Os Estados Unidos realizaram, nesta terça-feira (31), o primeiro sobrevoo com bombardeiros B-52 no espaço aéreo do Irã desde o início da guerra, segundo informações das Forças Armadas norte-americanas.
De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional, as aeronaves têm capacidade de transporte de armamentos nucleares, sendo consideradas peças centrais da estratégia aérea dos Estados Unidos. As informações são do Metrópoles.
Leia maisA manobra marca uma nova fase na presença militar norte-americana na região e ocorre em meio à escalada do conflito.
“Dado o aumento da superioridade aérea, começamos com sucesso a realizar as primeiras missões terrestres com o B-52, o que nos permite, como já dissemos, continuar a superar o inimigo. E, como o secretário mencionou, mudar para alvos cada vez mais dinâmicos, atendendo a alvos móveis em todo o campo de batalha“, declarou.
- O bombardeiro B-52, produzido pela Boeing, é um dos principais vetores estratégicos da Força Aérea dos Estados Unidos.
- A aeronave é capaz de transportar armamentos de precisão e percorrer longas distâncias sem reabastecimento, sendo usada em missões que incluem ataque estratégico, apoio aéreo e operações de interdição.
- Segundo a Força Aérea americana, o modelo integra a base da capacidade ofensiva do país em cenários de conflito convencional.
- Ao longo das décadas, foram fabricadas centenas de unidades, operadas por uma tripulação reduzida e com amplo alcance operacional.
“Dado o aumento da superioridade aérea, começamos com sucesso a realizar as primeiras missões terrestres com o B-52, o que nos permite, como já dissemos, continuar a superar o inimigo. E, como o secretário mencionou, mudar para alvos cada vez mais dinâmicos, atendendo a alvos móveis em todo o campo de batalha“, declarou.
O objetivo, segundo ele, é impedir a recomposição de arsenais utilizados no conflito.
Alerta da Guarda Revolucionária iraniana
O movimento, no entanto, eleva a tensão regional, especialmente após declarações da Guarda Revolucionária iraniana, mais cedo, também nesta terça-feira.
A corporação afirmou que pretende retaliar ataques recentes e que empresas norte-americanas com atuação no Oriente Médio podem ser consideradas alvos legítimos. Entre os nomes citados estão companhias como Boeing, responsável pela fabricação dos bombardeiros B-52, além de grandes empresas de tecnologia como Meta, Google, Apple e Microsoft.
Leia menos
















