Vertente do Lério é primeiro município do Agreste a sancionar o novo piso salarial dos professores

A Câmara de Vereadores de Vertente do Lério aprovou, em segunda votação, ontem, o Projeto de Lei que dispõe sobre o piso salarial dos professores da rede municipal de ensino, oriundo do Executivo Municipal. A lei tem como fundamento o artigo 5º, parágrafo único, da Lei Federal nº 11.738/2008, que impõe a atualização do piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.

O prefeito Renato Sales (MDB) sancionou o PL no final da tarde do mesmo dia, tornando Vertente do Lério o primeiro município do Agreste Setentrional de Pernambuco a sancionar a atualização salarial no percentual de 14,9%. Com a sanção, o valor do vencimento dos professores efetivos da rede municipal de ensino da Prefeitura Municipal de Vertente do Lério não poderá ser inferior a R$ 4.420,55 para os servidores que laborem a carga horária de 200 horas mensais; e de R$ 3.315,41 para os servidores que laborem a carga horária de 150 horas mensais.

Magno Martins – exclusivo para a Folha de Pernambuco

Faltando apenas 18 dias para a eleição de renovação do comando da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), os prefeitos associados à instituição desconhecem os candidatos à sucessão do presidente José Patriota (PSB), ex-prefeito de Afogados da Ingazeira. Em encontro, hoje, com dois nomes ventilados – o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB), e a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), esse mistério deve chegar ao fim. 

Rodrigo estará frente a frente com Márcia, num encontro mediado pelo próprio Patriota, defensor da tese da candidatura consensual. Mesmo que os gestores de Caruaru e Serra cheguem a um entendimento, provavelmente essa unidade pode ser quebrada. Ontem, o prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia (SD), procurou prefeitos para pedir apoio e comunicar que também será candidato.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

Que vergonha, governadora!

Podem jogar pedras no ex-governador Paulo Câmara, mas a marca da sua gestão se deu no controle das finanças, que a governadora Raquel Lyra (PSDB) insiste em negar. O fato incontestável é que, em seus dois mandatos, Câmara nunca atrasou pagamento de salário, o que já vem ocorrendo no Governo tucano.

O atraso não é geral, mas em algumas repartições públicas a grita é grande. Em nota, o Sindicato dos Servidores Públicos do Estado confirmou atraso no pagamento dos terceirizados e ameaçou com medidas judiciais a governadora. “Os servidores já estão aflitos e desesperados com essa situação”, diz a nota do Sindicato.