações de automóveis usados em julho de 2023 foram 4,7% maiores do que em junho e no acumulado do ano, a alta é de 5,3%. Mas para quem está pensando em adquirir um SUV, Leonardo Furtado, superintendente do Auto Shopping Internacional Guarulhos, destaca pontos importantes que devem ser considerados na hora da compra. Confira:
1 – Espaço: preste atenção ao espaço tanto do porta-malas quanto do interior do veículo, veja se é compatível com a necessidade da sua família. A tendência é que os carros SUVs acomodem melhor as coisas no porta-malas, já que a tampa abre inteira, e que seja mais fácil acomodar as crianças, mas há diferenças entre os veículos que devem ser observadas. Alguns são bem compactos (apertados mesmo).
2 – Economia: com a demanda em alta, os preços dos SUVs naturalmente estão maiores que os modelos hatch e sedã. Uma boa dica é procurar por carros que são fabricados no Brasil. Eles têm as peças de reposição mais em conta e isso influencia no preço do seguro também. Fique atento ao consumo de combustível e, se rodar mais nas grandes cidades, prefira os modelos econômicos. Se o carro ainda não tiver passado por todas as revisões obrigatórias, verifique o preço delas e, depois, os custos das peças mais básicas, como pneus e filtros.
3 – Versatilidade e facilidade para manobrar: ponto importante, principalmente se o veículo for compartilhado. Além disso, há SUVs confortáveis e tão fáceis de dirigir quanto um sedã. Por isso, o negócio é testar o modelo que mais se adapta ao estilo da família. Observe também o tamanho da sua vaga de garagem, se é compatível com o modelo escolhido.
4 – Design: normalmente segue o padrão das rodas maiores e a estrutura um pouco mais robusta. Dois pontos que devem ser observados nesse quesito entre os mais diversos modelos são a altura dos bancos dianteiros e a estabilidade do veículo. Lembre-se: quanto mais baixo, mais estável ele é, ponto importante para quem trafega por locais com muitas curvas.
Renato Ferraz, ex-Correio Braziliense, tem especialidade em jornalismo automobilístico.