Em ato, Bolsonaro pouco cita anistia e defende sua candidatura em 2026

Do UOL

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) falou, hoje, em manifestação na avenida Paulista, em defesa da anistia dos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, onde reciclou a declaração que fez quando se tornou réu por tentativa de golpe de Estado e disse que violação à democracia foi sua derrota na eleição de 2022.

O que aconteceu

Apesar da temática do evento ser o perdão aos acusados de participarem dos atos golpistas, Bolsonaro pouco falou sobre o assunto nos quase 25 minutos em que discursou. Na maior parte do tempo, o ex-presidente defendeu a própria inocência e uma eventual candidatura nas próximas eleições. “Eleições 2026 sem Jair Bolsonaro é negar a democracia, escancarar a ditadura no Brasil. Se o voto é a alma da democracia, a contagem pública do mesmo se faz necessária”, afirmou.

Câmara Municial Recife - O Recife que amamos

O prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, participou na noite da última sexta-feira (5) da reabertura do Beco de Laura, espaço cultural que passou por obras de revitalização. Com nova iluminação e pinturas que estampam versos de poetas locais nas paredes, o beco foi reinaugurado em um evento marcado por forte presença popular e celebrações ligadas à identidade do município.

Durante a cerimônia, Fredson destacou a importância de preservar os símbolos culturais de São José do Egito, conhecido como a “Terra da Poesia”. Acompanhado de secretários, vereadores e lideranças comunitárias, o prefeito entregou troféus simbólicos a poetas cujas obras agora fazem parte da paisagem do local.

A noite também contou com apresentações da banda de pífanos de Riacho do Meio e declamações feitas pelos autores dos versos pintados. A iniciativa foi coordenada pela Secretaria de Cultura, sob liderança do poeta Márcio Rocha. Com a reforma, o Beco de Laura passa a funcionar como espaço de memória e de encontro da comunidade com sua produção artística.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Do jornal O Globo

Governadores, políticos e líderes da direita e próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizam hoje, na Avenida Paulista, São Paulo, novo ato. O mote, segundo a organização, é pela anistia dos condenados pelo 8 de Janeiro, projeto de lei na Câmara defendido por parlamentares do PL e ainda sem previsão de ser pautado pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Bolsonaro chegou à manifestação por volta das 13h45, acompanhado de aliados. A expectativa é que dez pessoas discursem durante o ato. A manifestação começou às 14h com a execução do hino nacional. Bolsonaro estava no trio elétrico acompanhado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do governador de Minas Gerais Romeu Zema, e parlamentares como a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Os organizadores divulgaram em listas no dia anterior confirmando a presença de 117 políticos da direita ou próximos ao ex-presidente. Além de Bolsonaro estão em São Paulo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o presidente do PL Valdemar Costa Neto, além de sete governadores, o prefeito Ricardo Nunes (MDB), senadores, deputados federais e estaduais, e vereadores da capital e do interior do estado.

Caruaru - Super Refis

Por Bela Megale

Do jornal O Globo

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avaliam que as falas de Jair Bolsonaro e do pastor Silas Malafaia, os organizadores do ato pela anistia em São Paulo, trará “mais do mesmo”. O foco dos magistrados está voltado para o discurso do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Visto como moderado e com postura mais ao centro pela maioria da corte, Tarcísio enfrentou desgaste junto aos magistrados por causa de sua fala no ato de Copacabana, em 16 de março. Ministros, inclusive Alexandre de Moraes, com quem o governador mantém bom trânsito e diálogo, se queixaram do tom adotado pelo pupilo de Bolsonaro, para defender os condenados pelo 8 de janeiro.

No carro de som no Rio de Janeiro, Tarcísio classificou os réus dos ataques golpistas como “inocentes que receberam penas desarrazoadas” e disse que a anistia aos envolvidos nos ataques golpistas seria um caminho para pacificar o país.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

Do portal Metrópoles

Uma mulher que gritou “sem anistia” e “Bolsonaro na Papuda” na Avenida Paulista, em São Paulo, foi hostilizada por manifestantes bolsonaristas na manhã deste domingo (6), antes do ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela anistia aos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no dia 8 de janeiro de 2023.

A confusão foi registrada pelo Metrópoles (veja vídeo abaixo). Nas imagens é possível ver que a mulher está na calçada, próximo ao local onde está o caminhão de som que deve receber Bolsonaro a partir das 14h, e começa a gritar em direção aos manifestantes bolsonaristas. Um deles, um homem que veste camisa amarela, reage, dando início a uma discussão tensa.

O rapaz manda a mulher ir embora. “Tá maluca! Mete o pé”, diz ele. Ela segue gritando “sem anistia”, e o apoiador de Bolsonaro se aproxima dela, xingando. “Tá achando que está falando com quem? Vai tomar no cu, caralho.” Quando o homem se retira, outras pessoas portando bandeiras do Brasil e usando chapéus e camisetas da seleção cercam a mulher e gritam: “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”.

Veja:

Palmares - Natal Encantado 2025

Do portal Metrópoles

Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) ocupam a Avenida Paulista, na região central de São Paulo, desde a manhã deste domingo (6) para a manifestação convocada pelo ex-presidente em defesa da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.

Mais de 500 pessoas já foram condenadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação nos atos antidemocráticos. As penas variam de três a 17 anos de prisão. Os crimes pelos quais foram condenados são: tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público.

Os bolsonaristas consideram que o Supremo, na figura do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, está perseguindo os apoiadores do ex-presidente e que as penas impostas são exageradas. Por isso, articulam a aprovação de um projeto de lei no Congresso para anistiar todos os envolvidos nos atos de 8/1.

Olinda - Refis últimos dias 2025

A comunidade de Izacolândia, na zona rural de Petrolina, recebeu hoje a 14ª edição do Bora Petrolina, programa itinerante da prefeitura que reúne serviços públicos em um só lugar. Realizada na Escola Professora Lúcia Moreira de Lima Souza, a ação atendeu moradores ao longo da manhã com serviços nas áreas de saúde, assistência social, cidadania e orientação jurídica.

Segundo a gestão municipal, foram ofertados cerca de 175 serviços e realizados aproximadamente 13 mil atendimentos, incluindo exames, consultas médicas, atendimento odontológico, aferição de pressão e glicemia, além do exame de ecocardiograma. Na área social, houve atualização e inclusão no Cadastro Único, emissão da ID Jovem, CIPTEA Municipal e cartão de prioridade para pessoas com fibromialgia. Também foram disponibilizadas orientações jurídicas e ações de cidadania. O prefeito Simão Durando acompanhou a ação ao lado do deputado federal Fernando Filho e de vereadores da base aliada.

Durante o evento, Durando anunciou a reforma do mercado público de Izacolândia, um dos principais pontos comerciais da região. “O mercado de Izacolândia é um ponto tradicional da comunidade e merece ser revitalizado com toda a estrutura necessária. Isso é mais do que uma obra, é respeito com o trabalhador e com quem movimenta a economia local”, disse o prefeito. A obra ainda não tem data de início divulgada.

Ipojuca - Acerte as contas

A gestão do prefeito de Surubim, Cléber Chaparral (União Brasil), completa 100 dias na próxima quinta-feira (10). Na ocasião, o prefeito deve apresentar um relatório com obras e iniciativas realizadas desde o início do mandato.

Segundo a prefeitura, o balanço inclui ações como mutirões de limpeza, eventos públicos, intervenções no trânsito, aquisição de equipamentos e a recuperação da frota escolar. A oposição, no entanto, já sinaliza que deve questionar parte das informações divulgadas.

A expectativa é de que o tema gere debate entre vereadores da base e da oposição no mesmo dia.

Do g1 PB

O cantor e compositor paraibano Antônio Barros morreu hoje aos 95 anos. Ao lado de Cecéu, companheira dele na vida e na música, a dupla compôs vários sucessos que ganharam o mundo nas vozes de Elba Ramalho, Fagner, Luiz Gonzaga, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, entre outros artistas. Foram mais de 700 músicas, entre as principais estão “Homem com H”, “Bate Coração” e “Procurando Tu”.

O artista sofria de Parkinson, doença degenerativa que, entre os sintomas, traz a dificuldade de engolir. Isso gerou uma bronco-aspiração, o que motivou uma longa internação do paraibano desde o começo do ano. O velório do cantor e compositor acontece a partir das 13h, no Parque das Acácias. O enterro será às 17h.

Nascido em 1930 em Queimadas, Antônio Barros começou a compor na década de 1950. Após se mudar para Campina Grande, 20 anos depois, ele conheceu Mary Maciel Ribeiro, a Cecéu.

Por Zeca Ferreira

Do Estadão

Doutor em Ciência Política pela Universidade da Califórnia (EUA), Bolívar Lamounier fez parte da comissão de estudos que elaborou o anteprojeto da Constituição de 1988. De lá para cá, o texto constitucional recebeu mais de 130 emendas, e as engrenagens institucionais, avalia o sócio-diretor da Augurium Consultoria, foram desfiguradas, resultando em um sistema político “muitíssimo pior” do que o existente nos anos de 1990.

Lamounier avalia que uma das razões para esse desmantelamento é o fato de a administração pública, em especial o Poder Judiciário, ter sido corroída pelo corporativismo. “Interesses estreitos, como no caso dos supersalários, não são chamados pelo nome – corrupção – e sim de ‘penduricalhos’, porque os próprios interessados se encarregaram de insculpi-los nas leis que eles mesmos fazem”, afirmou ele, em entrevista ao Estadão.

Questionado sobre a polarização que divide o País entre apoiadores do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro, o especialista diz que “o que vemos hoje é uma luta pelo poder entre dois ‘chefes’ populistas desprovidos de projeto para o País”. Em sua avaliação, o País vai atravessar uma grande crise, seja com Lula ou Bolsonaro, antes de atingir uma mudança estrutural. Confira os principais trechos da entrevista a seguir: