FMO janeiro 2020

16/07


2020

Prefeitura de Caruaru inaugura 10 leitos de UTI em hospital municipal

Os caruaruenses contam, a partir de agora, com nova Unidade de Terapia Intensiva à disposição, focada no combate à Covid-19, oferecida pelo Governo Municipal e instalada no Hospital Manoel Afonso, que passou por nova requalificação, recebendo 10 leitos totalmente equipados. O Hospital tem funcionado como apoio na retaguarda dos casos, atendendo exclusivamente para o tratamento da doença e casos suspeitos. Agora, a unidade conta com 63 leitos, uma sala vermelha com três leitos para estabilização e mais 10 leitos de UTI.
 


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Cabo de Santo Agostinho

16/07


2020

Prefeito de Pedra está com Covid-19

O prefeito de Pedra, Osório Filho (PSB), testou positivo para Covid-19. A informação foi divulgada pelo próprio gestor, há pouco, por meio de seu perfil oficial no Facebook. Neste período, declarou que se manterá em isolamento social, seguindo os protocolos de combate à doença.

"Como homem público e por estar sempre exposto aos riscos de contaminação, realizamos esta semana teste preventivo de rotina e testamos positivo para o novo coronavírus. Graças a Deus nos encontramos bem, em isolamento domiciliar, de forma a cumprir a quarentena prescrita pelos órgãos de saúde", diz um trecho da nota.


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Prefeitura de Serra Talhada

16/07


2020

Governo de PE lança protocolo de volta às aulas

Mesmo sem haver definição sobre a data de retorno às aulas presenciais, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Educação e Esportes, divulgou o protocolo setorial para a área de educação no Estado, na tarde de ontem, em coletiva de imprensa. O documento – aplicado para a Educação Básica, Ensino Superior e Cursos Livres (cursos de línguas, cursos técnicos, qualificação profissional e outros) – estabelece regras sobre distanciamento social, medidas de proteção/prevenção, monitoramento e comunicação.

O documento ficará disponível para consulta pública e eventuais contribuições até o dia 24 de julho no site da Secretaria de Educação (www.educacao.pe.gov.br). “Nosso objetivo ao divulgar o protocolo setorial da educação é fazer com que as instituições de ensino possam realizar seu planejamento e tomar as providências necessárias para o retorno dos estudantes às salas de aula. É importante ressaltar que as instituições, sejam da rede pública ou privada, poderão estabelecer protocolos com medidas complementares, desde que sigam as orientações gerais do documento apresentado pelo Governo de Pernambuco”, diz o secretário de Educação e Esportes do Estado, Fred Amancio.  

Entre as determinações, está a definição da distância mínima de um metro e meio entre os estudantes, trabalhadores em educação e colaboradores em todos os ambientes da unidade de ensino. Como consequência, a equipe gestora deve observar o número de alunos por turma, reduzindo a quantidade se necessário, inclusive com a possibilidade de adoção de um sistema de rodízio nas escolas. Outra medida importante é a promoção de diferentes intervalos de entrada, saída e alimentação para evitar aglomerações nas dependências da escola. 

O protocolo setorial também prevê o adiamento de todo e qualquer evento presencial na escola e a suspensão das atividades esportivas coletivas. Os estudantes, trabalhadores em educação e demais colaboradores devem receber orientações para evitarem contatos próximos, como apertos de mãos, beijos e abraços. Os horários das refeições devem ser alternados e a escola deve estabelecer o distanciamento de dois metros durante a alimentação dos estudantes. 

Em relação à higiene, é obrigatório o uso de máscara por todas as dependências das unidades de ensino – devendo ser observadas orientações específicas quando se tratar de crianças até dois anos de idade – e acomodá-la, quando não estiverem sendo utilizadas, em sacos plásticos, por exemplo, na hora das refeições. 

Álcool 70% e locais para lavagem frequente das mãos devem estar disponíveis para a higienização de todos os que frequentam o estabelecimento de ensino; e deve haver reforço da limpeza e desinfecção dos ambientes e das superfícies mais tocadas, como mesas, cadeiras, maçanetas, banheiros e áreas comuns, antes e durante o expediente. 

Monitoramento e Comunicação – As instituições de ensino devem utilizar intensivamente os meios de comunicação disponíveis (comunicação interna e redes sociais) para orientar os estudantes, trabalhadores em educação e colaboradores em ações de higiene necessária para as mãos e objetos, utilização e troca da máscara de proteção e como se alimentar com segurança. Além disso, cartilhas com orientações sobre os cuidados básicos da Covid-19 devem ser elaboradas e disponibilizadas pela internet, e cartazes afixados em pontos estratégicos. 

O documento prevê também esclarecimentos sobre os protocolos a serem seguidos em caso de suspeita, confirmação ou contato com pessoas diagnosticadas com Covid-19. Estes protocolos vão desde o cumprimento do isolamento social de 14 dias ao acesso do aplicativo “Atende em Casa” (www.atendeemcasa.pe.gov.br), em que é possível receber orientações sobre como proceder com os cuidados e a necessidade de procurar o serviço de saúde.


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

16/07


2020

Morre ex-vereador caruaruense Genésio da Farmácia

O ex-vereador de Caruaru Genésio da Farmácia faleceu, hoje, aos 82 anos. Ele estava internado na UTI do Hospital Santa Efigênia devido a uma infecção urinária, de acordo com informações do Blog do Mário Flávio. Vereador por três mandatos consecutivos (1988, 1992 e 1996), também deixou marcas na música, com mais de 200 composições de sua autoria.

Entre os sucessos de sua trajetória musical, estão canções como "Trupé de cavalo", "Barra dos Coqueiros", além de "Briga no casamento" e "Vitamina D", que garantiram a ele o disco de platina. Genésio Guedes, o Genésio da Farmácia, foi casado por mais de 50 anos com Maria Bernadete de Melo Guedes, com quem teve quatro filhos: João Paulo, Paulo André, Fabiana Maria e Fabíola Maria.


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16/07


2020

O céu e o inferno da cloroquina

Antonio Magalhães*

Debate científico, simpósio, conferência, congresso, em qualquer reunião de cientistas vai estar presente a discórdia, a controvérsia, opiniões divergentes, teorias contrárias, tudo o que a Ciência precisa para chegar a alguma conclusão.

A chamada “guerra da cloroquina” que envolve cientistas, médicos, políticos, juízes, militares, jornalistas, internautas, desinformados etc, vai acabar como termina toda discussão que envolve opiniões variadas: observando o resultado prático que determina qual a melhor terapia. Como ambos os lados apresentam estudos científicos com pontos de vistas divergentes há uma chance desse debate demorar muito, pelo menos até quando acabe a pandemia da Covid-19 e se possa fazer uma avaliação da tese que prevaleceu.

Qualquer alteração no “status quo” gera incertezas naqueles que vêm seguindo determinada linha científica, com base em práticas e estudos já consagrados. A novidade do uso de medicamentos antigos para novas doenças esbarram, às vezes, nas burocracias médicas das instituições corporativas. E os alinhados às corporações são incapazes de admitir resultados positivos da nova terapia sem que se indignem ou ajam como censores dos chamados “rebeldes”.

Pois bem, no século 19, um jovem cirurgião britânico Joseph Lester se contrapôs às práticas cirúrgicas da época, nas quais sair com vida de uma mesa de operações era uma vitória e sobreviver em recuperação hospitalar era outro ganho. Isso porque os lugares infectos das cirurgias, os instrumentos médicos, a roupa dos médicos, estavam todos contaminados de micróbios, como se dizia na época.

O livro “Medicina dos Horrores” da inglesa Lindsey Fitzharris, doutora pela Universidade de Oxford, narra a qualidade da prática médica da época. O doutor Joseph Lester observou o  que acontecia e como pesquisador foi estudar a melhor maneira de higienizar os ambientes cirúrgicos e hospitalares.

Como integrante do corpo médico de um importante hospital londrino conseguiu depois de anos de pesquisa reduzir os riscos das cirurgias e garantir aos pacientes uma permanência esperançosa nas enfermarias. Pouco a pouco suas sugestões foram sendo aceitas até que toparam com os chefões corporativos da medicina de Londres, descrentes que as mudanças propostas por Lester fossem assegurar a saúde dos pacientes.

Joseph Lester implantou as práticas antissépticas onde trabalhava e os resultados surgiram. De Londres foi para Edimburgo, na Escócia, onde pode avançar ainda mais nas suas pesquisas e pô-las em prática. A força dos resultados positivos se impôs diante dos obtusos casacudos.

Só como curiosidade, o sistema antisséptico desse médico inspirou outro cientista que criou um medicamento para o combate de germes e bactérias, não só nas salas cirúrgicas. E em 1895, ele foi oferecido à classe odontológica como enxaguante bucal, o conhecido Listerine, uma homenagem ao brilhante cirurgião e pesquisador.

Mas voltando ao nosso tempo e à nossa pandemia, a prática autoritária do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) que, por meio de nota assinada por representantes de comissões internas, ameaçou na semana passada um julgamento ético para aqueles profissionais que receitam a contestada e rebelde Hidroxicloroquina para seus pacientes com a Covid. E ainda os acusava de esconder dos enfermos os supostos efeitos colaterais do remédio. Uma forma caluniosa de censurar um ato médico que deve ser pleno de autonomia.

No dia 14 de julho, o próprio presidente do Cremepe, o médico Mário Fernando Lins, por meio de nota oficial e vídeo em rede social, disse que nenhum médico incorre em quebra da ética se receitar a Hidroxicloroquina. Um remédio que vem, sem nenhum alarde, há 70 anos auxiliando enfermos com doenças autoimunes, malária e reumatoides sem causar problemas.

Agora, com a Covid na boca do mundo o medicamento tornou-se o céu e o inferno da medicina. E mobiliza em discussões técnicas especialistas de todo o mundo que tentam provar ou reprovar o seu uso. É demais.

Esse não vai ser o último grande debate farmo-científico. Outros virão. E no fim desse tempo infeliz do coronavírus haverá a contagem dos mortos e dos curados. E tristemente também a contabilidade daqueles que poderiam ter sido salvos da pandemia se usassem o medicamento rebelde. É isso.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


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Banco de Alimentos

16/07


2020

PE-145 também sofre com buracos

Diversos buracos são encontrados na PE-145, que liga Caruaru a Jataúba. No trecho próximo à Fazenda Nova, no Brejo da Madre de Deus, onde fica o Teatro de Nova Jerusalém, crateras persistem, provocando acidentes.

O leitor Abimael Santos encaminhou a reclamação ao Blog. Segundo ele, o Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER-PE) fez um paliativo, colocando barro para tapar os buracos. "Governador, o que está acontecendo? Eu pergunto a você: nós temos governador?", questiona.

Denuncie a situação da sua estrada! Envie vídeos e fotos para o WhatsApp do Blog: (81) 98222-4888.


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O Jornal do Poder

16/07


2020

Em Chã Grande, Daniel Alves fica inelegível

As contas do exercício financeiro em 2015 do ex-prefeito de Chã Grande, Daniel Alves (PSC), foram reprovadas na Câmara Municipal, em reunião realizada na noite de ontem (15). A rejeição já havia sido recomendada pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), que apontou uma série de irregularidades através de um parecer técnico. 

Sete vereadores seguiram a orientação e votaram pela reprovação das contas do ex-prefeito: Ninho Moto Táxi (PL), Célia de Jaci (Rede), Demir do Conselho (PSL), Inaldo do Raio-X (Avante), Beto Karias (PL), Rodrigo da Malhadinha (PSD) e o presidente da Casa, Jorge Luis (PL). Somente três vereadores votaram pela aprovação: Danielle Alves (PDT), Dandão (PDT) e Sérgio do Sindicato (PT). Dos 11 legisladores da Casa, apenas o vereador Irmão Zaninho (PL) não compareceu à sessão. 

Com a decisão, Daniel Alves fica inelegível por oito anos, conforme prevê a Lei da Ficha Limpa. Deste modo, impossilita os planos do ex-prefeito Chã Grande de participar da corrida eleitoral em Gravatá, cidade onde ele já se apresenta como pré-candidato a prefeito pelo PSC.


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16/07


2020

Coluna da quinta-feira

O Brasil de Zito era João Alfredo

Existem homens que nascem para amar uma só mulher, uma só pátria, apenas um solo mãe, mesmo que sedento, esturricado, de pouco verde e sol ardente como João Alfredo, a pequenina pátria de berço esplêndido que Severino Cavalcanti, morto ontem, aos 89 anos, amava muito mais que o Brasil. Zito, como era conhecido, não amava o Brasil, amava João Alfredo. Não era cidadão brasileiro, era cidadão joãoalfredense. Seu torrão natal estava acima de tudo e de todos.

Mesmo eleito presidente da Câmara dos Deputados, cargo que coroou a sua trajetória política de mais de 70 anos, Zito não pensava o Brasil, pensava João Alfredo, município que governou por duas vezes, a primeira nos anos de chumbo da tumultuada e aterrorizante década de 60, e pela segunda vez, dois anos após renunciar à Presidência da Câmara, envolvido no chamado “escândalo do mensalinho”. Nesta, em 2008, saiu consagrado nas urnas, de alma lavada.

Já havia falar muito do velho cacique.  Ainda universitário, estudante de Jornalismo no Recife, acompanhei o noticiário da sua contenda para expulsar o padre italiano Vitor Miracapillo, que se recusou a celebrar uma missa pela independência do Brasil na cidade de Ribeirão, Zona da Mata, em 1980. Mas a aproximação verdadeira, mais efetiva, profissionalmente, se deu a partir do primeiro mandato dele de deputado federal, em 1995, quando eu estava no comando da sucursal do Diário de Pernambuco, em Brasília.

Agarrado às origens da minha matutice de Afogados da Ingazeira, tomei um susto quando o entrevistei pela primeira vez. Em dez frases, ele citou João Alfredo em todas elas. Aquilo me chamou atenção. Passei a aprender a nunca esquecer daquilo que transformou o que somos hoje. Negar origens é negar o que somos. O homem que nega seu passado sente vergonha do que foi. Elias Torres, pensador célebre, dizia que quem nega suas origens não merece ser árvore.

Tudo isso veio para reflexão depois que fui compreendendo quanto era forte João Alfredo na vida de Severino Cavalcanti. Envolvido num escândalo que arrebatou das suas mãos o poder de presidente da Câmara, numa história de um mensalinho que depois não se comprovou, Zito teve grandeza de arquivar sete pedidos de impeachment do ex-presidente Lula, envolvido na baita maracutaia, o “Mensalão”.

Obrigado a deixar de andar no Salão Verde cercado de seguranças, jornalistas e bajuladoras, quando se viu obrigado a renunciar para não ser cassado e, consequentemente, perder seus direitos políticos, foi a sua pátria João Alfredo que Severino entregou o julgamento popular da sua volta à vida pública. A cidade, que nunca lhe faltou, estendeu a mão.  O poder da sua aldeia estava novamente sob o seu domínio.

Dá para compreender, portanto, a razão do tamanho e até então inexplicável amor. Abandonado por Brasília, Zito voltou ao seu torrão João Alfredo e cantou: “Criei asas e voltei, voltei para minha terra natal e todos aqueles que sempre tratei de amigos não serão mais amigos, mas irmãos”. São as circunstâncias da vida, para o velho líder joãoalfredense, que, na verdade, ditam as regras.

Severino foi um político conhecido no Brasil inteiro, andou por diversos cantos do mundo sem sair, literalmente, da sua aldeia João Alfredo. Dizia, contemplando do Planalto Central seu berço natal como um retrato dolorido na parede, que a terra em que se nasce não é o lugar onde se aterrissa. É o lugar onde decola.

O livro – Tão logo foi eleito presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti me convidou para um café da manhã na residência oficial do chefe do parlamento, no Lago Sul. É lá que moram os presidentes da Câmara. Severino me recebeu ao lado da sua Amélia e dos filhos Ana, Catarina e José Maurício. Quando cheguei por lá, pontualmente, as oito da matina, ele mandou uma ordem para a segurança não deixar ninguém entrar. À mesa, observei que os quitutes já eram regionais, trazidos de Pernambuco pela esposa e filhos. Entre um gole de café uma garfada de pamonha, me provocou: “Estais convidado para escrever a minha história, o meu livro biográfico”.

Razão do não – Compreendi a emoção do momento, mas recusei. Já fui convidado para biografar alguns políticos, mas nunca aceitei. Não era o caso de abrir exceção, mesmo sabendo que por trás daquele homem poderoso, até então paparicado, havia muitas histórias para contar, das suas origens em João Alfredo, passando pelo dia em que tomou um pau de arara rumo a São Paulo para vender joias e chegar, anos mais tarde, à Presidência da Câmara dos Deputados. São poucos os matutos de história tão rica, de episódios tão polêmicos, como o de patrocinar a expulsão de um padre do País porque se negara a rezar uma missa. Não aceitei porque entendo que para se fazer uma obra bem feita, que envolve muitas pesquisas e entrevistas, eu teria que me dedicar exclusivamente a isso, largando o meu dia a dia do blog, o que seria impraticável.

Morte tranquila – Primogênito de Severino Cavalcanti, o ex-deputado José Maurício disse que o pai morreu dormindo em sua casa, no Recife. “Foi uma morte tranquila, sem agonia. Ele tinha problemas de saúde. Tinha um marca-passo e teve uma fratura no fêmur. Estava praticamente só dentro de casa, sem andar. A cuidadora dele viu que os batimentos cardíacos dele tinham diminuído e chamou o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência]”, relatou José Maurício. “Minha irmã chegou, depois eu cheguei, mas ele descansou. É doloroso para nós, mas é o ciclo da vida. Ele foi uma pessoa que dedicou a vida todinha à política, a João Alfredo”, afirmou.

Boa lembrança – Neste blog, ontem, o publicitário Edinho Barbosa contou uma boa história da sua convivência com Severino. “Depois de eu ter feito a apresentação de uma pesquisa ao comando da campanha, com projeção surpreendente (e quase inacreditável para o senso comum à época) Severino me puxou num canto da sala junto com Eduardo e sapecou: “Governador, eu não acredito numa palavra do que esse rapaz disse aqui, mas se ele tiver 10% de razão, a gente ganha a eleição". Eu rebati no ato: “Deputado, se alguém lhe dissesse que um matuto de João Alfredo, como o senhor, chegaria à Presidência da Câmara, o senhor acreditaria na pessoa?” Ele abriu um sorriso contagiante, que me fez lembrar o Mr. Magoo, meu herói dos desenhos animados e sapecou: “Se essa história não der certo, eu te pego depois”.

CURTAS

MIRACAPILLO – Deputado estadual, Severino denunciou o padre Vitor Miracapillo por ser negar a rezar uma missa pela independência do Brasil. Pressionou tanto que o governo expulsou o religioso do Brasil. A medida foi tomada com base num artigo da Lei dos Estrangeiros, que determinava que "o estrangeiro admitido no território brasileiro não pode exercer atividade de natureza política nem se imiscuir, direta ou indiretamente, nos negócios públicos do Brasil". O padre também foi acusado de "insuflar trabalhadores rurais à invasão de terras". Miracapillo deixou o Brasil em 31 de outubro de 1980, mesmo sob protestos de políticos de todo o País. O padre só voltou 12 anos depois. O episódio deu a Severino projeção e um apelido incômodo de "Zito Miracapillo".

CÃES DE GUERRA – Representante do baixo clero, Severino Cavalcanti chegou à presidência da Câmara dos Deputados em 2005, alijando o PT, o partido do então governo, do comando da Casa. Renunciou ao mandato em setembro do mesmo ano, apenas sete meses depois, para escapar da cassação. Um empresário o acusou de ter cobrado propina para renovar o contrato de concessão de restaurantes da Câmara e apresentou um cheque de R$ 7,5 mil, descontado por uma secretária de Severino. No discurso de renúncia, o ex-deputado citou Euclides da Cunha e culpou a elite parlamentar por sua derrocada.  "A elitezinha, essa que não quer jamais largar o osso, insuflou contra mim seus cães de guerra", afirmou.

O CHORO – O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti, foi enterrado ao final da tarde em João Alfredo, sua terra natal, sob honras de chefe de Estado. O corpo chegou a João Alfredo no meio da tarde num carro do Corpo de Bombeiros e foi seguido por uma multidão em carreata pelas principais avenidas e ruas da cidade. Até a prefeita Maria Sebastiana (PSD), adversária histórica, que estava presente, confessou que Zito fez muito pela cidade e que o povo devolveu o tudo que ele fez com vitórias históricas nas urnas, como a de 2018, quando já afastado da Câmara, foi eleito prefeito.

Perguntar não ofende: Por que sessões do Tribunal de Contas para julgamento dos processos contra o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, estão acabando em “barracos”?


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marcos

O Sertanejo agradece ao presidente mito Jair Bolsonaro. Afinal a Água chegou.

marcos

Bomba : STJ comprova que Lula é Ladrão.

marcos

Bom dia povo de Deus, só lembrando que o Carniça saqueou a Petrobras, Quebrou o Brasil, deixou 13 milhões de pessoas desempregadas e mandou matar Celso Daniel. Amém

Fernandes

É preciso lembrar que Bolsonaro quando deputado federal votou contra a Transposição do Rio São Francisco ...

Fernandes

Comunistas se revelando. Camarada Ema, Camarada Naja. Revolução dos bichos.



16/07


2020

Marília Arraes lidera e o segundo lugar está indefinido

A pré-candidata do PT, Marília Arraes, aparece na dianteira com 21% na primeira pesquisa de intenção de voto para prefeito do Recife feita pelo Instituto Potencial com exclusividade para este blog. Em segundo lugar, empatados, tecnicamente, despontam Patrícia Domingos, do Podemos, com 12%, Mendonça Filho, do DEM, também com 12%, Daniel Coelho, do Cidadania, com 10%, e João Campos, do PSB, com 9%. Abaixo, bem distantes, Marco Aurélio Meu Amigo, do PRTB, pontuou 3% e Alberto Feitosa, do PSC, 1%. Indecisos somam 15% e brancos e nulos 17%.

Na sondagem espontânea, quando o entrevistado tem que lembrar o nome do seu candidato preferencial nem o auxílio do disquete, Marília também lidera com 11%. Patrícia tem 5%, Daniel Coelho 5%, Mendonça Filho 3%, João Campos 3% e Marco Aurélio e Feitosa, cada um com 1%. Neste cenário, os indecisos sobem para 54% e brancos e nulos se situam em 14%. O levantamento foi feito por telefone entre os dias 10 a 15 últimos, com margem de erro de 3,5% para mais ou para menos, intervalo de confiança de 95%.

No item rejeição, Mendonça é o que detém a maior taxa. Dos 800 entrevistados, 54% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Pela ordem, aparece Daniel em seguida, com 53%, Marco Aurélio (50%) João Campos (48%), Alberto Feitosa (44%), Marília Arraes (42%) e, por fim, a delegada, com 38%. A maior taxa de eleitores já decididos também é da petista, com 17% dos entrevistados, seguida de Patrícia e Daniel, com 10%, João Campos (7%), Mendonça Filho (6%), Marco Aurélio (2%) e Alberto Feitosa, com apenas 1%.

Quanto ao grau de conhecimento dos candidatos, o mais desconhecido é Feitosa, com taxa de 47%, seguido de Marco Aurélio (38%), Patrícia (31%), João (11%), Marília (10%) e Mendonça (8%). A metodologia adotada foi a de pesquisa quantitativa, com entrevistas pessoais telefônicas junto aos eleitores com 16 anos ou mais, conduzidas mediante aplicação de questionário estruturado, elaborado especificamente para este estudo.

A amostra foi segmentada por cotas de sexo e faixa etária baseada nas informações do TSE – TRE/PE, de forma representativa do universo em estudo (eleitores de Recife), num total de 800 entrevistas, distribuídas proporcionalmente (IBGE) pelas Regiões Político-Administrativas definidas oficialmente pela Prefeitura. O registro na justiça eleitoral tem o número 08257/2020.

AVALIAÇÃO DAS GESTÕES

O Instituto Potencial sondou também o grau de satisfação do eleitorado recifense com os três níveis de poder – federal, estadual e municipal. O prefeito Geraldo Júlio é desaprovado por quase metade dos entrevistados – 46%. Destes, 35% qualificam como péssima e 11% ruim. Entre os que aprovam, 20% julgam boa e apenas 3% ótima, enquanto 29% avaliam como regular. Ainda 2% disseram que não sabiam responder.

O governador Paulo Câmara tem rejeição maior ainda – 55%. Entre os que desaprovam, 41% julgam péssima e 14% ruim, enquanto 26% acham regular. Entre os que aprovam, 15% acham boa e apenas 3%, com mais 2% que não quiseram responder ou afirmaram que não sabiam responder. O Governo Bolsonaro tem 54% de desaprovação, dos quais 44% acham seu Governo péssimo e 10% ruim. Os que julgam regular são 21% e 1% não souberam responder.

Entre os que aprovam, 13% apontaram a gestão federal como ótima e 11% boa, enquanto 21% julgam regular e 1% não soube responder. Já em relação ao sentimento da população na gestão da Covid-19, a maior taxa de aprovação é do Governo Paulo Câmara, com 41%, seguido de Geraldo Júlio com 39% e Jair Bolsonaro com 33%.


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Ary Siqueira da Cunha Filho

Apesar desse Instituto de Pesquisa Pontencial, está demonstrando pouca competência em elaboração de Pesquisas Eleitorais, sobretudo no período da Pandemia, entendo que algumas colocações de candidatos(as) poderão estar corretas. Vamos ter uma eleição muito disputada, e como sempre, Recife terá decisão em segundo turno, onde não foi colocado na pesquisa as simulações que é básico em qualquer Instituto que se preze. Mas vamos em frente, com a força do povo, João 40.

marcos

MORO ENVOLVIDO ATÉ O PESCOÇO EM FALCATRUA................ Talvez, isso explique a razão de Bolsonaro ter declarado a seguinte frase: \"Se as pessoas soubessem o que aconteceu no Ministério da Justiça, ficariam enojadas\". Muitos brasileiros ficaram chocados e tristes pela saída de Moro do Ministério. Não deveriam. O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos. Fato comprovado: O Moro VENDEU os inquéritos da PF para o Doria. Bolsonaro soube disso às 13:00 do dia 23 de Abril (dia antes da demissão de Moro), em uma reunião envolvendo o Sr. Chefe da Abin, Ramagem, o seu filho Carlos Bolsonaro, o Sr. Helio, supervisor da secretaria da Casa Civil, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da CIA no Brasil. A princípio muito contrariados, Bolsonaro se recusou a trocar o Diretor da PF, Valeixo. A aceitação veio através do informacao de que Moro estava recebendo o pagamento total dos prêmios, US$70.000,00 para cada inquérito vendido, mais um bônus de US$400.000,00 para todos os seus assessores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) por meio das empresas de João Doria e João Amoedo. Mesmo assim, o Diretor da Abin descobriu o esquema por meio de um delator, que era assessor de Moro e não concordou com a prática, o que o obrigou a pedir exoneração do cargo, dizendo que não estava junto com Moro (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa). Assim, combinou-se que o Moro pediria demissão antes que Bolsonaro o demitisse para que a culpa ficasse com Bolsonaro e Moro pudesse ter a vantagem de dizer que não havia feito nada de errado. Dr. Wagner Maia, denuncia que Moro fugiu do Governo porque foi descoberto que ele cometeu crime de alta traição: \"A ABIN descobriu que o ex-diretor da PF(Valeixo, comparsa de Moro na ocultação dos patrões do Adélio e seus advogados) há muito estava escondendo os nomes, assim como crimes político-administrativos de Witzel e passando informações sigilosas das investigações para Dória. Desde março que PR Bolsonaro foi alertado, mas aguardou que Moro lhe informasse sobre tudo. Como Moro fugia de reuniões e se omitia, e o Presidente também soube que Moro estava participando com FHC, Maia, Alcolumbre e Tofolli do plano para derruba-lo PR Bolsonaro convocou pessoalmente Moro pra reunião na presença dos investigadores da ABIN, colocou o assunto na mesa e informou que seu protegido Delegado Maurício Valeixo era o principal informante da Esquerda. Moro empalideceu e, com a traição descoberta e sem outro jeito, resolveu, nas costas do PR Bolsonaro, fazer a coletiva de traição declarada. NOTA: Está confirmado oficialmente que o ex- diretor da PF, delegado Maurício Valeixo, protegido de Moro e demitido por PR Bolsonaro é o delegado que foi infiltrado pra finalizar o inquérito sobre Adélio Bispo, com ordens para esconder os nomes dos mandantes e pagadores dos milionários advogados, impedir a perícia dos celulares dos advogados e de Adelio, dizer que Adélio agiu sozinho e que tinha problemas mentais. O medo de Moro que Delegado Alexandre Ramagem assuma a diretoria da PF, é porque foi ele quem descobriu o crime de alta traição cometido pelo ex-ministro Moro, antigo aliado dos comunistas brasileiros e, cujo pai, o comunista Dalton Moro é fundador do PSDB e antigo comparsa de FHC, pai da esquerda brasileira.\" Comentários Debora Brito Difícil de acreditar mas, como dizia um amigo que não está mais neste mundo, cabeça de juiz é uma caixinha de surpresas.

marcos

A delegada Patrícia ganha a eleição. Quem viver verá.

Fernandes

Comunistas se revelando. Camarada Ema, Camarada Naja. Revolução dos bichos.

Fernandes

ATENÇÃO! O GENOCIDA GUEDES ESTÁ VOLTANDO COM A CAPITALIZAÇÃO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL!