Versão Sertão de Itaparica

09/12


2017

Sob falsa pacificação, PSDB vive sua pior crise

Josias de Souza

Dizer que o PSDB perdeu a aura que o tornava diferente é pouco para traduzir sua crise, a pior que o partido já enfrentou desde o seu surgimento, há três décadas. Levado no embrulho da onda de descrédito que engolfou a política, o tucanato tornou-se um aglomerado caótico. Vão abaixo meia dúzia de evidências:

1) O PSDB declara-se pacificado sob a presidência de Geraldo Alckmin, inaugurada na convenção nacional deste sábado. Mas ainda convive nos subterrâneos com uma guerra fratricida entre as facções de Tasso Jereissati e de Marconi Pirillo (pode me chamar de centro-avante de Aécio Neves).

2) Alardeia que desembarcou do governo de Michel Temer, mas tolera a permanência de dois filiados na Esplanada: Aloysio Nunes (Itamaraty) e Luislinda Valois (Direitos Humanos).

3) O PSDB é a favor das prévias, previstas no estatuto do partido. Mas finge que Alckmin é presidenciável único, escanteando o rival Arthur Virgílio Neto, prefeito tucano de Manaus.

4) Defende a reforma da Previdência, mas não consegue entregar nem metade dos votos de sua bancada na Câmara.

5) Acusa Lula de buscar a re-reeleição para “voltar à cena do crime”, mas guarda um imponente silêncio sobre o pedido de inquérito criminal que corre contra Alckmin no Superior Tribunal de Justiça.

6) Enrola-se na bandeira da ética, mas acoberta Aécio Neves, transformando a corrosão do achacador de Joesley Batista num processo de enferrujamento partidário.


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Versão Sertão do São Francisco

09/12


2017

Meirelles mira eleitorado de Alckmin

O ministro formula plataforma para atrair a região Nordeste.

Folha de S. Paulo 
Coluna Painel

 

Henrique Meirelles (PSD) não está disposto a fazer um voo cego. Embora repita que só definirá a candidatura ao Planalto em 2018, o ministro da Fazenda tem consultado especialistas para construir desde já sua estratégia eleitoral. Trabalha com os seguintes dados: para crescer, precisará buscar votos no chamado “campo azul” e disputar o público de Geraldo Alckmin (PSDB-SP). Em outra frente, deve montar plataforma para o Nordeste, região para a qual vai falar com mais intensidade.
 
Os analistas consultados por Meirelles dizem que, se o ex-presidente Lula (PT) for impedido pela Justiça de concorrer, o Nordeste ficará “viúvo”.
 
O ministro foi convencido de que há espaço para crescer entre os que já votaram no PSDB. Ouviu que, diante do patamar de conhecimento do governador Geraldo Alckmin (85%, segundo o Datafolha), o ponto de partida do tucano está baixo –entre 6% e 12%.
O ministro da Fazenda esteve na quinta (7) em um culto da Assembleia de Deus, em Manaus. Falou como candidato e até testou um possível slogan de campanha: “Vamos gerar um Brasil de oportunidades”.

Governador de São Paulo vai comandar a sigla pelos próximos dois anos. Encontro não deve ter definição sobre participação no governo Temer nem sobre apoio à reforma da Previdência.


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Versão Mata Norte

09/12


2017

Arcoverde: prestação de contas do 2º quadrimestre

Ano de 2017

A Prefeitura de Arcoverde realiza na quarta-feira, dia 20 de dezembro, a Audiência Pública de Prestação de Contas do Município do segundo quadrimestre de 2017

A Prefeitura de Arcoverde realiza na quarta-feira, dia 20 de dezembro, a Audiência Pública de Prestação de Contas do Município do segundo quadrimestre de 2017. O evento será realizado a partir das 9h, no auditório da Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde – AESA. A Prefeitura convida todos os moradores e moradoras da cidade a participar do evento.

 O controlador Geral Interno, José Aldênio Costa Ferro, explica que a intenção dessa audiência pública é manter a população sempre informada sobre todas as ações desenvolvidas pela Municipalidade.

 Para a prefeita Madalena Britto, a realização de audiências públicas fortalece o compromisso com a transparência da administração municipal. “A responsabilidade com a gestão pública e o respeito à população no emprego de verbas devem ser tratados com clareza, e as audiências públicas auxiliam nesse sentido”, ressaltou.


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Versão Agreste Central

09/12


2017

Apelos de Alckmin não sensibilizaram Renata

André Coelho | Agência O Globo

O Globo - Coluna de Lauro Jardim
Por Juliana Braga

 

Apesar da conversa com Geraldo Alckmin, Renata Campos, a viúva de Eduardo Campos, continua resistente à ideia de concorrer a cargos eletivos em 2018.

De acordo com uma pessoa próxima, a chance de ela compor chapa com o governador para Presidência "é próxima de zero".

Já João, o filho mais velho do casal, estuda concorrer a deputado federal pelo PSB.


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Prefeitura do Ipojuca

09/12


2017

Humberto “Estamos vivendo o pior momento do SUS”

Para uma plateia de pesquisadores e profissionais da área da Saúde, o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT), fez duras críticas às políticas adotadas para o setor pelo governo de Michel Temer (PMDB). Segundo Humberto, desde que o Sistema Único de Saúde (SUS) foi implantado, é a primeira vez que um ministro da Saúde assume abertamente o papel de atender a interesses corporativos e de instituições privadas em detrimento do próprio sistema e do bem estar da população brasileira. Hoje, quem comanda a pasta é Ricardo Barros (PP).

“Vivemos, sem dúvida, o pior momento da história do SUS. Desde que o sistema foi implantado, em 1988, todos os ministros que passaram pela pasta, até mesmo nos governos de Collor e de Fernando Henrique Cardoso, tinham uma preocupação de melhorar o SUS, de garantir recursos, pensar novos projetos. Mas o atual comandante da pasta age exatamente fazendo o oposto. Ele defende mais os planos de saúde que os pacientes. Administra o SUS, mas é o primeiro a dizer que ele precisa diminuir de tamanho. A quem o ministro está servindo? Porque ao povo é que não é”, questionou o senador.

Ex-ministro as Saúde, Humberto foi convidado de debate sobre o SUS no Brasil na conjuntura política e econômica atual. A conversa fez parte da programação dos 30 anos do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva da Fundação Oswaldo Cruz (NESC). Para ele, há um claro desmonte das políticas públicas da área da saúde. “Ricardo Barros não é um médico, é engenheiro de profissão e só assumiu a pasta porque está na cota do PP. Não é à toa que estamos sofrendo este desmonte. Estão querendo acabar com tudo aquilo que foi estabelecido pela constituição de 1988 que, mesmo com idas e vindas, seguia o objetivo de produzir o bem estar social”, assinalou.

Segundo Humberto Costa, é fundamental manter a mobilização em favor do SUS. “Precisamos ter ainda mais debates, trazer a população para a conversa. Levar o problema para as ruas, para as redes e denunciar qualquer tipo de desmonte do Sistema Único de Saúde. Só com a força de todos é que conseguiremos barra este processo”, afirmou o senador.


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09/12


2017

Alckmin quer PSDB fechado com reforma da Previdência

Reforma da Previdência: favorável a fechar questão, Alckmin convoca executiva para definir posição do PSDB. Governador de São Paulo anunciou a primeira medida depois de ter sido eleito neste sábado presidente nacional do partido. Decisão depende da executiva e da bancada, que está dividida.

Alckmin na primeira entrevista coletiva após ter sido eleito presidente do PSDB (Foto: Bernardo Caram / G1)

Por Bernardo Caram e Laís Lis, G1, Brasília

 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, anunciou como primeira medida após ter sido eleito presidente do PSDB neste sábado (9), a convocação de uma reunião da comissão executiva nacional do partido na próxima semana para definir a posição dos tucanos em relação à reforma da Previdência.

Alckmin se diz pessoalmente favorável ao fechamento de questão. Se isso for aprovado pela executiva e pela bancada do partido na Câmara, o deputado do PSDB que votar contra a reforma fica sujeito a punição.

A bancada do PSDB no Congresso está dividida, o que dificulta uma decisão sobre fechamento de questão. No último dia 9, comandada pelo então presidente interino Alberto Goldman, a executiva se reuniu, mas não conseguiu decidir. Goldman afirmou após a reunião que "grande número" de tucanos não tem convicção da necessidade da reforma.

“Eu, pessoalmente, sou favorável à reforma da Previdência, já a fiz em 2011 em São Paulo. A minha posição pessoal é pelo fechamento de questão, mas essa não é uma decisão só da executiva, é também da bancada. O caminho agora é o do convencimento”, disse Alckmin. “Nós vamos ouvir a bancada e fazer uma reunião da executiva nacional esta semana”, afirmou.

Confira na íntegra a matéria completa aqui: Reforma da Previdência: favorável a fechar questão, Alckmin convoca executiva para definir posição do PSDB


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Compesa

09/12


2017

Santo Amaro recebe feira de artesanato neste sábado

O bairro de Santa Amaro, no Recife, está recebendo pela primeira vez uma Feira de Artesanato. O evento, que está acontecendo neste sábado (9), no cruzamento entre as ruas Frei Cassimiro e Pombal, funciona como uma oportunidade para os artistas locais mostrarem e comercializarem a sua arte. A organização ficou por conta do vereador Alcides Teixeira Neto.       

O ponto alto do dia será às 19h, quando haverá o lançamento do Natal Solidário, uma campanha para arrecadar doações para a comunidade. Durante o mês de dezembro, o vereador e sua equipe vão percorrer o bairro arrecadando alimentos não perecíveis que serão doados aos moradores das palafitas que ainda existem em Santo Amato. Quem quiser fazer sua doação pode deixar o alimento no escritório do parlamentar, na Rua do Pombal, 695, Santo Amaro.    

ATRAÇÕES - A ideia de Alcides Teixeira Neto é fazer com que a Feira de Artesanato e o Natal Solidário entrem no calendário do bairro de Santo Amaro. Entre as atrações deste ano, os participantes poderão dispor de uma praça gastronômica e de um parque infantil. Uma árvore de sete metros foi montada no local quase que completamente com material reciclável, além de um presépio. À noite, após o lançamento do Natal Solidário, haverá um Recital Natalino com show pirotécnico e a chegada do Papai Noel.


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09/12


2017

Alckmin inicia polarização com Lula

Geraldo Alckmin usa discurso para iniciar polarização com Lula

Blog do Camarotti

 

Foi intencional a decisão do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) de utilizar o discurso na convenção do PSDB neste sábado (9) para fazer uma polarização direta com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na convenção, o governador foi eleito presidente do partido.
 
Avaliação reservada no núcleo do PSDB é que, até o momento, Lula estava correndo solto na disputa presidencial, fazendo contraponto exclusivamente com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).
 
Alckmin agora tenta ocupar o espaço do centro e da direita na eleição para o Palácio do Planalto, e por isso fez ataques tão contundentes a Lula.
 
"Veja a audácia dessa turma. Depois de quebrar o país, Lula quer voltar ao poder", disse Alckmin, afirmando na sequência que Lula quer "voltar à cena do crime".
 
O mesmo tom de desafio a Lula foi adotado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, explicitando a estratégia combinada do partido.
 
Até mesmo o prefeito de Manaus, Artur Virgílio (PSDB-AM), que se lançou pré-candidato ao Palácio do Planalto, mirou a artilharia no petista.
 
A constatação no ninho tucano é que o partido perdeu um tempo precioso com o dilema de desembarcar ou não do governo Temer e tendo que administrar o desgaste de imagem do agora ex-presidente do partido, senador Aécio Neves (PSDB-MG), que entrou no foco da delação da JBS.  


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Hapvida - Mais saúde para você e sua família

09/12


2017

R$ 51 milhões de Geddel podem ser sobras

Suspeita é que os R$ 51 milhões eram o que sobrou do esquema.

Blog Diário do Poder

 

Podem ser apenas “troco” os R$51 milhões apreendidos pela Polícia Federal em apartamento de Salvador usado pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, em Brasília. Investigadores ligados ao caso suspeitam que as malas continham “o que sobrou” de um volume ainda maior de dinheiro: há evidências de que o dinheiro vinha sendo usado para bancar sete empreendimentos imobiliários dos quais Geddel é sócio. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
A PF já identificou ao menos R$5,2 milhões pagos em espécie pela família Vieira Lima à Cosbat Construção e Engenharia. 

Somados os R$51 milhões encontrados no apartamento ao que foi pago à construtora, já são R$56,2 milhões de dinheiro vivo identificado.

O assessor de confiança era autorizado a pagar despesas das obras com dinheiro vivo, por isso suas digitais encontradas nas cédulas.

Na Cosbat, a família Vieira Lima investiu em 7 edifícios, inclusive o “La Vue”, de Geddel, pivô da ruidosa demissão do ex-ministro da Cultura.


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ArcoVerde

09/12


2017

Previdência: reforma envolve cifras bilionárias

Mesmo com negociações que provocam impacto de R$ 43,2 bi nos cofres do governo, votos ainda são insuficientes para aprovar projeto.

Foto: Google/Portal da Câmara dos Deputados

O Estado de S.Paulo 

A dez dias da previsão de votação da reforma da Previdência, levantamento feito pelo Estado entre os dias 6 e 8 deste mês aponta que 215 deputados se dizem contrários às mudanças nas regras de aposentadoria propostas pelo presidente Michel Temer.
 
Se os parlamentares votarem dessa forma, o governo alcançaria no máximo 297 votos favoráveis, número inferior ao exigido para aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC).
 

O Estado ouviu 432 deputados, 84% da Câmara. Além dos 215 parlamentares contrários à proposta, 62 disseram que são favoráveis ao texto; 90 se declaram indecisos; 58 não quiseram responder; 3 disseram que estarão ausentes - 81 deputados não foram localizados.

 
Nos últimos dias, a equipe de Temer intensificou as negociações para aprovar o texto. Deu aval para os congressistas aprovarem projetos que causam impacto de R$ 43,2 bilhões nos cofres públicos nos próximos 15 anos, com mais repasses de recursos para Estados e prefeituras e perdão de dívidas de micro e pequenas empresas e produtores rurais.
 
Essa conta inclui desembolsos de R$ 2 bilhões para municípios neste ano e a promessa de R$ 3 bilhões em 2018.
 
A reforma da Previdência voltou ao radar no início de novembro, depois que a Câmara barrou duas denúncias contra Temer, apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), contra os crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e obstrução à Justiça.
 
O governo negociou uma versão mais enxuta do texto que tinha sido aprovado na comissão especial sobre o assunto. A proposta que será votada não mexerá na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos de baixa renda. O governo manteve a exigência atual de 15 anos de contribuição para ter direito ao benefício para segurados do INSS. A economia prevista com a reforma caiu de R$ 600 bilhões para R$ 480 bilhões em 10 anos.
 
O cerne da reforma é a fixação de idade mínima para se aposentar tanto para funcionários públicos e políticos quanto para trabalhadores da iniciativa privada. Se a proposta for aprovada, a idade mínima passará a ser de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.
 
Todos os trabalhadores atuais serão afetados: a partir da promulgação da PEC, precisarão ter 53 anos e 55 anos para aposentar e cumprir mais 30% sobre tempo que faltaria para a aposentadoria pelas regras atuais. As idades mínimas vão subindo ao longo de 20 anos. / ALINNE CASTELO BRANCO*, CAROLINA INGIZZA, MARINA PAULIQUEVIS, NEILA ALMEIDA, SANDRA REGINA CARVALHO E VICTOR GOMES (*SOB SUPERVISÃO DE MURILO RODRIGUES ALVES)


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Garanhuns Natal Luz

09/12


2017

Geraldo Alckmin é eleito presidente nacional do PSDB

Por 470 votos a 3, PSDB elege Geraldo Alckmin presidente nacional do partido. Governador de São Paulo foi eleito durante convenção nacional em Brasília. Governador de Goiás, Marconi Perillo, será o primeiro vice-presidente; deputado Ricardo Tripoli, o segundo vice.

Do G1 - Por Laís Lis e Bernardo Caram

 

A chapa encabeçada por Alckmin recebeu 470 votos a favor, 3 contra, e houve uma abstenção. O primeiro vice-presidente do partido será o governador de Goiás, Marconi Perillo; o segundo vice, o deputado Ricardo Tripoli (SP), líder da bancada do partido na Câmara.

Alckmin chegou à presidência do PSDB como uma tentativa de unificar o partido. Nas negociações que antecederam a convenção, o senador Tasso Jereissati (CE) e o governador Goiás, Marconi Perillo, desistiram de suas candidaturas à presidência da legenda.

Somente em 2017, quatro tucanos terão passado pelo comando do partido.

Confira a integra da reportagem aqui: Por 470 votos a 3, PSDB elege Geraldo Alckmin presidente ...


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09/12


2017

Procon promove acordo de dívidas de pais com escolas

Jaboatão

Procon Jaboatão dos Guararapes promove, de 11 a 14 de dezembro, das 8h às 17h, na Faculdade Metropolitana, em Piedade, um mutirão de negociação de dívidas de pais com escolas particulares.

Pais de alunos de escolas particulares do município do Jaboatão dos Guararapes poderão negociar dívidas que eventualmente possuam com as instituições de ensino. O Procon Jaboatão promove, de 11 a 14 de dezembro, das 8h às 17h, na Faculdade Metropolitana, em Piedade, um mutirão de negociação entre pais e representantes de 14 escolares particulares. De acordo com o superintendente do órgão de defesa do consumidor no município, José Rangel, o objetivo da ação é propiciar condições favoráveis para que pais e responsáveis endividados possam regularizar seus débitos junto às instituições.

“Sabemos que diante do atual momento de crise econômica, muitas famílias têm encontrado dificuldades para se manter em dia com as mensalidades cobradas pelas escolares particulares. Diante disso, o Procon Jaboatão entrou em contato com esses centros educacionais e decidiu promover um mutirão de negociação de dívidas, para que o consumidor, que muitas vezes perde qualidade de vida por estar constantemente preocupado, encontre condições propícias para se regularizar”, afirmou Rangel. 

Participarão do mutirão as seguintes unidades de ensino: Centro Educacional Santa Bárbara, Centro Profissional Especial (CPE), Colégio Atitude, Colégio Avançar, Colégio Integral, Colégio Maria Dilsa, Colégio Pentágono, Colégio Piedade, Educandário Gilberto Freire, Escola Conviver, Escola Parque, Escola Polichinelo, Escola Saber Crescer e Líder Centro Educacional. A Faculdade Metropolitana fica localizada na Avenida General Barreto de Menezes, 809, Piedade.

Solidariedade

O Procon Jaboatão dos Guararapes irá aproveitar a oportunidade para realizar uma campanha de arrecadação de materiais escolares para doação a alunos cujas famílias se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A campanha é aberta ao público, ou seja, mesmo quem não for participar do mutirão poderá contribuir com livros e outros materiais em boas condições de uso.


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Supranor 1

09/12


2017

Reforma da Previdência: agora ou nunca

Folha de S. Paulo

Coluna Painel

 

A saída de Antonio Imbassahy (PSDB-BA) da Secretaria de Governo fez com que deputados da base de Michel Temer estimulassem o peemedebista e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a tentar colocar a reforma da Previdência em votação já na próxima semana.

Aliados de Temer argumentaram que, se o tema ficar para a semana do dia 18, é grande o risco de não haver quorum. Eles avaliam que o fim da novela Imbassahy no Planalto pode ajudar a virar votos, especialmente na bancada da Bahia.

Maia e Temer vão debater as condições de aprovação da reforma neste fim de semana.


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Mobi Brasil 2

09/12


2017

PSDB dá início à convenção

Governador de São Paulo vai comandar a sigla pelos próximos dois anos. Encontro não deve ter definição sobre participação no governo Temer nem sobre apoio à reforma da Previdência.

Do G1 - Por Bernardo Caram e Laís Lis

 

A convenção do PSDB que vai aclamar o governador paulista Geraldo Alckmin presidente do partido pelos próximos dois anos teve início neste sábado (9) por volta das 9h20.

 

Até a última atualização desta reportagem, Alckmin ainda não havia chegado ao centro de eventos de Brasília no qual está sendo realizado o evento partidário.

 

Apesar de o PSDB viver indefinições em relação à participação no governo Michel Temer e ao apoio à reforma da Previdência, integrantes da cúpula do partido afirmaram ao G1 que não serão tomadas na convenção decisões em relação a esses dois assuntos.

A ascensão de Alckmin à presidência do PSDB é vista por tucanos como uma tentativa de unificar a legenda, que rachou nos últimos meses em razão de divergência sobre o apoio ao governo e também por conta das denúncias contra o presidente licenciado da sigla, o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Geraldo Alckmin será o quarto tucano a comandar o partido em 2017. Em maio, Aécio se licenciou da presidência do PSDB após a divulgação de gravação na qual ele pede R$ 2 milhões ao executivo da JBS, Joesley Batista.

O senador Tasso Jereissati (CE) ficou na presidência interina da sigla até o início de novembro, quando foi destituído por Aécio. Também provisoriamente, Alberto Goldman assumiu o cargo até a eleição na convenção nacional.

Aclamação

Após acordo feito entre os membros do partido, Alckmin será candidato único para assumir a presidência do PSDB. A votação, prevista para o fim da manhã desde sábado, será feita de maneira eletrônica, com comprovante em papel para dupla checagem do resultado. Um total de 580 membros da sigla estão habilitados a votar.

Para o líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), o nome de Alckmin traz unidade partidária após crises vividas pelo partido, como a denúncia contra Aécio e o racha sobre a permanência da sigla no governo.

“A convenção é um reestabelecimento da unidade do partido e de suas lideranças. O consenso que se formou entorno do governador Geraldo Alckmin é uma demonstração de que ele produz unidade partidária”, afirmou.

Programação

O resultado da votação que oficializará Alckmin presidente do PSDB deve ser divulgado após o meio-dia.

Até o anúncio, estão programados discursos de políticos tucanos de todas as esferas. As falas dos principais expoentes do PSDB devem ocorrer após o resultado da eleição.

Além da primeira manifestação de Alckmin como presidente eleito do PSDB, estão previstos discursos, entre outros, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do presidente interino da legenda, Alberto Goldman.

O governador de Goiás, Marconi Perillo, e o senador Tasso Jereissati (CE), que abriram mão de disputar a presidência da sigla em favor de Alckmin também devem discursar no evento deste sábado.


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Asfaltos

09/12


2017

Doria anuncia apoio a Alckmin para presidente

Neste sábado

O Estado de S. Paulo - 
Por Sonia Racy

 

Doria anuncia hoje, na convenção nacional do PSDB, seu apoio a Alckmin na corrida presidencial de 2018.

Mas, pelo que se apurou, isso não significa que o governador tucano – eleito presidente do PSDB – indique que vai apoiar o prefeito na disputa pelo governo do Estado.

Discurso de Alckmin? De maneira “alckminiana” deve voltar suas armas contra Lula e Dilma, responsabilizando-os pela crise econômica. 

Tenta, assim, conquistar a fatia do eleitorado que havia se animado com Doria e hoje migra para… Jair Bolsonaro.


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bm4 Marketing 4

09/12


2017

2017, o ano que não vai terminar

Ricardo Miranda – Blog Os Divergentes

Num país onde a agenda nacional foi substituída por uma luta fratricida por sobrevivência política, e onde a convivência entre poderes lembra mais um UFC no topo da pirâmide, 2017 não vai terminar. Até porque nem 2016 terminou ainda. Nesta mesma época, no ano passado – puxe pela memória -, todo mundo torcia por uma única coisa: para 2017 chegar logo. Não era possível um outro ano ser tão infernal. Quanta inocência…

Naquele momento, em meio a uma crise entre poderes, o Supremo, convencido pelo Planalto, decidiu manter o réu Renan Calheiros na Presidência do Senado. A Corte Suprema, iniciando uma lenta desmoralização, fez vista grossa para a desobediência à liminar do ministro Marco Aurélio Mello, que ordenava o imediato afastamento de Renan do posto. Algum magistrado incauto, consumido em processos – há incautos ali? – podia até não ter percebido, mas era o desenho de uma aliança contra os super poderes do Ministério Público e o desmonte da classe política. Para o Planalto, nem era preciso mais conspirar, liberando dessas funções o líder Romero Jucá. Começava o derretimento da Lava Jato e o enquadramento da Polícia Federal, agora sob nova direção, colocando três anos de trabalho no funil de uma única questão: inviabilizar a candidatura de Lula ou não.

Ali, nos estertores de 2016, a Reforma da Previdência ainda engatinhava, mas o Congresso já tinha se tornado força auxiliar do Executivo, aprovando a chamada PEC do Teto, então prioridade legislativa do governo, assumido sete meses antes por Temer. Se 2016 já foi tarde – ano do impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, iniciado em dezembro do ano anterior, pelo hoje presidiário Eduardo Cunha -, 2017 se encerra com ares de segundo capítulo de uma trilogia, a ser encerrada com as eleições de 2018.

Este ano, não vamos esquecer, reformas à parte, o Congresso enterrou com solenidades as duas denúncias contra o presidente – e os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. O resto é confete e serpentina. Em 2016, o país tinha um presidente com cara de interino. Em 2017, ele tomou posse atropelando os demais poderes. Em 2018, quer fazer seu sucessor. Que evolução!

No final de 2018, mais ou menos nessa época, enquanto planejamos a festa natalina com a família – desde já feliz Natal e Próspero e Democrático Ano Novo a todos! -, já saberemos se o sentimento que vivemos hoje se repetirá. Dependendo de quem for escolhido pelo povo brasileiro, nas sagradas urnas de outubro, poderemos nos reencontrar com o país que queremos em 2019 ou percebermos que entramos numa espécie de maldição da marmota, como naquele filme em que o sujeito fica preso numa fenda do tempo, condenado a reviver o mesmo dia até que mude suas atitudes.


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09/12


2017

Supremo: liberar larápios VIPs

País tem 290 mil presos sem sentença e Supremo cogita liberar larápios VIPs 

Josias de Souza

O Ministério da Justiça divulgou dados atualizados sobre a população carcerária. Um detalhe chama especial atenção: há no Brasil cerca de 290 mil presos sem julgamento.

Isso corresponde a 40% do total de encarcerados: 726 mil pessoas.

É contra esse pano de fundo que o Supremo Tribunal Federal analisa a hipótese de abrir as portas das celas para os endinheirados e poderosos condenados duas vezes.

Repetindo: num país em que 290 mil cidadãos pobres mofam atrás das grades sem julgamento, a Suprema Corte cogita rever a regra que prevê a prisão de larápios VIPs condenados um par de vezes, na primeira e na segunda instância.

Para a casta superior, o direito de recorrer em liberdade.

Se possível, até a prescrição dos crimes.

Às favas com a dupla condenação! São inocentes até prova em contrário.

Quanto aos miseráveis, são culpados até prova em contrário. Se possível, vão em cana como prova em contrário.

Assim, não é que o crime não compensa. É que no Brasil, quando compensa, ele tem outro nome. Chama-se impunidade.


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09/12


2017

A delação da JBS perde força

O Supremo Tribunal Federal usa o desgaste da delação da JBS para ignorar provas produzidas por ela

ÉPOCA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

INÚTIL - O senador Aécio Neves e o presidente Michel Temer. Eles se livraram pelo desgaste da delação   (Foto  Ueslei  Marcelino – Reuters)

Passados dez minutos do meio-­dia de 2 de dezembro, o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu: era hora de livrar Andrea Neves, irmã do senador tucano Aécio Neves, das pesadas amarras da prisão domiciliar e do uso da tornozeleira eletrônica. Ela não era sequer o alvo inicial do pedido de liberdade. Seus benefícios foram estendidos a ela pelo ministro. Os advogados de outros dois réus, Frederico Pacheco, o Fred, e Mendherson Souza Lima, é que entraram com recurso para suspender as medidas restritivas impostas a seus clientes. Fred é primo de Andrea e Aécio – é aquele que o senador diz que “mata antes de fazer delação” na gravação com Joesley Batista, da JBS. Mendherson é o ex-assessor do senador Zezé Perrella, do PMDB mineiro.

Andrea, Fred e Mendherson cumpriam prisão domiciliar, com tornozeleira, porque foram denunciados na ação que investiga Aécio e os R$ 2 milhões que ele recebeu de Joesley. Em fevereiro, Andrea pediu a quantia para Joesley, que repassou o dinheiro para Fred, por indicação de Aécio. Fred, então, entregou o dinheiro para Mendherson. Tudo devidamente acompanhado pela Polícia Federal, que vigiava a ação. Em maio, Andrea, Fred e Mendherson foram presos em Belo Horizonte. Em junho, a Primeira Turma do Supremo aliviou. Substituiu as prisões preventivas por domiciliares e acrescentou a proibição de deixar o país e o monitoramento por tornozeleira. Marco Aurélio, agora, afasta essas restrições.

A decisão do ministro é a mais recente e significativa no lento desconstruir da delação da JBS e, consequentemente, das investigações mais fortes da Lava Jato em Brasília. Com ela, o caso de Aécio entra na chamada normalidade processual que, não raro, resulta em absolvições.

Foi por esse mesmo carril que o presidente Michel Temer escapuliu. Flagrado em conversa de conteúdo gravíssimo com Joesley e, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), beneficiário do dinheiro carregado na mala de rodinhas do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, Temer foi acusado de obstrução da Justiça, organização criminosa e corrupção passiva. Por duas vezes foi salvo pelos deputados federais, imersos em liberação de emendas e promessas de cargos.

Medidas como a de Marco Aurélio e outras tomadas no Supremo tornaram-­se possíveis graças ao desgaste da delação da JBS e do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O episódio capital para desmoralizar a delação resultou na entrega de uma nova gravação de Joesley, regada a uísque. Nela, o delator imbricava sexo e corrupção, constrangendo Janot e jogando dúvida sobre a lisura do acordo de colaboração. Num ato que se provou decisivo, Janot convocou uma coletiva e anunciou ao país que os áudios apresentados pelos delatores punham a idoneidade de ministros do Supremo em dúvida e indicavam novos crimes cometidos pelos próprios delatores. De uma só vez, Janot destruía a credibilidade dos delatores e, portanto, das provas apresentadas por eles. Politicamente, a delação morria. A morte jurídica era uma questão de tempo.

Antes da trapalhada dos irmãos Batista e de Janot, o Supremo era bem mais rigoroso na Lava Jato

Que o diga o senador Aécio Neves. Ele foi um dos maiores implicados na delação. As provas são fortes. Além da tratativa dos R$ 2 milhões, toda gravada, Joesley diz que pagou propina de R$ 60 milhões em 2014 para Aécio, por meio da emissão de notas fiscais frias a diversas empresas. O empresário acrescenta que comprou o apoio de partidos políticos para a candidatura de Aécio à Presidência. Em troca, Aécio usou o mandato para “beneficiar diretamente interesses do grupo”, ajudando na liberação de créditos de mais de R$ 23 milhões de ICMS para empresas do grupo.

Nada disso foi suficiente para o Supremo. A Primeira Turma afastara o senador do cargo e determinara seu recolhimento noturno. O plenário da Corte, com voto decisivo da presidente Cármen Lúcia, decidiu que só os próprios parlamentares poderiam julgar seus pares. O Senado devolveu Aécio ao cargo. Era mais um implicado na delação da JBS que se livrava, apesar da gravidade das provas que a colaboração produziu.

Seja pelos erros cometidos no processo de fechar o acordo, seja por qualquer outra razão, parte dos ministros do Supremo está alterando seu entendimento sobre as investigações da Lava Jato. Políticos e empresários vinham sendo mantidos em prisões cautelares. O ex-senador Gim Argello, por exemplo, está preso desde abril de 2016 – com aval do Supremo. Até a delação da JBS, o Supremo ia progredindo para um tipo de direito mais voltado ao mérito e interessado nas evidências de corrupção levantadas nos inquéritos. Lenta e discretamente, decisões judiciais seguidas vão lasseando esse rigor.

E as investigações com malas de dinheiro e ações controladas, produzidas a partir da delação da JBS, não têm resultado em nada. Isso não é pela fragilidade das provas apresentadas pelos delatores. É, sim, uma falha no sistema, na condução sobre como usar essas provas. É o que preocupa agora e daqui para a frente.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

A Globo quer por que quer tirar o Temer. Perdeu a boquinha, melhor, o bocão, de receber verbas milionárias e empréstimos com juros subsidiados do BNDS quando da petralhada no poder. Para essa gente não importa se o Brasil vai melhorar ou não. Querem e se dá bem com quem estiver de plantão em qualquer poder público. Nossa grande imprensa, assim como o PT, foi ficando cada dia menor. É uma pena. Se foi o tempo de acordar e correr para a porta e pegar o jornal e, hoje, ligar o computador ou abrir o celular para saber das notícias. De esperar os dias para ler as colunas do jornalista tal ou qual. Não é somente nossas instituições que devem mudar, o jornalismo também.



09/12


2017

Acordo mantém tensão entre os tucanos

Folha de S.Paulo

O acordo que resultou na posse do governador paulista, Geraldo Alckmin, na presidência do PSDB não pacificará por completo o partido, com a tensão entre diferentes alas internas latente.

Nesta sexta-feira (8), véspera da convenção que empossará a nova executiva,o governador paulista teve uma conversa ríspida com Arthur Virgílio, prefeito de Manaus que quer disputar prévias com ele para se lançar à Presidência em 2018.

O senador Tasso Jereissati (CE) foi chamado para aplacar os ânimos –ele e Virgílio foram para outra sala e depois Alckmin os reencontrou.

Nos últimos dias, o governador paulista vinha pedindo a interlocutores que demovessem Virgílio da ideia de discursar na convenção. Na legenda há preferência pelo nome do paulista.

Virgílio, contudo, diz fazer questão de competir, o que força a convocação de prévias no partido. Isso frustrou os planos de Alckmin, que gostaria de sair da convenção ao mesmo tempo como presidente do partido e candidato ao Palácio do Planalto.

O manauara criticou Alckmin por, na sua visão, centralizar o comando do partid e deverá fazer um duro discurso no sábado.

"Eu quero tudo igual, inclusive na convenção, mesmos minutos, quero falar bem pertinho de você, quero mesmo quantidade dele do fundo partidário", relatou ter dito a Alckmin no encontro.

Também na sexta (8), o ex-senador José Aníbal ainda tentava articular sua a permanência na presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV).

O posto, porém, fora oferecido por Alckmin aTasso, hoje adversário de Aníbal internamente. Segundo o cearense, ele terá "carta branca" para formar o programa de governo da candidatura.

Tucanos têm expectativa de que Tasso mantenha o tom crítico que adotou durante sua interinidade na presidência do PSDB no novo cargo, o que pode reavivar atritos.


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09/12


2017

Convenção: 1º passo de Alckmin para a candidatura

Folha de S.Paulo

Geraldo Alckmin começa a erguer sua candidatura presidencial ao assumir, neste sábado (9), o comando do PSDB com um discurso em que deve fazer ataques duros ao ex-presidente Lula e se apresentar como uma opção de "mudança" em relação a governos recentes do país.

O governador paulista deve ser eleito presidente do PSDB pelos próximos dois anos em convenção realizada em Brasília. Em sua fala, pretende mirar o PT para abrir espaço na disputa pelo Planalto, até agora polarizada entre Lula e Jair Bolsonaro (PSC).

O discurso preparado pelo governador paulista, segundo a Folha apurou, contém críticas pesadas aos petistas e afirma que Lula, possível adversário de Alckmin, quer "voltar à cena do crime".

"Os brasileiros não são tolos. Sabem, hoje, do método lulopetista de confundir para dividir, iludir para reinar. Mas vejam a audácia dessa turma. Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ou seja: ele quer voltar à cena do crime", diz uma versão do discurso a que a reportagem teve acesso.

O governador ainda discutia na noite desta sexta (8) ajustes no texto.

Alckmin também pretende responsabilizar Lula e o PT pela crise econômica. "Lula será condenado nas urnas pela maior recessão da nossa história. As urnas o condenarão pelos 15 milhões de empregos perdidos, pelas milhares de lojas fechadas, sonhos desfeitos e negócios falido", diz o texto.

O governador paulista tentará se apresentar como um candidato capaz de conduzir mudanças para superar crises políticas, econômicas e do Estado. "Nós vivemos uma 'policrise', que vai exigir reformas e a organização do país", afirmou o tucano nesta sexta, em Brasília.

Alckmin assume o poder no PSDB para tentar conter as divisões internas e costurar alianças para sustentar sua provável candidatura ao Palácio do Planalto em 2018. 


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Não adianta, a Folha assim como a grande imprensa, quer a próxima disputa da presidência entre o Alckmin e o Lula. Ignoraram os demais candidatos. Vão quebrar a cara mais uma vez.


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