Sextou do Natal e Fim de Ano com Márcio Greyck e Fernando Mendes

Os dois últimos Sextous do ano, o desta sexta-feira, véspera de Natal, e o da próxima, a última de 2022, terão dois ícones do romantismo, que fizeram muito sucesso entre os anos 70 e 80: Márcio Greyck e Fernando Mendes, ambos já com presença confirmada.

Márcio Greyck é autor de sucessos como O Infinito, O mais importante é o verdadeiro amor, Aparências, O travesseiro e Reencontro. Como compositor também tem canções gravadas por Roberto Carlos, como Tentativa e Vivendo por Viver, esta última também gravada por Zezé di Camargo e Luciano, e ainda por Sérgio Reis.

Fernando Mendes, por sua vez, se destacou na década de 70 com grandes sucessos, entre eles Cadeira de rodas, A menina da calçada e Sorte tem quem acredita nela. Voltou ao cenário mais recente com a regravação de Você não me ensinou a te esquecer, por Caetano Veloso na trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro.

A regravação rendeu uma redescoberta do compositor e cantor mineiro, que teve uma coletânea lançada pela Som Livre. A mesma canção foi regravada também por Bruno e Marrone, Chrystian & Ralf e outros. Devido ao grande sucesso a canção romântica recebeu prêmios da ABPD (Associação Brasileira de Produtores de Discos) e o “Prêmio Villa Lobos” como o disco mais vendido. A canção também foi indicada ao Grammy Latino 2004.

Câmara Municial Recife - O Recife que amamos

A proposta em discussão no Congresso para recompor gastos no Orçamento de 2023, primeiro ano da nova gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode elevar a despesa em até 0,6 ponto percentual do PIB (Produto Interno Bruto) em relação ao observado neste ano, segundo cálculos da FGV (Fundação Getulio Vargas).

A estimativa para a PEC (proposta de emenda à Constituição) —já aprovada no Senado e agora em análise pela Câmara— indica que o valor acertado pelos parlamentares está acima do que seria o chamado “gasto neutro”, isto é, aquele que manteria o mesmo patamar de despesas do último ano do governo Jair Bolsonaro (PL).

A neutralidade foi a bandeira levantada pelos economistas da transição e rapidamente incorporada pela ala política, para tentar aplacar as críticas do mercado financeiro —que vê como aceitável um valor mais próximo dos R$ 100 bilhões. As informações são da Folha de S.Paulo.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Economistas de diferentes linhas teóricas dizem que o Estado tem o poder de impulsionar o crescimento por meio de investimentos em infraestrutura, incluindo a construção de estradas, portos e ferrovias. O debate é sobre qual o modelo a ser seguido: por meio de ação direta governamental ou com incentivos ao setor privado. 

Especialistas ouvidos pelo Poder360 dizem que empresas e governo têm um papel importante nessa tarefa. O mix deve ser equilibrado a depender das necessidades do país em cada fase.

O Brasil já testou a utilização do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) como indutor do crescimento econômico. Também o uso de outros bancos federais (Banco do Brasil, Caixa, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste) para financiar projetos de cunho social. Cada instituição teve um papel diferente ao longo das décadas.

Nos últimos 20 anos, o Brasil passou por uma série de mudanças institucionais. Os governos dos petistas Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e Dilma Rousseff (2011-2016) foram marcados pelo protagonismo estatal. Com Michel Temer (MDB), de 2016 a 2018, e Jair Bolsonaro (PL), a partir de 2019, houve mudança em direção ao liberalismo econômico –com maior participação da iniciativa privada.

Caruaru - Primeiro lugar no IDEPE

O deputado eleito Guilherme Boulos (PSOL-SP) não vai assumir o Ministério das Cidades do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o presidente do PSOL, Juliano Medeiros. “Ele prefere ficar na Câmara dos Deputados para ajudar a bancada. Foi eleito para isso”, afirmou a VEJA.

Boulos foi o deputado federal mais votado de São Paulo, com 1 milhão de votos. Coordenador nacional do MTST, ele é experiente em políticas públicas para habitação, integra o grupo de trabalho responsável pela área de Cidades na equipe de transição e é cotado para comandar o ministério. O ex-governador Márcio França (PSB) também é um dos nomes cogitados para a pasta.

Questionado sobre a possibilidade de assumir o Ministério das Cidades, em 16 de novembro, o líder do MTST desconversou e disse que “a prerrogativa de definição e de indicação de ministros é única e exclusivamente do presidente Lula”.

O grupo de Juliano Medeiros e Boulos defendia que o PSOL integrasse o governo, ao contrário da deputada Sâmia Bonfim, que não queria que a sigla ocupasse cargos na gestão petista. Em uma resolução aprovada neste sábado, 17, o Diretório Nacional decidiu que a sigla fará parte da base aliada de Lula, mas defendeu que os filiados não ocupem cargos e impôs condição para isso: que se licenciem de seus postos na direção partidária antes. A resolução aprovada abre exceção para Sônia Guajajara, indicada para comandar o Ministério dos Povos Originários.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

Por José Nêumanne Pinto*

Parodiando Gregório de Matos Guerra, o Boca do Inferno, “triste Brasil, ó quão dessemelhante”, pois aqui os ditos representantes do povo encontraram argumentos demagógicos e jurídicos para arrombarem os cofres públicos sem sequer a cerimônia de darem explicação.

Contando com a oportunosa ensancha propiciada pela eleição do capitão Jair Messias Bolsonaro, incapaz de distinguir o buraco de uma agulha da corcova de um camelo, o presidente da Câmara dos Deputados, Artur Lira, inventou a conjunção obrigatória de dois antônimos, orçamento secreto.

Por esse truque de fazer corarem doleiros de mensalão e petrolão, entregando parte considerável do butim a si próprio, família, paróquia e grei, o “nobre” parlamentar escondeu no sigilo do destino das verbas tidas como coletivas o “abre-te, Sésamo” da caverna do ouro invadida por 40 ladrões.

Palmares - Natal Encantado 2025

O Grupo Mulheres do Brasil, núcleo Recife, e o Comitê de Políticas Públicas, realizam, amanhã, um café da manhã especial no Hotel Beach Class Convention, em Boa Viagem, para homenagear as parlamentares eleitas e reeleitas com o troféu Brites Albuquerque. A honraria faz alusão a Beatriz de Albuquerque, uma nobre portuguesa reconhecida como a primeira mulher governante das Américas após a morte do seu marido, Duarte Coelho.

Os troféus foram pintados por José Ferreira de Carvalho, conhecido por Ferreira, um legítimo representante da arte pernambucana contemporânea, escultor, pintor, ceramista e vitralista, que nasceu no Recife em 1949, e agrega de forma riquíssima esse evento, presenteando as homenageadas com seu belíssimo trabalho.

A homenagem faz parte do projeto “pula pra 50 “, criado pelo Grupo Mulheres do Brasil, movimento que vem sendo abraçado por mulheres desde a época de pré-candidatura nas eleições 2022. No período, muitas assinaram a carta de compromisso para atuar em favor das premissas e pautas prioritárias do maior grupo político suprapartidário do país, cuja causa maior é atuar contra as desigualdades sociais estruturais brasileiras.

Olinda - Refis últimos dias 2025

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Benedito Gonçalves, tem sinalizado a interlocutores que dedicará energia a investigações contra Jair Bolsonaro e aliados por ataques sem provas ao sistema eleitoral. No limite, as apurações podem tornar Bolsonaro inelegível.

No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a avaliação é que o último corregedor-geral, ministro Mauro Campbell, não investiu o tempo necessário a esses processos, o que fez com que pouco avançassem. Campbell ficou no posto de novembro do ano passado até setembro de 2022.

O antecessor de Campbell foi Luís Felipe Salomão, que mandou desmonetizar páginas bolsonaristas e pediu que o STF compartilhasse provas do inquérito das fake news, que tem entre os alvos Bolsonaro e aliados próximos.

Na quarta-feira (14/12), o ministro Benedito Gonçalves abriu investigações contra Bolsonaro e aliados por ataques às eleições e concessão ilegal de benefícios durante a campanha presidencial. Entre os investigados estão o vice na chapa do presidente, o general Walter Braga Netto, e dois filhos de Bolsonaro: o senador Flávio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro. O grupo terá de se explicar ao tribunal até a próxima semana. As informações são do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles.

Após ser interrompido em 2020 como parte das medidas sanitárias adotadas pelo TSE para conter a disseminação de Covid-19, o cadastramento biométrico foi retomado, na última sexta (16), em todos os cartórios eleitorais do País. A meta é alcançar, nas Eleições Gerais de 2026, a quase totalidade das eleitoras e dos eleitores com cadastro das impressões digitais e fotografia na Justiça Eleitoral (JE).

Agora, uma vez retomado, o cadastramento biométrico do eleitorado será constante em todas as zonas eleitorais. O serviço poderá ser suspenso por um prazo de, no máximo, 15 dias, nas localidades em que se verificarem dificuldades de ordem técnica. Essas ocorrências deverão ser comunicadas ao respectivo TRE, que reavaliará, após o prazo máximo de suspensão, se o serviço poderá ser reiniciado normalmente.

O retorno do cadastramento biométrico acontece depois de testes preliminares realizados a partir de 8 de novembro. Numa primeira etapa, os testes foram feitos em parceria com o TRE do Distrito Federal e, em seguida, com Regionais que se voluntariaram.

Após a repercussão da nomeação de uma Assessora de Dança, que até hoje ninguém sabe dizer o que a função significa, em 7 de dezembro, a 23 dias do fim do mandato de Paulo Câmara, o governador decidiu exonerar a servidora do cargo. O ato foi publicado no Diário Oficial de ontem e tem efeitos a partir da última sexta (16).

O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deve começar a semana anunciando novos nomes para compor sua equipe no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Embora ainda não haja confirmação oficial, o petista deve conceder uma entrevista coletiva amanhã, em Brasília. Haddad passa o fim de semana em São Paulo e chegará à capital federal na segunda.

Um dos nomes mais cotados é o do economista Guilherme Mello, que deve ocupar a Secretaria de Política Econômica do ministério. As informações são do Metrópoles.