A briga pela Sudene é destaque amanhã na Folha

Na edição impressa da Folha de Pernambuco amanhã, a guerra travada em Pernambuco pelo controle da Sudene por três partidos da base do Governo Lula, que esta semana define o restante do seu segundo e terceiro escalões.

O grupo de trabalho na Câmara que vai debater a reforma tributária deve contar com um relator do Senado, a exemplo do que aconteceu na reforma da Previdência. A ideia é acelerar a tramitação do texto ao contar, desde o começo das discussões, com a avaliação da Casa vizinha.

Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), devem se reunir para discutir os detalhes do rito. O alagoano já sinalizou disposição para levar o texto ao plenário entre 60 e 90 dias.

Na reforma da Previdência, o relator no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), e outros senadores participaram das discussões sobre o texto na comissão especial da Câmara e fizeram sugestões. Apresentada em fevereiro de 2019, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que mudou as regras da aposentadoria foi promulgada em novembro, menos de nove meses depois. As informações são da Folha de S. Paulo.

Toritama - Tem ritmo na saúde

O senador Flávio Bolsonaro (foto) usou as redes sociais para rebater uma declaração de Lula durante entrevista à CNN Internacional. Em publicação no Twitter, o filho 01 de Jair Bolsonaro disse que o pai voltará a ser presidente da República. As informações são do O Antagonista.

“O brasileiro é vigilante e as mentiras de Luiz Inácio não ficarão por muito tempo escondidas. 2026 é logo ali e ‘Johnny Bravo’ voltará!”, escreveu Flávio.

Na sexta-feira, em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, Lula disse que Bolsonaro “não tem chance de voltar à Presidência”.

Caruaru - IPTU 2026

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de derrubar uma lei de Rondônia que proíbe a linguagem neutra na grade curricular e no material didático das escolas públicas e privadas do Estado vai afetar de imediato leis ou projetos em outras 19 unidades da federação.

Ao menos 45 iniciativas semelhantes foram aprovadas ou tramitam nos legislativos municipais e estaduais pelo País, segundo levantamento da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar). Juristas apontam que, após a publicação do acórdão, a aplicação da lei será imediata e automática, revogando as leis em vigor e impedindo a aprovação de normas contrárias a esse entendimento.

Votaram pela inconstitucionalidade da proibição, acompanhando o relator Edson Fachin, os ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Roberto Barroso, Rosa Weber, Gilmar Mendes e Luiz Fux. O ministro Nunes Marques acompanhou o relator com ressalva. Às 22 horas, falta o voto do ministro André Mendonça. A votação virtual se encerraria às 23h59. As informações são do Estadão.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

A Justiça de São Paulo determinou a penhora de um imóvel em nome do ex-ministro Ciro Gomes para assegurar pagamento de indenização por danos morais em favor do vereador Fernando Holiday (Republicanos).

A juíza de direito Lígia Dal Colletto Bueno, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível da capital, pediu avaliação do imóvel por três corretores imobiliários, ao menos, para definição de valor do bem.

A casa, que fica em Sobral, no interior do estado do Ceará, foi herança deixada pela mãe do político. As informações são do G1.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu acesso à perícia, realizada pela Polícia Federal (PF), no celular do ex-secretário-executivo Fernando de Sousa Oliveira. O telefone mostra a atuação do ex-secretário Anderson Torres, nos atos de 8 de janeiro.

O documento da PF disponibiliza uma conversa entre os dois principais nomes da Segurança Pública no 8 de janeiro, quando Torres determinou ao seu braço-direito que proibissem a chegada dos golpistas no prédio do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não deixe chegar no Supremo”, disse o então secretário, que estava de férias, nos Estados Unidos. As informações são do Correio Braziliense.

Olinda - Refis últimos dias 2025

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) intimou o Google Brasil a fornecer informações para subsidiar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movida por Jair Bolsonaro contra Lula, que tramita na corregedoria da corte.

O ex-presidente alega que a campanha de Lula patrocinou links no Google para que reportagens positivas sobre sua trajetória política aparecessem em primeiro lugar nas buscas do Google. A ação foi ajuizada quatro dias após o primeiro turno, no dia 6 de outubro de 2022. As informações são do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles.

O fim de semana em Petrolina foi marcado por diversas ações de promoção à saúde. Com unidades básicas abertas nas áreas urbana e rural, a prefeitura ofertou mais de 1.500 procedimentos entre consultas, exames, vacinação e pequenas cirurgias. As ações foram acompanhadas pelo prefeito Simão Durando junto com o ex-senador Fernando Bezerra.  

O mutirão realizado no distrito de Rajada garantiu 100 consultas médicas, 10 atendimentos psicológicos, 20 consultas odontológicas, 684 exames laboratoriais, além da distribuição de 150 kits de saúde bucal para escovação, atendimento com auriculoterapia, orientações nutricionais e orientações para a prática de atividades físicas.

A linha que separa a retórica política e o tecnicismo governamental guarda grande capacidade de provocar ruídos. O debate puxado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a conveniência da atual política de juros do Banco Central — que envolve, inclusive, a autonomia da autoridade monetária frente ao Executivo — está longe de ser um caso isolado ou um fenômeno dos dias atuais.

Nos últimos 10 anos, a manutenção do capital político em detrimento das recomendações técnicas marcou os governos de Jair Bolsonaro (PL) e de Dilma Rousseff (PT). A ex-presidente, por exemplo, bancou a política de expansão de gastos nos primeiros quatro anos de governo. Ela foi reeleita, mas, no segundo mandato, diante do recrudescimento dos desequilíbrios fiscais e da escalada da inflação, tentou dar uma virada ortodoxa ao chamar Joaquim Levy, “o homem do ajuste”, para calar as críticas que minavam sua base no Congresso.

Ao fim, acabou tragada pela instabilidade política que levou ao impeachment. Também em sua gestão, o Brasil perdeu o grau de investimento que atestava a solidez das contas públicas. As informações são do Correio Braziliense.

Depois de uma semana de reclamações do presidente Lula da Silva sobre a manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano, ganha força o discurso de que, já que não há condições baixar a Taxa Básica de Juros no curto prazo, talvez seja necessário aproveitar a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) para elevar a meta da inflação de 2023 que o CMN fixou em 3,25% como tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo.

Isso quer dizer que ela poderia ser “aceitável” pelo governo se ficasse entre 4,75% a.a., na máxima ou em 1,75% a.a., na mínima. A previsão da inflação, como se sabe, está em estimada pelo Boletim Focus, do Banco Central em 5,78%, portanto, muito acima da meta. As informações são do colunista Fernando Castilho, do JC.