Economia impõe missão árdua a Lula para o Brasil voltar a crescer

Tema crucial da agressiva disputa eleitoral protagonizada por Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, a situação econômica do país será decisiva para o sucesso do novo governo do PT que se inicia em janeiro. Já no primeiro dia após a vitória de Lula, na segunda 31, o mercado de capitais deu sinais de quanto está afoito pelas diretrizes econômicas e pelos nomes das figuras-chave da área econômica no novo governo.

O pregão abriu nervoso e o dólar disparou e superou os R$5,40. No decorrer do dia, o frenesi passou e a moeda americana fechou o dia em forte baixa de 2,6% para R$5,16, com o Ibovespa subindo 1,31%. Apenas a Petrobras manteve a baixa de 8,47%, indicando o risco de possíveis intervenções petistas na sua gestão. No dia seguinte, o dólar recuou mais 1% e a bolsa subiu mais 0,77%. Ainda assim, os investidores seguem ansiosos os indicadores — e devem continuar dessa maneira até que Lula revele o caminho que tomará. As informações são da edição desta semana da revista Veja.

Petrolina - Destino

Do O Antagonista

O deputado Ricardo Barros, líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara, disse na manhã deste domingo (6) esperar de Lula uma tentativa de pacificação do país após as eleições deste ano. 

Em entrevista à Jovem Pan, Barros afirmou ainda não acreditar em mudanças significativas no posicionamento da base do governo Bolsonaro em relação ao governo eleito. Para ele, esses parlamentares não integrarão o novo governo no futuro próximo. “Tem um tempo de amortecimento desse ambiente que se criou na sociedade e que esse tempo depende da atitude que o presidente Lula tomará, no sentido de conciliar o país”, disse.

Ricardo Barros também criticou as decisões do Tribunal Superior Eleitoral que, para ele, “tinham um viés muito claro de favorecer a candidatura do presidente eleito e de prejudicar a candidatura de Bolsonaro”.

Ipojuca - IPTU 2026

O prefeito de Petrolina, Simão Durando (UB), voltou do Rio Grande do Sul trazendo na bagagem algumas experiências exitosas da gestão do governador Eduardo Leite (PSDB), tanto na área social quanto em projetos inovadores geradores de emprego e renda. “Foi uma viagem muito produtiva. Com Eduardo pude aprender, conhecer um pouco do que fez e construi uma ponte por excelência”, disse Simão.

Sucessor de Miguel Coelho, que renunciou para disputar o Governo de Pernambuco, Simão tem dado continuidade à gestão inovadora do antecessor. Inquieto, já esteve conhecendo projetos em outros Estados, como São Paulo e Paraná, com destaque para Curitiba, onde o foco está na organização e melhoria do trânsito, além de ações nas áreas de educação e cultura.

Caruaru - São João na Roça

Do Blog Painel, da Folha de S.Paulo

Passada a eleição, o União Brasil almeja engordar seus quadros investindo na desidratação de outras legendas. Um dos alvos preferenciais deve ser o PSDB.

Estão na mira o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, e o governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Já houve conversas exploratórias da direção do União com ambos.

Na semana passada, o União Brasil conseguiu provocar um primeiro desfalque nos quadros tucanos, ao filiar o prefeito de Porto Velho (RO), Hildon Chaves.

O PSDB discute com o Cidadania, partido com o qual atualmente forma uma federação, fundirem-se completamente até o final do ano. Ambos os partidos tiveram derrotas na atual eleição, sobretudo o PSDB, que perdeu o governo de São Paulo.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

No centro de uma crise política por suspeitas de atuar para dificultar o voto de eleitores e de ter sido omissa em relação aos bloqueios nas estradas por manifestantes, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) mudou seu perfil operacional ao longo dos últimos anos.

A corporação enfraqueceu a vigilância nas rodovias e aumentou a participação em ações que terminaram com mortes violentas. É o que apontam dados sobre operações da PRF e pesquisadores ouvidos pelo O Globo.

Palmares - IPTU 2026

O vice-governador eleito de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), diz que ele e o governador Romeu Zema, seu correligionário, estão “prontos para o diálogo” com o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Assim como Zema, Simões apoiou a reeleição de Jair Bolsonaro (PL). Apesar disso, o vice eleito crê que o governo Lula vai saber reconhecer a importância de Minas Gerais para o desenvolvimento nacional.

“Para o Brasil ir bem, Minas precisa ir bem. Minas deu a vitória ao presidente em nosso território, respeitamos a decisão soberana dos mineiros e, por isso, vamos trabalhar dentro da parceria possível com o governo federal”, afirmou, ontem, durante participação no “EM Entrevista”, podcast de Política do Estado de Minas. As informações são do Correio Braziliense.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse ao Poder360 neste domingo que o único argumento para se fazer uma PEC para pagar o Auxílio Brasil de R$ 600 em 2023 é manter o Centrão no poder.

A declaração veio depois que o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, criticou uma das ideias estudadas pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de fazer os gastos por meio de Medida Provisória validada pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Na avaliação do ministro, ao usar uma possível aprovação do TCU para abertura de crédito extraordinário por medida provisória, o novo governo fará do Legislativo um “órgão acessório” do tribunal de contas, quando deveria ser o oposto.

A equipe de transição do presidente eleito estuda uma alternativa de abertura de crédito extraordinário por meio de uma MP. Para viabilizar a medida, consultará o TCU sobre a possibilidade. Paralelamente, os petistas trabalham com a hipótese de aprovar uma PEC para furar o teto de gastos. A opção é defendida por Ciro Nogueira.

O senador eleito, Wellington Dias (PT-PI), disse ao Poder360, neste domingo, que a prioridade é fazer uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para permitir um furo no teto de gastos para cumprir promessas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração vem depois do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), criticar uma possível saída liberada pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

“Nossa prioridade é a PEC da Transição. Modelo já experimentado, com segurança jurídica e percebemos um ambiente de boa vontade dos parlamentares, considerando que se trata de ajustar o orçamento para garantir prioridades e emergências do povo. Como o Auxílio Emergencial a partir de janeiro do próximo ano no mesmo valor de R$ 600 pago até dezembro deste ano e acrescido deste olhar especial para famílias que tem crianças até 6 anos com mais R$ 150”, declarou Dias, que coordena a área de Orçamento da transição.

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, enviou uma mensagem de WhatsApp aos seus contatos em que critica o “plano B” do PT para continuar pagando o Auxílio Brasil em R$ 600 por meio de crédito extraordinário.

“Os técnicos em finanças públicas entendem que, para abrir um crédito extraordinário da forma tradicional prevista na Constituição, como exceção ao teto de gastos, precisa-se justificar a urgência e imprevisibilidade. Como fazer isso para uma despesa continuada, como o Auxílio Brasil?”, escreve o ministro. As informações são da CNN Brasil.

Ocupante de uma das cadeiras mais estratégicas do governo federal, o ministro da Justiça, Anderson Torres, esteve no epicentro de episódios que geraram conflitos ao presidente Jair Bolsonaro. Dois deles ocorreram na reta final das eleições: a investida armada do ex-deputado Roberto Jefferson contra a Polícia Federal e as operação da Polícia Rodoviária Federal no dia do segundo turno que gerou uma série de denúncias de eleitores que foram abordados durante o caminho da votação.  

Jefferson atirou com fuzil e lançou três granadas contra policiais que foram prendê-lo por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 23 do mês passado. Assim que a ocorrência ganhou repercussão nacional, veio a público a informação de que o ministro da Justiça havia sido acionado por Bolsonaro para acompanhar o caso de perto. As informações são do O Globo.