Em apenas um dia, leitores, amigos e seguidores deste blog adquiriram mais da metade dos 300 ingressos disponíveis para o jantar de adesão em comemoração aos 20 anos de fundação desta plataforma política, marcado para o dia 18 de maio, uma segunda-feira, no restaurante Sal e Brasa Jardins, na Avenida Rui Barbosa, no Recife, a partir das 19 horas.
Isso reflete de antemão o sucesso já garantido para o evento, que se traduzirá numa oportuna e emocionante forma de congratulação entre o editor e sua equipe com todos os que fazem questão de reconhecer em uma festa o importante trabalho que prestamos à sociedade como meio de informação e de defesa intransigente de suas causas mais nobres e dos seus direitos.
A antecipação das vendas foi um critério adotado para a garantia do acesso dos interessados ao primeiro evento comemorativo aos 20 anos do blog em função do espaço disponível ser extremamente limitado. Disponibilizamos apenas 300 pulseiras que garantem o jantar de um cardápio por excelência com uma boa música na voz ao vivo de artistas consagrados na constelação musical regional.
Já estão confirmados os cantores Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Fabiana Pimentinha e Cristina Amaral, mas outros amigos e parceiros ainda devem confirmar presença para nos proporcionar uma noitada muito descontraída, emocionante e em alto astral.
Falei em primeiro evento porque planejamos mais dois: o segundo será o primeiro “Forró do Magno”, no dia 13 de junho em Arcoverde, data que celebra um ano do meu casamento com minha Nayla. O forrobodó, a partir de agora, será promovido todos os anos, no mesmo período junino.
O terceiro será um jantar de adesão em Brasília, promovido em conjunto com a tradicional Confraria do Blog Candanga, à frente o meu amigo Aristeu Plácido Júnior, embaixador de Pernambuco na capital federal. Vamos reunir autoridades federais e a grande colônia nordestina na corte.
Por fim, reitero com as informações abaixo a necessidade da compra antecipada para que você, caro leitor e amigo, não fique de fora da nossa primeira comemoração pelas duas décadas do bom jornalismo.
GARANTA SUA VAGA!
Caro leitor,
Se você quer compartilhar comigo os momentos de alegria e descontração do jantar de adesão pelos 20 anos do meu blog, faça de imediato a compra do seu convite.
Os ingressos são limitados: apenas 300 e não haverá venda de última hora no local do evento.
Único dos maiores partidos a não ter encaminhado apoio a Eduardo Paes (PSD) ou Douglas Ruas (PL) no Rio, o Republicanos afirma que vai lançar dois nomes para o Senado no estado. São eles: o ex-prefeito carioca Marcelo Crivella, hoje deputado federal, e o ex-prefeito de Belford Roxo Waguinho.
O que ainda está em aberto no partido é a eleição para governador. Caso opte por ter candidato — o que diz que fará —, diferentes nomes aparecem como possibilidade: o ex-governador Anthony Garotinho; a filha dele e ex-deputada, Clarissa Garotinho; o ex-prefeito de Miguel Pereira André Português; e o médico e influenciador Ítalo Marsili, que tem até este sábado para se filiar caso queira disputar eleições. As informações são do jornal O Globo.
“Temos bons nomes. Precisa ver as pesquisas mais para frente e decidir qual terá mais viabilidade”, aponta o presidente nacional do partido, Marcos Pereira.
Considerando que Paes angariou o MDB, o PT e siglas de centro-esquerda como PSB e PDT, enquanto Ruas fechou com a federação composta por PP e União Brasil, o Republicanos sobrou como a principal peça a ser cortejada pelos dois pré-candidatos. Nesta sexta-feira, aliás, o político do PL prestigiou no Maracanã um evento da Igreja Universal, à qual o Republicanos é vinculado.
“Para o Senado, o partido já definiu as duas cadeiras. Para o governo, estamos esperando a decisão da Justiça (sobre a eventual eleição suplementar) para nos posicionarmos. Temos grandes quadros que podem participar do pleito, tais como Garotinho, André Português, Clarissa”, elenca o presidente estadual da legenda, Luis Carlos Gomes.
Senado
No caso da disputa pelo Senado, que tem duas vagas em jogo em cada estado na próxima eleição, Waguinho e Crivella entram num ambiente já povoado de opções. Pela aliança de Ruas, estão colocados Márcio Canella (União), ex-aliado de Waguinho que se desincompatibilizou da prefeitura de Belford Roxo nesta sexta-feira, e o ex-governador Cláudio Castro (PL), que, contudo, está inelegível.
Entre os partidos da chapa de Paes, a petista Benedita da Silva é a candidatura mais oficializada, mas o principal aliado do ex-prefeito na política, o deputado federal Pedro Paulo (PSD), é outra possibilidade.
“A candidatura é definitiva”, afirma Waguinho, questionado sobre o cenário repleto de postulantes. O ex-prefeito virou um apoiador entusiasmado do presidente Lula nos últimos anos, apesar de a Baixada Fluminense se demonstrar refratária ao petista. A construção da candidatura ao Senado passou por conversas em Brasília.
“Não sou petista e nem de esquerda, mas não abro mão do presidente Lula. Apoio o presidente pelas políticas públicas a favor do povo, que dão oportunidade a quem mais precisa”, diz.
Crivella, por outro lado, até foi ministro da Pesca no governo Dilma Rousseff, mas está bem mais à direita recentemente. No Congresso e nas redes sociais, tem defendido a anistia aos condenados pela trama golpista.
Eleitorado tem seis meses para avaliar quem melhor o representa
Por Larissa Rodrigues – repórter do blog
A partir de hoje (4) são exatos seis meses para o primeiro turno das eleições deste ano. Mais de 150 milhões de brasileiros e brasileiras vão às urnas em 4 de outubro para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais.
O eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro. Em nível nacional, a disputa, neste momento, caminha para repetir a polarização do pleito de 2022, com os grupos do presidente Lula (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se enfrentando novamente, só que desta vez com o filho mais velho do capitão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), contra Lula.
Em Pernambuco, o cenário se desenha também para a batalha entre dois polos, sendo um comandado pela governadora Raquel Lyra (PSD), pré-candidata à reeleição, e outro pelo ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, que tentará a vaga de chefe do Poder Executivo contra Raquel.
Raquel e João têm trajetórias na política lastreadas, sobretudo, pelas tradições de suas famílias, que sempre fizeram parte do poder em Pernambuco, com nomes de peso nacional como Miguel Arraes, Eduardo Campos, Fernando Lyra e João Lyra Neto. Essa disputa já começou desde o primeiro dia de mandato da governadora, em 2023, porque era esperado que ela buscasse à reeleição.
Como João Campos estava bem avaliado como prefeito e herda o legado político do ex-governador Eduardo Campos, seu pai, também imaginava-se que ele seria candidato em 2026. A construção das duas candidaturas vem sendo consolidada há, pelo menos, três anos e incendiou a política pernambucana, que praticamente girou em torno desse duelo com resultado a ser conhecido dentro de seis meses.
Mas, distante desse perfil, há também a pré-candidatura do jornalista e ex-vereador do Recife Ivan Moraes, que entra na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas pelo Psol, com um palanque alinhado à esquerda, buscando o voto ideológico e visando apresentar ao eleitorado uma alternativa aos grupos de Raquel e João.
A massa votante tem seis meses pela frente para analisar trajetórias, projetos, entregas, discurso e escolher quem merece uma oportunidade. Com a melhoria do acesso à internet nos últimos anos, ficou mais fácil pesquisar, buscar informações sobre aqueles e aquelas que concorrerão. Esses e essas, por sua vez, têm seis meses para convencer a população de que são as melhores escolhas. Que vença quem tiver mais disposição para, de fato, trabalhar pelo povo.
Animado e querendo – O prefeito em exercício do Recife, Victor Marques (PCdoB), toma posse oficialmente na próxima segunda-feira (6), na Câmara de Vereadores. Na entrega do Hospital da Criança, na última quinta-feira (2), disse que a capital “conquistou muito, mas está preparada para avançar ainda mais”. “A gente teve capacidade de montar um time que sabe fazer projetos, garantir recursos e, principalmente, entregas reais na vida das pessoas. É para isso que a gente trabalha, a população pode esperar compromisso”, destacou. Questionado se está animado para assumir de vez a prefeitura, Marques respondeu: “Animado demais, preparado, querendo, com projetos e recursos para fazer muito ainda pelo Recife”.
Por falar no Hospital da Criança – A unidade, localizada no bairro de Areias, Zona Oeste do Recife, terá capacidade para atender cerca de 1.800 pessoas por mês e foi erguida com a parceria entre a Prefeitura do Recife e o Governo Lula (PT). Para a sua viabilização, o projeto também contou com recursos de uma emenda parlamentar de R$ 10 milhões, destinada pelo senador Humberto Costa (PT), que buscará à reeleição na chapa de João Campos.
Mudança no secretariado de PE – A governadora Raquel Lyra (PSD) exonerou seis secretários que devem disputar vagas na Alepe ou na Câmara dos Deputados. São eles: Kaio Maniçoba (PP), ex-Turismo; Daniel Coelho (PSD), ex-Meio Ambiente; André Teixeira (PSD), ex-Infraestrutura e Mobilidade; Emmanuel Fernandes (Avante), ex-Desenvolvimento Profissional; Carlos Braga (PSD), ex-Assistência Social; e Juliana Gouveia, ex-titular da Secretaria da Mulher.
Márcio França com Haddad – O ministro do Empreendedorismo, Márcio França, decidiu se desincompatibilizar do governo do presidente Lula (PT) para tentar integrar a chapa de Fernando Haddad (PT) em São Paulo. Ele anunciou a saída do ministério na última quinta-feira (2) e já entrou animado na disputa. “A partir de agora, concentro meus esforços ao lado do nosso time do PSB e no projeto para São Paulo e para o Brasil. Se não querem debate forte, não me convoquem. De pé e às ordens. Preparem as velas: vamos partir para a luta”, escreveu em seu perfil no X.
Vai ser histórico – A comemoração dos 20 anos deste blog promete ser um momento histórico em Pernambuco. Haverá um jantar de adesão no dia 18 de maio, no restaurante Sal e Brasa Jardins, no Recife. Vários artistas já confirmaram presença. Entre eles, Fabiana Pimentinha; Nena Queiroga; Alcymar Monteiro; Maciel Melo; Petrúcio Amorim; Almir Rouche; Josildo Sá; e André Rio. A lista, entretanto, tende a aumentar nos próximos dias. O jantar de adesão será para 300 convidados e convidadas, a partir das 19h. Para participar, basta garantir o ingresso por apenas R$ 250,00 através do pix: (87) 9.9957 9702 e enviar o comprovante para o mesmo número de telefone.
CURTAS
Mais um ministro de PE – Com a saída de Márcio França do Ministério do Empreendedorismo, o presidente Lula nomeou o pernambucano Tadeu Alencar, que assume o cargo com a missão de dar continuidade às políticas voltadas ao fortalecimento dos pequenos negócios e ao incentivo ao empreendedorismo no país.
De volta à Alepe – “Sou profundamente grato ao prefeito João Campos e ao vice-prefeito Victor Marques pela confiança e pela oportunidade de contribuir com uma gestão que tem mudado a realidade do Recife com trabalho sério e compromisso com as pessoas”, afirmou o deputado estadual Eriberto Filho (PSB), que deixou a Secretaria de Esportes da capital para disputar a reeleição.
Em busca de uma vaga – A professora de carreira Salomé Soares oficializou a pré-candidatura a deputada estadual pela Federação União Progressista. O anúncio foi conduzido pelo presidente da federação, deputado federal Eduardo da Fonte (PP). Salomé foi candidata a vice-prefeita de Vertentes (Agreste) na última eleição e obteve mais de 7 mil votos, resultado que consolidou sua presença política na região.
Perguntar não ofende: Quem vencerá o duelo pernambucano e comandará o Palácio do Campo das Princesas a partir de 2027?
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira (3), relatórios médicos que indicam a necessidade de um novo procedimento cirúrgico no ex-presidente.
Segundo relatório fisioterapêutico, Bolsonaro apresenta um quadro de dor intensa no ombro direito e que, após avaliação ortopédica e exames complementares, há “indicação de tratamento cirúrgico.” As informações são do portal Metrópoles.
Segundo o fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, que acompanha Bolsonaro, o ex-presidente já apresentava dores no ombro antes da última alta médica, em 27 de março.
Um dia antes, o ex-presidente teria passado por avaliação ortopédica, com realização de exames complementares e indicação de tratamento cirúrgico. Em prisão domiciliar desde então, Bolsonaro apresenta, além de dor intensa, limitação de movimento – com elevação do braço restrita a 90 graus –, perda de força e assimetria postural “caracterizada por inferiorização do ombro direito em relação ao esquerdo”, afirma o fisioterapeuta.
“O paciente se encontra em fase pré-operatória, com quadro álgico importante e limitação funcional significativa do membro superior acometido”, avalia. Ainda de acordo com ele, o alto nível de dor estaria restringindo a progressão dos exercícios fisioterapêuticos.
O indicativo para cirurgia faz parte do primeiro relatório médico periódico, enviado ao STF em cumprimento às determinações da prisão domiciliar humanitária concedida a Bolsonaro após aval do ministro Alexandre de Moraes.
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde o dia 27 de março, quando recebeu alta hospitalar. Em casa, o ex-presidente deverá cumprir uma série de regras determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, durante um período inicial de 90 dias. Entre elas, está a proibição do uso de celular e o recebimento de visitas. A proibição ocorre sob a justificativa de “evitar risco de sepse e controle de infecções”.
Bolsonaro foi condenado em setembro de 2025, pela Primeira Turma do STF, a 27 anos e 3 meses de prisão, por liderar uma trama golpista para tentar manter-se no poder após a derrota eleitoral de 2022.
Um avião de pequeno porte caiu sobre um restaurante, na manhã desta sexta-feira (3), em Capão da Canoa, no litoral norte do Rio Grande do Sul. A queda ocorreu na avenida Valdomiro Cândido dos Reis, no bairro Parque Antártica.
Quatro pessoas morreram no acidente. As vítimas foram identificadas como os pilotos Nélio Maria Batista Pessanha e Renan Saes, além do casal de empresários Débora Belanda Ortolani e Luiz Ortolani. As informações são do portal Metrópoles.
O restaurante sobre o qual a aeronave caiu estava fechado no momento da queda. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o local em chamas, com densa coluna de fumaça. Pelas imagens, é possível observar a proximidade de casas e outros estabelecimentos.
Segundo o FlightRadar, o avião, modelo Piper JetPROP DLX, teria partido de Criciúma (SC) nesta sexta-feira, sem informações sobre o destino. Já a Brigada Militar afirma que a aeronave decolou de Capão da Canoa com destino a São Paulo.
Não está claro, até o momento, se o avião fez escala no município antes de seguir viagem. Ainda segundo a Brigada Militar, a aeronave começou a perder altitude momentos antes do acidente
Equipes da Brigada Militar, da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, da CEEE Equatorial e da Prefeitura de Capão da Canoa foram acionadas para atender a ocorrência.
As causas dos acidente ainda são investigadas.
Entre as vítimas, o casal Ortolani era conhecido por sua atuação empresarial e por estar à frente da tradicional Feira de Ibitinga, no interior de São Paulo. Luis Ortolani também era ex-proprietário do Shopping 2000, em Capão da Canoa, e possuía ligação com empreendimentos no setor de férias em diferentes regiões do país. Renan Saes era sócio da empresa Peluzzi Aviation. Já Nelio Pessanha era piloto comandante de jatos executivos.
“Triste acontecimento”, diz Eduardo Leite
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), lamentou o acidente e destacou a mobilização das forças de segurança.
“Estou acompanhando, desde os primeiros momentos, junto às forças de segurança, a mobilização total no atendimento à ocorrência com a queda de uma aeronave de pequeno porte em Capão da Canoa, infelizmente com a confirmação de óbitos.” Ele prosseguiu: “Expresso a minha solidariedade aos familiares das vítimas e à comunidade de Capão da Canoa diante desse triste acontecimento”.
O Podemos ganhou reforço com a filiação do deputado estadual Mário Ricardo. Ele estava no Republicanos, mas sua saída vinha sendo cogitada, porque o ex-partido estava tendo dificuldades para montar a chapa proporcional. Com a sua entrada, o Podemos passa a contar com sete parlamentares. As informações são do Blog Dantas Barreto.
Mário integrava a base de oposição e mesmo entrando em um partido da base do Governo Raquel Lyra está liberado para apoiar a candidatura de João Campos (PSB) para governador, conforme apurou o Blog Dantas Barreto.
O Republicanos, após o troca troca partidário está com um deputado, Júnior Matuto, que estava filiado ao PRD. Outra baixa do Republicanos foi o deputado Willian Brígido, que decidiu tentar a reeleição pelo PSD. A chapa, porém, foi reforçada com os pré-candidatos a estadual que estavam no PRD.
Em poucas linhas, Samuel Hulak foi médico especialista em Psiquiatria. Atuou nos palcos (com prêmio de melhor ator) e foi diretor do Teatro do Estudante Israelita, além de participar em peças das televisões. Sem esquecer, ainda foi compositor de músicas sinfônicas interpretadas por diversas orquestras. Uma vida, com certeza, incomum.
Escreveu artigos científicos publicados em revistas especializadas; e, mais, Elementos da Psicoterapia (1976); Entrevista, mitos, métodos e modelos (1986); e um capítulo (VI) em Psicossomática hoje (1992), editado por Júlio de Melo Filho, só livros técnicos. “E de repente, mais que de repente”, palavras de Pessoa na sua monumental “Ode marítima” (quase o mesmo que Vinícius de Moraes escreveu depois, no “Soneto da separação”, “E de repente, não mais que de repente”); de repente, pois, Samuel decidiu escrever contos.
O que é surpreendente, dado seu tardio começo na atividade literária. Alguém que jamais escrevera nada parecido, antes, por que o fez agora? Mistério… Embora mistério maior, aquele que poucos poderiam esperar, é a qualidade superior dos seus textos.
O escritor Theóphile Gautier foi ver “As meninas”, de Velasquez. Passou horas contemplando cada detalhe da tela e, no fim, perguntou “Mas onde está o quadro?”. Uso essa metáfora, que ouvi do escritor português António Lobo Nunes (recentemente nos deixou), apenas para perguntar, depois de ler seu “Na contramão e outros contos”: “Mas onde está o livro?”
Melhor resposta fosse talvez dizer que está em cada pequeno roteiro do autor. Nas tramas. No inesperado. Mas prefiro recorrer a Érico Veríssimo (em “Todos nós somos um mistério”), “Na minha opinião, existem dois tipos de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar”.
Samuel faz parte do último grupo. E escreveu esse livro talvez apenas para provar, a si mesmo, que tem o dom especial de contar histórias. “A identidade é uma trajetória”, dizia Michel Foucault (“Vigiar e punir”). E essa identidade nele, a partir de agora, é ser reconhecido como um grande escritor. Enorme. Estelar. Para mim, o maior contista do Brasil.
É dele esse texto que vem a seguir, escolhido por ser o menor em seu livro, como já referido “Na contramão e outros contos”. Como o jornal tem limites de espaço, o ser pequeno passa a ser uma virtude. Poucos dias atrás nos despedimos dele, saudades do amigo querido. E para que continue vivo, em nossos corações, lhe dou voz.
Numa sexta-feira Santa, homenagens a um santo homem. Tudo muito adequado. Com a palavra, pois, Samuel Hulak:
MULTISSENSORIAL
“Vestiu o traje formal, pois a ocasião assim merecia; ajeitou o nó da gravata e deu outro relance no terno que paramentava. Em seguida, examinou, na tela do celular, como estava o trânsito, vez que se atrasara para a solenidade da posse da diretoria da associação. Não era espírita, mas tinha grandes amigos entre os novos diretores. Aliás, não professava religião alguma.
Na tela, a avenida através da qual seguiria, tracejava no escuro da noite as setas vermelhas de um trânsito enlouquecido. Chamou um táxi e desceu para o saguão do prédio.
A demora para a chegada do veículo só serviu para aumentar seu aborrecimento. Quando foi atendido entrou, pediu pressa e decidiu que, como seria uma corrida longa, relaxaria no percurso.
Pela janela, observou a paisagem; que, mesmo tão conhecida, lhe pareceu como nova. Apreciou as pontes, o casario, os prédios altos e iluminados e até os ciclistas, motoqueiros, limpadores de para-brisa e os contorcionismos circenses dos ambulantes caçadores de moedas, nos sinais vermelhos. Afinal, tinha conseguido relaxar; até agradeceu, recusante, a oferta do motorista para ouvir música. A cidade que tão bem conhecia, lhe pareceu nunca vista.
De repente, tudo parou; ao longe, ouviu a sirene de uma ambulância. Logo que relaxara, apesar de estar atrasado, o trânsito parou. Deveria ter ocorrido algum acidente. Não à toa, a estridência da sirene soava muito alto. Procurou o motorista, mas não o encontrou. Então, baixou o vidro da janela e viu estendido, no chão da avenida, a vítima do acidente. Era um homem, muito ensanguentado, morto.
Súbito, no auge da angústia que passou a sentir, compreendeu tudo.
O homem no chão era ele”.
*Escritor, poeta, membro das Academias Pernambucana de Letras, Brasileira de Letras e Portuguesa de Letras. Integrou a Comissão da Verdade
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, liberou o ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha de prestar depoimento à CPI do Crime Organizado, no Senado. A oitiva estava marcada para próxima terça-feira.
Em despacho publicado nesta sexta (3), Mendonça ressaltou que Ibaneis foi convocado pela Comissão na condição de investigado e por isso tem direito a decidir se vai ou não comparecer ao depoimento. As informações são do jornal O Globo.
Mendonça citou outros cinco casos em que decidiu de forma semelhante e ressaltou que, caso Ibaneis escolha comparecer à CPI, poderá ficar em silêncio e não deve sofrer quaisquer constrangimentos por isso.
A convocação de Ibaneis à comissão foi justificada pelos parlamentares em dois eixos: supostas relações do escritório de advocacia do ex-governador com alvos das Operações Compliance Zero e Carbono Oculto — que investigam a lavagem de dinheiro para organizações criminosas; e o papel do ex-governador nas decisões estratégicas do Banco de Brasília (BRB).
Com o nome ventilado para a suplência de Marília Arraes (PDT), pré-candidata ao Senado, o ex-deputado Tadeu Alencar (PSB) foi nomeado ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, conforme publicação no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (3). Ele ocupava até então o cargo de secretário executivo da pasta, para o qual havia sido convidado por Márcio França (PSB), que deixa o ministério para disputar as eleições deste ano e articula candidatura ao Senado em São Paulo na chapa de Fernando Haddad (PT). As informações são do Blog Cenário.
O ex-deputado federal e pastor evangélico Cabo Daciolo se filiou ao partido Mobiliza para lançar sua candidatura à Presidência. O anúncio foi feito por Daciolo em suas redes sociais nesta sexta-feira (3) ao lado do presidente nacional da sigla, Antônio Carlos Massarolo, e de outros correligionários.
Na postagem, na qual compartilhou uma imagem da sua ficha de filiação ao Mobiliza, o ex-deputado escreveu o lema “Cabo Daciolo 2026” e fez referência a um versículo bíblico que diz “quando os justos governam, o povo se alegra”. O anúncio acontece oito anos após Daciolo ser candidato à Presidência em 2018, durante o pleito que elegeu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do jornal O Globo.
Na época, a popularidade entre os eleitores se deu pelo famoso jargão “Glória a Deus” do parlamentar, que defendia os preceitos cristãos durante a campanha e ia aos debates contra os adversários sempre com uma Bíblia Sagrada. Ao final do pleito, Daciolo obteve 1,26% dos votos válidos e ficou em sexto lugar na disputa, à frente de nomes como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede) e Álvaro Dias (Podemos).
Interessado em voltar a disputar o Planalto neste ano, ele enfrentará uma eleição em que os votos dos evangélicos serão disputados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Vamos lutar pela soberania nacional. Chega do imperialismo norte-americano e chinês. Sou nacionalista, trabalhista e patriota”, disse ao Globo.
No anúncio, Daciolo também adiantou a escolha de Ricardo Rocha como o indicado para assumir a pasta dos Esportes em seu eventual governo. O ex-jogador foi o zagueiro da Seleção quando o Brasil conquistou o tetracampeonato da Copa do Mundo em 1994. Ele também atuou como zagueiro e capitão do Vasco entre 1994 e 1996.
A temporada 2026 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém chega ao seu encerramento amanhã (4), com a expectativa de receber cerca de 8 mil espectadores na última noite de apresentações. Ao longo da programação, o espetáculo já atraiu aproximadamente 40 mil pessoas até quarta-feira, segundo dados divulgados pela direção.
O público que percorreu as muralhas do maior teatro a céu aberto do mundo foi movido por diferentes motivações. Muitos vieram pela fé, em busca de vivenciar de forma intensa os últimos momentos da vida de Jesus Cristo. Outros, atraídos pela grandiosidade da encenação, pela qualidade artística e pela tradição cultural que o espetáculo representa.
Mais do que uma montagem teatral, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém reafirma, a cada ano, seu papel como um dos principais eventos culturais do país, projetando o nome de Pernambuco para além das fronteiras nacionais. A grandiosidade da produção e a repercussão do evento contribuem diretamente para fortalecer a imagem do estado no cenário turístico e cultural.
Além do impacto simbólico e cultural, o espetáculo também exerce forte influência na economia local e regional. Durante a temporada, há um aumento significativo na movimentação de hotéis, restaurantes, transporte e comércio, gerando emprego e renda e impulsionando o turismo no Agreste do Estado.
Neste ano, a edição prestou homenagem a Plínio Pacheco, idealizador do espetáculo e responsável por transformar Nova Jerusalém em um dos maiores símbolos do teatro brasileiro. A reverência ao seu legado reforça a importância histórica e cultural da Paixão de Cristo.
Os ingressos para a temporada 2026 podem ser adquiridos através do site oficial: www.novajerusalem.com.br em até 12 vezes no cartão ou nas bilheterias em até seis vezes.
O Palácio do Planalto oficializou nesta sexta-feira (3) a exoneração dos ministros do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin (PSB), e da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffman (PT).
Ambos pretendem disputar cargos nas eleições de outubro deste ano. Alckmin, que segue como vice-presidente da República, deve tentar a reeleição ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Hoffman pretende disputar uma vaga no Senado Federal pelo Paraná. As informações são da CNN Brasil.
No total, 17 ministros foram exonerados nesta semana. Dessas pastas, 14 já estão sob novo comando. Ainda não há confirmação de quem vai assumir a chefia do MDIC, da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério do Empreendedorismo.
Márcio França (PSB), agora ex-ministro do Empreendedorismo, chegou a ser cotado para assumir o cargo de Alckmin no MDIC, mas foi exonerado para tentar uma vaga no Senado por São Paulo.
A CNN mostrou que França deve se reunir com Fernando Haddad (PT) na próxima semana para definir sua participação no palaque com o ex-ministro da Fazenda em São Paulo.
As movimentações na Esplanada foram anunciadas por Lula em reunião ministerial na última terça-feira (31). Um dos nomes, porém, desistiu de sair da pasta para se candidatar nas eleições: Wolney Queiroz, que seguirá no comando a Previdência Social. Por lei, os ministros são obrigados a deixar a função que exercem no governo seis meses antes do pleito. Neste ano, o prazo termina amanhã (4).
Como este blog antecipou, o empresário Flávio Rocha, assinou ficha de filiação ao Novo para disputar o Senado Federal pelo Rio Grande do Norte.
Ex-deputado federal por dois mandatos no estado, o dono da Riachuelo já havia transferido, nesta semana, seu domicílio eleitoral de São Paulo para o Rio Grande do Norte.
A Justiça condenou o estado do Paraná a pagar indenização por danos morais ao jornalista e colunista do UOL Leonardo Sakamoto após ele ter se tornado, de forma ilegal, alvo da polícia. A decisão foi proferida na última terça-feira pela juíza Ana Lúcia Penhabel, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Nova Esperança (PR), região de Maringá.
O governo do Paraná, ao qual a Polícia Civil está subordinada, terá que pagar R$ 10 mil a título de indenização. O Estado ainda pode recorrer da decisão.
“A indevida vinculação da identificação do autor a mandado de prisão emitido contra terceira pessoa configura grave violação à sua dignidade, honra e liberdade”, afirma a sentença. “Especialmente diante da possibilidade concreta de privação indevida de sua liberdade.”
Sindicância conduzida pelo Poder Judiciário apontou que a polícia paranaense havia inserido o CPF de Sakamoto na ficha criminal de uma mulher de 27 anos. Quando ela foi condenada por assassinato, os dados foram distribuídos nacionalmente através do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A ação da polícia fez com que o jornalista passasse a ser procurado por homicídio em território nacional.
Com isso, foi parado duas vezes por policiais militares em São Paulo, no dia 7 de junho do ano passado, quando estava se deslocando de sua casa para o UOL. Isso ocorreu porque a placa do seu veículo, vinculada ao seu CPF, foi identificada pelas câmeras do sistema de segurança.
Na segunda abordagem, os agentes apontaram fuzis e armas, o que seria o protocolo para foragidos por homicídio. Nesses casos, policiais são orientados a tratar o suspeito como se fosse de alta periculosidade.
O então secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, telefonou para Sakamoto para verificar a situação. Dias depois, os dados do jornalista foram excluídos da base de procurados, mas foi recomendado a ele que evitasse se deslocar pela cidade por um tempo, uma vez que câmeras poderiam, novamente, transformá-lo em alvo.
A inserção ilegal dos dados do jornalista ocorreu em outubro de 2017 no Paraná. O Poder Judiciário do estado chegou a detectar a inclusão e a corrigiu. Mesmo assim, em despachos posteriores, o CPF de Sakamoto voltou a aparecer, sem explicação. Nenhum dos 11 dígitos do documento da mulher condenada coincide com os do jornalista.
O que diz a defesa de Sakamoto
“A decisão é importantíssima, porque ela não nega o problema e o trata como se fosse um episódio pontual. O primeiro passo para corrigir qualquer problema é reconhecê-lo, o que a decisão faz. A insegurança jornalística não será resolvida hoje ou amanhã, mas reconhecê-la é o primeiro passo para uma sociedade mais justa”, afirma Davi Tangerino, advogado de Sakamoto no caso. “Só depois que o Estado faz isso é que ele abre uma mesa para discussão e melhorias”, conclui.
Na época em que a troca de dados ocorreu, o jornalista fazia críticas públicas à condução da operação Lava Jato, sediada no Paraná. “A condenação é importante para que governos mostrem que, de fato, estão preocupados com a liberdade de imprensa. O caso mostra como é fácil colocar em risco a vida de um jornalista com apenas alguns dados e acesso ao sistema”, afirmou Sakamoto.
O UOL procurou o governo do Paraná para solicitar posicionamento, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto.
O administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol, em Brasília, Cláudio Ferreira, que estava à frente da administração daquela cidade desde 2022, deixou o cargo oficialmente ontem (2).
A saída, alinhada com a governadora Celina Leão, marca o início de sua pré-campanha para deputado distrital pelo partido Democrata.
O Congresso Nacional converteu em lei apenas 23% das medidas provisórias do terceiro governo Lula (PT). É a menor taxa registrada desde a Emenda Constitucional 32, de 2001, que proibiu a reedição de MPs e fixou prazo máximo de 120 dias para cada medida, encerrando a prática de manter normas provisórias em vigor indefinidamente por renovação automática.
Os dados são do levantamento do Ranking dos Políticos com base na plataforma oficial do Planalto e mostram que o principal instrumento legislativo do Executivo federal perdeu eficácia ao longo das últimas duas décadas, independentemente do partido no poder.
Das 192 MPs editadas por Lula no terceiro mandato, 38 foram convertidas em lei. Outras 26 ainda estavam em tramitação no fechamento do levantamento. Das 166 com desfecho definido, 128 – ou 77% – não chegaram a se tornar lei. Na maior parte dos casos, o mecanismo foi a caducidade: o prazo máximo de 120 dias, composto por dois períodos consecutivos de 60 dias, se encerrou sem que o Congresso deliberasse sobre o texto.
Ao não pautar uma MP dentro do prazo, o Congresso a barra sem assumir o custo político de uma rejeição formal. O estudo descreve o fenômeno como “veto silencioso”, estratégia que se consolidou nos últimos anos e permite ao Legislativo exercer poder concreto sem confronto direto com o Executivo.
A série histórica levantada pelo Ranking dos Políticos começa no período pós-EC 32 do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, que abrange o último ano e meio de seu governo: 102 MPs editadas, 84 aprovadas, taxa de 82,3%. No primeiro mandato de Lula, de 2003 a 2006, o índice subiu para 90,4%, o mais alto do período analisado: das 240 MPs editadas, 217 foram aprovadas. A partir daí, a tendência geral é de queda.
No segundo mandato, a taxa recuou para 83,2%, com 149 aprovações em 179 MPs editadas. No primeiro governo de Dilma Rousseff, caiu para 74,4%, com 108 aprovações em 145 MPs. No segundo mandato dela, encerrado pelo impeachment, o índice foi de 78%, com 46 aprovações em 59 MPs editadas. Michel Temer registrou 75%, com 108 aprovações em 144 MPs e Jair Bolsonaro chegou a 68,3%, com 194 aprovações em 284 MPs editadas, o maior volume do período, parcialmente explicado pelo uso intensivo do instrumento durante a pandemia de Covid-19.
O contraste com o período anterior à reforma constitucional é ainda mais expressivo. No governo Fernando Collor, o Plano Collor foi implementado por meio de 17 medidas provisórias, incluindo o confisco da poupança. Todas foram aprovadas pelo Congresso sem alteração de nenhum dispositivo, retrato de uma época em que o Executivo legislava com quase nenhuma resistência parlamentar.
O levantamento aponta dois fatores estruturais para a reversão desse padrão. O primeiro é o fortalecimento orçamentário do Parlamento, em especial após a institucionalização das emendas parlamentares impositivas, que deram a deputados e senadores capacidade de entrega direta de políticas públicas em suas bases eleitorais, reduzindo a dependência da intermediação do governo federal.
O segundo é a polarização política iniciada nas eleições de 2014, que fragmentou coalizões tradicionais, culminou no impeachment de Dilma Rousseff e produziu um ambiente de desconfiança persistente entre os Poderes.
A isso se soma uma mudança de comportamento dos próprios presidentes. A partir do segundo mandato de Lula, os governos passaram a recorrer com mais frequência a outros instrumentos legislativos, como projetos de lei, propostas de emenda constitucional e projetos de lei complementar, enviados pelo próprio Executivo ou por líderes dos partidos da base. As MPs foram deixando de ser a principal via de produção legislativa do Executivo.
O processo se acentuou após 2022. A disputa polarizada entre Lula e Bolsonaro produziu um Congresso heterogêneo, com parcela da bancada estruturalmente inclinada à oposição ao Executivo eleito, não por estratégia conjuntural, mas por composição eleitoral.
O estudo conclui que o presidencialismo brasileiro preserva sua capacidade de ação, mas o centro decisório se deslocou. A medida provisória, instrumento que na origem simbolizava a força unilateral do Executivo, passou a medir a capacidade de cada governo de entrar em consenso com o Parlamento antes de agir.
O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) reforçou o ritmo de crescimento de Caruaru durante as agendas do Governo de Pernambuco realizadas na última quinta-feira (2). Ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD) e do prefeito Rodrigo Pinheiro (PSD), o parlamentar participou de uma série de entregas.
Durante a passagem pela cidade, Fernando acompanhou a entrega da cozinha comunitária, o anúncio da licitação para a duplicação do trecho urbano da PE-95, a entrega do Complexo da Polícia Científica e da requalificação da emergência do Hospital Regional do Agreste. “Caruaru vive um momento de crescimento acelerado, fruto de uma gestão comprometida e de parcerias que dão resultado”, destacou.
Fernando Monteiro também tem ampliado sua força política no município, atuando em sintonia com a gestão municipal e fortalecendo alianças. “Nosso compromisso é com resultados. Já são cerca de R$ 200 milhões em investimentos, entre emendas e obras destravadas, que mostram que o trabalho conjunto está acelerando o desenvolvimento de Caruaru”, concluiu.
Em Caruaru, o parlamentar também destacou a chegada do deputado federal Túlio Gadêlha ao PSD. “Túlio chega para somar. É um jovem político comprometido em melhorar a vida das pessoas e que tem muito a contribuir com esse projeto coletivo”, afirmou. O ato aconteceu no Monte Bom Jesus, símbolo da Capital do Agreste.