Teve início, há pouco, em Arcoverde, a 260 quilômetros do Recife, o 1º Forró do Magno. Boa música e alto astral dão o tom da festa. Além de uma deliciosa feijoada e um xerem com galinha de capoeira.
Venha que ainda dá tempo! As últimas mesas e senhas podem ser adquiridas pelo contato (87) 9.8824-0969, com Tayse Lira.
Por Agência Brasil
O ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Instituto Alana irão destinar R$ 60 milhões para financiar pesquisas e o desenvolvimento de tecnologias para diagnóstico e tratamento de endometriose, dor pélvica e melhoria da saúde menstrual — problemas que afetam 10% de mulheres em idade fértil, inclusive adolescentes.
As causas da endometriose não são conhecidas. As hipóteses de especialistas relacionam a fatores genéticos, hormonais, imunológicos e o percurso do sangue menstrual em direção à cavidade abdominal.
Leia maisDo total anunciado na última terça-feira (9) em Brasília, R$ 50 milhões serão desembolsados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em editais de pesquisa e inovação da saúde da mulher. Os outros R$ 10 milhões serão providos pelo Instituto Alana para a criação de uma rede nacional de pesquisa especializada em saúde da mulher.
Problema de saúde pública
Segundo a ministra Luciana Santos, os investimentos são uma resposta do Estado para um problema de saúde pública. “Demonstram o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras.” “O que não é pesquisado não é compreendido. O que não é compreendido não é tratado”, disse a CEO do Instituto Alana, Flavia Doria.
O diagnóstico precoce da endometriose permite um melhor tratamento médico, promove a redução das dores e evita o agravamento da doença. “Quanto mais tarde essa dor é tratada, maior o preço. O corpo aprende a sentir essa dor. Com o tempo, os mecanismos de inflamação se acumulam. O que não foi cuidado na adolescência podem se tornar dores crônicas na vida adulta”, alerta a CEO do Instituto Alana.
Atendimento do SUS
Conforme o portal do Ministério da Saúde, a endometriose é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento e crescimento de estroma e glândulas endometriais (partes do tecido que reveste o útero internamente) fora da cavidade uterina.
Esse deslocamento do tecido pode provocar uma reação inflamatória crônica, com taxa de prevalência estimada entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, presente no anúncio, avalia que há pouca visibilidade das doenças que afligem às mulheres. Ele tem a expectativa que as pesquisas que serão feitas permitirão “construir uma política pública robusta” e melhorar o atendimento às mulheres no Sistema único de Saúde (SUS). “É fundamental avaliar a qualidade do que está sendo entregue e desenvolver novas tecnologias”, defendeu o ministro.
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Por Fabio Nóbrega
Da Folha de Pernambuco
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nas redes sociais na manhã deste sábado (13) um vídeo para desejar boa sorte à Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026. O pentacampeão Brasil estreia no torneio contra o Marrocos, quarto colocado em 2022, às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Vestido com a camisa amarela do Brasil com um adesivo com a frase “O Brasil é do brasileiros”, Lula enviou uma mensagem de incentivo ao treinador Carlo Ancelotti e aos jogadores da Seleção. Lula, que disse acompanhar a Copa do Mundo desde 1958, quando o Brasil foi campeão pela primeira vez, destacou que os jogadores representam o sentimento de uma nação inteira ao vestirem a camisa da Seleção.
Leia mais“Eu sei que você já ouviu comparação com a Copa de 58, 62, 66, 70. Não vale nada. O que vale na verdade é que você convocou o time, a meninada que tá aí, a meninada que você tem, que você escolheu”, afirmou o presidente. “Portanto, uma coisa que eu queria pedir para você, nessa Copa, o que vale é essa meninada compreender que jogar bola eles sabem, mas para ganhar numa Copa do Mundo é necessário mais do que jogar o que eles sabem por uma coisa importante: eles estão jogando para o povo brasileiro”, falou Lula.
Para finalizar, o presidente lembrou da garra e da unidade do time na busca pelo hexa e afirmou que, caso conquiste o título, Ancelotti se tornará um herói nacional, figurando ao lado de nomes lendários como Zagallo, Feola, Parreira e Felipão. “Eles [os jogadores] têm que estar bem, eles têm que estar motivados. Eles precisam jogar pensando no povo brasileiro que está precisando de uma vitória. Se você conseguir, Ancelotti, você vai virar o nosso herói como foi o Zagallo, como foi o Feola, o Parreira e como poderá ser você agora. Foi o Felipão em 2002. Time você tem”, completou Lula.
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O ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe e pré-candidato a deputado estadual Fábio Aragão anunciou a adesão do ex-prefeito de Taquaritinga do Norte, Jânio Arruda, à sua pré-candidatura. A movimentação foi divulgada nas redes sociais de Fábio, que agradeceu a confiança do ex-gestor e afirmou que o gesto fortalece seu projeto político para as eleições deste ano.
Presidente do PSD municipial, ex-prefeito por três mandatos e ex-vereador, Jânio é uma das principais lideranças políticas de Taquaritinga do Norte. A adesão reforça a articulação de Fábio Aragão no Agreste pernambucano.
Do Blog da Folha
O presidente estadual do União Brasil e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, recebeu uma importante demonstração de força política em Jaboatão dos Guararapes, um dos maiores colégios eleitorais de Pernambuco. O ex-prefeito de Petrolina conquistou o apoio do prefeito Mano Medeiros, do deputado federal Guilherme Uchôa Júnior, do presidente da Câmara Municipal, Getúlio Belém, além de um expressivo grupo de vereadores do município. A governadora Raquel Lyra também esteve presente ao ato.
Passam a integrar o projeto político de Miguel os vereadores Neco Filho, Birobiro, Adeildo da Igreja, Adiel, Lica do Micro-ônibus, Sou mais Hugo, Charles Motorista, Belarmino, Pereira da Oficina, Jeane Candido, Flora, Eurico Moura, Nivaldo do Gás, Nado do Caminhão, Marlos Costa e Irmão Jailton.
Leia maisA adesão das lideranças representa um importante reforço para a construção da candidatura de Miguel ao Senado nas eleições de 2026. Jaboatão dos Guararapes ocupa posição estratégica no cenário político estadual e tem papel decisivo na formação das grandes alianças eleitorais de Pernambuco.
O apoio simultâneo do prefeito Mano Medeiros, do deputado federal Guilherme Uchôa Júnior, do presidente da Câmara Municipal, Getúlio Belém, e de uma ampla bancada de vereadores evidencia a consolidação de um grupo político alinhado em torno do projeto liderado por Miguel Coelho. O movimento amplia a presença do pré-candidato na Região Metropolitana do Recife e fortalece sua articulação junto às principais lideranças do estado.
Nos bastidores, a aliança é vista como um dos mais relevantes movimentos políticos deste início de pré-campanha. Além de ampliar a capilaridade do União Brasil, o apoio fortalece o diálogo de Miguel com setores importantes da população e consolida sua posição entre os principais nomes da disputa pelo Senado.
“Recebo esse apoio com muita gratidão e responsabilidade. Jaboatão é uma cidade fundamental para o desenvolvimento de Pernambuco e contar com a confiança do prefeito Mano Medeiros, do deputado Guilherme Uchôa Júnior, do presidente Getúlio Belém e desse grupo qualificado de vereadores fortalece ainda mais nosso compromisso de construir um estado mais forte, com mais oportunidades e qualidade de vida para a população”, afirmou Miguel Coelho.
Para aliados e observadores da cena política pernambucana, a formação desse bloco em Jaboatão reforça a capacidade de articulação de Miguel Coelho e amplia sua presença em uma região considerada decisiva para o resultado das eleições estaduais. A adesão de lideranças com forte atuação política e eleitoral fortalece o projeto do União Brasil e consolida a caminhada de Miguel rumo ao Senado Federal em 2026.
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Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360
Já vimos este filme. Como em 2018, temos um ex-presidente preso e um candidato por ele nomeado para enfrentar e derrotar tudo o que está aí. Há ainda o risco real do crescimento avassalador de Renan Santos (Missão), outsider que tudo tem a ganhar e nada a perder. Nos últimos 8 anos, seguimos polarizados, mas agora temos novo ingrediente: os desafios a caminho virão com força.
Eles rebentarão no colo do vencedor, seja quem for. Não se trata de pessimismo, muito menos de catastrofismo. Basta não brigar com a realidade e ler os sinais emitidos por um Brasil cada vez mais próximo da tempestade perfeita criada por dilemas econômicos, fiscais e institucionais.
Leia maisQuem olha adiante enxerga a crise de 2027 como os navegadores percebem as tempestades em alto-mar. O tempo é de sol e brisa, porém milhas adiante está o bloco de nuvens negras, com ventos fortes e chuva. Ela virá. Será preciso sabedoria para se proteger e sobreviver.
As projeções do mercado apontam crescimento em torno de 1,7% para 2027. Vamos andar de lado, sem melhorar a renda da população ou arrecadar o suficiente para bancar demandas como segurança, educação e saúde. Ao mesmo tempo, as expectativas para a inflação permanecem em torno de 4%, acima da meta perseguida pelo Banco Central, enquanto a Selic projetada continua em dois dígitos.
Se os investidores acreditassem em mudanças para melhor, os juros futuros estariam caindo ao invés de se manterem acima de 14% nos curto e médio prazos. Se assim o é, significa que o mercado enxerga riscos relevantes adiante.
Basta olhar as contas do governo. O deficit público permanece próximo de 8% do PIB. A dívida bruta aproxima-se de 80% do PIB e continua subindo. Ao mesmo tempo, a maior parte do orçamento federal são despesas obrigatórias. Sobra pouco ou quase nada para investir. E ainda temos o saco de bondades de R$ 227 bilhões aberto pelo governo neste ano eleitoral. A conta vai chegar salgada e reluzente no ano que vem.
O Brasil já não consegue pagar o básico. Em 2025, o MEC ficou sem dinheiro para comprar livros didáticos e teve de pedir R$ 1 bilhão a mais. A penúria das agências reguladoras é grande. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) avisou que os cortes afetaram atividades essenciais de certificação, fiscalização e supervisão. A ANP (Agência Nacional do Petróleo) não tem dinheiro para fiscalizar e mandou parte do pessoal trabalhar em casa. Estão ao Deus dará mais de 40.000 postos de combustíveis, além de refinarias, distribuidoras e bases de armazenamento Brasil afora.
Isso não pauta a eleição, mas revela a vida como ela é fora da campanha eleitoral. O governo bate seguidos recordes de arrecadação, mas sempre falta dinheiro. A economia segue vulnerável a riscos externos. O agronegócio tem segurado a balança comercial, mas amarga fragilidades, porque importa 85% dos fertilizantes consumidos a cada safra. Em 2025, foram 45 milhões de toneladas, recorde histórico. O preço médio dos fertilizantes importados explodiu. Alguns subiram mais de 30% em março. Aumenta o preço da comida e produz inflação e mais juros. O petróleo ficou cada vez mais caro e mesmo que a guerra no Irã acabe amanhã ainda vai demorar até tudo voltar ao normal. E o presidente eleito em 2026 terá de fazer das tripas coração para governar.
Crises nos centros de poder
O sociólogo Michael Mann, em sua obra “As fontes do poder social”, ensina que as sociedades raramente entram em crise por falta de recursos ou por ausência de instituições. As crises surgem quando os diversos centros de poder deixam de atuar de forma coordenada e passam a responder prioritariamente às suas próprias lógicas.
O olhar de Mann ajuda a entender o que vem por aí. O Brasil tem instituições fortes. Congresso influente e autônomo, o Supremo Tribunal Federal ampliou seu protagonismo político e o Executivo segue poderoso. Mas todos esses centros de poder produzem cada vez menos decisões convergentes.
O Executivo perdeu capacidade de coordenação. O Congresso ampliou seu controle sobre o orçamento. O Supremo tornou-se árbitro permanente de conflitos com a judicialização da política promovida pelo Executivo com minoria parlamentar.
Em setembro de 2027, teremos ator político extremamente relevante entrando em cena. O ministro Alexandre de Moraes será presidente do Supremo. Na corte, existem três ministros com vocação e preparo para o exercício do poder. Gilmar Mendes, Flávio Dino e Moraes. Cada qual ao seu estilo, todos se enquadram na definição do ex-governador da Bahia, Antônio Carlos Magalhães: “O poder é só para quem tem apetite. Quem não tem pode usufruir das mais diferentes oportunidades de mando, que não vai conseguir mandar”. O ministro exercerá o poder ocupando a pista toda. Não sobrará um milímetro sequer.
No século 1 a.C., a República Romana era a maior potência do mundo conhecida. Rica, militarmente dominante e politicamente sofisticada, não enfrentava pobreza. O problema era outro. Senadores, tribunos, juízes e generais acumulavam poder e influência, mas não administravam bem os conflitos entre eles. As instituições permaneciam de pé. O sistema continuava funcionando. Mas a capacidade de governar diminuía progressivamente.
O Brasil não é Roma e estamos no século 21. Mas, às vezes, o passado ajuda a entender o presente e suas consequências. Sociedades raramente entram em dificuldades por falta de recursos, mas por falhas nos mecanismos de decisão quando os problemas surgem.
O próximo ano tem todos os ingredientes para o fim do ciclo do Brasil na encruzilhada. Zuenir Ventura viu isso quando escreveu “1968: O Ano que Não Terminou”. O livro é o testemunho de alguém com sensibilidade para entender que certos anos não terminam quando o calendário acaba. Continuam vivos na memória coletiva, influenciando gerações presentes e futuras. Já se vão quase 50 anos.
Fique atento a 2027. Não porque a crise seja inevitável, muito menos a instabilidade econômica, mas porque tem tudo para ser palco de algo que nos tocará fundo, seja ruptura ou consenso. Pode ser que nada seja como antes, igual em 1968.
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Uma reportagem publicada pela Folha de S.Paulo revelou que a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, utilizou para compromissos oficiais e agendas políticas uma aeronave adquirida pelo Governo do Estado com a justificativa de ampliar o atendimento aeromédico à população.
Segundo a reportagem, o avião modelo King Air 260, de matrícula PS-GEP, foi comprado por R$ 64,3 milhões em julho de 2025 com recursos da Secretaria de Defesa Social e entregue ao Estado em dezembro do mesmo ano. Na ocasião, o próprio Governo de Pernambuco divulgou que a aeronave reforçaria a estrutura de transporte de pacientes e ampliaria a capacidade de atendimento aeromédico no estado.
Leia maisEntretanto, de acordo com a Folha, ainda no mês da entrega o kit médico instalado na aeronave foi temporariamente removido para que o avião transportasse a governadora a Brasília, onde ela participou de reuniões políticas, incluindo encontros com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
A revelação reforça questionamentos que já vinham sendo feitos desde o fim de 2025 sobre a mudança de finalidade da aeronave. Na época, documentos internos da Secretaria de Defesa Social apontaram a retirada dos equipamentos médicos para adequar o avião ao transporte da governadora. Antes disso, a aeronave era apresentada como um importante reforço para remoções de pacientes, especialmente em missões envolvendo Fernando de Noronha e outras operações de saúde e salvamento.
Procurado pela reportagem, o Governo de Pernambuco afirmou que as aeronaves do Estado são utilizadas exclusivamente em missões institucionais de interesse público, seguindo critérios técnicos e legais, e sustentou que não houve prejuízo às atividades de saúde. A gestão também declarou que os deslocamentos da governadora ocorrem, majoritariamente, em voos comerciais.
A divulgação do caso pela Folha adiciona um novo elemento ao debate sobre prioridades administrativas em Pernambuco. A principal controvérsia está no fato de que um equipamento apresentado à população como instrumento para salvar vidas e ampliar o atendimento médico acabou sendo utilizado para deslocamentos políticos da chefe do Executivo estadual, levantando questionamentos sobre a destinação e o uso de um investimento público de mais de R$ 64 milhões.
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Chegou o grande dia! Neste sábado, a partir do meio-dia, o 1º Forró do Magno abre no Persone, em Arcoverde, os festejos juninos da Terra do Cardeal, um dos mais tradicionais e animados polos do São João de Pernambuco. Vai ter muito forró, comidas regionais e muita animação. O evento, o primeiro que promovo no Interior, está dentro do calendário das comemorações dos 20 anos deste blog, pioneiro no Nordeste e mais lido na Região, com forte inserção na política nacional e regional.

Começa de meio-dia e se só acaba às 19 horas, quando veremos a estreia do Brasil na Copa num telão especial montado no local. O ingresso de acesso, no valor de R$ 250, dá direito ao almoço, uma feijoada no capricho e xerém com galinha de capoeira, além de um irresistível feijão verde. Deu água na boca? Então, não fique de fora!
Leia maisJá a mesa sai por R$ 2 mil, com 8 lugares. A bebida não está inclusa. O convidado terá várias opções de consumo num bar exclusivamente instalado para a ocasião. No mais, é trazer muita alegria, forró no pé e disposição para dançar a tarde inteira.
Vamos começar ao som do maracatu, em seguida tem o Gigantes do Forró, com Zezinho sanfoneiro e Allana Carla, além de uma vibrante e emocionante participação do cantor e compositor Paulinho Leite, que está de volta aos palcos depois de uma pequena interrupção na sua brilhante carreira.
Depois, tem Super Oara e Silvério Pessoa. Para encerrar, Sebá Rossi, cover de Reginaldo Rossi, trazendo os sucessos do rei do brega e muito forró também. Uma tarde inesquecível. Foi tudo planejado no capricho, desde o cardápio regional até as atrações.

O ‘1º Forró do Magno’” tende a se consagrar no calendário da cidade como uma festa tradicional e animada. Será o primeiro evento comemorativo fora da capital, a fim de valorizar o grande público de leitores espalhados pelo Estado e ouvintes do Frente a Frente, programa que ancoro das 6 às 7 da noite, líder em audiência no seu horário, com 48 emissoras espalhadas em quatro Estados nordestinos — Pernambuco, Paraíba, Alagoas e Bahia.

A face excludente da Copa nos EUA
A Copa do Mundo nos Estados Unidos começou longe da imagem de festa universal que a FIFA costuma promover. Em vez da celebração da diversidade e do encontro entre nações, os primeiros relatos do torneio revelaram um país cada vez mais fechado ao estrangeiro, onde o medo, a desconfiança e a seletividade no tratamento de visitantes refletem um ambiente político alimentado pelas políticas migratórias endurecidas do governo do presidente Donald Trump.
Nos aeroportos americanos, jogadores, jornalistas e torcedores de países africanos, árabes e asiáticos relataram abordagens constrangedoras e tratamentos que levantaram acusações de racismo e xenofobia. A recepção hostil contrasta com o ideal de uma Copa sem fronteiras e reforça a percepção de que, sob o discurso de segurança nacional, determinados povos continuam sendo vistos como suspeitos antes mesmo de cruzarem a imigração.
Leia maisO contexto político ajuda a explicar o cenário. Desde seu retorno à Casa Branca, Trump retomou uma agenda de forte repressão à imigração, ampliando deportações, restringindo pedidos de asilo, endurecendo o controle na fronteira com o México e impondo novas restrições de entrada a cidadãos de 19 países, grande parte deles africanos, árabes ou de maioria muçulmana. A medida foi justificada pelo governo como uma ação de proteção à segurança nacional, mas recebeu críticas por reforçar uma política de exclusão baseada na origem dos estrangeiros.
A contradição se torna ainda maior quando o país que ergue muros e cria barreiras burocráticas tenta sediar o maior evento multicultural do planeta. O futebol, historicamente um espaço de mistura de povos e identidades, encontra nos Estados Unidos de Trump uma realidade marcada pelo nacionalismo, pelo controle rígido das fronteiras e por uma política migratória que transforma visitantes em potenciais ameaças.
Nem mesmo a paixão popular pelo esporte escapou da lógica de exclusão. A cobrança de valores exorbitantes pelos ingressos e o modelo de preços dinâmicos transformaram partidas da Copa em produtos acessíveis apenas a uma elite econômica. Assim, o torneio que deveria representar a universalidade do futebol acaba sendo marcado por duas barreiras: a fronteira para entrar no país e o preço para conseguir entrar nos estádios.
Racismo no aeroporto – A jornalista brasileira Karine Alves denunciou ter sido vítima de racismo ao desembarcar nos Estados Unidos para cobrir a Copa do Mundo. Segundo seu relato, ela foi submetida a uma abordagem diferenciada pelas autoridades de imigração, em um episódio que reforça as críticas à recepção dada a estrangeiros no país. “Quando cheguei nos Estados Unidos, eu não entendi direito, mas pediram que eu levantasse o cabelo de forma ríspida. Eu fiquei sem reação, mas depois entendi e levantei o cabelo, porque muitas mulheres negras passam por isso. Foi algo muito pontual, mas que outras colegas, por exemplo, não passaram por isso aqui”, disse.

Só falta o TCU – Durante a inauguração do novo terminal de contêineres da APM Terminals, no Complexo de Suape, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que a retomada do ramal pernambucano da Transnordestina depende apenas do aval do Tribunal de Contas da União (TCU). Ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD), disse que a obra já está licitada, contratada e com recursos assegurados. “É só o TCU dizer o ‘ok’ que a obra começa”, declarou. O trecho ligará Salgueiro ao Porto de Suape. Desde maio, o projeto aguarda a superação de questionamentos do tribunal sobre estudos técnicos, econômicos e ambientais.
João marca território – Ao acompanhar o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na inauguração do novo terminal de contêineres de Suape, João Campos (PSB) aproveitou para reforçar a importância do apoio do Governo Lula (PT) às grandes obras estruturadoras em Pernambuco. O socialista destacou a participação da União na consolidação do empreendimento e voltou a defender a chegada da Transnordestina ao porto pernambucano. “Nós temos o compromisso de fazer a Transnordestina e que ela possa chegar até Suape”, afirmou.
Sem pressão – O senador Fernando Dueire (MDB) afirmou que não pretende pressionar a governadora Raquel Lyra (PSD) pela composição da chapa majoritária de 2026. Em entrevista à Rádio TMC, disse confiar no reconhecimento ao trabalho desenvolvido ao longo do mandato e revelou manter conversas frequentes com a governadora. “Eu sei que a governadora me quer na chapa dela”, declarou. Dueire também destacou o apoio de mais de 100 prefeitos pernambucanos e avaliou que o presidente Lula (PT) deverá manter mais de um palanque no Estado durante a próxima eleição.

Indireta para Lula – Em entrevista à revista Veja, a governadora Raquel Lyra (PSD) afirmou que o Nordeste não pertence a nenhum grupo político e sugeriu que a região pode não repetir automaticamente seu alinhamento histórico com o presidente Lula (PT). Ao comentar o cenário eleitoral, a gestora rejeitou a ideia de hegemonia permanente da esquerda no principal reduto do petista. “Pernambuco não tem dono. O Nordeste não tem dono. Ninguém é dono do povo”, declarou. A fala ocorre num momento em que Raquel busca convencer Lula a manter neutralidade na disputa estadual de 2026, ao mesmo tempo em que amplia o diálogo com setores ligados ao bolsonarismo e tenta avançar sobre parcelas do eleitorado tradicionalmente identificadas com o presidente.
CURTAS
Camisa do Bolsonaro? – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a associar a camiseta da Seleção Brasileira ao campo bolsonarista durante agenda no Pará. Ao convocar apoiadores para acompanhar os jogos da Copa do Mundo, chamou o uniforme verde e amarelo de “camisa do Bolsonaro”. A declaração ocorre em meio à disputa simbólica travada com o presidente Lula (PT) pelo uso das cores nacionais, historicamente apropriadas por setores da direita nos últimos anos.
Verde e amarelo – O presidente Lula (PT) reagiu à ofensiva simbólica do bolsonarismo e defendeu que a esquerda volte a ocupar as cores da bandeira brasileira durante a Copa do Mundo. Em discurso recente, afirmou que seus apoiadores precisam “andar de verde e amarelo” para impedir que os símbolos nacionais sejam identificados com apenas um campo político. O tema ganhou força após novas declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a camiseta da Seleção.
Mais exames – Relatório médico divulgado ontem informou que Jair Bolsonaro (PL) apresentou piora das crises de soluço nos últimos dias e deverá passar por novos exames para investigar a origem do problema. Segundo os médicos, o ex-presidente precisará realizar procedimentos no trato digestivo, incluindo endoscopia e avaliação do esôfago. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde março por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Perguntar não ofende: A FIFA será responsabilizada pelos absurdos de Trump
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O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) regulamentou a liberação de créditos de precatórios por meio do sistema PIX. A medida foi estabelecida pela Instrução Normativa nº 07/2026, assinada pelo presidente da Corte, desembargador Francisco Bandeira de Mello, e publicada no Diário da Justiça desta sexta-feira (12).
A nova regulamentação, que entra em vigor dia 22 de junho, disciplina a utilização do Sistema de Ordem de Pagamento Eletrônico (SOPE) para a expedição das ordens de pagamento e estabelece que os valores de precatórios serão transferidos diretamente para contas de titularidade dos beneficiários por meio do PIX. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisDe acordo com a norma, as transferências deverão utilizar exclusivamente chaves PIX vinculadas ao CPF ou ao CNPJ do destinatário, o que, segundo o tribunal, busca garantir mais segurança e agilidade na liberação dos recursos.
A iniciativa integra o processo de modernização dos serviços do Poder Judiciário pernambucano. No texto da instrução normativa, o TJPE destaca o compromisso da atual gestão com o aperfeiçoamento dos mecanismos de pagamento e com a ampliação do uso de soluções tecnológicas voltadas à melhoria da prestação jurisdicional.
Pelas novas regras, a instituição financeira responsável pela operação deverá validar previamente os dados da chave PIX informada, verificando a correspondência entre CPF ou CNPJ, nome do beneficiário e as informações constantes na ordem de pagamento. A medida pretende reduzir riscos e evitar transferências indevidas.
A regulamentação também prevê procedimentos para situações excepcionais. Nos casos em que houver inconsistências cadastrais, divergências de dados ou ausência de chave PIX cadastrada, o levantamento dos valores poderá ser realizado diretamente na instituição financeira, mediante autorização da Presidência do TJPE.
Outro ponto previsto na norma é a possibilidade de utilização da nova sistemática para créditos que já tiveram ordens de pagamento expedidas, mas que ainda não foram levantados pelos beneficiários.
A instrução normativa ainda estabelece responsabilidades para os servidores autorizados a operar o SOPE, determina procedimentos de conferência das informações antes da transmissão das ordens de pagamento e atribui à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC) a gestão dos perfis de acesso ao sistema.
Com a regulamentação, o TJPE espera reduzir etapas burocráticas, acelerar a disponibilização dos recursos aos beneficiários e fortalecer a transformação digital dos serviços prestados pelo Judiciário pernambucano.
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O secretário executivo de Ensino Médio e Profissional de Pernambuco, Paulo Dutra, foi exonerado do cargo nesta semana. Reconhecido pela atuação na área educacional e com trajetória ligada à gestão da educação pública, ele era responsável pelas políticas voltadas ao ensino médio e à educação profissional da rede estadual.
A saída de Dutra repercutiu entre profissionais da educação, que destacam sua participação na reorganização de áreas técnicas da secretaria e na condução de ações voltadas ao ensino profissionalizante. Entre os projetos em andamento estava a previsão de ampliação de vagas na educação técnica do Estado.
Até o momento, o Governo de Pernambuco não divulgou os motivos da exoneração.
