Coluna da quarta-feira

Mamata familiar nos tribunais de contas

Vaga vitalícia nos tribunais de contas estaduais virou cobiça de governadores para apadrinhamento familiar. Na Bahia, antes de largar o Governo, o hoje ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), nomeou a mulher Aline Peixoto como conselheira, com salário de R$ 35 mil, mais benefícios que passam da casa dos R$ 50 mil.

No Piauí, o ex-governador Wellington Dias, também do PT, hoje ministro do Desenvolvimento Social, emplacou sua esposa Rejane Dias. Em Alagoas, o ex-governador Renan Filho (MDB), hoje ministro dos Transportes, também deu uma canetada para fazer sua esposa conselheira, Renata Calheiros, enquanto no Amapá o ex-governador Waldez Góes, escolhido ministro do Desenvolvimento Regional, teve a mulher nomeada para o TCE.