Lavareda

11/10


2006

Sai hoje primeira pesquisa do Ibope em Pernambuco

 Começa hoje, com a divulgação do levantamento Ibope/Rede Globo, a safra de pesquisas eleitorais deste segundo turno das eleições em Pernambuco. Segundo autorização feita pelo Ibope ao TRE, o trabalho de campo acaba hoje e a divulgação será feita no NE-TV Segunda Edição, às 19 horas.

Já o Vox Populi, que trabalha para o Jornal do Commercio, pediu duas autorizações em datas diferenciadas, mas provavelmente a pesquisa será publicada na edição do próximo domingo. O instituto dos Diários Associados, que trabalha para o Diário de Pernambuco, também registrou pesquisa, com divulgação entre segunda-feira e terça-feira próximas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

murilopena

TA CHEGANDO A HORA, GERALDO COELHO JÁ PASSOU PARA O LADO VENCEDOR, MACIEL NÃO DA NEM AS CARAS, ALIAS NUNCA DEU, JARBAS VAI PARA BRASILIA COM RAUL(RSSSSSSS), ANDRE DE PAULA ESTA NO COMANDO DO TITANIC(PFL), VAI SER MUITO BOM VE ESSA TURMA FORA DO PODER NO ESTADO E NO PAIS. DALHE EDUARDO E LULA.


ALEPE

11/10


2006

MST declara apoio à Eduardo Campos

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) em Pernambuco divulgou nota nesta terça-feira em que anuncia seu apoio oficial à candidatura de Eduardo Campos (PSB) ao governo de Pernambuco. "Esse segundo turno se configura como uma disputa de classes, entre um projeto popular para o Estado e para o Brasil e um projeto neoliberal do atual governo (Mendonça Filho, do PFL), que criminaliza e reprime os movimentos sociais", diz a nota, em que o movimento se dispõe a colocar sua militância à disposição do candidato.

Mendonça Filho teve 39,32% dos votos no primeiro turno, e Campos teve 33,81%. (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

11/10


2006

PT: Alckmin já viajou o equivalente a um "Aerolula"

O comitê de campanha do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta terça-feira nota informando que o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, gastou "R$ 130 milhões com passagens aéreas e aluguel de veículos e aeronaves entre 2001 e 2005, quando governou o Estado de São Paulo". Esse valor, conforme a nota do comitê, equivale ao preço do chamado "Aerolula", o avião Airbus Corporate comprado pela Presidência da República.

O boletim de campanha de Lula contesta também a informação de Alckmin de que teria vendido os aviões do Estado. Conforme o comitê, as vendas não constam da relação de bens alienados da assembléia legislativa. (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

VILLA QUESTIONADOR

Mesmo sendo verídica, à informação, gostaria só de lembrar que o "preço do Aerolula, é diferente do "custo" do Aerolula, o qual só poderá ser mensurado, com à quebra do sigilo dos tais "cartões corporativos". Votei, no Cristóvam Buarque, por sonhar com um País sério e culto...


Abreu no Zap

11/10


2006

TSE proíbe outdoor da revista Veja com Alckmin

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu, nesta terça-feira, prazo de 24 horas para que a revista Veja retire outdoors com propaganda do exemplar desta semana que tem na capa o candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin.

A maioria dos ministros entendeu que a divulgação do material poderia favorecer a candidatura de Alckmin. A legislação eleitoral proíbe a propaganda por meio de outdoor.

A decisão do TSE foi tomada a pedido da coligação A Força do Povo (PT/PCdoB/PRB), que apóia a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A alegação é de que a publicidade "promove o candidato e burla a proibição de uso de outdoors na propaganda eleitoral".

Na capa da Veja exposta no outdoor, havia uma foto de Alckmin com o título "O Desafiante". Em seguida, era veiculado o seguinte texto: "Geraldo Alckmin teve 40 milhões de votos no primeiro turno. Agora ele é uma ameaça real à reeleição do presidente Lula. Como funcionaria a economia com Alckmin eleito."  Em tese, cabe recurso contra a decisão que determinou a retirada dos outdoors. (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/10


2006

PL dá "apoio incondicional" para Lula

O PL (Partido Liberal), legenda que o vice-presidente José Alencar (hoje no PRB) se elegeu ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2002, decidiu que vai dar apoio à candidatura de Lula no segundo turno.

Em nota, o partido informa que "manifesta seu apoio incondicional ao presidente" porque a política adotada "atende às necessidades do povo brasileiro e garante a continuidade do projeto de desenvolvimento do país".

O documento é assinado pelo presidente nacional do PL em exercício, Alfredo Nascimento, que assumiu o posto depois do licenciamento de Valdemar Costa Neto, em fevereiro deste ano.

Valdemar Costa Neto, que conseguiu se eleger deputado federal nestas eleições, renunciou ao cargo na Câmara dos Deputados no ano passado depois de confessar ter recebido R$ 6,5 milhões do caixa dois do PT.

Leia a íntegra da nota do PL:

"O Partido Liberal manifesta seu apoio incondicional ao Presidente Luís Inácio Lula da Silva e ao seu programa de governo, entendendo que a política governamental adotada atende às necessidades do povo brasileiro e garante a continuidade do projeto de desenvolvimento do país, preservando os mais valorosos ideais democráticos e proporcionando bem-estar social a todos os segmentos de nossa sociedade.

Alfredo Nascimento
Presidente Nacional em Exercício do PL

Inocêncio Oliveira
Primeiro-Secretário da Câmara dos Deputados

João Ribeiro
Líder do PL no Senado

Luciano Castro
Líder do PL na Câmara dos Deputados"

(Folha Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banco de Alimentos

11/10


2006

Clô: "Temperaram o chuchuzinho"

O deputado eleito Clodovil Hernandez (PTC) visitou nesta terça-feira a Câmara dos Deputados para, segundo ele, "aprender o caminho da escola". Clodovil esteve com o presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB), mas não chegou a conhecer outras dependências da Casa, como o Salão Verde. "Vim aprender o caminho da escola. Não sabia se podia trazer uma bolsa, uma mala, uma pasta, um Louis Viton ou uma Vitor Hugo", afirmou. Ele disse que no encontro com Aldo não foi advertido pela declaração atribuída a ele, que venderia seu voto. Ele afirmou que a advertência deveria ter sido feita à imprensa, insinuando que sua declarações foram deturpadas.

"O que eu disse é que todo mundo tem seu preço. Trinta mil é muito pouco. Com 30 milhões você pode ajudar alguém ou fazer algo pelo seu País. Mas mesmo assim não vale a pena", afirmou. "Eu não sou analfabeto, nem sou idiota, nem bêbado. Não ia dizer uma coisa dessas", disse Clodovil, durante o percurso que fez, rodeado de jornalistas. Clodovil afirmou que quando assumir o mandato deve implantar uma política de afeto e de amor. "Sou feito cachorro. Só passar a mão que eu abano o rabo", disse.

Clodovil evitou apontar o seu candidato em segundo turno para a Presidência da República. Ele disse que voto é secreto e não é brincadeira. Mas comentou o tom do tucano Geraldo Alckmin, no debate no domingo à noite na TV Bandeirantes, com o adversário Luiz Inácio Lula da Silva. "Temperaram um pouquinho o chuchuzinho. Ficou ótimo". (Estadão)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/10


2006

ONG contesta imagem de país pagador de propina

A organização não-governamental Transparência Brasil contestou nesta terça-feira a pesquisa da organização coirmã Transparência Internacional que coloca o Brasil entre os países exportadores cujas empresas estão mais propensas a pagar propina em negócios no exterior.

Em nota distribuída à imprensa, a Transparência Brasil questionou a metodologia e a amostragem do "Índice de Pagadores de Propina", que tem por base a opinião de cerca de oito mil entrevistados em 125 países.

No índice de 30 países, o Brasil aparece em oitavo lugar entre os mais corruptores. O pior índice é o da Índia, seguido pelos índices da China, da Rússia e da Turquia. Segundo a Transparência Brasil, as perguntas formuladas pela organização internacional à qual está associada podem levar a respostas induzidas.

"Isso levanta a suspeita de que os respondentes não tenham oferecido respostas com base em sua experiência, mas a partir de opiniões que alimentem", disse a nota da Ong brasileira.

"Devido a esse e aos seus diversos outros defeitos, o Índice deve ser tomado mais como reflexo dessas opiniões do que como uma medida objetiva a respeito do fenômeno da corrupção transnacional", ressaltou a nota.

A Transparência Brasil também qualificou de "gratuita, desinformada e irresponsável" a manifestação da diretora para as Américas da Transparência Internacional, Silke Pfeiffer, que fez críticas ao Brasil.

Em entrevista à imprensa, Pfeiffer disse que as autoridades brasileiras não têm conseguido exigir que as empresas nacionais respeitem a lei internacional antipropina quando fazem negócios no exterior.

A Transparência Brasil observa, no entanto, que, desde a adoção da Convenção Internacional Antipropina, pouquíssimas denúncias foram feitas no mundo envolvendo empresas exportadoras.

"Um dos raros exemplos veio exatamente do Brasil, cujo Ministério Público Federal abriu sindicância sobre empresas brasileiras mencionadas no relatório Volcker, referente à corrupção no programa Petróleo por Comida, da ONU", disse a nota. (Terra)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Paulin de Caruaru.

É só ver o dia a dia da população na rua para saber que a pesquisa tá correta.



11/10


2006

Nonô: "Não é o feriado. É falta de vontade política"

O deputado federal José Thomaz Nonô (PFL-AL) apontou que as medidas provisórias são o câncer do Congresso Nacional, em entrevista para a rádio CBN na noite deste terça-feira. Ele se referia à parada ocorrida na Câmara dos Deputados e no Senado durante esta semana do feriado de 12 de outubro, dizendo que as MPs enguiçam o caminhar político.

No entanto, o deputado afirmou que o problema não é o feriado durante a semana. "Não há vontade política do Governo de fazer a Câmara e o Senado funcionarem. É uma questão política, não de feriado". A conclusão de Nono é que não há a menor chance de se obter algo produtivo do Congresso Nacional.

O pefelista ainda fez uma estimativa de que o marasmo continuará depois do feriado, seguindo até o segundo turno. "É necessário uma média de 370 parlamentares para movimentar aquilo Congresso, mas a maioria deles estão em seus Estados, envolvidos com o segundo turno. Meu palpite é que só teremos trabalho efetivo em novembro". (Terra)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/10


2006

Alckmin sugere Aécio para presidente em 2010

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, sugeriu hoje em discurso em Belo Horizonte que o governador reeleito Aécio Neves (PSDB-MG) seja candidato a presidente em 2010. Embalado pelo ambiente político mineiro, Alckmin usou a metáfora da corrida de revezamento com bastão para dar a idéia de que, caso seja eleito, dará vez ao governador de Minas.

O tucano falava que o PT e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já tiveram sua oportunidade nesses quase quatro anos e que agora é a sua vez. "Não vamos continuar perdendo oportunidades, esperando mais quatro anos, esperando 2010. É claro que nós queremos 2010, né?", disse Alckmin, interrompido pelos aplausos e gritos das cerca de 1.300 pessoas na casa de shows onde ocorreu o ato.

"Cada um dá um passo. Isso é uma corrida de revezamento, um vai passando o bastão para o outro", afirmou. "O PT já teve a sua chance. Agora é time novo para trabalhar pelo bem do Brasil. Minas vai estar conosco nessa caminhada cívica."

O clima do segundo turno em Minas está centrado na popularidade de Aécio, reeleito com 77% dos votos válidos, percentual que o PSDB-MG interpreta como resultado do desejo dos mineiros de vê-lo presidente em 2010. Por isso o PT e seus aliados já começaram a explorar a boa relação de Lula com Aécio e a dizer que a vitória de Alckmin poderá prejudicar o projeto político dele.

Em discurso, antes de Alckmin falar, Aécio tocou no assunto, sugerindo estar muito sintonizado com o tucano paulista, que em outras ocasiões já chamou o mineiro de "grande irmão" e "querido irmão". "Votar em Aécio e confiar no seu projeto político é dar a vitória a Geraldo Alckmin", disse o governador reeleito.

Em entrevista, quando Alckmin foi questionado sobre a tática petista, Aécio interveio e disse: "Amigo do governador Aécio Neves vota em Geraldo Alckmin porque gostam do Brasil". E o paulista completou: "Aqui em Minas, o Newton Cardoso [ex-governador do PMDB, derrotado para o Senado com o PT] é Lula. E o Aécio, Itamar Franco e o povo mineiro são Geraldo".

Desespero

Alckmin voltou a criticar Lula. Primeiro, ao rebater a declaração do presidente, segundo a qual o tucano é "destruidor" do que o PT construiu. "Isso é desespero, isso é mentira." Voltou a negar que vai privatizar os bancos e a Petrobras e disse "a campanha do Lula mente sem parar".

"É triste, porque estamos chegando no 27º dia e até agora ninguém diz de onde veio o dinheiro. Esse é o fato", afirmou Alckmin, sobre a tentativa de compra do dossiê contra tucanos. Ele também rebateu Lula por ter considerado "grosseria" a quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa.

"É impressionante a tolerância do presidente da República com atos ilícitos. O que foi feito contra o caseiro Francenildo não foi uma grosseria, foi um crime, violação de sigilo bancário. Isso é crime cometido pela Caixa Econômica Federal e pelo Ministério da Fazenda."

Referindo-se a uma fala do economista Yoshiaki Nakano sobre cortes profundos, política monetária e controle de câmbio, Alckmin disse que desautoriza qualquer pessoa a falar em seu nome. "Não vai cortar. Isso não consta do meu programa. Não tem nada disso, não. Pelo governo só falo eu", afirmou. (Folha Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/10


2006

Em clima de campanha, senadores trocam acusações

O debate eleitoral tomou conta da sessão do Senado Federal nesta terça-feira, com a troca de acusações entre membros do governo e da oposição. A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), subiu à tribuna para reiterar as acusações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) pretende privatizar empresas estatais como o Banco do Brasil e a Petrobras.

Segundo a líder, não apenas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ''privatizou 76% do patrimônio brasileiro'', como o próprio Alckmin manteve o processo de venda de empresas públicas. ''Ninguém está levantando isso a partir do nada, mas com base no que foi Geraldo Alckmin no governo de São Paulo. Ele manteve o processo de privatizações'', criticou.

Já o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), subiu pelo menos quatro vezes à tribuna para acusar membros da campanha de Lula de estarem promovendo terrorismo no país.

Segundo o senador, se houve privatizações no setor público elas ocorreram no governo Lula. ''Os agentes de São Paulo devem ter freqüentado cursos de terrorismo. Se houve alguém que privatizou, em algum momento, o Banco do Brasil, foi este governo Lula, quando possibilitou escândalos como o do Visanet e nomeou um diretor com caráter suficiente para participar da compra do dossiê'', disse o senador ao referir-se ao ex-diretor do Banco do Brasil Expedito Veloso, acusado de participação na compra do dossiê contra candidatos tucanos.

Sanguessugas

Ideli ainda acusou membros da CPI dos Sanguessugas, que apóiam a candidatura Alckmin, de terem selecionado partes do dossiê junto à Justiça de Cuiabá (MT) de forma a prejudicar a campanha de Lula. ''O deputado Gabeira (PV-RJ) selecionou os documentos que ia trazer'', acusou.

O senador Heráclito Fortes (PFL-PI), um dos coordenadores da campanha de Alckmin, respondeu duramente às críticas de Ideli. Heráclito disse que a senadora ''vestiu o manto da pureza e da inocência'' mas esqueceu que, na CPI do Banestado, ''ninguém manipulou dados mais que a própria senadora''.

O pefelista disse que Ideli leu um texto ''elaborado pelo terceiro andar do Palácio do Planalto'' na tentativa de defender o presidente Lula.

Aerolula

A exemplo de Alckmin, Heráclito acusou o governo federal de ter comprado o avião presidencial sem a realização de licitação transparente. ''Por que o avião foi pago adiantado? Por que ele não atende às características da licitação? Quem pagou essa compra? Esse tipo de engodo a nação brasileira não aceita'', criticou. (Folha Online)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha