FMO - 99% dos Professores com mestrado

TCU mantém alerta de alto risco cibernético enquanto governo deixa agência nacional no papel

Por Luiz Queiroz – Capital Digital

O governo federal chega ao fim de 2026 com uma contradição difícil de ignorar na política de segurança digital. Enquanto o Tribunal de Contas da União constata que nenhuma das 239 organizações federais com avaliações completas conseguiu implementar integralmente sequer o conjunto básico de medidas considerado necessário para proteção contra os ataques cibernéticos mais comuns, a estrutura nacional que o próprio governo chegou a considerar necessária para coordenar, regular e fiscalizar a cibersegurança continua sem existir.

O Acórdão 2.829/2026, aprovado ontem (14) pelo TCU, reconhece que houve evolução desde a auditoria realizada em 2024, mas conclui que a situação “continua de alto risco”. Nenhuma das organizações avaliadas alcançou integralmente o chamado IG1, sigla para Implementation Group 1, ou Grupo de Implementação 1, dos CIS Critical Security Controls. A denominação técnica pode esconder a dimensão do problema. O Center for Internet Security, responsável pelo padrão utilizado como referência, denomina esse primeiro grupo de Essential Cyber Hygiene, ou “higiene cibernética essencial”. São 56 medidas fundamentais destinadas à proteção contra os ataques mais frequentes.

Criado em Brasília, o Festival de Jornalismo chega ao Recife, no próximo dia 28 de outubro, no auditório da OAB-PE, em sua primeira edição no Nordeste. O evento já desperta grande interesse entre estudantes e profissionais da comunicação, com uma procura expressiva por inscrições, mas ainda há vagas disponíveis. A iniciativa da minha amiga, a jornalista Kátia Cubel, vai reunir profissionais da imprensa, professores, pesquisadores e representantes do setor para debater a formação jornalística, a ética, o combate à desinformação e os desafios da profissão.

Terei o prazer de participar do encontro ao lado de nomes como Francisco José, Patrícia Blanco, Carol Monteiro, Fernando Rêgo Barros, Laurindo Ferreira, Leusa Santos e Eduardo Scolese. Reforço o convite aos estudantes de todas as faculdades de Pernambuco e aos profissionais da área para aproveitarem essa oportunidade de trocar experiências e conhecer mais de perto os caminhos do mercado. A participação é gratuita, e os interessados podem garantir sua vaga pelo site www.festivaldejornalismorecife.com.br.

O Instituto de Inclusão e Cidadania de Pernambuco (IICPE) e a Universidade UNINOVO firmaram um Termo de Cooperação Técnica com o objetivo de fortalecer as políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, ampliar a realização de projetos sociais e promover iniciativas de inclusão, acessibilidade e cidadania em Olinda e em todo o Estado de Pernambuco.

O ato de assinatura contou com a presença de Geziel Bezerra, diretor-presidente do IICPE, que representou a instituição, além de Klennio Adam, reitor da UNINOVO, e Camila Tenório, presidente do conselho acadêmico da universidade.

Caruaru - Minha rua nova

Márcio Canella, deputado estadual eleito pelo União Brasil e ex-prefeito de Belford Roxo, foi preso, hoje, na Operação Unha e Carne 8, deflagrada pela Polícia Federal (PF). O delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, também foi preso. As informações são do portal G1.

Segundo a PF, o objetivo é “desarticular uma organização criminosa armada suspeita de utilizar de uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro como plataforma de lavagem de dinheiro”. “O grupo investigado conta com a participação de agentes públicos e articulação político-institucional”, afirmou.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Berzoini vê eleição no limite e diz que PT precisa planejar o futuro

A dez dias do segundo turno, o ex-presidente nacional do PT e ex-ministro Ricardo Berzoini prevê uma disputa presidencial decidida por margem mínima entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Em entrevista, ontem, ao podcast Direto de Brasília, o petista afirmou que, apesar da concentração de apoios partidários em torno de Flávio, a diferença entre os dois candidatos tende a ficar em no máximo dois pontos percentuais. “Pelo rumo das pesquisas e pelo que estou observando no cenário em cada região, a diferença no máximo será de dois pontos percentuais. Quem errar menos leva”.

Berzoini avalia que a vantagem inicialmente aberta por Flávio após o primeiro turno já diminuiu, movimento que considera natural em disputas dessa natureza. “Aconteceu com Dilma Rousseff contra Aécio Neves, em 2014. Quem chega na frente abre um pouco, e agora a diferença voltou a apertar”, comparou. Mesmo reconhecendo a dificuldade do cenário, aposta na capacidade de mobilização de Lula para produzir uma virada inédita desde a redemocratização.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

A senadora eleita Marília Arraes (PDT-PE) participou, nesta quarta-feira (14), de atos em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Recife. Na Faculdade de Direito do Recife (FDR), ela esteve ao lado do jurista Marco Aurélio de Carvalho, integrante da coordenação nacional da campanha, e defendeu a ampliação das mobilizações nas periferias da capital e nos municípios da Região Metropolitana.

“Minha disposição é organizar, mobilizar e seguir nas ruas pela reeleição de Lula. Vamos levar essa campanha às periferias e aos municípios da Região Metropolitana, ouvir as pessoas e dialogar também com quem pensa diferente”, afirmou Marília durante o ato na FDR.

A senadora eleita também participou do ato “Agora é Lula ou Nada”, realizado na Praça de Casa Forte, que reuniu artistas, representantes da cultura popular, movimentos sociais e lideranças políticas. As atividades fazem parte da mobilização do segundo turno da campanha presidencial em Pernambuco.

Palmares - Creche Quilombo II

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) votou nesta quarta-feira a favor da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1, após meses de críticas à medida e uma mudança de posição na reta final do segundo turno. O voto ocorre em meio à pressão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que transformou a redução da jornada em uma das principais bandeiras de sua campanha à reeleição, e depois de o senador ter classificado a iniciativa como eleitoreira, questionado seus efeitos sobre o emprego e defendido uma proposta alternativa.

O voto ocorreu remotamente, em meio a compromissos de campanha em Porto Alegre, ao lado de governadores e lideranças políticas de direita. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) celebrou a aprovação do fim da jornada 6×1 pelos senadores na noite desta quarta-feira. O petista acompanhou a votação do Palácio da Alvorada, em Brasília ao lado de aliados.

Em publicação nas redes, Lula disse que o dia de hoje é para “comemorar uma conquista histórica de milhões” de trabalhadores. “O fim da 6×1 é mais do que uma mudança na jornada. É mais tempo para viver, descansar, estar com a família, acompanhar os filhos crescerem, cuidar de si e aproveitar a vida”, escreveu o presidente. As informações são do jornal O GLOBO.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (14), em segundo turno, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala de trabalho 6×1. O projeto foi aprovado por 75 votos favoráveis a 1 e segue para promulgação.

O único que votou contra foi Hamilton Mourão (Republicanos-RS), vice-presidente da república no governo de Jair Bolsonaro (PL). As informações são da CNN.

Momentos antes da votação, Mourão afirmou que votaria contra a proposta mesmo sob a mudança de direcionamento da oposição em relação ao texto final. Flávio Bolsonaro (PL) também votou a favor do projeto, mesmo sob grande apelo popular para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 e garante dois dias de folga por semana para o trabalhador sem diminuição do salário.

A proposta foi aprovada por 75 votos a favor e um contra nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contrário à proposta. As informações são do g1.

A 11 dias do segundo turno, a aprovação da PEC por ampla maioria é uma vitória para o presidente Lula (PT), que transformou o tema em bandeira de campanha.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, decidiu na noite desta quarta-feira (14) reestabelecer o canal “Exército do Lula”.

O canal de WhatsApp havia saído do ar na noite de terça-feira (13).

Nunes Marques havia reconhecido o registro do canal pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmado que a ferramenta poderia voltar a funcionar após um prazo de 48 horas previsto em resolução da Corte Eleitoral. As informações são do g1.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou presença no Senado Federal, na noite desta quarta-feira (14/10), em sessão que discute a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 — modalidade de seis dias trabalhados para um de descanso.

Candidato do PL à Presidência, Flávio cumpriu agenda na noite desta quarta-feira em Porto Alegre. A confirmação de presença ocorre de maneira virtual, e o senador pode votar a PEC pelos canais digitais do Senado. As informações são do Metrópoles.

Por Flávio Chaves*

Quando penso no que fizeram para impedir aquele amor, lembro de uma árvore que crescia por dentro de um muro, numa estrada por onde passei muitas vezes, e que, a cada inverno, alargava um pouco mais a abertura entre os tijolos, até que se tornou impossível saber se a parede ainda a prendia ou se era a árvore que sustentava a parede. Nunca soube quem a plantou, talvez ninguém, talvez um pássaro tivesse deixado ali o começo de tudo, mas me demorava diante daquela convivência difícil entre a raiz e o obstáculo, sem imaginar que um dia precisaria compreender, através dela, uma parte tão funda da minha própria vida.

Nos primeiros tempos, eu ainda acreditava que a felicidade, por não retirar nada de ninguém, pudesse atravessar o mundo sem despertar a vontade de feri-la, e me parecia natural que duas pessoas, depois de tantas estações gastas na espera, encontrassem uma na outra o lugar onde finalmente respirar com o peito inteiro. Bastava vê-la chegar para que alguma coisa em mim abandonasse a vigilância, como se o corpo, acostumado a dormir com um ouvido atento à tempestade, reconhecesse no rumor de seus passos uma trégua que vinha de muito longe. Eu a escutava falar e descobria quanto da minha vida permanecera sem voz, esperando uma presença diante da qual as palavras pudessem sair descalças.

A primeira pesquisa Quaest do segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra que 48% dos eleitores desaprovam o governo Lula, candidato à reeleição pelo PT, enquanto 45% aprovam.

Em relação à pesquisa anterior, divulgada na véspera do primeiro turno, a desaprovação oscilou um ponto para baixo, de 49% para 48%, e a aprovação variou um ponto para cima, de 44% para 45%. As informações são do g1.

A diferença entre desaprovação e aprovação era de cinco pontos e agora é de três.

\Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) mostra que 43% dos brasileiros têm medo da volta da família Bolsonaro com a possível vitória de Flávio Bolsonaro (PL), ao mesmo tempo em que outros 43% têm medo da reeleição de Lula (PT). O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo.

Em relação à última edição da pesquisa, de 3 de outubro, às vésperas do primeiro turno, houve um aumento de 3% nas respostas que citam o medo do retorno da família Bolsonaro. No levantamento anterior, o percentual foi de 40%, menor patamar desde 5 de agosto. Já os participantes que disseram ter mais medo da reeleição de Lula se mantiveram estáveis (43%) desde 21 de setembro. As informações são do g1.

Com a experiência de quem presidiu o PT por cinco anos no auge da crise do mensalão, o ex-ministro e ex-deputado federal Ricardo Berzoini ganhou destaque nacional ao criticar a estratégia adotada pelo partido no primeiro turno. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele afirmou que, para a segunda etapa da disputa, o presidente Lula (PT) manteve a equipe e incorporou ao comando nomes que saíram fortalecidos das urnas.

“O que motivou a minha conversa com alguns jornalistas antes do primeiro turno foi justamente perceber que, embora houvesse pessoas com qualidade, havia uma campanha pouco dinâmica e pouco capaz de fazer movimentos eleitorais que produzissem respostas da população. Creio que Lula percebeu isso nessa virada do primeiro para o segundo turno. Ele não tirou ninguém, mas ele agregou Camilo Santana, Rui Costa, Rafael Fonteles e Elmano de Freitas, pessoas que foram vitoriosas no primeiro turno e que podem aportar uma contribuição tanto de articulação política, que é fundamental, como do ponto de vista da dinâmica de campanha”, observou Berzoini.

O ex-dirigente também minimizou as críticas ao núcleo da campanha de Lula, especialmente ao presidente do PT, Edinho Silva, e à primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja. “A Janja não prejudica em nada. Não gostar dela é um direito das pessoas, claro. Mas se a vitória tivesse vindo no primeiro turno, ninguém iria falar disso. Como houve agora o segundo turno, tem muita gente falando”, colocou.

“Houve problemas, claro. Uma das parcelas fundamentais da campanha é a visibilidade, e faltou material de campanha do Lula. Creio que agora tem muito mais. E tivemos algo que nem foi comandado pelo partido ou pela coordenação de campanha, que foi a reação de parcela da juventude, dos movimentos sociais, o que mostra que tinha gente achando que ia ser fácil. A disputa é dura, a extrema direita está articulada com a Casa Branca. Há claramente um movimento das big techs, em que os algoritmos não estão distribuindo as postagens de maneira equânime. Há um questionamento do PT ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre isso. Não é possível que elas se prestem a esse tipo de interferência. Já tinha ocorrido no Brexit, na eleição da Itália e em outras eleições na Europa. A regulamentação da atividade política nas redes precisa ser feita de maneira a propiciar a democracia. Não censurar nada, mas assegurar que haja neutralidade”, concluiu o petista.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (14) mostra que 43% dos eleitores que votaram em branco, anularam o voto ou não compareceram às urnas no primeiro turno declaram intenção de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Outros 38% afirmam que pretendem votar em Flávio Bolsonaro (PL).

O grupo dos eleitores que se abstiveram representa 22% dos entrevistados na pesquisa. Além do percentual de transferência de votos para Lula ou Bolsonaro, outros 17% dizem que votarão em branco, anularão o voto ou não irão votar no segundo turno. Outros 2% estão indecisos. As informações são da CNN.