FMO janeiro 2020

28/01


2020

Nasce a primeira vinícola do Agreste em Garanhuns

Na Chácara Vale das Colinas, empreendimento de Michel Cavalcante, em Garanhuns, está florescendo a primeira vinícola bonita e extremamente arrojada, com pesquisa desenvolvida pela Embrapa Semiárido, em parceria com o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE). 

A primeira colheita já foi realizada e se iniciaram a produção. Um lugar lindo e de futuro, que ainda vai dar muito o que falar. Vale a pena conferir mais informações pelo Instagram: @valedascolinas.


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

28/01


2020

Dino pode encabeçar chapa do PT em 2022

Sondado por Lula, Dino pode encabeçar chapa do PT em 2022

Governador do Maranhão não descarta retornar à legenda, da qual se desfiliou em 1994, para disputar a Presidência.

Foto: Dino em acampamento “Lula Livre”: possível chapa com PT em 2022
Foto: Geraldo Bubniak / AGB

O Globo - Por Gustavo Schmitt

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), foi sondado pelo ex-presidente Lula para voltar ao PT, o que abriria a possibilidade de ele ser o candidato do partido para disputar a Presidência em 2022. Por ora, não houve um convite formal, mas uma conversa com o ex-presidente, no último dia 18. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), também participou do encontro, que aconteceu pouco antes de uma reunião na Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo.

Ao jornal Valor Econômico, em entrevista publicada ontem, Gleisi disse que o partido trabalha com a reedição da candidatura presidencial do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, mas admitiu que vê o governador do Maranhão como uma alternativa e ressaltou que ele “sempre foi muito leal à causa” do ex-presidente Lula.

Ao GLOBO, a assessoria da deputada reafirmou suas declarações, mas disse que Lula não fez um convite formal a Dino. Haddad, por meio de sua assessoria, qualificou a entrevista como “adequada”. Já o ex-presidente Lula não quis comentar.

Nas próximas semanas, Lula deve encontrar Dino no Maranhão para uma agenda política. Segundo petistas, o apreço do ex-presidente por Dino cresceu em razão da defesa enfática de Lula que o governador fez quando o petista estava preso em Curitiba. A avaliação é que os argumentos de Dino renderam credibilidade à defesa do ex-presidente, além de trazer fundamentos jurídicos com a experiência de quem já atuou na magistratura.

Outro ponto a favor do governador foi seu apoio à ex-presidente Dilma Rousseff durante o processo de impeachment. Dino também tem relações de amizade e laços estreitos com o deputado Wadih Damous (RJ), o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e a própria Gleisi. A proximidade não é a mesma com Haddad, apesar de manter o diálogo com o petista desde a eleição de 2018.

Reaproximação

Dino iniciou sua vida partidária no fim dos anos 1980, quando foi um dos coordenadores do comitê de juventude para a candidatura de Lula à Presidência. Ele foi filiado ao PT de 1987 a 1994, quando ingressou na magistratura. Antes disso, porém, advogou para sindicatos ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Ao retornar à política em 2006, acabou se distanciando do partido na esfera estadual. Lula foi cabo eleitoral dos candidatos da família Sarney contra o grupo político de Dino nas eleições de 2010 e 2014. O apoio só veio na última eleição em 2018, quando o petista fez uma carta já da prisão.

Aliados também avaliam que Dino se cacifou para a disputa presidencial, após o presidente Jair Bolsonaro dizer que “daqueles governadores de paraíba, o pior é o do Maranhão”. Eles entendem que o comentário acabou projetando a imagem de Dino. Em meio ao ambiente de polarização política, o governador tem pregado o diálogo entre a esquerda e outras forças políticas. Dino tem mantido diálogo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e com o apresentador Luciano Huck, cotado como um possível presidenciável.

A interlocutores, o governador afirma que sua estratégia é tirar a esquerda do isolamento e não ficar restrito à bandeira do “Lula Livre”. Ele tem dito que as forças progressistas precisam dialogar e formar uma frente ampla em defesa da democracia.


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acolher

28/01


2020

OMS revê para "alta" ameaça global do coronavírus

Funcionária trabalha na fabricação de trajes de proteção em 27 de janeiro de 2020 em Nantong, China - AFP

Da ISTOÉ - Por AFP

A capital chinesa registrou ontem a primeira morte pelo coronavírus que está causando um temor crescente no mundo, diante das 106 mortes e cerca de 1.300 novos casos confirmados só na China, enquanto a OMS elevou a ameaça internacional da epidemia a “alta”.

As autoridades sanitárias da província chinesa de Hubei (centro), onde começou a epidemia, afirmaram que o vírus deixou mais 24 mortos, que somados aos 82 já reportados, somam 106, e infectou outras 1.291 pessoas, o que eleva o número de pacientes confirmados a mais de 4.000 em todo o país.

Um bebê de nove meses estaria entre os infectados.

A preocupação com o vírus levou Pequim a adiar o início do semestre letivo em escolas e universidades em todo o país.

As aulas estão suspensas devido ao feriado do Ano Novo Lunar e o ministério da Educação não divulgou uma data para o retorno das atividades. De acordo com uma circular do ministério, a retomada das aulas será decidida segundo a localização dos estabelecimentos.

O embaixador chinês na ONU, Zhang Jun, assegurou ao secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que seu país “tem plena capacidade e confiança de vencer a batalha contra a epidemia”, segundo um comunicado da missão diplomática chinesa nas Nações Unidas.

Em entrevista na sede da organização, Jun admitiu que a China está em um momento crucial ao apresentar ao chefe da ONU a situação e os meios implementados por Pequim para combater a doença.

“A China está trabalhando com a comunidade internacional em um espírito de abertura, transparência e coordenação científica”, afirmou o embaixador chinês, segundo comunicado de seu gabinete.

“Com grande senso de responsabilidade, a China não poupa esforços para deter a propagação da doença e salvar vidas”, acrescentou.

Mais cedo, o presidente americano, Donald Trump, havia oferecido “qualquer ajuda necessária” ao gigante asiático, que isolou várias cidades para impedir a propagação da doença.

A Mongólia se tornou o primeiro país a fechar as rodovias que a ligam à China. As pessoas procedentes da província chinesa de Hubei, a mais afetada, não poderão entrar na Malásia.

Alemanha, Turquia e Estados Unidos desaconselharam seus cidadãos a viajarem à China, enquanto França, Estados Unidos, Japão e Marrocos preparam a evacuação de seus cidadãos.


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Prefeitura de Serra Talhada

28/01


2020

Sergio Moro considera debate sobre divisão de ministério encerrado

Foto: Adriano Machado - Foto: Reuters

 

Do Terra - Por Reuters

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou ontem que não tem motivos para ficar comentando a possibilidade de cisão da pasta que comanda após o presidente Jair Bolsonaro ter dito na sexta-feira passada que essa discussão está encerrada.

"Para ser muito claro, ele deu uma declaração. Para mim, tenho esse assunto como encerrado", disse Moro, em entrevista ao programa de rádio Pânico, da Jovem Pan.

"Ele (o presidente) teve uma declaração categórica de que a chance era zero. Para mim, está encerrado. Pode ser que no futuro distante, possa se cogitar isso (separar o ministério). Não acho uma ideia muito boa. Falei com parlamentares da bancada da bala, da bancada da segurança pública, perdão... (Falei) que os ministérios são mais fortes juntos do que separados", reforçou o ministro.

Na sexta, após o assunto vir à tona nos dias anteriores, o presidente negou que tenha intenção neste momento de dividir a pasta de Moro, o que poderia enfraquecer o ministro.

"A chance no momento é zero. Tá bom ou não? Tá bom, né? Não sei amanhã. Na política tudo muda, mas não há essa intenção de dividir. Não há essa intenção", disse Bolsonaro a jornalistas logo após desembarcar em Nova Délhi para viagem oficial à Índia.

Na entrevista desta segunda, Moro disse que Bolsonaro, quando lhe fez o convite ainda em 2018 para ingressar no governo recém-eleito, afirmou que as duas áreas voltariam a ser unidas. Elas foram separadas durante menos de um ano no governo do presidente Michel Temer.

Na semana passada, secretários de Segurança Pública apresentaram pedido de separação das áreas em reunião com o presidente no Palácio do Planalto. Bolsonaro disse depois que iria estudar o assunto, mas a reação ao simples debate --com Moro, um dos ministros mais populares, ameaçando deixar o governo nos bastidores-- fez ele recuar sobre o debate.

Moro rebateu na entrevista alegações de que não teria experiência para lidar com a área de segurança pública. Disse que, nos 22 anos como magistrado, conheceu a questão "profundamente" citando o fato de ter sido juiz corregedor e lidado com processos que envolviam o crime organizado. Ele mencionou o fato de o país estar registrando queda dos índices de criminalidade em geral e citou a redução em 22% dos assassinatos em 2022.

"Os resultados falam por si", disse, ao avaliar que isso "nunca aconteceu antes no país."

Principal nome da operação Lava Jato até entrar no governo Bolsonaro, Moro é visto como potencial candidato na eleição presidencial de 2022.

Embora esteja cada vez mais participando de eventos públicos e dando entrevistas, ele negou recentemente mais uma vez ter qualquer interesse eleitoral e destacou que vai apoiar o presidente em sua tentativa de reeleição.


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28/01


2020

EUA cobram que Brasil assuma repatriação de deportados

As autoridades americanas também querem que o país aumente seguranças nas fronteiras.

Seção de cerca que separa fronteira dos EUA do México perto de Ciudad Juarez 03/09/2019 REUTERS/Jose Luis Gonzalez

Do Terra - Por Reuters

O governo norte-americano querem que o Brasil assuma a responsabilidade pela repatriação de cidadãos presos tentando entrar ilegalmente nos Estados Unidos e aumente a segurança de suas fronteiras para evitar que o país seja caminho para pessoas de outras nacionalidades tentarem chegar aos território norte-americano.

A cobrança foi feita ontem pelo secretário-adjunto interino do Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) dos EUA, Ken Cuccinelli, em uma entrevista em Washington. Linha dura no combate à imigração ilegal, Cuccinelli, disse que o governo brasileiro tem sido "um bom parceiro" nos esforços de deportação, mas que precisa encarar o fato de ter um grande número de imigrantes ilegais.

Segundo o secretário, o Brasil tem servido de caminho para pessoas de outros países entrarem ilegalmente nos Estados Unidos e que o governo norte-americano espera um controle melhor das fronteiras.

"Nós esperamos ver o Brasil fazer mais, além de apressar o retorno dos seus próprios cidadãos que estão vindo ilegalmente para nosso país. Essa é uma parte importante de ser um bom aliado. Eles têm um grande número de ilegais vindo para os Estados Unidos e eles precisam encarar isso e começar a lidar com isso mais agressivamente do que faziam no passado", cobrou Cuccinelli.

Como mostrou a Reuters, na madrugada de sábado chegou a Belo Horizonte um voo fretado com cerca de 70 brasileiros deportados por tentarem entrar ilegalmente nos Estados Unidos. Um outro voo com cerca de 50 pessoas veio ao Brasil em outubro do ano passado, em um movimento que marca, mais uma vez, uma mudança de postura do governo de Jair Bolsonaro em direção à facilitação da deportação.

Desde 2006 o governo brasileiro não aceitava a deportação em massa através de voos fretados. Desde essa época, a determinação era de que os imigrantes presos fossem tratados caso a caso, para que se pudesse permitir todas as chances de terem seus pleitos de permanecer no país apreciados pela Justiça.

Na entrevista, o secretário-adjunto disse ainda esperar que o Brasil assuma a repatriação de seus cidadãos, além de emitir os documentos necessários para que eles viagem. Os dois voos enviados até agora foram pagos pelo governo norte-americano. À Reuters, o Itamaraty disse que foi informado sobre o voo.

"Nós vamos implementar novas ferramentas, espero que dentro de uma cooperação, para acelerar o retorno de brasileiros, e eu francamente espero que elas (autoridades brasileiras) assumam um papel ativo, transportando de volta seus cidadãos, facilitando a documentação necessária para que se possa fazer isso", disse Cuccinelli.

A não emissão de passaportes para os deportados é uma das cobranças dos norte-americanos. Desde 2014, um decreto presidencial proíbe o governo de emitir passaporte à revelia do cidadão.

Como mostrou a Reuters em agosto, sob pressão dos EUA, o governo brasileiro, ainda em 2018, passou a aceitar emitir, em alguns casos --de brasileiros a quem já não restasse qualquer recurso judicial para evitar a deportação-- emitir um atestado de nacionalidade, que permitiria a entrada no Brasil sem passaporte.

No entanto, em pouco tempo as companhias aéreas passaram a não aceitar o embarque sem passaporte, o que levou, em junho, o governo brasileiro a fazer um parecer jurídico garantindo que o atestado era suficiente para entrada no Brasil. No entanto, o governo norte-americano quer garantias maiores.

Até hoje, mesmo com a resistência dos setores consulares brasileiros, o governo do presidente Jair Bolsonaro tem cedido às pressões norte-americanas. No último final de semana, questionado sobre a deportação dos brasileiros e as notícias de que alguns voaram algemados de El Paso, no Texas, até Belo Horizonte, Bolsonaro afirmou que as leis dos países precisam ser cumpridas.

Perguntado ainda se poderia aproveitar a boa relação com o presidente dos EUA, Donald Trump, para interceder por um tratamento melhor aos brasileiros, Bolsonaro, em viagem à Índia, disse que "jamais" faria isso.

"Tenha santa paciência, a lei americana diz isso, é só você não ir para os Estados Unidos de forma ilegal", disse o presidente.

O número de brasileiros presos tentando entrar ilegalmente nos Estados Unidos aumentou quase 10 vezes no último ano fiscal norte-americano (outubro de 2018 a setembro de 2019), chegando a 17.900, contra 1.500 no ano fiscal anterior. Em 2019, cerca de 850 mil pessoas de diversas nacionalidades foram presas tentando cruzar a fronteira dos EUA.

Diplomatas brasileiros confirmaram esses números com o governo norte-americano e tentam encontrar uma explicação para o crescimento abrupto. Uma das fontes ouvidas pela Reuters levanta a hipótese de um aperto da fiscalização norte-americana em cima dos brasileiros --normalmente um grupo menor e de mais baixo risco-- para desencorajar a imigração ilegal.

Cuccinelli confirmou ainda que os Estados Unidos estudam incluir o Brasil no Protocolo de Proteção ao Imigrante (MMP, na sigla em inglês), um acordo feito com o México para enviar àquele país pessoas que atravessam ilegalmente a fronteira para que esperem pelo período dos seus procedimentos de imigração.

Segundo o secretário-adjunto, os EUA estão vendo um crescimento no número de brasileiros tentando entrar ilegalmente mas não existe com o Brasil um programa tipo o MPP, mas admitiu que discussões nesse sentido estão sendo feitas.

"Porque temos mais famílias vindo, estamos procurando outras alternativas que não a repatriação", afirmou.

Procurado pela Reuters, o Itamaraty informou que não iria comentar as declarações do subsecretário


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Prefeitura de Limoeiro

28/01


2020

Mourão disse que Witzel não ligou para pedir desculpas

Episódio da gravação de ligação telefônica

Mourão sobre Witzel: Não ligou (para pedir desculpas), deixa para lá esse caso.

Crédito foto: Sérgio Lima/Poder360

Do Estadão Conteúdo

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, chamou de "página virada" o episódio envolvendo a gravação de ligação telefônica por parte do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC). Questionado hoje por jornalistas , se o governador teria se desculpado pelo episódio, Mourão negou. "Não ligou, não. Deixa para lá esse caso. É página virada", disse.

No domingo, 26, Witzel divulgou em sua conta oficial no Twitter um vídeo no qual telefona ao presidente em exercício, com o viva-voz ligado, e pede apoio do governo federal para conter estragos causados pela chuva. Para Mourão, o ex-juiz federal "esqueceu" da ética e da moral ao gravar a conversa sem o avisar. O episódio não agradou ao presidente Jair Bolsonaro, que conversou com Mourão e concordou sobre a falta de ética da atitude, segundo informou Mourão nesta segunda-feira.

O vice-presidente disse ainda que nesta terça (28) deverá se encontrar com Bolsonaro, que deve chegar em Brasília por volta das 8h.


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28/01


2020

MEC suspende início das inscrições para o Prouni

Para este semestre, o Prouni dispõe de 251.139 bolsas de estudo (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
(Foto: (Foto: Arquivo/Agência Brasil

Por Agência Brasil

Inicialmente programadas para terem início nesta terça-feira (28), as inscrições para o Programa Universidade para Todos (Prouni) foram suspensas ontem pelo Ministério da Educação (MEC). O ministério ainda não estipulou nova data.

A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região suspender a divulgação do resultado das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Segundo o MEC, o cronograma do do Sisu e o do Prouni, ambos programas de acesso à educação superior, só serão divulgados após uma decisão final da justiça.

O Sisu oferta vagas em instituições públicas de ensino superior. Já o Prouni oferta bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior. Mas ambos utilizam notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Como foi comprovada a falha na correção (http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-01/inep-encontra-inconsistencia-em-correcao-do-enem) de algumas provas do Enem, a justiça atendeu o pedido da Defensoria Pública da União (DPU) de suspender a divulgação dos resultados do Sisu. A ideia é não comprometer a transparência e a lisura do procedimento que dá acesso às vagas, seja de um programa, seja de outro.

Segundo a DPU, em seu pedido, a revisão das notas pode provocar alteração nos resultados finais de todos os candidatos. E essa alteração, ainda que de décimos, pode ser a diferença entre conseguir ou não a vaga pretendida.

O MEC, no entanto, vai disponibilizar aos estudantes a consulta de bolsas do Prouni, uma vez que se trata apenas de uma informação. Com isso, a consulta das mais de 251 mil bolsas relativas ao processo seletivo 1/2020 já está aberta.


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28/01


2020

Universidades suspendem processos seletivos

Medida foi tomada até que dúvidas sejam respondidas com relação as falhas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

Por Estadão Conteúdo

Pelo menos três universidades federais do País decidiram suspender seus processos seletivos até que o Ministério da Educação (MEC) comprove ter superado todas as falhas na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As instituições têm modelos próprios de ingresso, mas utilizam a nota do exame para compor a o processo de seleção. São os casos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), de Santa Catarina (UFSC) e do Pará (UFPA).

No domingo, 26, a presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), desembargadora Therezinha Cazerta, manteve a decisão que suspendeu a divulgação dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Para ela, os entendimentos da Justiça Federal de São Paulo “nada mais fizeram do que proteger o direito individual dos candidatos do Enem a obterem, da administração pública, um posicionamento seguro e transparente a respeito da prova que fizeram”.

O Sisu seleciona ingressantes para mais de 235 mil vagas em 128 instituições públicas de ensino do País. Apesar de os alunos terem se inscrito (o prazo terminou neste domingo, 26), a divulgação está suspensa pela Justiça Federal.

A decisão de suspender a seleção pelos outros processos, além do Sisu, parte de uma preocupação das universidades em relação à correção das provas do Enem. O MEC diz ter encontrado erros nos testes de 5.974 candidatos, de um total de 3,9 milhões de participantes. Apesar de garantir que o problema foi superado, o ministério não apresentou ainda nenhum documento ou nota técnica que assegure a correção ou que mais nenhum aluno tenha sido prejudicado.

A Unifesp, por exemplo, previa divulgar nesta segunda-feira, 27, o resultado do vestibular misto (sistema que utiliza a nota do Enem e do vestibular próprio), que seleciona ingressantes para os cursos de Medicina, Engenharia Química e Ciências Biológicas. A divulgação foi suspensa por tempo indeterminado. “Assim que o Inep/MEC responder aos questionamentos que compõem a decisão liminar e a questão for resolvida, a universidade divulgará as listas dos processos seletivos afetados”, diz em nota a instituição.

A UFSC que tem um processo seletivo para vagas suplementares reservadas para cotas raciais também suspendeu o cronograma. “Em razão da indefinição quanto à divulgação das notas do Enem e da classificação pelo Sisu, somente após a informação oficial e definitiva repassada pelo Inep/MEC), serão publicados o cronograma e os procedimentos de matrícula para essas modalidades de ingresso na UFSC”, diz a nota. O mesmo foi decidido pela UFPA, que usa a nota do Enem como um dos critérios de avaliação na seleção de ingressantes.

Prejuízos

A suspensão da divulgação das notas do Sisu pode prejudicar o calendário letivo das universidades federais, que terão o período de matrículas alterado e consequentemente o início das aulas. O Estado apurou que o cronograma atual do Sisu já é considerado apertado pelas instituições de ensino, que há anos pedem ao MEC para que as notas do Enem e o sistema de seleção sejam adiantados para que possam ter mais tempo para matricular os estudantes.

Em nota, a Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino (Andifes) diz que, apesar do prejuízo ao calendário, acredita ser necessário o procedimento para que se tenha garantida de que os resultados estão corretos. “Pautadas na transparência, mérito e pelo dever de justiça com todos os candidatos, as universidades federais terão todo compromisso para efetivar as matrículas dos alunos aprovados a partir da confirmação dos resultados das notas do Enem, que devem ser corretos, em respeito aos padrões mais elevados de justiça.”

O atraso também afeta outros programas, como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Financiamento Estudantil (Fies), que são opções de acesso ao ensino superior privado para os estudantes que não conseguiram uma vaga nas instituições públicas.

Para os técnicos e parte da alta cúpula do ministério, a suspensão do sistema e a exigência de que seja comprovado que as notas dos candidatos estão corretas pode ser a melhor alternativa para o governo federal. Eles temem que a correção e o sistema continue sendo questionado judicialmente, colocando em xeque a credibilidade e segurança da prova.


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28/01


2020

Suspenção dos resultados do Sisu: AGU recorre de decisão

Por Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para a anular a decisão que suspendeu a divulgação do resultado das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), prevista para esta terça-feira (28).

No domingo (26), a desembargadora Therezinha Cazerta, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), decidiu manter em vigor liminar concedida pela primeira instância da Justiça Federal para suspender a divulgação, sob alegação de que o governo ainda precisa dar um posicionamento “seguro e transparente” sobre a correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, cuja nota é usada pelos estudantes para fazer inscrição no Sisu e concorrer a vagas em universidades públicas em todo o país.

Suspensão

No sexta-feira (25), a Justiça Federal de São Paulo havia determinado a suspensão da divulgação dos resultados do Sisu até que o governo federal demonstre a correção das provas do Enem em que estudantes de todo o país apontaram problemas. O tribunal deu prazo de cinco dias para o cumprimento da decisão, sob pena multa diária de R$ 10 mil. A decisão foi motivada por pedido da Defensoria Pública da União (DPU).

Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) reconheceu que houve erros na atribuição de notas para cerca de 6 mil alunos. Segundo a pasta, a falha teria ocorrido na impressão das provas aplicadas em algumas cidades e seria responsabilidade de uma gráfica. O MEC acrescentou que corrigiu o problema e não houve prejuízos para os estudantes.


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27/01


2020

O Marco Maciel de Olinda

À frente da Faculdade de Medicina de Olinda (FMO), referência em ensino de saúde no País em tão pouco tempo de reconhecimento pelo MEC, o empresário Inácio Neto visitou, há pouco, o prefeito em exercício de Olinda, Márcio Botelho (SD), e o convidou para inauguração da 1ª Escola de Educação Infantil do seu novo grupo Ecolar, no bairro Novo, na próxima segunda-feira. Trata-se de um investimento da ordem de R$ 3 milhões, gerando 400 vagas para crianças na faixa etária de um a seis anos de idade.

Ex-vereador do Recife, Inácio Neto se dedica, hoje, como empresário, a investir maciçamente em projetos que possam mudar o perfil de Olinda na área de educação. É, disparado, um dos maiores contribuintes de ISS do município. A primeira escola infantil, em fase final de obras, vai funcionar na Rua Catarina Batista, 790, no Bairro Novo, um dos mais populares da Marim dos Caetés.

Segundo ele, nos próximos anos serão abertas mais quatro escolas no mesmo modelo, com projeto arrojado, para oferecer a melhor educação aos filhos de Olinda, em tempo integral, com uma mensalidade de R$ 1.250. “Inácio é orgulho de Olinda”, diz Márcio Botelho (SD), o vice que todo prefeito gostaria de ter.

Afinal, como diz Inácio, Botelho não conviveu com Marco Maciel, mas pode ser visto e apontado como “o Marco Maciel da atualidade”: não leva problemas ao prefeito, aponta soluções, contribui fortemente na articulação política, tem visão empresarial e conhece a cidade como ninguém.


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