O alerta que o PT recebeu sobre Alexandre de Moraes

Uma das pessoas em que Lula mais confia sobre temas de Justiça vem avisando à cúpula do PT sobre o futuro da relação do partido com Alexandre de Moraes.

A avaliação é que o ministro do Supremo Tribunal Federal possa, um dia, “se virar” contra o PT, e que a relação, agora boa, saia de controle. O alerta veio acompanhado do conselho de que o partido precisa se preparar para esse cenário.

Quando esse dia chegar, disse esse integrante do partido à coluna de Guilherme Amado, no Metrópoles, o PT não poderá criticar a postura de Moraes. “Não poderemos agir como Bolsonaro e sua ‘trupe’ agiram. Seria hipócrita”, ponderou.

No PT, Moraes é visto como um xerifão. Contudo, a justificativa para aceitar a postura do ministro é a necessidade de frear os ímpetos antidemocráticos de Bolsonaro.

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Nas fotos, tios Vicente e Diva, irmãos do meu pai Gastão Cerquinha, que morreu terça-feira passada. O primeiro mora em São Paulo e o segundo em Salvador. São remanescentes de uma prole de 14 filhos, resultado da união conjugal dos meus avós Augusto e Mariinha. Meu avô tem DNA português.

Seu pai, meu bisavô, chegou em Pernambuco numa onda de migração dos portugueses ao Brasil entre os anos 20 e 30. Nasceu e se criou na cidade de Porto, berço dos Fonseca. Meu Martins é paraibano, da cidade sertaneja de Monteiro, onde nasceu meu avô Severo Martins, pai da minha mãe Margarida.

Sou, portanto, uma mistura portuguesa com paraibana. Vicente tem um apelido engraçado: Cheiroso. Quando garoto e adolescente, para escapar do cheiro de bode, como o meu pai, de tão arraigadamente sertanejo, costumava tomar banho de perfume. Nunca mais foi Vicente, seu nome na pia batismal, mas o famoso Cheiroso.

Diva, o Edvaldo Seixas da Fonseca, caçula da enorme prole, viveu a infância em Afogados da Ingazeira, mas acabou se apaixonando pelos orixás baianos. Descobriu o que a baiana tem, literalmente, ao fixar residência em Salvador com sua Zinha, conterrânea de Afogados da Ingazeira. Dos meus tios, é o verdadeiro se vira nos trinta.

Certa vez, cobrindo como repórter uma visita do ex-presidente FHC a Salvador, me deparei com ele num jantar trabalhando como garçom. O reconheci por ser muito parecido com papai e os demais tios. Esse DNA dos Fonseca é muito forte.

Diva morou em Afogados da Ingazeira, há pouco mais de dez anos. Tinha uma casinha no sítio Alça de Peia, região por muito tempo dominada pelo fazendeiro Zé de Brito, já na eternidade, esposo da minha tia Maria José, a Zezinha, avó do meu primo Carlos Brito, dono de uma fábrica de móveis em Afogados da Ingazeira e da Pousada de Brotas.

Em razão de uma pendenga judicial envolvendo seu casebre, o qual visitei em várias oportunidades, regressou para a Bahia. Já meu tio Cheiroso não dá o ar da sua graça há mais de 20 anos no Sertão do Pajeú. Virou a própria encarnação paulista. Mas tanto ele como Diva guardam fortes semelhanças físicas com meu pai e meu tio José Coió, também já falecido, avô da pentaatleta Yane Marques.

Escrevo isso porque entendo que gerações de homens, irmãos, tios, primos, todos, enfim, fazem parte da mesma história, que só se repete. Pais, filhos, tios, tios irmãos. Avós, netos, bisnetos, bisavós, que se conheçam ou não, o importante é o sentimento de afeto de um pelo outro, advindo com transparência, do fundo do coração.

Caruaru - Agosto Lilás

Apesar de estar afastado da política desde as eleições municipais de 2020, quando postulou como vice na chapa para Prefeitura de Olinda encabeçada pelo ex-vereador Jorge Federal, o médico Gustavo Rosas pode encabeçar uma chapa majoritária nas eleições de 2024. Segundo o Observatório de Olinda, ele se reuniu, ontem, com o presidente municipal do PROS, Fábio Freitas, para tratar do assunto.

Toritama - Tem ritmo
Palmares - Forró Mares