Pedidos de resposta das senadoras Soraya e Simone são negados; o de Bolsonaro é concedido

Do Estadão

O pedido de resposta das senadoras Soraya Thronicke (União Brasil) e Simone Tebet (MDB) foram negados. Elas haviam feito a solicitação após a fala de Bolsonaro sobre orçamento secreto.

O de Jair Bolsonaro (PL) foi concedido. “Me acusam de ser corrupto, mas não dizem de onde foi tirado esse dinheiro para corrupção. Mentiras, gente aqui posando como vestais da moralidade. O Ciro me acusa de corrupto. Ciro, a Polícia Federal já bateu na sua porta e do teu irmão por desavios do estádio do Castelão. Então, primeiro olhem para o espelho e depois venham me acusar”, afirma Bolsonaro, acrescentando ainda que o País está há três anos e meio sem corrupção.

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Da CNN Brasil

A candidata Soraya Thronicke (União Brasil) questionou o candidato Ciro Gomes (PDT) a respeito das propostas do PT sobre a regulamentação do agronegócio. A senadora perguntou ao ex-ministro sobre seu posicionamento sobre o tema.

Em sua resposta, Ciro destacou a importância da agricultura e pecuária para a economia brasileira. Ele pontuou que o agronegócio deve produzir em base sustentável, mas reprovou o que classificou como “perseguição”.

“Não tenha dúvidas de que toda e qualquer perseguição ao agronegócio é um tiro no pé”, disse Ciro.

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Padre Kelmon disse que Lula, em entrevistas recentes, apoiou o aborto. Então questionou se Simone Tebet, como feminista, apoiaria a mesma questão. Segundo ele, o aborto incondicional seria pauta intrínseca à “agenda feminista”.

Simone disse que o conceito de feminista do padre é diferente do dela, mas Kelmon a interrompeu, dizendo que “só há um conceito”. Simone pediu reposição de tempo e afirmou que, para ela, “ser feminista é defender o direito das mulheres de ganhar o mesmo que os homens”, além de colocar na cadeia homem que bate em mulher. “Sou católica”, afirmou, e disse que é contra o aborto. “Isso não me faz menos feminista”, considerou.

A candidata acrescentou que “a mulher brasileira hoje é a cara mais pobre do Brasil”, principalmente “se ela for preta e do nordeste”.

Kelmon disse que a senadora se contradisse, voltando a alegar que “as feministas apoiam o aborto incondicionalmente”. Simone, por sua vez, pediu desculpas ao público católico por ter um padre “colocando palavras na boca de uma cidadã”. “Sou feminista no meu conceito e na vida inteira fui contra aborto”, concluiu.

Da CNN Brasil

No terceiro bloco, no qual os seis candidatos presentes voltarão a realizar perguntas entre si, Felipe D’Avila (Novo) foi o primeiro a perguntar e escolheu Jair Bolsonaro (PL). O candidato questionou o presidente sobre o que ele fez para combater a corrupção em seu governo.

Bolsonaro atribuiu o combate à escolha das pessoas corretas para estarem afrente dos ministérios. “Três anos e oito meses e você não vê escândalo de corrupção. Quando acusam, tipo uma CPI fajuto do Senado, falam de suposições”.

Na resposta, D’Avila pede que o presidente explique o orçamento secreto.

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A candidata Soraya Thronicke (União Brasil) explicou sua proposta de um Imposto Único Federal (IUF) após pergunta do jornalista Marcelo Torres, do SBT. Segundo afirmou, aconteceria maior taxação de renda e menos de consumo.

“Quem movimenta mais dinheiro paga mais”, disse.

Ela acrescentou que 70% da população arca com impostos federais. Em sua proposta, a totalidade da população seria atendida. Thronicke ainda pontuou que o IUF seria “insonegável”.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí
Caruaru - Agosto Lilás

Da CNN Brasil

A candidata Soraya Thronicke (União Brasil) negou as declarações do presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse que ela e a senadora Simone Tebet (MDB) não votaram a favor da derrubada do veto ao Orçamento Secreto.

Em direito de resposta, Soraya pediu que Bolsonaro “não cutuque onça com vara curta”.

“Todas minhas indicações do Congresso Nacional estão públicas. Você entra no meu site e vai ver a execução”, afirmou a candidata.

“Eu desafio o senhor a mostrar e abrir todas as indicações de emendas de relator dos demais parlamentares do nosso Congresso”, concluiu.

Toritama - Tem ritmo

Da CNN Brasil

O candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) teve o direito de resposta acatado pelo debate CNN e respondeu à senadora Simone Tebet (MDB) e Soraya Thronicke (União Brasil). A senadora questionou o uso do orçamento pelo atual governo.

“O Orçamento é privativo do parlamento, apenas executamos. Não posso indicar para fazer tal obra em tal local, quem indica é são os legisladores”, afirmou Bolsonaro.

Já Soraya questionou “Quem cortou o Orçamento da Farmácia Popular, mas manteve Viagra, quem foi que atrasou as vacinas para o povo brasileiro, mas não atrasou na prótese peniana para os seus amigos, foi o atual governo. Eu estaria ao lado dele se ele tivesse sido honesto, se ele não tivesse mentido para o povo brasileiro.”

Palmares - Forró Mares

Da CNN Brasil

Felipe D’Avila (Novo) questionou Simone Tebet (MDB) sobre o projeto de lei que propõe aumento nos salários do Judiciário. A candidata do MDB afirmou que votará contra a proposta e, caso seja eleita, e o texto aprovado pelo Congresso, vetará a medida.

O postulante do Novo disse, em seguida, que é necessário enfrentar privilégios do Judiciário, que classificou como “o mais caro do mundo”. Ele também criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) por ter anulado os processos contra o ex-presidente Lula (PT).