O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compareceu, neste domingo (23), ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para uma avaliação rápida a respeito de dores no quadril. Lula passou por um procedimento rápido e já deixou o hospital.
O presidente chegou na unidade de saúde no final da manhã e ficou por pouco mais de uma hora no local, onde foi atendido pelo médico Dr. Roberto Kalil Filho. As informações são da CNN.
Leia maisSegundo Kalil relatou ao site, o presidente fez uma “avaliação simples do quadril” e realizou uma punção para aliviar a dor. Não foram necessários procedimentos complexos ou exames durante a visita de Lula. “Para aliviar a dor. Nada de mais”, disse o médico.
As dores no quadril são consequência da artrose que o presidente possui na região. A condição se caracteriza por um desgaste na cartilagem que reveste as articulações e pode ser tratada também com cirurgia.
Segundo os assessores, o presidente cumpre a agenda deste domingo (23) normalmente.
Na agenda de Lula, está prevista participação na cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, por volta das 14h, em São Bernardo do Campo, São Paulo. O evento deve contar com uma apresentação da cantora Maria Rita.
Lula deve voltar para Brasília ainda neste domingo, por volta das 18h.
Leia menosHoje fui ao Parque Nacional do Catimbau, também conhecido como Vale do Catimbau, criado em 2002. Abrange os municípios de Buíque, Ibimirim e Tupanatinga, entre o Agreste e o Sertão pernambucano.
É o segundo maior parque arqueológico do Brasil e preserva uma das últimas áreas do bioma Caatinga. Os imensos paredões de rocha apresentam formas únicas e escondem um intenso misticismo. O vale conta com diversos sítios arqueológicos, grutas, cemitérios pré-históricos e pinturas rupestres com mais de seis mil anos.
Leia maisConfira o primeiro de uma série de vídeos que vou postar. O périplo pelas trilhas começou logo cedo, em companhia da minha Nayla Valença com sua filha caçula Maria Heloísa, minha sogra Ivete Lira e meu irmão Augusto Martins com sua Socorro.
O PSD de Gilberto Kassab expulsou da legenda o empresário Roberto Mantovani Filho, suspeito de atacar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Moraes no aeroporto de Roma, na Itália, na semana passada.
Mantovani era filiado ao partido desde 14 de março de 2016. Sua expulsão aconteceu no dia 18 deste mês e, agora, ele é classificado como “desfiliado”. As informações são do O GLOBO.
Leia maisO PSD já havia divulgado que iria expulsar Mantovani. Na terça-feira (18), a sigla divulgou nota afirmando que, caso o suspeito ainda fizesse parte do quadro, um processo administrativo seria aberto em seu detrimento, acarretando na expulsão.
“Independentemente da condição de sua filiação partidária, o PSD repudia o episódio. Caso confirmada a filiação ao partido, acionará a Comissão de Ética da legenda para que sejam tomadas as medidas punitivas cabíveis, que devem culminar em sua expulsão”, afirmou o PSD diante da possibilidade do empresário já ter se desfiliado.
Segundo O GLOBO, a defesa do empresário avalia requerer às autoridades judiciais italianas as imagens do ocorrido no aeroporto de Roma, inclusive da área de embarque. Os advogados dizem que a medida daria mais agilidade no acesso a esse material.
O principal argumento usado pela defesa do empresário é que “se o governo brasileiro está empenhado em obter provas no interesse daqueles que se dizem vítimas de ofensas ou agressão, igual direito têm os supostos autores”. Assim, seria justo que ambas as partes recebessem as imagens ao mesmo tempo, “podendo analisá-lo na sua plenitude”.
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Pelo menos 36 milhões de vacinas compradas pelo governo Bolsonaro foram herdadas pela gestão Lula já vencidas ou prestes a perder a validade, sem prazo suficiente para o uso. Como resultado, o Ministério da Saúde incinerou essas doses no primeiro semestre deste ano, numa média de 200 mil doses descartadas ao dia.
O levantamento, feito pela coluna de Guilherme Amado, do Metrópoles, com base em dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, mostra que, de janeiro a junho, o ministério incinerou 36,6 milhões de doses de imunizantes. A cada 10 doses de vacina descartadas, nove venceram ainda em 2022 ou até março deste ano.
Leia maisDo contingente total, 66% das vacinas são de Covid, com 24,3 milhões de doses. Em seguida, com 15%, a vacina tríplice, ou DTP (difteria, tétano e coqueluche), com 5,6 milhões de doses. A vacina contra febre amarela, com 3,3 milhões de doses incineradas, representou 9% do total.
Também foram descartadas vacinas contra raiva canina; BCG (tuberculose grave); hexavalente (difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, hepatite B e Hib); catapora; tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e catapora); e cólera.
Todas essas doses destruídas foram compradas pelo governo de Jair Bolsonaro, que fazia ataques públicos à vacinação contra a Covid, na contramão de regras sanitárias básicas e internacionais.
Na distribuição de vacinas, o Ministério da Saúde precisa entrar em contato com estados e municípios, que nem sempre têm estoques com grande capacidade. Outra dificuldade é o tamanho continental do Brasil e o custo para transportar esses insumos.
Procurado, o Ministério da Saúde afirmou que conseguiu salvar outras 12,3 milhões de vacinas com ações emergenciais neste semestre, obtendo uma economia de R$ 251 milhões. A pasta ressaltou que retomou campanhas de vacinação, negociou doações humanitárias e criou um comitê permanente para monitorar os estoques.
“O Ministério da Saúde reitera o seu compromisso com o bem público e reforça que o esforço na utilização e distribuição dos insumos de saúde é um ato de respeito à população e responsabilidade com o povo brasileiro”, completou.
Queda histórica na cobertura vacinal
Nos últimos anos, a taxa de vacinação no país caiu a índices alarmantes. Até 2014, a cobertura vacinal passava de 90%. Em 2017, o Brasil ostentava a segunda maior cobertura vacinal infantil do mundo.
Já em 2021, com Bolsonaro trabalhando abertamente contra a confiança em vacinas, só 60% das crianças foram imunizadas contra hepatite B, tétano, difteria e coqueluche. No ano seguinte, o Brasil entrou para a lista dos 10 países com mais meninos e meninas com o cartão de vacina atrasado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
No governo Bolsonaro, de 2019 a 2022, o Ministério da Saúde resistiu a lançar campanhas de vacinação. No fim de 2020, na pandemia, o então ministro general Eduardo Pazuello reclamou da cobrança por vacinas. “Para que essa ansiedade e essa angústia?”, disse no Palácio do Planalto, sem máscara, a exemplo de Bolsonaro e auxiliares.
O desdém à imunização era a tônica do ex-presidente. “Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa [dizendo]: ‘Vai comprar vacina’. Só se for na casa da tua mãe“, disse Bolsonaro em 2021. No ano anterior, disse, em um discurso contra a vacina: “Se virar jacaré, é problema seu”.
Ministério tenta antecipar campanhas de multivacinação
O Ministério da Saúde escolheu a Região Norte para antecipar campanhas de multivacinação, com vistas a recuperar o atraso na imunização. Os horários de vacinação foram ampliados, e profissionais de saúde foram enviados a áreas de difícil acesso.
Para reverter o cenário dos últimos anos, a pasta investe em outras duas estratégias. A primeira é melhorar a negociação com estados e municípios para melhorar a distribuição das vacinas, especialmente dos insumos perto do vencimento. A outra é a criação de um comitê que acompanha a compra e o armazenamento de insumos médicos. O grupo produzirá relatórios bimestrais e pode se reunir a qualquer tempo.
Segundo a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, o Brasil desperdiçou R$ 2,2 bilhões em insumos estratégicos, como vacinas, no governo Bolsonaro.
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Na quinta-feira, Lula foi apresentado a uma extensa pesquisa quantitativa e qualitativa sobre as mulheres evangélicas, um dos grupos de brasileiros que o seu governo quer entender melhor — uma turma em geral refratária ao discurso do PT. O objetivo é criar políticas públicas específicas para dialogar com essas pessoas.
De acordo com a pesquisa, o perfil básico da mulher evangélica é o de uma moradora de periferia, chefe de família, com renda de até três salários-mínimos e trabalhando na informalidade. As informações são do colunista Lauro Jardim, de O GLOBO.
Leia maisA Secom tem em mãos também pesquisas recém-saídas do forno sobre outros quatro perfis bem definidos: os “nem-nem”, como são caracterizados os jovens de periferia entre os 16 e 24 anos e que majoritariamente (75%) não estudam e nem trabalham; a turma do agro; os profissionais de segurança, que neste caso são militares, policiais e vigilantes e guardas; e aqueles a quem a pesquisa batizou de “uberizados”, ou seja, pequenos empreendedores e motoristas de aplicativos, que detestam políticos, têm renda entre três e cinco salários-mínimos (no caso das mulheres) e de até oito salários-mínimos (no caso dos homens).
São os que mais rejeitam o governo, embora já tenham votado em Lula em outras eleições.
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Da Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, suspendeu, neste sábado (22), cinco leis do estado de Goiás que permitem que os servidores públicos estaduais recebam salários acima do teto do funcionalismo público, previsto na Constituição Federal de 1988. Atualmente, este teto é o equivalente ao valor do salário dos ministros do STF (R$ 41,6 mil).
A medida cautelar concedida por André Mendonça suspendeu imediatamente os efeitos das normas estaduais questionadas na ação direta de inconstitucionalidade (ADI 7402), proposta pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. A Advocacia-Geral da União (AGU) também se manifestou favorável ao deferimento da medida cautelar.
Leia maisA decisão liminar ainda será analisada pelos demais ministros da corte, no plenário do STF.
Verbas indenizatórias
Os artigos questionados são de cinco leis estaduais que regulamentam as verbas indenizatórias atribuídas tanto a comissionados, como a funcionários públicos efetivos do governo do estado, do Poder Judiciário estadual, do Tribunal de Contas do Estado de Goiás e dos municípios goianos, além de procuradores do Ministério Público de Contas.
As referidas normas regulamentavam o recebimento das chamadas “verbas indenizatórias”, que ultrapassam o limite fixado pelo teto do funcionalismo público. O ministro Mendonça discordou do texto destas legislações. “Para que se tipifique um gasto como indenizatório, não basta que a norma assim o considere”.
André Mendonça ressaltou que a Constituição Federal estabelece os valores máximo e mínimo que podem prevalecer em qualquer das entidades políticas ou suas entidades administrativas, em qualquer quadrante do país. “Tais valores correspondem aos limites máximo (fixado pelo subsídio do ministro do Supremo Tribunal Federal) e mínimo (que é estabelecido pelo padrão pecuniário definido legalmente como salário mínimo para qualquer trabalhador)”, escreveu o ministro em sua decisão liminar.
O magistrado entende ainda que valor máximo da remuneração recebido pelos servidores públicos da União, estados, Distrito Federal e municípios deve ser respeitado. “A observância da norma de teto de retribuição representa verdadeira condição de legitimidade para o pagamento das remunerações no serviço público”, diz nos autos o ministro do STF, André Mendonça.
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Por Ricardo Andrade*
Segundo o argumento do secretário executivo da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do município de Paulista, Marenga, o Tiro de Guerra (junta de alistamento militar) da Praça João XXIII, deve ser demolido por não ser histórico, não possuir registro ou documentação. Seguindo esse mesmo raciocínio do secretário, devemos demolir, também, o cartão postal do Paulista: a Igreja de Santa Isabel, pois os Lundgren deram “de boca”.
Na Praça João XXIII, funcionou o antigo Cine Goteira. No prédio do Tiro de Guerra, já funcionou uma Biblioteca onde minha mãe, dona Albertina (In memoriam), era recepcionista e assistente.
Leia maisEsse povo precisa conhecer mais sobre a história do Paulista. Solicitamos ao prefeito Yves Ribeiro a cessão de uso daquele espaço para o Movimento Pró-Museu e o Instituto Histórico, Geográfico, Arquitetônico e Antropológico do Paulista. Ao contrário de alguns vereadores oportunistas, que caem de paraquedas sem nunca ter lutado por essa agenda, nós temos história de luta em defesa da preservação do patrimônio, de nossa identidade local e da memória coletiva.
*Presidente do Instituto Histórico do Paulista e coordenador do Movimento Pró-Museu.
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A Prefeitura de Araripina concedeu 45 títulos de propriedade a moradores do conjunto Asa Branca, localizado no Alto da Boa Vista. A ação, realizada no sábado (22), integra o Programa Municipal de Regularização Fundiária “Minha Casa Legal”, sob coordenação da Secretaria Executiva de Arrecadação e Fiscalização.
O prefeito Raimundo Pimentel, acompanhado da deputada estadual Socorro Pimentel e de outros secretários e representantes da comunidade, presidiu a cerimônia. “Este é um dia histórico. Os títulos de propriedade não são meros documentos. Eles representam a garantia de dignidade e segurança para essas 45 famílias. Estamos cumprindo nosso compromisso de tornar a propriedade legal uma realidade para os moradores do conjunto Asa Branca. Agora, eles têm a certeza de que suas casas são, de fato e de direito, suas”, afirmou o prefeito Pimentel.
Leia maisAdevaldo Ribeiro, um dos beneficiados pela iniciativa e residente na comunidade há mais de 15 anos, expressou sua emoção ao receber o título de propriedade de sua casa. “É uma sensação indescritível”, disse Ribeiro. “Foi uma longa espera, mas hoje eu posso afirmar com orgulho que esta casa é minha. Este título é mais que um papel. É a certeza de um futuro mais seguro para minha família. Sou muito grato à prefeitura e ao prefeito Pimentel por essa conquista”.
A Prefeitura de Araripina, através do Programa “Minha Casa Legal”, planeja expandir o processo de regularização fundiária para outros bairros da cidade nos próximos meses, incluindo a Vila Santa Maria, Cavalete e Vila Bringel. O objetivo é assegurar a propriedade legal para mais famílias, proporcionando maior estabilidade e segurança a elas.
Além do prefeito Pimentel e da deputada Dra. Socorro, participaram do evento os vereadores Roseilton Oliveira e João Doutor, o médico Dr. Aluízio Coelho, o ex-vereador João Erlan e o secretário de Associativismo, Genival da Vila.
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