FMO

08/10


2006

Dilma: Lula deve insistir no combate à corrupção

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou neste domingo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve manter a estratégia de mostrar que seu governo combateu a corrupção. Na opinião da ministra, Lula vem demonstrando durante o debate de presidenciáveis na Rede Bandeirantes ter mais conhecimento sobre o país e propostas mais claras para o governo.

"Não é fingir que no governo anterior [de Fernando Henrique Cardoso] não existia, quando todos nós sabemos que existia e foi escondida em baixo do tapete. Esta é a grande fala dele [Lula]", disse a ministra.

Além de Dilma, também assistem ao debate os ministros da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, das Relações Institucionais, Tarso Genro, da Fazenda, Guido Mantega, o vice-presidente, José Alencar, os senadores Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante, a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, entre outros petistas. (Folha Online)


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Governo de PE

08/10


2006

Lula compara Alckmin a Bush

Ao responder a uma pergunta do candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, com críticas à política externa brasileira, o presidente Lula comparou o tucano ao presidente dos EUA, George W. Bush.

Alckmin criticou o governo Lula por não reagir às medidas da Bolívia de ocupar as instalações da Petrobras naquele país e disse que o governo federal não defende os interesses do Brasil. Alckmin condenou ainda a entrada de produtos chineses no país em larga escala, prejudicando a produção nacional.

"Por traz desse palavrório tem um presidente fraco. É óbvio que a Bolívia quer aumentar o preço do gás. O Brasil foi omisso ", disse Alckmin.

Lula rebateu dizendo que Alckmin ainda pensa que o mundo está vivendo a guerra fria e o comparou a Bush:

"É difícil discutir com alguém que pensa que ainda estamos na guerra fria. Possivelmente ele não saiba que temos responsabilidades. Se Bush tivesse bom senso, como eu tenho, não faria a guerra do Iraque. Pensava que nem você, Alckmin, e fez uma barbárie dessas". (Globo Online)


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EMPETUR

08/10


2006

Lula ataca Alckmin sobre administração da Febem

A temperatura do debate na TV Bandeirantes entre os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) estava bem elevada no terceiro bloco. Os dois candidatos investem em troca de acusações sobre suas gestões - no Estado de São Paulo e no governo federal.

Lula voltou ao tema das CPIs arquivadas em São Paulo e levantou a questão das fugas na Febem, acusando o governo tucano de não ter política para os jovens. Alckmin retomou a história do cartão corporativo e disse que ''quando lhe convém, Lula se vale da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso''.

O tucano defendeu sua política na Febem, que começou no governo de Mário Covas, afirmando que a reincidência dos jovens diminuiu, mesmo sem ajuda do governo federal. E partiu para o ataque: ''O Lula fala como comentarista, como se não tivesse a ver com ele a Febem. Ele cortou dinheiro. Essa foi sua contribuição. São Paulo trabalhou sozinho''.

Lula afirmou que o ex-governador é bom falador e retrucou dizendo que a Febem não é tratada com o ''carinho que merece, é tratada como sistema prisional para castigar a meninada''. ''Não existe política para os jovens. Quem cuida é o governo federal'', acusou.

Os dois candidatos também entraram na discussão sobre investimentos na educação. De um lado, Lula diz que fez universidades que o PSDB não fez. E, de outro, Alckmin levantou as conquistas de sua gestão, como a criação de outros campi da Unesp e USP.

Alckmin acusou Lula de não ter política para o Nordeste, onde o candidato petista tem seu melhor desempenho na conquista do eleitorado. ''Política para o Nordeste não existe. Transposição do São Francisco não existe'', acusou. (Agência Estado)


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Prefeitura de Paulista

08/10


2006

Lula chama Alckmin de leviano, que cobra respeito

No segundo bloco do debate na TV Bandeirantes entre os dois presidenciáveis, os ânimos se exaltaram quando o tucano Geraldo Alckmin questionou o petista Luiz Inácio Lula da Silva sobre os gastos do governo federal com o cartão de crédito corporativo --uma espécie de cartão de crédito pago com recursos públicos.

"Não seja leviano, não seja leviano, pergunte isso ao FHC [ex-presidente Fernando Henrique Cardoso]", disse o petista. "Respeito, respeito", retrucou o tucano.

O uso dos cartões de crédito corporativos foi autorizado na administração pública ainda no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

"Vá devagar, não vá como muita sede ao pote, porque sua bravata não vai funcionar", reiterou Lula.

No lado destinado ao presidente e candidato à reeleição assistem ao debate o vice-presidente José Alencar, os ministros Tarso Genro (Relações Institucionais), Celso Amorim (Relações Exteriores) e Dilma Rousseff (Casa Civil), além da ex-prefeita Marta Suplicy e dos senadores Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante.

No lado destinado a Alckmin estão o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE), além dos tucanos Alberto Goldman, José Aníbal, José Serra e Sérgio Guerra.( Folha Online)


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Comentários

José Rodrigues da Silva

Conselho da Máfia?



08/10


2006

Lula promete refinaria para o ano que vem

Cobrado por Alckmin por obras que anuncia, mas que não completa, o presidente Lula desfiou um rosário de promessas de conclusão obras inacabadas:

"A Transnordestina já começou. Para o desgosto de alguns setores do PSDB que não gostariam que ela acontecesse. A refinaria de Pernambuco começa no próximo ano. O pólo petroquímico do Rio de Janeiro começa no próximo ano, o pólo siderúrgico de Fortaleza começa... e o senhor sabe que começa, porque nós fomos atrás para fazer. Essas coisas tem um tempo de maturação. A decisão política está tomada, o dinheiro está lá e a obra vai começar e a Ferrovia Transnordestina já começou".


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Prefeitura de Ipojuca

08/10


2006

Lula diz que ex-secretário de Alckmin é corrupto

Lula quis demonstrar a conexão entre o ex-ministro da Saúde do governo FHC, Barjas Negri, que, mais tarde, se tornou secretário de Habitação do governo Alckmin. "O senhor sabia ou não sabia das transações obscuras" de Barjas Negri?, questionou.

Geraldo Alckmin reagiu dizendo que Lula não o medisse por suas regras. "Eu não tenho no meu governo ministro condenado", disse, afirmando não haver prova de que haja envolvimento de seu governo com corrupção.

"Se tem alguém que não tem moral para falar de ética é o governo Lula", encerrou.

Lula, por sua vez, tocou no assunto dos "69 pedidos de CPIs" engavetados no Estado de São Paulo. "Ao contrário do meu governo, que não movimentei um dedo para não fazer CPI", disse o candidato petista, que afirmou que "Barjas Negri tem 102 condenações provisórias".

Alckmin devolveu: "Quanta mentira. As CPIs só saíram porque o Roberto Jefferson denunciou. O governo foi derrotado, por isso saiu CPI".(Agência Estado)


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Prefeitura de Abreu e lima

08/10


2006

Lula pede e perde seu primeiro direito de resposta

O presidente Lula pediu direito de resposta no debate, por entender que foi ofendido pelo adversário, Geraldo Alckmin, e ter sido chamado de mentiroso. A produção da Band não concedeu.


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Prefeitura de Serra Talhada

08/10


2006

Alckmin ironiza Lula por estar lendo perguntas

Detalhe do debate, o presidente Lula precisa ler para perguntar ou para ter os dados para informar ao adversário. Isso chegou a ser cobrado em tom de ironia do candidato Alckmin.

Lula chegou a admitir que não tinha como guardar todas as informações, que não tinha se preparado para decorar respostas como Alckmin.


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Prefeitura de Limoeiro

08/10


2006

Alckmin cortará gastos, mas com corrupção

Alckmin disse que cortará gastos não da Previdência Social, que tem papel na redistribuição de renda, mas nos US$ 3,5 bilhões da corrupção, dados do Banco Mundial. E acusou o governo de distribuir cargos entre os ´companheiros de partido´. "Vou cortar gastos nos cargos comissionados, nas compras superfaturadas". E insistiu no discurso da eficiência e combate ao desperdício. "O Brasil não é condenado a ser o último da fila. Precisa ser o País que cresce com governo que tem princípios e valores éticos", alfinetou.

Lula respondeu dizendo que o ex-governador deveria estar fora do País em 2003 por não reconhecer os avanços de seu governo e citou dados. Segundo ele, o País cresceu mais em seu governo do que nos últimos 20 anos e que o tucano deveria começar o debate agradecendo o petista por ter salvado o Brasil. "Antes, o País não conseguia produzir internamente nem controlar a inflação. Chegou a R$ 135 bilhões de exportação, R$ 76 bilhões de reservas, R$ 46 bilhões de superávit comercial e 7 milhões de empregos em apenas 4 anos. "País que está dando certo e dará mais certo no próximo mandato", prometeu. (Agência Estado)


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Banner de Arcoverde

08/10


2006

Lula: Alckmin foi quem ganhou com dossiê

Ao ser questionado por Geraldo Alckmin (PSDB) sobre o dinheiro "sujo" para a compra do dossiê contra políticos tucanos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo, durante debate na TV Bandeirantes, que o único beneficiado com o caso foi seu adversário tucano.

"Eu quero saber mais [do que sobre o dinheiro], quero saber quem arquitetou este plano, o conteúdo deste dossiê, quem fez esta negociata, porque o único beneficiado foi meu adversário."

O petista disse ainda que a Polícia Federal é competente e está investigando o caso. "A PF não faz pirotecnia, ela investiga."

Alckmin ainda questionou o presidente sobre os petistas e amigos de Lula envolvidos na compra do dossiê, como Oswaldo Bargas, Jorge Lorenzetti, Hamilton Lacerda, Expedito Veloso, Gedimar Passos e Valdebran Padilha.

"Não sou policial, sou presidente da República. O que é pertinente ao presidente, nós fizemos, que foi afastar os envolvidos, mas a investigação cabe à polícia", respondeu Lula.

"Quando a polícia tiver os dados, eu tenho mais interesse que Vossa Excelência de saber a verdade", reiterou o petista. (Folha Oline)


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08/10


2006

Lula cobra CPIs engavetadas no Governo Alckmin

O presidente Lula também cobra explicações de Alckmin sobre os pedidos de 69 CPIs que foram engavetadas na Assesmbléia Legislativa do Estado de São Paulo, quando ele era governador.

''Pode ser que meia dúzia até nem tenham tanto interesse, mas muitos assuntos deveriam ter sido investigados'', rebateu Lula.

O presidente disse que agora este assunto está no Supremo Tribunal Federal e caberá ao STF mandar reabrir as CPIs.


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08/10


2006

Alckmin parte para o ataque no primeiro bloco do debate

O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, partiu para o ataque na questão ética, logo na primeira questão do debate, que eram para serem discutidos os gastos públicos. Alckmin começou criticando a ausência de Lula nos debates do primeiro turno e, em seguida, mandou o presidente Lula olhar para a TV e dizer para os eleitores, de onde tinha vindo R$ 1,7 milhão para pagar o dossiê contra os tucanos.

Lula disse que não tinha medo de falar sobre o dossiê e que o assunto está com a Polícia Federal. Disse que não pretende julgar ninguém que amanhã possa ser inocentado, mas que fará questão de apresentar os resultados assim que saírem.

Alckmin rebateu, disse que o presidente mais uma vez não sabia de nada, apesar de ter seus assessores envolvidos no escândalo. Citou o churrasqueiro de Lula, Jorge Lorenzetti, o coordenador da campanha, Ricardo Berzoini entre outros.

 

 


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08/10


2006

Começa o debate na Band. Alckmin ataca Lula

Começa o primeiro debate do segundo turno das eleições presidenciais na Band entre Lula e Alckmin. O jornalista Ricardo Boechat, mediador do debate,  explica agora as regras para os candidatos e telespectadores.

O candidato Geraldo Alckmin começou batendo em Lula, criticando a ausência dele nos debates do primeiro turno.


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Comentários

José Rodrigues da Silva

Brasileiros! O presidente lê a pergunta!!! Estou pasmo, estupefato! Trata-se de um inseguro, medroso!



08/10


2006

Lula abordará área social, Alckmin a ética

Os dois candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB), passaram o dia se preparando para o debate desta noite na TV Bandeirantes, o primeiro com a presença do presidente, que vai ao ar a partir das 20h. Enquanto Lula falou com a imprensa ao chegar a São Paulo, Alckmin passou o dia recluso com sua equipe e preferiu não falar com os jornalistas.

O presidente Lula desembarcou em São Paulo por volta das 13h e hospedou-se em um hotel na zona sul, próximo da sede da TV. Em sua entrevista, o candidato à reeleição pelo PT, listou algumas das armas que deve usar durante o debate. Afirmando que tem ''uma obra realizada'' para mostrar, Lula lembrou o Bolsa Família, o ProUni, o programa Luz para Todos e os números que mostram a redução da pobreza.

''Quero mostrar o que nós fizemos no passado. Certamente, nosso adversário vai falar do que ele fez no estado de São Paulo'', disse.

Lula mostrou-se tranqüilo acerca da expectativa de que o debate gire em torno da questão da ética. ''A ética faz parte de um programa de governo e é importante que seja debatida'', afirmou.

O presidente veio de Brasília para São Paulo acompanhado da sua equipe de campanha e de vários ministros, entre eles Tarso Genro (Relações Institucionais), Dilma Roussef (Casa Civil) e Celso Amorim (Relações Exteriores).

O presidente usou da modéstia ao comentar os resultados da primeira pesquisa deste segundo turno feita pelo Datafolha e que mostra Lula com 50% das intenções de voto, contra 43% para Alckmin. ''A pesquisa é uma boa referência, mas o que nós precisamos é trabalhar'', disse Lula.

Alckmin

O candidato tucano Geraldo Alckmin passou boa parte deste domingo na produtora de TV que cuida dos programas de sua campanha eleitoral, concentrado na preparação para o debate de logo mais.

A expectativa é que o candidato tucano explore os escândalos de corrupção ocorridos no governo e na campanha petista, principalmente o da suposta compra de um dossiê contra candidatos do PSDB por parte de membros do PT.

Uma das principais críticas do tucano tem sido sobre as dúvidas sobre a origem do R$ 1,7 milhão que foi apreendido pela Polícia Federal com Gedimar Passos e Valdebran Padilha, ligados ao PT.

Os dois foram presos em um hotel em São Paulo no dia 15 de setembro, quando teria sido frustrada a negociação para a compra do dossiê com o empresário Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam, empresa apontada como principal operadora da máfia dos sanguessugas.

''De onde veio o dinheiro?'', tem sido uma das frases mais usadas pela campanha tucana desde que eclodiu o escândalo do dossiê. No site da campanha, há até uma animação sobre o tema, em que o presidente Lula aparece dizendo que não sabe de nada.

Alckmin também deve explorar o baixo índice de crescimento da economia brasileira, que só perde para o Haiti na América Latina, e provavelmente terá que enfrentar as comparações que Lula deve fazer entre os quatro anos seu mandato e os oito do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A expectativa é que Alckmin seja acompanhado por caciques tucanos no debate de hoje. (Folha Online)


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08/10


2006

Lula leva o ministério para o debate na Band

O presidente Lula está acompanhado dos ministros Márcio Thomas Bastos (Justiça), Dilma Rousseff (Casa Civil), Tarso Genro (Relações Institucionais), Luiz Marinho (Trabalho) e o ministro licenciado do Turismo, Walfrido Mares Guia. Há pouco, se juntou ao grupo o ministro da Fazenda, Guida Mantega. Todos estão portando as credenciais para o debate desta noite, inclusive  o coordenador da campanha petista, Marco Aurélio Garcia. (Agência Estado)


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08/10


2006

Marco Aurélio Garcia: "Não existe tema tabu"

O coordenador nacional da campanha de reeleição do presidente - Marco Aurélio Garcia  - afirmou que Lula está preparado para o debate, ''como sempre esteve''. ''A expectativa é das melhores porque o debate permitirá esclarecer devidamente os problemas que estão em discussão'', afirmou, referindo-se às denúncias de corrupção no governo. ''Não existe tema tabu'', afirmou. ''A única contrariedade para o presidente hoje é o futebol, já que o Corinthians perdeu'', brincou. (Agência Estado)


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