O Jornal do Poder

19/12


2011

Dilma defende modernização das Forças Armadas

A presidente Dilma Rousseff defendeu hoje modernizar as Forças Armadas e diminuir as vulnerabilidades na área de defesa, em solenidade de apresentação de oficiais-generais recém-promovidos no Palácio do Planalto, de acordo com o R7.

“Avançamos muito na área de Defesa nos últimos anos mas, sem dúvida, muito ainda precisa ser feito, é imprescindível diminuir nossas vulnerabilidades, modernizar os meios operativos, integrar cada vez mais as três Forças, aprimorar a capacidade institucional do Ministério da Defesa, por isso prosseguiremos com os projetos prioritários de aparelhamento das Forças, sem deixar de valorizar os homens e as mulheres que tornam esses projetos possíveis”, disse.

A presidente defendeu uma "visão cada vez mais integrada das Forças Armadas" e afirmou que uma política de defesa "assertiva" é necessária ao desenvolvimento econômico e à soberania da política externa.

 “O Brasil de hoje conta com Forças Armadas capacitadas profissionalmente, voltadas ao cumprimento de suas obrigações constitucionais, demonstrando maturidade institucional que foi alcançada ao longo da nossa história pelo nosso País”.

Ela concluiu afirmando que "nossos soldados reconhecem seu papel com partícipes de uma política de Estado, a política de defesa que deve guardar perfeita coerência com as aspirações do povo brasileiro, traduzidas por seus representantes democraticamente eleitos".


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José Carlos da Silva

Mas uma conversa pra boi dormir. De que adianta modernizar os equipamentos se a tropa está passando fome, individado até o pescosso. Cadê o nosso aumento? Se for esperar essa crise passar a tropa pode esperar sentada que em pé vai cansar!


Potencial Pesquisa & Informação

19/12


2011

Ministro do STF endurece e esvazia poderes do CNJ

Em decisão liminar nesta segunda-feira, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello suspendeu o poder "originário" de investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra magistrados, determinando que o órgão só pode atuar após as corregedorias locais. A informação é do site Folha.com.

A liminar concedida pelo ministro deve ser levada a plenário na primeira sessão do ano que vem, no início de fevereiro, para que seus colegas avaliem o tema. Até lá, no entanto, as funções da corregedoria do CNJ estarão esvaziadas.
Ficarão prejudicadas aquelas investigações que tiveram início diretamente no conselho, antes que tenham sido analisadas nas corregedorias dos tribunais onde os juízes investigados atuam.

Como está previsto na Constituição, o CNJ pode ainda avocar (determinar a subida de) processos em curso nas corregedorias, desde que comprovadamente parados. O ministro afirmou que o conselho deve se limitar à chamada "atuação subsidiária".

Em outras palavras, o que não pode é iniciar uma investigação do zero, fato permitido em resolução do CNJ, editada em julho deste ano, padronizando a forma como o conselho investiga, mas que foi questionada pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros).


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José Carlos da Silva

Processos parados não ¨matumbados feito carangueijo no mangue¨. No TCEPE tem dezenas, no TJPE pior ainda. Qual o problema? O problema é que todos dizem respeito a processos por improbidade, esse é o verdadeiro problema.

José Carlos da Silva

Pobre no Brasil é feito cachimbo: Só nasceu pra levar fumo! Visitem um prsídio e vejamos quem é a maioria esmagadora dos encarceradoss. O STF sabe e muito bem.

José Carlos da Silva

Com as devidas vênias, mas discordo da decisão arbritária do Ministro. Realmente ele cedeu ao corporativismo dos bandidos de toga. A classe menos previlegiada é quem perde e muito com tal decisão. Todo brasileiro sabe que só quem tem acesso fácil ao juducário é Rico e político principalmente os FS


Banco de Alimentos

19/12


2011

“Primeiro ano do governo ''não teve problema político''

 

 

 

 

 

 

 

 

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse nesta segunda-feira, após a última reunião de coordenação política do ano, que o primeiro ano da presidente Dilma Rousseff à frente do país “não teve problema político” e que “a questão política (do governo Dilma) foi muito positiva”. As informações são do G1.

Em 2011, sete ministros foram demitidos ou pediram demissão, seis deles após denúncias de irregularidades: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Novais (Turismo), Wagner Rossi (Agricultura), Orlando Silva (Esportes) e Carlos Lupi (Trabalho). Nelson Jobim (Defesa) saiu do ministério após declarações polêmicas.

“Troca de ministro não é crise de governo, então não teve problema político. Problema político teve a oposição, mas esse é um problema da oposição”, declarou Vacarezza após a reunião de coordenação, que reunião a presidente Dilma e ministros de Estado.

 

 


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o povo da de olho

ELE É AMIGO DOS POLICIAIS MILITARES DO BRASIL. DIGA A PEC 300. DUAS PALAVRAS.

EDSON COSTA DE SIQUEIRA

Talvez o líder Vaccarezza, (ou seria vagareza?) tenha razão,, pois onde só existem “Porcoliticos”, não teria como haver problemas políticos.



19/12


2011

Dilma rompe parceria com ONG e distribui cisternas de plástico

Revista Época

Parte do Brasil conhece o sertão nordestino pela literatura, com clássicos como “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, e “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto. Também conheceu o semiárido pela imprensa, nas constantes denúncias de corrupção e desvio de verbas públicas em obras que deveriam combater a seca, mas estagnavam nas mãos privadas de coronéis.

Nos últimos anos, porém, a paisagem do sertão estava mudando, graças a um movimento iniciado em 2003. No primeiro ano do governo Lula, a ASA (Articulação no Semiárido Brasileiro), uma rede que reúne centenas de organizações não governamentais, procurou o presidente para propor uma parceria para a construção de cisternas de alvenaria no sertão nordestino.

Seus interlocutores eram Frei Betto e Oded Grajew, então no governo. Assinalado pela sua origem de retirante, de menino pobre do semiárido que migrou com a mãe e os irmãos de Caetés, em Pernambuco, para São Paulo, Lula acolheu a ideia. Ele conhecia bem a aridez geográfica e a imutabilidade dos desmandos políticos que faziam da sua terra um lugar brutal.

O resultado deste esforço entre governo federal e sociedade civil organizada foram 371 mil cisternas de cimento, envolvendo 12 mil pedreiros e pedreiras das comunidades e beneficiando mais de 2 milhões de brasileiros em 1.076 municípios. Algo grande, muito grande, para quem acompanha a história do Nordeste brasileiro.

Basta andar pelo semiárido para ver que, quando há vontade política, é possível fazer milagres de gente. A presença da água, com a implantação coletiva de uma simples cisterna, tem mudado não apenas a economia, mas a autoestima do povo que vê florescer a vida e também a possibilidade de reescrever sua história – desta vez como autor, e não mais como personagem.

Tudo ia muito bem até este mês de dezembro, quando a coordenação da ASA foi informada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) que suspenderia o pagamento dos recursos para o “Programa Um Milhão de Cisternas” e passaria a substituir as cisternas tradicionais pelas de plástico.

O governo anunciou que pretendia mudar os arranjos para o Plano Brasil Sem Miséria e ampliaria os convênios com os estados – sinalizando o afastamento das organizações não governamentais do processo. A ASA foi aconselhada a negociar com os estados e municípios.

A ASA fará uma manifestação em Petrolina (PE) na manhã desta terça-feira, 20/12, para protestar contra a ameaça ao Programa Um Milhão de Cisternas e para denunciar que a sociedade civil organizada está sendo excluída do governo de Dilma Rousseff.  

Milhares de sertanejos partirão de diferentes estados nordestinos para se reunir em Petrolina e alertar o país para uma possível volta às velhas práticas do passado, quando a indústria da seca era a única coisa que vicejava no semiárido brasileiro e qualquer arremedo de solução era usado como moeda eleitoral.

O rompimento da parceria com a ASA é anunciado no momento em que a opinião pública está predisposta a considerar qualquer ONG fraudulenta. Como foram denunciados muitos “malfeitos” nos convênios entre algumas organizações não governamentais e ministros demitidos, como Orlando Silva e Carlos Lupi, não há melhor hora para romper com a sociedade civil organizada.


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arnaldo cicero marques

Mais uma vez o nordestino sertanejo vai pqp.



19/12


2011

Mototaxistas de Caruaru ganham placas vermelhas

Wagner Gil, direto de Caruaru

Depois da criação da Lei Federal 12009, de julho de 2009, Caruaru tornou-se a primeira cidade no País a conceder autorizações para placas de aluguel em motos, oficializando desta forma o serviço de mototáxi. As primeiras placas foram entregues, ontem, durante um café-da-manhã.

Em Caruaru, são 2,6 mil mototaxistas cadastrados na Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transportes (DESTRA) e desse total, 720 tiveram suas documentações enviadas ao Detran para análise. No primeiro lote, apenas 90 foram rejeitadas e 354 profissionais tiveram, na última semana, a liberação para solicitar a placa de aluguel.

O uso de placas na cor vermelha é destinado para transporte de cargas e passageiros e está previsto na lei 9.503, artigo 135, do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Graças à regulamentação da profissão no município, os mototaxistas poderão assegurar este direito que trará benefícios como a isenção de alguns impostos para a categoria.


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19/12


2011

Haddad deixa Educação, mas não confirma Mercadante

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou, há pouco, que deixará a pasta em janeiro para se preparar para a eleição municipal de São Paulo em 2012. O ministro, pré-candidato do PT, concedeu entrevista à rádio Estadão ESPN e informou que a presidente Dilma Rousseff estabeleceu o mês de janeiro para se desligar do cargo.

Ele ressaltou que pretende, nos próximos meses, estudar os problemas da capital para compor seu programa de governo para a disputa eleitoral, segundo o Estadão online.

Haddad disse não ter ainda informação de que o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, o substituirá no cargo e evitou sugerir nomes para a presidente Dilma. "Não tenho a informação do Mercadante, não conversei com a presidente sobre o assunto", afirmou.

Sobre sua campanha, Haddad afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende entrar firme na campanha para a sucessão da prefeitura de São Paulo já em março, quando deverá ter encerrado o tratamento médico contra um câncer na laringe.

Em janeiro, Lula ainda será submetido a sessões de radioterapia. O ministro disse ter conversado neste fim de semana com o ex-presidente, que disse estar confiante na cura da doença. "Mas Lula disse que podemos contar ele a partir de março", destacou.


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19/12


2011

Presidente da OAB defende reajuste para o judiciário

O presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, defendeu, há pouco, o reajuste para a magistratura e membros do Ministério Público."Não se pode permitir que os juízes e membros do MP fiquem mendigando junto aos demais Poderes por um direito constitucional. A permanecer essa situação, haverá uma quebra à autonomia e à independência de um Poder da República, com grave repercussão para o equilíbrio do Estado Democrático de Direito", disse, segundo a Folhaonlne.

A pressão da categoria ocorre porque o governo já avisou que não apoia o reajuste, principalmente por causa da instabilidade econômica internacional. A posição chegou a causar um desentendimento entre a presidente Dilma Rousseff e ministros do STF.

Diversos projetos tramitam na Câmara propondo os reajustes. A proposta para os servidores é de mais de 50% de aumento em seus salários. Já para os ministros do STF duas propostas tramitam na Casa: uma que eleva os vencimentos dos atuais R$ 26.723,13 para R$ 30.675,48 e outro que prevê mais 4,8% de reajuste.

Para a OAB, a postura que vem sendo adotada pelo Executivo, de impedir que os juízes recebam o reajuste constitucionalmente previsto, fere a autonomia do Poder Judiciário. "É necessário haja equilíbrio, bom senso, diálogo, mas que se respeite as instituições."


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19/12


2011

Solução para a Agamenon seria um elevado de 2 km

''Prezado Magno Martins,

Com relação ao projeto de construção de quatro viadutos na Av. Agamenon Magalhaes,  gostaria de informar que quando Jarbas era prefeito, há mais de 15 anos, se pensou em  fazer. Mas na época chegou-se à conclusão que os carros iriam parar em cima do viaduto por conta do engarrafamento.

A ideia morreu. Eu sugeri um elevado de 2 km, saindo do prédio da Caixa Economica até o Hospital Português. Ou seja, esta obra evitaria sete cruzamentos. Ele ficaria em cima do canal da Agamenon e os pilares de sustentação ladeando o canal.

O elevado poderia ficar em balanço cobrindo o canal e as laterais,  ainda podendo ficar em cima de uma ou duas faixas de cada lado da Av Agemenon.  Apresentei esta ideia ao então prefeito Joaquim Francisco. 

Voltei a apresentar ao vice-prefeito de Joao Paulo, hoje deputado Luciano Siqueira. Empolgado, ele ligou dizendo que tinha mostrado a ideia a Mauricio Rands e eles chegaram a comparar esta obra ao Minhocão de São Paulo.

Devemos lembrar que governantes também erram, a exemplo do memorial Arcoverde, feito na época do governador Joaquim Francisco, quando foi gasta uma fábula de dinheiro e a obra permanece lá como elefante branco até hoje desmanchado pela tempo.

Para refrescar a memória, lembro que o memorial tinha grandes passarelas atravessando a pista e tudo foi destruido. Com relação a João Paulo,  gastou uma fortuna tirando as pedras portuguesas do calçadão de Boa Viagem e ainda por cima estreitou a avenida, quando, na verdade, estamos precisando de ruas largas.

Outra obra dele foi a passarela do Pina, com quatro escadas rolantes e dois elevadores e que se encontra praticamente paralisada. O túnel da passarela poderia ser feito com 80 cm a mais de cada lado para a passagem de pessoal, evitando o gasto com a passarela.

Outro desastre foi a reforma da Av. Conde da Boa Vista. Todo esse dinheiro poderia ser aplicado em saneamento  básico, saúde, educação, segurança e calçamento de algumas ruas que vivem alagadas em epocas de chuva.

Atenciosamente
 Walter Silva  


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Marcos Antonio da Silva Néri

No Brasil, esse prefeitos fazem o que querem com o dinheiro público. Um prefeito deixa uma obra para terminar, e eles param as obras. Parece até que o dinheiro é deles. Além dos superfaturamentos e outras coisas mais. A justiça nada faz.

Lucidio de Figueiredo Galvão Júnior

É uma forma de arrecadar dinheiro para o bolso de alguém, porque de sã consciencia não se faria Av. Conde da Boa Vista e acharam pouco e estão fazendo a mesma obra na Av. Presidente Kennedy em Peixinhos (Olinda). Toda semana existe acidente com morte por conta destas obras e ninguém fala nada.

o povo da de olho

O que essa gente tem na cabeça? ganâcia de dinheiro, burriçe ou o que? O sr walter tem toda razão. São obras para políticos inaugurar e aparecer, ou ......



19/12


2011

Dorany: "Impunidade aos mensaleiros é uma ofensa ao País"

Amigo Magno,

Acabo de ler, estarrecido, denúncia na Veja de que o ministro Lewandowski estaria praparando a impunidade dos mensaleiros, criando, desde já, o ¨fato consumado¨. Antes que comece 2012 dizer que só levaria seu voto em 2013 é escarnecer dos seus colegas e de toda a sociedade brasileira.

A justiça americana condenou um governador, o DeIlinois, a 14 anos de prisão por improbidade administrativa e a francesa a dois anos o ex-presidente Jacques Chirac, por motivosa semelhantes, apesar da avançada idade de 79 anos.

No caso do mensalão, esse espetáculo de mais que leniência, de favorecimento a réus considerados criminosos em quadrilha pela Procuradoria Geral da República, seria inominável ofensa à honra dos brasileiros e moltivo de humilhação do Brasil no conceito internacional.

Seus leitores e admiradores esperam sua palavra autorizada.

Abraço do amigo,
Dorany Sampaio


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arnaldo cicero marques

As "leis'' (casos/fatos) são de diferentes interpretações em cada País?

LUCIANA ALVES

Dr. Dorany a impunidade da turma da privataria tucana, também, dói no nosso coração, e, nesse caso, o senhor está mudo. Por quê?

Volta Já

Encaixa como uma luva o pensamento de Luther King : "O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS. É O SILÊNCIO DOS BONS"

o povo da de olho

Correção : não se manifestam ao invés de se manifestão

jose carlos da silva

Presidente, senadores e deputados são os representantes do povo, na democracia. No Brasil ñ existe POVO e sim povinho. Pessoas analfabetas, despreparadas, bajuladoras, enfim IMBECIS. Queres o quê? Afinal mais de 50 milhões de otários e na democracia a maioria vence.



19/12


2011

Jarbas aponta alternativas para mobilidade urbana no Recife

Rivânia Queiroz, repórter especial

Um documento com 14 páginas e contendo informações acerca da mobilidade urbana do Recife e de Pernambuco, com ações realizadas e sugestões para o futuro.

Esse foi o conteúdo do material encaminhado pelo senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), nesta manhã, à Comissão de Mobilidade da Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Gestor por oito anos da Prefeitura do Recife e governador do Estado por dois mandatos, Jarbas juntou os anos de experiência dos dois poderes para aprofundar o problema que se agravou nessa última década. Para ele, a problemática não se resolve apenas com a construção de obras. É preciso, na sua avaliação, um olhar clínico para a engenharia do tráfego, o uso do solo, a origem e o destino das pessoas.

O documento traz críticas às ações do Governo do Estado, mas começa com a atuação do prefeito João da Costa (PT). “É preciso atuar no planejamento e na gestão responsável da cidade”, colocou Jarbas, ao ressaltar que a cidade carece de cuidados diários, atenção permanente e visão integrada e sem preconceitos do centro à periferia.

O senador esclareceu, também, que todo deslocamento público é de responsabilidade da Prefeitura. A observação é um tiro certeiro na PCR, que tem colocado a responsabilidade pela mobilidade nas mãos do Estado.

Jarbas citou ações realizadas na esfera municipal e estadual para confirmar que foi um gestor antenado com a mobilidade urbana. Lembrou que na primeira gestão – de 1986 a 1988 – deu início à revitalização do centro do Recife. Já de 1993 a 1996, expandiu as obras dos morros a áreas degradadas, construiu o viaduto Ulysses Guimarães, o túnel Augusto Lucena e a avenida Arthur Lima, além de ter revitalizado a rua do Bom Jesus. 

À frente do governo de Pernambuco, lembrou as intervenções na PE-15, que consumiu investimentos da ordem de R$ 100 milhões; o acesso ao aeroporto, com a construção de dois viadutos; o túnel Chico Science, com recursos estaduais; e a construção de um Terminal Integrado. Outro feito ressaltado pelo senador foi a reestruturação do Detran, com a descentralização e informatização do órgão.

“Não temos dúvida quanto ao desafio que está posto para a nossa cidade num futuro próximo – a cidade vai travar – se não forem tomadas medidas simples”, conclui Jarbas.


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Ramilson Correia de Carvalho

No governo jarbas a única mobilidade eram as barreiras que caiam por cima de pessoas humildes. Prefeito que trabalhou foi João Paulo, o resto é imitação.

Carlos Odair da Luz Sá

"Gestor por oito anos da Prefeitura do Recife e governador do Estado por dois mandatos"...Não tem como não questionar pq o velho queixoso não o fez qdo. estava no poder, tempo não faltou, e agora vem com essa balela???

o povo da de olho

O senador Jarbas deixou Pernambuco estruturado. É um político empreendedor, no entanto essa comissão de mobilização deveria ouvir os técnicos da antiga Secretaria de infra estrutura do gov de Jarbas: Fernando Dueire, Rosa Pandouff e Mauricio Pina e etc. Porém uma coisa é certa CTTU é incompetente

altamir jose bezerra rodrigues

Essa comissão da mobilidade é uma piada,o presidente é silvinho show,que não entende nada de mobilidade,o que ele entende mesmo é de show fantasma,ainda vai ouvir roberto mag.jarbas,klause que passaram a vida na PCR e não fizeram nada,agora veem posar de bonzinhos,é brincadeira.