Chamada pela forrozeira Walkyria Santos, última atração da noite junina de ontem em Gravatá, a primeira-dama Viviane Facundes não amarelou. Aceitou o desafio e arrasou.
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Chamada pela forrozeira Walkyria Santos, última atração da noite junina de ontem em Gravatá, a primeira-dama Viviane Facundes não amarelou. Aceitou o desafio e arrasou.
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Por Cláudio Soares*
A vaidade é um aspecto humano que pode estar presente em diversos contextos, incluindo a política. A política é um campo em que as pessoas buscam poder, influência e reconhecimento, e a vaidade pode desempenhar um papel significativo nesse processo.
A vaidade na política pode se manifestar de várias maneiras. Alguns políticos podem buscar cargos e posições de destaque – principalmente para satisfazer seu ego e alimentar sua vaidade pessoal – em vez de realmente servir ao interesse público. Eles podem valorizar mais o prestígio e a visibilidade associados ao cargo do que o trabalho efetivo em prol da sociedade.
Leia maisAlém disso, a vaidade na política pode levar a comportamentos narcisistas e egocêntricos por parte dos políticos. Eles podem se envolver em autoelogios excessivos, promover sua imagem pessoal em detrimento das questões importantes e buscar constantemente a atenção da mídia.
A vaidade na política também pode levar a rivalidades e disputas desnecessárias entre políticos. A competição pelo poder e pelo reconhecimento pode fazer com que os políticos se envolvam em confrontos pessoais e tentem diminuir os outros para se destacarem.
No entanto, é fundamental ressaltar que nem todos os políticos são motivados pela vaidade. Existem muitos indivíduos comprometidos com a causa pública, que buscam fazer a diferença e trabalham com dedicação em benefício da sociedade.
No fim das contas, a presença da vaidade na política é um reflexo da natureza humana e da dinâmica do poder. É importante que os eleitores estejam atentos aos sinais de vaidade excessiva e busquem eleger líderes comprometidos com o bem comum e capazes de colocar os interesses da sociedade acima de suas ambições pessoais.
Advogado e jornalista
Leia menosHá muito, não passo um São João em Gravatá, cidade que adoro e ganhei título de Cidadão, embora ainda não tenha recebido formalmente. Já tive até casa de veraneio por aqui, mas Caruaru e Arcoverde acabaram me tirando da agenda junina de Gravatá ao longo dos últimos anos.
Mas ontem estive no grande arraial da cidade, ao lado da minha Nayla Valença, minha enteada Maria Beatriz e Felipe, seu namorado. Por lá, encontrei também Ítala Alves, editora deste blog, com seus pais e um grupo bem animado.
Leia maisMe deparei com uma boa estrutura em termos de palanque e camarotes, com uma inovação: tudo privatizado, modelo que já vigora em Campina Grande com muito êxito e que tende a ser regra geral e obrigatória em eventos dessa magnitude. No caso de Gravatá, o grupo vencedor foi o de Eduardo Caçapa, com funcionamento nota mil, show de organização.
Outra boa surpresa foi ver subir ao palco o prefeito Joselito Gomes (PSB) e sua esposa Viviane, mas não para fazer proselitismo político, e sim cantar. Joselito deu um show e Viviane tem um vozeirão maravilhoso. Fez duo com a forrozeira Walkyria Santos, que começou fazendo sucesso na banda Magníficos, paraibana arretada de Monteiro.
Tanto Joselito quanto Viviane foram aplaudidos, algo raro hoje em dia em se tratando de gestores públicos e, principalmente, políticos.
Gravatá vive sua temporada junina em alto astral!
Leia menosQuem precisa passar pelo trecho da PE-350, conhecido como estrada do Brocotó, em Triunfo, Sertão pernambucano, depara-se com a triste realidade do local: buracos que tornam a passagem mais difícil e perigosa. Um vídeo enviado ao blog mostra a situação da rodovia.
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Por Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco
Após ter a primeira batalha vencida, na última quarta-feira, com a aprovação do regime de urgência na tramitação da Lei Luiz Gonzaga, o forrozeiro Alcymar Monteiro acredita que, ainda neste mês de junho, os nordestinos poderão ter uma legislação que vai resgatar a tradição do São João da região.
Em entrevista à Folha, Alcymar, que integrou ativamente a comitiva de músicos nordestinos que junto com o autor do PL 3083/2023, o deputado Fernando Rodolfo (PL), trabalhou duramente em defesa da aprovação da matéria em Brasília, esta semana, acredita que a sua aprovação vai ocorrer sem dificuldades. O presidente da Câmara, Arthur Lira, deve marcar a votação do PL nos próximos dias, antes do recesso parlamentar.
Leia mais“Não tenho dúvida nenhuma que a lei será aprovada. Em conversa com as lideranças da Câmara, nos informaram que a votação deve acontecer em bloco, porque trata-se de uma lei que beneficia todos os artistas ligados a Luiz Gonzaga. Será uma grande vitória do povo forrozeiro, nordestino e brasileiro”, vibra o cantor.
Pelo projeto feito pelo deputado Fernando Rodolfo (PL) em parceria com representantes da classe artística, 80% das verbas públicas de festas juninas deverão ser destinadas para a contratação de artistas, bandas e expressões ligadas ao forró e à cultura regional.
“É um projeto que não exclui outros artistas, pois estipula que 20% dos recursos públicos podem ser utilizados para a contratação de músicos que não sejam nordestinos. Porém, oferta para nós, nordestinos, a garantia que o maior recurso público será direcionado para a contratação dos artistas que de fato representam a cultura do Rei do Baião, a cultura e a tradição nordestina”, explica Alcymar, complementando que a nova legislação não se restringe à música.
“Economicamente, a gente sabe que tem grupos organizados tentando destruir nossa cultura, fazendo do forró uma matéria de ontem. O forró é rico, é gênero, é de hoje, de amanhã, é de sempre. Não é só a música não, mas tudo que se refere ao nordeste está dentro dessa lei que será um resgate definitivo da cultura do Nordeste, economicamente falando”, destaca o forrozeiro.
De acordo com Alcymar, embora as principais lideranças políticas do Nordeste, como as das cidades com tradição na realização do São João, como Campina Grande e Caruaru, por exemplo, não terem saído em defesa de um projeto tão impactante para a economia local, a aprovação da lei Luiz Gonzaga só irá trazer benefícios.
“Nós aqui não somos contra a ninguém, só pedimos que respeitem a nossa etnia e o poder cultural que nós temos. Então, quando o projeto virar lei, ela terá que ser cumprida e a nossa cultura terá que estar presente nos polos juninos do Nordeste. Portanto, não acredito que nenhum líder político seja contra a um projeto que é bom para eles também, afinal, vai evitar a evasão de recursos do Nordeste para outros estados”, pontua.
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Gusttavo Lima é um escárnio
Cachês milionários pagos aos artistas enlatados que invadem os festejos juninos no Nordeste continuam causando controvérsia e causando indignação. A Fundação Municipal de Ação Cultural, da Prefeitura de Maceió (AL), confirmou, ontem, o sertanejo Gusttavo Lima por quase R$ 1 milhão, exatamente R$ 980 mil.
Nunca vi nada mais absurdo em se tratando de uma região pobre como o Nordeste, região com tantos artistas talentosos que não são valorizados. Tenho impressão que um show de Santana, de Flávio José ou Maciel Melo, a melhor trinca forrozeira do Nordeste, não chega a R$ 100 mil.
Leia maisE por que pagar R$ 1 milhão a esse sertanejo brega? Se eu tivesse dinheiro, pagaria um R$ 1 milhão para me ver livre dele, não ver sua cara nem escutar suas músicas. Falem o que quiserem, prefiro Santana, Flávio Leandro, Flávio José, Alcymar Monteiro, Petrúcio Amorim, Irah Caldeira, enfim, os nossos genuínos e maravilhosos intérpretes da nossa canção regional.
O bregadão de R$ 1 milhão vai se apresentar no próximo domingo no São João de Maceió, que começou no dia 8 e tem duração de 17 dias, com mais de 1,5 mil artistas que se apresentam em sete polos culturais espalhados pela cidade. A Prefeitura de Maceió é comandada por João Henrique Caldas (PL).
No ano passado, o valor do show de Gusttavo Lima virou polêmica, principalmente quando ocorria em cidades muito pequenas, com poucos habitantes. Os Ministérios Públicos do Rio de Janeiro e de Minas Gerais chegaram a abrir investigações para apurar a situação em Magé (RJ) e Conceição do Mato (MG), respectivamente.
Em Roraima, o Ministério Público também passou a investigar a contratação do sertanejo pela Prefeitura de São Luís por R$ 800 mil. O MP pediu informações do município sobre como os recursos foram arrecadados e se haveria retorno para os moradores.
Em nota, a Prefeitura de Maceió esclareceu que o cachê de quase R$ 1 milhão do Gusttavo Lima seguiu a tramitação legal e que o artista apresentou a documentação que comprova que este é o valor de mercado dele. Pode até ser, mas não deixa de ser imoral, um escárnio.
Acredite se quiser – Segundo a Prefeitura de Maceió, em junho, mês considerado de alta temporada pelos artistas, os cachês desses sertanejos de gosto duvidoso disparam. “Diversos fatores culturais e do mercado da música contribuem para elevar os cachês das bandas no período junino, já que os artistas não conseguem atender todos os pedidos de shows”, explicou a Prefeitura, em nota.

Fato novo no caso Beatriz – A juíza Elane Brandão Ribeiro pediu esclarecimentos à Polícia Civil de Pernambuco sobre um possível recebimento de propina para falsificação do laudo pericial que fez parte do inquérito do Caso Beatriz, a menina assassinada dentro do Colégio Auxiliadora no dia 10 de dezembro de 2015, em Petrolina, segundo noticiou, ontem, o G-1. De acordo com o despacho da juíza, o perito teria recebido R$ 1,5 milhão para falsificar uma das perícias que comprovam a instituição de ensino onde a criança foi morta.
Reação do colégio – O advogado do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, Clailson Ribeiro, informou, em nota, que a instituição está acompanhando o caso. “Repudiamos toda e qualquer vinculação do seu bom nome a qualquer conduta fora da lei. Ao longo do inquérito, o colégio cooperou integralmente com a polícia e com a justiça para o esclarecimento do caso e todas as tentativas de vincular o nome da instituição a algum ilícito foram prontamente combatidas, esclarecidas e provada a insubsistência dos referidos fatos. Seguimos confiantes na justiça e na sua resposta final para o caso”, ressaltou.
Polo em Lagoa Grande – Para o deputado Jarbas Filho (MDB), a criação do Polo Empresarial em Lagoa Grande, no Vale do São Francisco, vai gerar novos empregos e impulsionar a economia. “Será um espaço com mais de 23 hectares, próximo a rodovias, o que facilita a entrada e saída de veículos e o acesso das próprias empresas. O prefeito Vilmar Cappellaro trabalhou muito para que esse projeto saísse do papel”, assinalou.

No canto da parede – Na próxima quarta-feira, na Comissão de Saúde e Assistência Social da Assembleia Legislativa, o Governo Raquel Lyra será obrigado a dar explicações dos motivos que provocaram o fechamento do Hospital de Retaguarda em Neurologia (HRN), com sede no Recife. O encerramento das suas atividades tem congestionado os hospitais da Restauração e Pelópidas Silveira. A convocação partiu do presidente da comissão, Sileno Guedes.
CURTAS
BELO EXEMPLO – O vice-presidente Geraldo Alckmin dispensou avião oficial da FAB e passagem em classe executiva na viagem que fará a Portugal na próxima semana, sua primeira missão internacional no cargo. Alckmin ordenou à sua equipe que comprasse passagens para ele e para um grupo restrito de assessores em um voo comercial e de classe econômica.
BACAMARTEIROS – Caruaru mantém a tradição e promove, amanhã, Dia de São João, um encontro de bacamarteiros, no Estádio Lacerdão, em Caruaru, a partir das 14h. Os bacamarteiros fazem parte da tradição dos festejos juninos do Nordeste. O evento é aberto ao público em geral.
Perguntar não ofende: Bolsonaro está sendo vítima de um processo de caça às bruxas?
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