FMO janeiro 2020

15/07


2020

Frente a Frente homenageia Severino Cavalcanti

O Frente a Frente, que começa às 18 horas pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Hits 103,1 FM, no Grande Recife, presta homenagem ao ex-presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti (PP), que morreu, hoje, aos 90 anos, devido a complicações no coração.

O programa traz depoimento de familiares, amigos e deputados que conviveram com o ex-parlamentar em Brasília. Se você deseja ouvir pela internet, aqui mesmo navegando clique acima no botão Rádio ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio no play store.


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Cabo de Santo Agostinho

15/07


2020

Pré-candidato de Belo Jardim em seminário nacional

A Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal realiza, amanhã, o seminário digital nacional com o tema “Primeira Infância na Agenda Eleitoral: desafios e perspectivas de soluções”. O vereador e pré-candidato a prefeito de Belo Jardim Gilvandro Estrela participa do evento, que trata das políticas públicas voltadas às mães e crianças nas primeiras etapas da vida.

O evento contará com a presença de especialistas como Gil Castilho (marketing político); Heloísa Oliveira (Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal); Humberto Dantas (CLP - Liderança Pública); e Naercio Menezes (Insper).

Dados do IBGE se 2017 mostram que temos cerca de 7.500 crianças em Belo Jardim nos primeiros seis anos de vida. "Belo Jardim precisa olhar a primeira infância. Precisamos retomar as obras das creches, acolher essas crianças e mães. Passamos anos sem ver uma criança nascer na nossa cidade por falta de um sistema de saúde eficaz. Além disso somos um município que falta transparência nos dados da primeira infância, precisamos nos dedicar a essa fase da vida das mães e crianças", declarou o vereador.

A fundação Maria Cecilia Souto Vidigal existe há mais de 50 anos. Norteada até 2001 para o estudo no campo da hematologia, onde atuaram no fomento de pesquisas, tradução e disseminação de conhecimentos nesta área. Então veio um novo capítulo dessa história, priorizando a escuta das novas demandas da sociedade. As necessidades haviam mudado e a Fundação ajustou o foco. Desde 2007, abraçaram a causa da primeira infância. E o propósito passou a ser esse período tão importante, esse início de vida que vai do nascimento aos 6 anos.


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Prefeitura de Serra Talhada

15/07


2020

Leitor registra buraqueira na PE-145

Mais um leitor enviou, há pouco, ao blog, uma denúncia sobre o descaso do Governo Paulo Câmara com as estradas do nosso Estado. Desta vez, o registro foi feito na PE-145, no município de Brejo da Madre de Deus.

Denuncie você também uma vergonhosa estrada aqui no blog. Mande seu vídeo pelo meu WhatsApp: (81) 9.8222-4888


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Abreu e Lima - Prefeitura - Abreunozap

15/07


2020

Confusões marcam sessão do Tribunal de Contas

A sessão plenária que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) realizou hoje, para votar os processos que a Prefeitura do Recife está enfrentando no tribunal, foi marcada por três confusões. No início da sessão, o presidente Dirceu Rodolfo fez críticas ao conselheiro Carlos Porto, decano do Tribunal, por um voto anterior proferido na Segunda Câmara. O presidente do TCE se defendeu sobre supostamente receber documentos da Prefeitura do Recife e não comunicar ao relator do processo Carlos Porto. Dirceu disse que existem, dentro do TCE, pessoas com comportamento "covarde".

A secretária do TCE cortou o áudio antes do conselheiro Carlos Porto se pronunciar e o público não pôde ver pelo Youtube a resposta do conselheiro.

A segunda confusão foi entre o conselheiro Valdecir Pascoal e a procuradora geral Germana Laureano. Auditoras e servidoras do órgão cogitam um abaixo-assinado contra o conselheiro Valdecir Pascoal, pela suposta prática de "mansterrupting" contra Germana. Que é o termo em inglês para um homem que constantemente interrompe a fala de uma mulher em uma reunião.

Em pelo menos três sessões seguidas do Pleno, gravadas e disponíveis no Youtube, Pascoal interrompeu falas de Germana, segundo a procuradora geral.

Pascoal disse que a corregedoria deveria dar uma "reprimenda" na procuradora geral Germana Laureano. Em outro trecho, em voz alta contra a procuradora, Pascoal disse que "não discrimina nem pretos nem brancos". Pascoal no meio da discussão chegou a dizer que já foi "chefe" de Germana.

O presidente Dirceu Rodolfo também levantou a voz para procuradora Germana. E o conselheiro Valdecir Pascoal não conseguiu concluir seu voto de tão exaltado. O julgamento teve que ser interrompido após pedido de vistas da corregedora Teresa Duere.

Teresa Duere disse que a culpa pelas "desavenças" no TCE é da "prepotência com que a Prefeitura do Recife trata o TCE".

O terceiro desentendimento começou após o conselheiro Carlos Neves criticar uma medida cautelar do conselheiro Carlos Porto. Neves é ex-advogado do PSB, sobrinho de um atual secretário de Geraldo Júlio e filho de um ex-assessor especial de Geraldo Júlio em 2020.

Uma cautelar aprovada pela Segunda Câmara determinou que os beneficiários de um programa emergencial da Prefeitura do Recife que tiveram um desconto 50% maior fossem divulgados. O relator era o conselheiro Carlos Porto, criticado Neves.

Porto repudiou as "insinuações maldosas" do ex-advogado do PSB. Para terminar, o presidente Dirceu Rodolfo "atropelou" o pedido de vistas da conselheira Teresa Duere e adiantou seu voto no IPTU. Rodolfo votou em defesa da gestão de Geraldo Júlio, mesmo com a conselheira questionando que o presidente não votaria nestas questões, como acontece em todos os tribunais.


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15/07


2020

Contar agulhas não enriquece ninguém

Perto do coração é um livro de crônicas de minha autoria, com prefácio do acadêmico José Nivaldo Júnior, que conheci nas jornadas políticas, ele publicitário sócio da Makplan, eu no ofício de jornalista. Quis o tempo e o destino que José Nivaldo se convertesse de vez ao jornalismo e hoje tenha virado meu divisor das águas e dos furos no jornal O Poder.

No livro, deixo o pouco que entendo de política para debulhar palavras em contos e crônicas do que vivi no meu Sertão do Pajeú, região movida pelo nobre sentimento da poesia improvisada, gerada de sopros de cantadores ao som das suas mágicas violas. Conto, sobretudo, o mundo familiar propiciado pelos meus pais Gastão e Margarida, esta chamada por Deus há sete anos, meu velho hoje aos 98 anos ainda a contemplar a lua cheia do Sertão estrelado, o chão de estrelas, palco iluminado, de Silvio Caldas.

A porta do barraco de Silvio Caldas era sem trinco, mas a sua lua, como a minha, furava o zinco e salpicava de estrelas nosso chão. Se ele

pisava nos astros distraído sem saber que a ventura da sua vida era a cabrocha, o luar e o violão, eu parecia encantado com as lições de vida bebendo na própria fonte do meu pai. Para os padrões da época, até o plano Collor sugar o último vintém do meu pai, ele era um homem rico.

Proprietário de uma das maiores miudezas da região, em dia de feira, aos sábados, eu via meu pai, ao lado do meu irmão primogênito Tarso, encerrar o dia nadando em dinheiro do apurado de uma freguesia sem limites, graças a Deus. Meu pai nasceu vocacionado para o comércio, as letras e a vida pública.

Além do comércio, quatro mandatos de vereador e um de vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, papai tinha fazendas, criava gado, caprinos e ovinos. Já escreveu três livros e foi dono de grandes extensões de terras. Praticamente toda a área do bairro da AABB em Afogados da Ingazeira já pertenceu a ele. Ali, ele transformou a área, incluindo a própria sede social do Banco do Brasil, num grande loteamento.

Os lotes eram vendidos em suaves prestações com parcelas de 12 a 24 meses. O filho escalado cobrador das mensalidades acabou sendo eu. Segundo papai, me revelei num ótimo cobrador. Quando chegava a data do vencimento, geralmente final de mês, eu pegava o pacote de carnês e saia catando os devedores em suas casas e nas ruas.

Minhas batidas eram no jeito manhoso do convencimento. Do apurado, papai me dava 10%, mas só quando entrava o último pagamento de mais de 200 clientes. Eu andava mais do que notícia ruim e suava mais do que cueca de carteiro sonhando na porcentagem que entraria no meu bolso.

Na loja, meu pai vendia de tudo. Certa vez, o médico João Ezio Marques, hoje atuando em Palmas, no Tocantins, chegou na miudeza no final do expediente, justamente na hora que papai contava o apurado do dia, uma montanha de dinheiro resultado das compras da matutada, de elástico, botão e sabonete a finas agulhas de costura.

Impressionado com a cena, João Ezio provocou papai: "Eita Gastão, que fartura! Tu vais ficar muito rico com esse comércio".

 Mas sabido que o médico, um grande amigo da família, filho de Romão Marques, o mais notável e careiro alfaiate da cidade, papai entendeu a gozação e assim respondeu:

"João Ezio, tu já viste na tua vida um homem ficar rico contando agulha de costurar? Isso dá trabalho demais".

Meu pai era um sábio. Essa historinha João Ezio me relatou num comentário postado no Facebook no último fim de semana.


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Banco de Alimentos

15/07


2020

Confira frases de Severino Cavalcanti

Do G1

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Severino Cavalcanti, morreu na madrugada de hoje, aos 90 anos, no Recife. Veja frases polêmicas ditas por ele:

Maio de 2005

"Eu fiz realmente [campanha para elevar o salário dos deputados] porque o deputado tem que ter salário à altura de sua responsabilidade. Acho que o salário é pequeno em função da sua responsabilidade", disse, em sabatina da Folha de S.Paulo.

Na mesma ocasião, o ex-parlamentar comentou sobre nepotismo. "Por que o meu filho não deveria ser nomeado? Só porque é meu filho? Ele deveria ser punido? Gostaria que se fizessem estas perguntas aos dirigentes das empresas. Os jornais Folha de S.Paulo ou Estado de São Paulo não são dirigidos de pai para filho? Qual a diferença?", questionou.

Ainda na mesma sabatina, Severino Cavalcanti falou sobre sua postura diante da legislação brasileira da época. "Eu não transgrediria nenhuma lei, procuraria as facilidades das leis, eu podendo ter as facilidades das leis eu daria para um amigo", afirmou.

Setembro de 2005

“Infelizmente, atraí forças antagônicas poderosas e destruidores. A elitezinha, essa que não quer jamais largar o osso, insuflou contra mim seus cães de guerra”, disse ao anunciar sua renúncia da presidência da Câmara após denúncia de que cobrou propina para renovar contrato com restaurante da Casa.

“O político levou o bem-sucedido comerciante à bancarrota. Estes, sim, o verdadeiro empobrecimento ilícito”, disse também durante anúncio de renúncia.

“Meus acusadores, entretanto, não me deixaram alternativa. Optei, sim, pela renúncia porque já me sabia condenado de antemão”.

Setembro de 2012

“Da política eu me não me afasto, não, só depois de morrer”, disse após desistir de tentativa de reeleição no município pernambucano de João Alfredo.

Setembro de 2014

“Não podia existir coisa pior do que está acontecendo. A posição da presidente Dilma Rousseff não é segura, não se pode confiar que ela vá encontrar solução. O país está naufragando”, afirmou em entrevista ao G1 meio à crise política durante governo da ex-presidente petista.

“O que tem que haver é uma solução para o destino do país. O país não pode continuar acéfalo como está. Ninguém sabe com quem precisa falar”, declarou, sobre a conjuntura política do país, na mesma entrevista.


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O Jornal do Poder

15/07


2020

Garcia esclarece nome de instituto em artigo

Nota de esclarecimento

No meu artigo publicado, ontem, neste blog, preferi não citar o nome do instituto responsável pela estranha pesquisa registrada para ser divulgada no Recife, pois tinha certeza que o nome que constava no registro do TSE não seria o mesmo utilizado para a sua divulgação.

Depois disso, segundo a mídia, a plataforma Atlas Político assumiu a responsabilidade da tal pesquisa. Gostaria de registrar, portanto, os responsáveis pelo que será divulgado em breve.

Maurício Garcia – sociólogo e pesquisador de opinião pública e política


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15/07


2020

Sarí vira ré e tem dez dias para apresentar defesa

O juiz da 1ª Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente da Capital, José Renato Bezerra, recebeu a denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra Sarí Corte Real, na noite de ontem. A acusação da Procuradoria é de abandono de incapaz com resultado de morte, com as agravantes de cometimento de crime contra criança [o menino Miguel Otávio, de 5 anos] e em ocasião de calamidade pública.

O magistrado, para receber a denúncia, alegou "indícios de autoria e materialidade do delito", bem como a legitimidade do MPPE para propor a ação.

O juiz ordenou ainda a citação da acusada, com cópia da denúncia. A ré terá dez dias para responder à acusação por escrito, podendo alegar tudo o que interessa a sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas.


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15/07


2020

Filho de Severino Cavalcanti: Foi uma morte tranquila

Do G1/PE

Um dos três filhos do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Severino Cavalcanti, afirmou que o pai faleceu dormindo, na madrugada de hoje. “Foi uma morte tranquila”, disse o secretário-executivo da Casa Civil de Pernambuco, José Maurício Cavalcanti.

Severino Cavalcanti tinha 90 anos e faleceu no apartamento em que morava, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. O ex-deputado federal deixa, além de três filhos, seis netos e duas bisnetas.

“Ele tinha problemas de saúde. Tinha um marca-passo e teve uma fratura no fêmur. Estava praticamente só dentro de casa, sem andar. A cuidadora dele viu que os batimentos cardíacos dele tinham diminuído e chamou o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência]”, relatou José Maurício.

“Minha irmã chegou, depois eu cheguei, mas ele descansou. É doloroso para nós, mas é o ciclo da vida. Ele foi uma pessoa que dedicou a vida todinha à política, a João Alfredo, e vai ser enterrado lá”, afirmou o filho do ex-parlamentar.

Devido à pandemia da Covid-19, não vai haver velório. “Vamos fazer somente um cortejo fúnebre pela cidade até o cemitério”, explicou José Maurício. O sepultamento está previsto para as 15h.


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15/07


2020

Meu adeus ao Mr. Magoo

Por Edson Barbosa

Eram 22 horas naquele junho chuvoso de 2006. No dia seguinte, encerrava o prazo para a definição das coligações partidárias que se formariam para disputar as eleições daquele ano. Em Pernambuco, Eduardo Campos construíra, a duras penas, uma coligação com o PDT, de José Queiroz e João Lyra. Era pouco para a pretensão que tinha na sua carreira meteórica.

Meu telefone tocou, era Eduardo.

– Edson, Severino e Inocêncio toparam compor com a gente, são dois partidos, um minuto e meio a mais no horário eleitoral, o que tu achas?

– Não é só o tempo na televisão e no rádio, não, governador, respondi. E completei: É Severino de João Alfredo e Inocêncio de Serra Talhada. Eles têm tropa, e não são pequenas.

Feitos os acordos políticos, Severino e Inocêncio entraram na campanha com a faca nos dentes. Sem eles, não sei se teria sido possível a vitória em 2006. Hoje, foi-se embora o velho Severino, pai de Ana e Zé Maurício, dois queridos amigos que a vida me deu em Pernambuco.

Muitas histórias serão contadas a seu respeito. Eu tenho uma. Depois de ter feito a apresentação de uma pesquisa ao comando da campanha, com projeção surpreendente (e quase inacreditável para o senso comum à época) ele me puxou num canto da sala junto com Eduardo e sapecou: “Governador, eu não acredito numa palavra do que esse rapaz disse aqui, mas se ele tiver 10 por cento de razão, a gente ganha a eleição".

Eu rebati no ato: “Deputado, se alguém lhe dissesse que um matuto de João Alfredo, como o senhor, chegaria à Presidência da Câmara, o senhor acreditaria na pessoa?”

Ele abriu um sorriso contagiante, que me fez lembrar o Mr. Magoo, meu herói dos desenhos animados e sapecou: “Se essa história não der certo, eu te pego depois”.

Eita Pernambuco profundo, misterioso, cheio de personagens reais, impensáveis, quase irreais, que serão cultivados pela memória mitológica dos historiadores que virão por aí. O velho Severino Cavalcanti é um desses.


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Comentários

Fernandes

Não se pode comparar Dr. Arraes a Severino Cavalcanti, Cavalcanti serviu a ditadura militar, não se pode nem de longe.

Abdias Felix

Assim como Dr Arraes, lá se vai mais um Magno.