Eduardo Paes quebra silêncio e diz que errou ao indicar Chiquinho Brazão como secretário

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), afirmou ter sido “um erro” escolher o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido) para comandar a Secretaria Especial de Ação Comunitária, em outubro passado. O parlamentar foi preso no último domingo (24), sob suspeita de ter mandado matar a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ).

“Foi um erro da minha parte colocar no governo uma pessoa que tinha suspeita no caso”, resumiu Paes, durante evento neste sábado (30). “Posso aqui ter todas as desculpas do mundo, foram seis anos [de investigação] e todo mundo já tinha sido acusado de tudo, mas errei. O mais importante quando se erra é consertar o erro.” As informações são da Carta Capital.

Sebrae - Esquenta semana do MEI

A pesquisa Datafolha, publicada neste sábado (30), mostra que a maioria dos brasileiros desconsidera a data que marcou o início de 21 anos de ditadura militar no país, em 31 de março de 1964. De acordo com o instituto, 63% dos entrevistados desprezam a efeméride, enquanto 28% não veem motivo para comemoração. Outros 9% não souberam responder. A enquete foi feita entre os dias 19 e 20 de março.

Nesta pesquisa, o Datafolha aponta para uma mudança na opinião dos eleitores brasileiros em relação à questão feita em abril de 2019, quando registrou 36% dos entrevistados afirmando que a data deveria ser celebrada, ante 57% que sugeriam o desprezo e 7% que não sabiam opinar. As informações são do O GLOBO.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

Jovens surdos que estudam na Escola Padre Maurílo Sampaio, no município de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão pernambucano, estão com dificuldade para aprender as disciplinas, tudo porque não há intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) na unidade de ensino que é de responsabilidade do Governo de Pernambuco.

Em vídeo, usando a língua de sinais, os alunos apontam que, sem um intérprete, não conseguem aprender nada, de nenhuma disciplina. “Tento ter paciência, mas estou sofrendo com a falta de comunicação. Os professores falam, falam, mas sou surdo”, disse um dos estudantes.

Petrolina - Destino

Por Zé da Coruja 

É uma cena inimaginável, um gestor público devolvendo recursos ao erário estadual. Espantoso! Mas de onde vem essa gestora “sem noção”, ela vai desmontar a máquina administrativa do Estado brasileiro, não há rubrica que reconheça esse gesto tresloucado dessa senhora. Isso é uma atitude kafkaniana, vamos todos virar baratas?

Assim foi, assim contou o Sr. Maurício Pedrosa. A professora Gisa Simões foi prefeita duas vezes em Afogados da Ingazeira, a metrópole administrativa de minha terra, eu que sou do distrito de Irajai/Coruja, hoje subordinado a Iguaracy/Macaco, a terra do notável poeta Maciel Melo.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Cenas lamentáveis voltaram a fazer parte de um jogo de futebol em Pernambuco. Aos 29 minutos do segundo tempo da final entre Náutico e Sport, disputada nos Aflitos, torcedores do alvirrubro entraram em confronto com policiais militares.

A confusão ocorreu no setor onde estava a principal torcida organizada do Timbu e paralisou a partida por cinco minutos. O Náutico perdeu a partida por 2 a 0. As informações são do Globo Esporte.

Caruaru - São João na Roça

Por Fernando Castilho*

Zenaide Barbosa era Editora Geral do Diário de Pernambuco quando eu fazia meu penúltimo período de estágio, quando na noite do dia 12 de maio de 1978, a Polícia Federal estourou o Partido Comunista Revolucionário, liderado pelo estudante de Sociologia, Edival Nunes da Silva, o Cajá.

Selênio Homem de Siqueira, então editor de Vida Urbana, me pautou para ver a movimentação no campus da UFPE, onde ele também estava fazendo seu penúltimo período.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O embaixador da Venezuela no Brasil, Manuel Vadell, pediu uma reunião com o diplomata Celso Amorim, assessor de relações internacionais do governo Lula, para discutir as críticas do Planalto e do Itamaraty à ditadura chavista, depois que Caracas impediu a inscrição da candidatura da opositora Corina Yoris à presidência, no dia 25.

Corina foi indicada por María Corina Machado, a principal líder opositora da atualidade, para disputar as eleições de 28 de julho, depois de o regime ter barrado Machado de disputar as eleições por 15 anos. No ano passado, Maduro tinha se comprometido no chamado Acordo de Barbados, mediado pela Noruega e apoiado por Brasil, União Europeia e Estados Unidos, a realizar eleições livres e justas, com participação da oposição. As informações são do Estadão.

Palmares - Sala lúdica

O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que a pré-candidatura de Guilherme Boulos (Psol-SP) para a Prefeitura de São Paulo foi “enterrada”. Ele deu a declaração depois que o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) publicou na sexta-feira (29) uma montagem em que Jesus Cristo aparece crucificado com a frase “bandido bom é bandido morto”.

“Obrigado, MTST. Acabaram de enterrar a candidatura de Boulos”, disse Nikolas em seu perfil no X. As informações são do Poder360.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Seis anos depois de restringir o foro especial para autoridades, o Supremo Tribunal Federal (STF) está a um voto de mudar o atual entendimento e ampliar as hipóteses nas quais um político tem seus processos analisados pela Corte. A questão começou a ser discutida ontem, de forma simultânea em dois julgamentos distintos, no plenário virtual, mas tiveram suas votações interrompidas a pedido do presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso. Mesmo assim, parlamentares de oposição articulam uma reação para tentar esvaziar o poder dos magistrados e avançar com uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o chamado foro privilegiado.

O relator nos dois casos é o ministro Gilmar Mendes, que defende manter na Corte processos de autoridades com foro por prerrogativa de função mesmo após o fim de seus mandatos. Segundo seu voto, os casos só seriam analisados em instâncias inferiores quando o crime for praticado antes de assumir o cargo público. Na prática, a intenção é acabar com o chamado “elevador processual”. As informações são do O GLOBO.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, rejeitou o pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela devolução de seu passaporte, impedindo sua viagem para visitar Israel, entre 12 e 18 de maio, a convite do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu. A decisão, divulgada ontem (29), teve o aval do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O passaporte de Bolsonaro foi apreendido por ordem de Moraes, durante a Operação Tempus Veritatis, que investiga a suposta trama golpista no alto escalão do governo do ex-presidente. E concluiu pela manutenção da medida cautelar, por considerá-la necessária e adequada. As informações são do Diário do Poder.